Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Jacqueline Ruas (Erro Médico)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 02/08/2009

Localização: Guarulhos (SP)

Data de Nascimento: 13/12/1993 (15 anos)

Data de Falecimento: 02/08/2009

Sexo: Feminino Feminino
 

Jacqueline Ruas, de 15 anos, morreu na madrugada do dia 02/08/2009, no voo 758 da Copa Airlines, de retorno ao Brasil depois de passar 12 dias em viagem à Disney.

A adolescente  Jacqueline Ruas, de 15 anos passou mal durante toda a viagem, teve febre e dificuldade para respirar, segundo Laryssa Prata Francisco, de 14 anos, que estava sentada ao lado dela no avião. A amiga, que retornava da mesma excursão dos Estados Unidos, diz que Jacqueline reclamou várias vezes que estava mal, mas não teria recebido auxílio a bordo.

Sentindo-se fraca, Jacqueline nem sequer conseguiu comer a massa servida pela Copa Airlines - as amigas pegaram um garfo e tentaram dar macarrão na sua boca. Ela pediu, então, que parassem de lhe dar comida e, sonolenta, adormeceu.

Foi Laryssa quem percebeu que Jacqueline não respirava, segundo contou sua mãe Edione Bento Prata, de 46 anos.

- Minha filha estava na poltrona 21D e a Jacqueline na 21C. Elas estavam separadas apenas pelo corredor. Eram 4 horas, quando uma garota falou: 'Lary, vê se a Jacque está respirando'", conta a empresária.

Nessa hora, as jovens viram que Jacqueline estava com a língua para fora da boca.

- A Laryssa colocou a mão na frente da boca da Jacqueline e viu que ela não estava respirando. Colocou a mão no peito dela e não sentiu o coração. Aí ela gritou: 'Gisele (o nome da guia de viagem), a Jacque não está respirando' - diz.

Laryssa contou que, constantemente, a guia ia até a estudante, e colocava a mão na cabeça dela para medir a temperatura. Somente após as meninas gritarem por socorro, diz Laryssa, é que outros passageiros foram chamados para ajudar.

Jacqueline foi colocada no chão do corredor, onde dois médicos que estavam no voo tentaram reanimá-la.

- Depois levaram ela para os fundos do avião. Todos os passageiros olharam, apavorados. Até que enrolaram a Jacqueline em cobertores e a puseram no banco. A guia voltou chorando e todo mundo entendeu o que tinha acontecido.

A morte de Jacqueline gerou pânico a bordo. As adolescentes choraram muito.

- Tiraram o calçado dela. Minha filha viu apenas os pés brancos e gélidos de Jacqueline. Todos começaram a chorar. Ninguém falou nada, mas todo mundo entrou em pânico por ver que ela tinha morrido ali do lado - disse Edione.

Os primeiros sintomas fortes de gripe teriam se manifestado em Jacqueline na quarta-feira, dia 26/07/2009, e o serviço médico do hotel foi acionado pela agência. Na quinta, a adolescente piorou e foi levada ao hospital Celebration, onde exame teria dado negativo para gripe suína. No sábado, o grupo de adolescentes foi fazer compras num outlet. Jacqueline foi junto, mas passou mal e teve de voltar para o hotel. As amigas tiveram de fazer as malas e carregar a bagagem da adolescente, que dizia estar muito cansada. No sábado à noite o grupo retornou ao Brasil. Na escala no Panamá, Jacqueline teve de ser levada em cadeira de rodas.

O hospital Celebration, nos Estados Unidos, onde a estudante Jacqueline Ruas foi atendida no dia 31 de julho, entregou à adolescente e à agência Tia Augusta uma declaração de seis páginas, com orientações sobre os procedimentos que deviam ser adotados durante o tratamento.

Uma das recomendações do documento era: "se sua condição piorar ou aparecer novos sintomas, volte imediatamente ao departamento de emergências." Segundo outras adolescentes que participaram da excursão, Jacqueline não conseguiu fazer as malas para retornar ao Brasil, o que foi feito pelas próprias amigas. Mas, na conexão do voo, no Panamá, a adolescente reclamou de tontura, foi levada numa cadeira de rodas até o avião, mas não foi levada ao posto médico. O diagnóstico teria sido princípio de pneumonia.

