Gabriela Colnago de Castro Caiado, sete anos, e Marcos Itiberê Rodrigues de Castro Caiado Filho, nove anos, foram mortos com pancadas na cabeça e com tiros, após serem seqüestrados pelo pai no dia 3 de maio de 2000. Por vários dias, a família e a polícia procuraram pelas crianças. Porém, elas foram encontradas mortas cerca de 11 dias depois do seqüestro, num apartamento ocupado por Itiberê. Moradores do edifício, localizado em Vila Velha, avisaram à polícia sobre o mau cheiro que exalava do apartamento. Os corpos, já em estado de putrefação, estavam enrolados em colchões e cobertores, dentro do closet da suíte.
Marcos Itiberê Rodrigues de Castro Caiado, que confessou ter assassinado os dois filhos em 2000 com tiros e golpes na cabeça, foi condenado a 43 anos e seis meses de prisão, em regime fechado e penitenciária comum. A sentença foi lida pelo juiz da 4º Vara Criminal de Vila Velha, Vladson Couto Bittencourt, na madrugada do dia 16 de outubro de 2003. Ao todo, 150 pessoas puderam assistir o julgamento. Ele também foi acusado de matar, com um tiro no peito, o comerciante Marco Antônio Pedrini de Souza, 41 anos, que tentou impedir que sua ex-mulher, Jânea Carla Colnago, então esposa do criminoso, fosse agredida. O assassinato do comerciante aconteceu em 15 de outubro de 1999.
Marcos Itiberê, condenado a 43 anos de prisão, fugiu na noite de 05/08/201, do Instituto de Readaptação Social (IRS), em Vila Velha. Segundo informações da assessoria da Secretaria de Justiça, a fuga aconteceu às 21h30. Ele estava condenado a regime fechado pelo assassinato dos dois filhos. Por uma decisão judicial, em 2009, ele conseguiu a transferência do presídio de segurança máxima de Viana para o IRS, de regime semi-aberto.

Marcos Itiberê Rodrigues de Castro Caiado Filho, nove anos, e Gabriela Colnago de Castro Caiado, sete anos.

Marcos Itiberê foge do Instituto de Readaptação Social (Foto: Nestor Muller / Arquivo A Gazeta

Gabriela Colnago de Castro Caiado, sete anos, e Marcos Itiberê Rodrigues de Castro Caiado Filho, nove anos, foram mortos com pancadas na cabeça e com tiros, após serem seqüestrados pelo pai no dia 3 de maio de 2000. Por vários dias, a família e a polícia procuraram pelas crianças. Porém, elas foram encontradas mortas cerca de 11 dias depois do seqüestro, num apartamento ocupado por Itiberê. Moradores do edifício, localizado em Vila Velha, avisaram à polícia sobre o mau cheiro que exalava do apartamento. Os corpos, já em estado de putrefação, estavam enrolados em colchões e cobertores, dentro do closet da suíte.
Marcos Itiberê Rodrigues de Castro Caiado, que confessou ter assassinado os dois filhos em 2000 com tiros e golpes na cabeça, foi condenado a 43 anos e seis meses de prisão, em regime fechado e penitenciária comum. A sentença foi lida pelo juiz da 4º Vara Criminal de Vila Velha, Vladson Couto Bittencourt, na madrugada do dia 16 de outubro de 2003. Ao todo, 150 pessoas puderam assistir o julgamento. Ele também foi acusado de matar, com um tiro no peito, o comerciante Marco Antônio Pedrini de Souza, 41 anos, que tentou impedir que sua ex-mulher, Jânea Carla Colnago, então esposa do criminoso, fosse agredida. O assassinato do comerciante aconteceu em 15 de outubro de 1999.
Marcos Itiberê Rodrigues de Castro Caiado, acusado de matar a tiros os filhos Gabriela, 8, e Marcos, 9, em Vila Velha, no dia 3 de maio de 2000, que fugiu na noite de sexta-feira (05/08/2011) do Instituto de Readaptação Social (IRS), foi recapturado pela polícia na tarde do domingo (07/08/2011) na Ilha da Fumaça em Vitória.
As informações são da Secretária de Justiça do Estado (Sejus) e a polícia acredita que ele esteve escondido durante todo o final de semana na mata da Ilha. O foragido foi encontrado com uma das pernas quebradas e foi conduzido para o Hospital São Lucas.
O preso estava no IRS, na Glória, em Vila Velha, desde setembro de 2009. Ele cumpria pena em regime fechado na Penitenciária de Segurança Máxima I, em Viana e foi transferido para o IRS devido a uma decisão judicial. A fuga ocorreu por volta das 21h30 de sexta-feira, quando Itiberê conseguiu serrar uma grade da cela onde estava e pular a muralha da unidade prisional com o auxílio de uma "teresa" (corda artesanal feita com lençois).
Em 2003, Itibirê foi condenado a 43 anos e seis meses de prisão, em regime fechado. Na época, ele confessou para a Polícia Civil que havia cometido os crimes e descreveu como assassinou os próprios filhos.