Data do Ocorrido: 19/08/2006
Localização: Brasília (DF)
Data de Nascimento: 02/08/1981 (25 anos)
Data de Falecimento: 19/08/2006
Sexo: Masculino
Por Beth Davison, mãe de Pedro Davison
Pedro Davison, 25 anos, foi morto pelo ato irresponsável e de total desrespeito à vida praticado por um motorista alcoolizado, que conduzia seu veículo em alta velocidade, em faixa proibida ao tráfego de veículos motorizados e com sua habilitação vencida.
O tratamento dispensado ao assassino, Leonardo Luiz da Costa, mostrou com clareza a realidade de impunidade dos crimes que são praticados no trânsito. Preso em flagrante, tentando fugir da blitz que o interceptou, pagou fiança irrisória e foi posto em liberdade. Com a indignação da sociedade de Brasília e a repercussão na mídia, o MPDFT fez denuncia de crime de dolo eventual, levando o criminoso a Júri Popular que o condenou por unanimidade. Porém, o juiz aplicou a pena mínima de seis anos, em regime semi-aberto. Com o recurso do Ministério Público o réu continua em liberdade aguardando julgamento em segunda instância.
É importante ressaltar que todos nós, familiares e amigos, somos igualmente vítimas do crime. Mas a sociedade também é vítima quando a impunidade serve de incentivo àqueles que desrespeitam a Lei e praticam crimes na certeza de que não pagarão por sua conduta.
Pedro Davison acabava de formar-se (2006) em Biologia na UnB e trabalhava no Ministério do Meio-Ambiente. Esportista, tinha a bicicleta como seu meio de mobilidade e de ativismo em defesa da conscientização da sociedade sobre os temas ambientais. Tinha como sonho trabalhar as questões do ambiente e da cidadania junto às comunidades tradicionais ou de maior vulnerabilidade.
Sua morte, em 19 de agosto de 2006, deixou órfã sua filha Luíza, que naquele dia completara oito anos.

Pedro Davison, 25 anos, morto em 19 de agosto de 2006, deixou órfã sua filha Luíza, que naquele dia completara oito anos.
Pedro Davison, 25 anos, foi morto pelo ato irresponsável e de total desrespeito à vida praticado por um motorista alcoolizado, que conduzia seu veículo em alta velocidade, em faixa proibida ao tráfego de veículos motorizados e com sua habilitação vencida.
O tratamento dispensado ao assassino, Leonardo Luiz da Costa, mostrou com clareza a realidade de impunidade dos crimes que são praticados no trânsito. Preso em flagrante, tentando fugir da blitz que o interceptou, pagou fiança irrisória e foi posto em liberdade. Com a indignação da sociedade de Brasília e a repercussão na mídia, o MPDFT fez denuncia de crime de dolo eventual, levando o criminoso a Júri Popular que o condenou por unanimidade. Porém, o juiz aplicou a pena mínima de seis anos, em regime semi-aberto. Com o recurso do Ministério Público o réu continua em liberdade aguardando julgamento em segunda instância.