Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Antônio de Pádua Guerra Ramalho (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 06/05/2007

Localização: João Pessoa (PB)

Data de Nascimento: 04/08/1951 (55 anos)

Data de Falecimento: 06/05/2007

Sexo: Masculino Masculino
 

Antônio de Pádua Guerra Ramalho, 55 anos, morreu num acidente de trânsito no dia 06/05/2007, por causa de um motorista alcoolizado. O acidente ocorreu no cruzamento entre a Avenida Epitácio Pessoa e a Rua João Domingos, no bairro do Miramar.

Seis de maio de 2007, aproximadamente 23h de domingo, um Golf dirigido pelo estudante João Paulo Guedes Meira, então com 22 anos, vem em alta velocidade pela avenida Epitácio Pessoa e não respeita os seguidos sinais vermelhos. João Paulo está sob o efeito de álcool e quando avança outro sinal vermelho (o terceiro), que cruza a Epitácio com a rua Professor José Leite, acerta em cheio um Palio, matando três pessoas da família Ramalho.

Morreram naquela noite o motorista do Palio, Francisco de Assis Guerra Ramalho (48 anos), Matheus Cavalcanti Ramalho (16 anos) e Antônio de Pádua Guerra Ramalho (55 anos), todos primos do cantor Zé Ramalho. Filha de Antônio e prima de Matheus, a funcionária pública Maria do Socorro Ramalho se diz revoltada com a sensação de impunidade.
 
“Prevalece o sentimento de impunidade, que torna a dor ainda mais intensa. Ficamos nos perguntando quem será o próximo, já que a impunidade acaba dando brechas para que outros casos como estes aconteçam”, destaca. Ela pondera, contudo, que a família não vai deixar nunca de lutar. “Continuamos atrás desta tal de justiça que até hoje eu não conheci. Mas é mais um ano em que vamos protestar contra este bárbaro crime de trânsito”, enfatiza.
 
Nina, como é conhecida entre amigos e familiares, apela ainda para que a população ajude a prender João Paulo. “Faz mais de um ano que a Justiça decretou a prisão preventiva dele, mas apesar disto ele continua em liberdade. Quem tiver notícias do paradeiro, portanto, eu peço que avise à polícia”.
 
A família das três vítimas avisa também que vão lembrar o caso a partir das 17h de amanhã, quando será celebrada uma missa e depois realizar uma caminhada até o local do acidente. Para Nina, é uma forma de chamar a atenção da sociedade e protestar contra a impunidade.
 
Quem fala sobre o caso é o advogado Ricardo Sérvulo, que representa a família Ramalho e pede uma ação mais enérgica das polícias Civil e Militar. “Temos que lembrar que a Justiça fez sua parte e mandou prender o rapaz. Precisamos saber então por que um ano depois a polícia ainda não conseguiu prendê-lo”, opina. “Mesmo depois do mandado de prisão, ele já foi visto em várias cidades da Paraíba agindo tranquilamente e ainda assim não foi preso. Queremos que a polícia se posicione e cumpra a determinação judicial, para que assim ele possa pagar pelo que fez”, exigiu.
 
O advogado do acusado, André Lucena, alegou que desconhece o local onde João Paulo está. Disse ainda que o acusado deixou de comparecer à convocação da Justiça em razão de estar em audiência na Vara Cível, em João Pessoa, no dia em que deveria comparecer em Patos. O advogado contestou a informação de que seu cliente estaria dirigindo embriagado no momento do acidente.
 
“A perícia não confirmou que João Paulo estivesse pilotando sob efeito de álcool”. Lucena disse que entrou com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reverter a prisão preventiva.
 
João Paulo Guedes Meira, acusado de ter causado o acidente, se entregou  em 14 de dezembro de 201 no Fórum da cidade de Guarabira, no Brejo. Após apresentação ao juiz Bruno Azevedo, João Paulo foi encaminhado para o presídio João Bosco. O acusado foi detido numa cela de reconhecimento.
Na época do acidente, mesmo apresentando sinal de embriaguez, João Paulo foi liberado após pagar fiança de R$ 1,5 mil. A prisão prisão só foi decretada pelo juiz Marcos Willian, do 1º Tribunal do Júri em 2009.
 
Segundo informações do site do Detran-PB, João Paulo Guedes, chegou a renovar a sua carteira de habilitação dois meses depois do acidente que vitimou três membros da família Ramalho. Um levantamento do Detran demonstra que entre os meses de fevereiro e março de 2007 o carro Golf MMW 3330, dirigido por João Paulo, levou quatro multas referentes ao condutor ultrapassar pela contra-mão, transitar em velocidade máxima permitida e dirigir o veículo com celular. Ao todo, o acusado possui 20 pontos negativos na carteira de habilitação. 
 