Especialistas dizem que a agência de turismo errou ao não consultar um médico no aeroporto.

- O clima da cabine do avião não é recomendável para quem tem problemas respiratórios. A umidade relativa do ar gira em torno de 15%, quando o recomendável é 40%, a temperatura é baixa e a cabine é pressurizada a 2.500 metros de altitude. Uma pessoa com quadro de pneumonia terá tontura e falta de ar - disse o médico José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia.

Para ele, uma avaliação médica no Panamá poderia ter evitado a tragédia. A Tia Augusta Turismo disse que no Panamá foi perguntado a Jacqueline se tinha condições de viajar e como a jovem respondeu positivamente, o grupo seguiu viagem para o Brasil.

Cinco dias depois da morte no voo 758 da Copa Airlines, a Polícia Federal (PF) ainda não tinha aberto inquérito para investigar se houve negligência no atendimento à estudante. De acordo com a PF, a delegacia reuniu as informações que foram chegando, e com base nelas iniciou as investigações por meio de um inquérito policial.

O caso foi registrado na Polícia Federal do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

A agência Tia Augusta reafirmou que todos os procedimentos necessários no atendimento médico a Jacqueline Ruas foram adotados pelos funcionários da agência.

Um exame feito pelo Instituto Adolfo Lutz revelou que a estudante Jacqueline Ruas, 15 anos, que morreu no dia 2 de agosto, não estava infectada pela gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína.

De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Instituto Médico-Legal de Guarulhos, Jacqueline teve insuficiência respiratória, broncopneumonia e derrame pleural.

Passados exatos 2 anos a família de de Jacqueline Ruas que acredita em imprudência por parte do hospital que atendeu Jacqueline e da agência de turismo, busca por justiça.

 "Basta com os erros médicos" 

Está na câmara dos deputados o Projeto de Lei 6867/2010 que visa avaliação dos profissionais de saúde.

A ligação é gratuita 0800 619-619. Ligue e nos ajude nessa luta que é de todos nós.

A foto acima mostra Jacqueline Ruas, 15 anos, com suas amigas Laryssa, Fernanda e Carolina (da esq. para a dir.), na sextafeira 24, no restaurante do Animal Kingdom, no quarto dia de férias da excursão “Meus 15 anos na Disney”, em Orlando, na Flórida.

Foto da estudante Jacqueline Ruas tirada, no final de julho, na viagem que a garota fez para a Disney

Jacqueline Ruas, de 15 anos, morreu na madrugada do dia 02/08/2009, no voo 758 da Copa Airlines, de retorno ao Brasil depois de passar 12 dias em viagem à Disney.

O caso foi registrado na Polícia Federal do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

A agência Tia Augusta reafirmou que todos os procedimentos necessários no atendimento médico a Jacqueline Ruas foram adotados pelos funcionários da agência.

Um exame feito pelo Instituto Adolfo Lutz revelou que a estudante Jacqueline Ruas, 15 anos, que morreu no dia 2 de agosto, não estava infectada pela gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína.

De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Instituto Médico-Legal de Guarulhos, Jacqueline teve insuficiência respiratória, broncopneumonia e derrame pleural.

Passados exatos 2 anos a família de de Jacqueline Ruas que acredita em imprudência por parte do hospital que atendeu Jacqueline e da agência de turismo, busca por justiça.



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Deyliane em 24/08/2011 08:10
passados 2 anos,a familia de jack ainda espera por justiça!que pais e esse,que os inqueritos moram anos na justiça,que a mae de jack nesses 2 anos tenha recebido o conforto de deus,e que essa linda menina tenha sido recebida pelos braços do pai!jack anjo de luz,onde quer que voce esteja,sua familia reza por voce!eaqui todos nos aguardamos por justiça,seu caso nao sera mais um,pode ter certeza

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