João Paulo Guedes Meira, acusado pela morte de Antônio de Pádua Guerra Ramalho e mais 3 pessoas envolvidas no acidente foi à júri popular no dia 29 de novembro de 2012. O Julgamento durou mais de 16 horas em João Pessoa e o Réu do caso Ramalho foi condenado por homicídio doloso e pega 15 anos. 

Terminou por volta das 5h30 (horário local) de sexta-feira (30/11), no 1º Tribunal de Júri, no Fórum Criminal da Avenida João Machado em João Pessoa, o julgamento de João Paulo Guedes Meira. O júri popular entendeu que o réu deveria ser condenado pelo crime de homicídio doloso, quando se tem a intenção de matar. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Paraíba Hoje, Paraíba1 e Jus Brasil

 

Matheus Cavalcanti Ramalho (16 anos), sobrinho de Antônio de Pádua Guerra Ramalho, 55 anos

Matheus Cavalcanti Ramalho (16 anos), com o pai Francisco de Assis Guerra Ramalho, conhecido como Shuka (48 anos), a mãe Ana Paula Cavalcanti Ramalho e os irmãos, irmão, sobrinhos e cunhada de Antônio de Pádua Guerra Ramalho (55 anos)

Antônio de Pádua Guerra Ramalho, 55 anos, morreu num acidente de trânsito no dia 06/05/2007, por causa de um motorista alcoolizado. O acidente ocorreu no cruzamento entre a Avenida Epitácio Pessoa e a Rua João Domingos, no bairro do Miramar.

Seis de maio de 2007, aproximadamente 23h de domingo, um Golf dirigido pelo estudante João Paulo Guedes Meira, então com 22 anos, vem em alta velocidade pela avenida Epitácio Pessoa e não respeita os seguidos sinais vermelhos. João Paulo está sob o efeito de álcool e quando avança outro sinal vermelho (o terceiro), que cruza a Epitácio com a rua Professor José Leite, acerta em cheio um Palio, matando três pessoas da família Ramalho.

Morreram naquela noite o motorista do Palio, Francisco de Assis Guerra Ramalho (48 anos), Matheus Cavalcanti Ramalho (16 anos) e Antônio de Pádua Guerra Ramalho (55 anos), todos primos do cantor Zé Ramalho. Filha de Antônio e prima de Matheus, a funcionária pública Maria do Socorro Ramalho se diz revoltada com a sensação de impunidade.
 
João Paulo Guedes Meira, acusado de ter causado o acidente, se entregou  em 14 de dezembro de 201 no Fórum da cidade de Guarabira, no Brejo. Após apresentação ao juiz Bruno Azevedo, João Paulo foi encaminhado para o presídio João Bosco. O acusado foi detido numa cela de reconhecimento.
Na época do acidente, mesmo apresentando sinal de embriaguez, João Paulo foi liberado após pagar fiança de R$ 1,5 mil. A prisão prisão só foi decretada pelo juiz Marcos Willian, do 1º Tribunal do Júri em 2009.
 
Segundo informações do site do Detran-PB, João Paulo Guedes, chegou a renovar a sua carteira de habilitação dois meses depois do acidente que vitimou três membros da família Ramalho. Um levantamento do Detran demonstra que entre os meses de fevereiro e março de 2007 o carro Golf MMW 3330, dirigido por João Paulo, levou quatro multas referentes ao condutor ultrapassar pela contra-mão, transitar em velocidade máxima permitida e dirigir o veículo com celular. Ao todo, o acusado possui 20 pontos negativos na carteira de habilitação. 
 
João Paulo Guedes Meira, acusado pela morte de Antônio de Pádua Guerra Ramalho e mais 3 pessoas envolvidas no acidente foi à júri popular no dia 29 de novembro de 2012. O Julgamento durou mais de 16 horas em João Pessoa e o Réu do caso Ramalho foi condenado por homicídio doloso e pega 15 anos. 

Terminou por volta das 5h30 (horário local) de sexta-feira (30/11), no 1º Tribunal de Júri, no Fórum Criminal da Avenida João Machado em João Pessoa, o julgamento de João Paulo Guedes Meira. O júri popular entendeu que o réu deveria ser condenado pelo crime de homicídio doloso, quando se tem a intenção de matar. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Paraíba Hoje, Paraíba1 e Jus Brasil


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