Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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João Vitor dos Santos Rodrigues e Igor Giovanni dos Santos Rodrigues (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 05/09/2008

Localização: Ribeirão Pires (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1996 (12 anos)

Data de Falecimento: 05/09/2008

Sexo: Masculino Masculino
 

João Vitor dos Santos Rodrigues e Igor Giovanni dos Santos Rodrigues, 13 e 12 anos, foram esquartejados e tiveram pedaços do corpo espalhados nas proximidades da casa em que moravam, em Ribeirão Pires-SP, em 05/09/2008.

João Vitor
, 13 anos, e Igor, de 12 anos, moraram em um abrigo em Ribeirão Pires, durante nove meses. De acordo com a SSP, os irmãos tinham seis meses de diferença de idade e a mesma mãe, que por alegar dificuldades financeiras não podia cuidar das crianças. Assim sendo, os meninos ficaram no abrigo, porque o pai e a madrasta eram suspeitos de maus tratos e abandono. Em maio de 2008, com base numa avaliação psicológica, a juíza da Vara da Infância decidiu mandar os meninos de volta para casa.

A decisão, segundo o secretário-geral do Condepe, Ariel de Castro Alves, cita que os dois “seriam desabrigados em face da não confirmação dos fatos que causaram o abrigamento” e que “os dois manipulam a realidade para contemplar seus desejos pessoais”.

Antes do crime, as crianças foram encontradas na rua por guardas civis em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. No boletim de ocorrência, os meninos disseram que foram expulsos de casa e que, inclusive, a madrasta chegou a dar dinheiro para que eles fossem para as cidades de Suzano e de São Paulo.

Na delegacia, o guarda civil disse que a conselheira tutelar devolveu as crianças ao casal, apesar de os meninos demonstrarem o desejo de voltar para o abrigo.

Os meninos tinham uma relação difícil com a família e haviam sido levados pelo Conselho Tutelar ao pai depois de serem encontrados abandonados na rua pela Polícia Civil.

“Eu não tenho dúvida de que essas crianças foram nos pedir socorro e não foram atendidas pelo Conselho Tutelar. Agora o que levou essa senhora do Conselho Tutelar a não atendê-las só ela poderá explicar”, afirmou o delegado Luiz Carlos dos Santos, que presidiu o inquérito.

Dois dias depois, em casa, os garotos foram mortos e esquartejados. A madrasta confessou o crime e disse que o pai dos meninos ajudou. O casal está preso. A família do pai tenta entender o que aconteceu.

“Ele se dava bem com os filhos. Os filhos não tinham o que reclamar dele. A reclamação deles era sempre com ela”, contou a tia das crianças.

Ainda segundo a tia paterna dos meninos, Magali dos Santos Melo, de 45 anos, a família percebeu as primeiras agressões em 2005, quando o pai a madrasta passaram a morar junto.

De acordo com ela, depois dessa agressão o pai ficou cerca de dois meses separado da madrasta dos garotos, mas depois reataram a união e as crianças foram morar com o casal em outro bairro, longe das tias. "Ela [a madrasta] sempre dizia que eles eram impossíveis, mas para nós eram crianças normais, que gostavam de brincar, jogar bola" relatou.

Uma semana antes de serem mortos, as crianças apareceram na casa da tia dizendo que haviam sido expulsas de casa pela madrasta e que ela havia dado dinheiro para eles procurarem a mãe. "Liguei para o meu irmão e ele me mandou levar os meninos de volta para a casa dele, mas ela [madrasta] disse que não queria ficar com eles", afirmou a tia.

"Vimos os meninos todos marcados de surra e minha irmã e meu irmão [o pai dos garotos] foram dar queixa na delegacia", finalizou Magali.

A morte dos meninos João Vitor e Igor, ocorreu em 05/09/2008, em Ribeirão Pires. O pai e a madrasta dos meninos foram presos em 06/09/2008, por mandato de prisão expedido pelo Ilmo Douto Juízo da 2ª Vara Judicial de Ribeirão Pires. Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a madrasta confessou ter ajudado o pai, que também confessou o crime, alegando que os filhos provocavam muita briga com o casal.

Também de acordo com informações do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), o histórico do pai e da madrasta dos meninos era de rejeição e abandono. Foram registrados dois boletins de ocorrência, um em 2005, de abandono, e outro em 2007, de desaparecimento e localização das vítimas.

Os irmãos, de 12 e 13 anos, estavam em um abrigo do estado e foram devolvidos à família mesmo depois de registrado um histórico de agressões e abandono. A Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado investiga se houve falha na atuação do Conselho Tutelar.

Eliane disse em depoimento á polícia, que seu marido asfixiou os meninos com sacos plásticos e que ela o ajudou a queimá-los e esquartejá-los com uma foice, de acordo com a denúncia, “João Alexandre asfixiou (um dos garotos) na sala, enquanto o outro era morto com uma facada no abdômen desferida por Eliane. Depois, o casal ateou fogo e esquartejou os corpos”.

Partes dos corpos foram encontradas em sacos plásticos por uma equipe de limpeza municipal. Pouco tempo depois, quando foi feita a reconstituição do crime, vísceras dos garotos foram achadas dentro da rede hidráulica da residência do casal.
Os restos dos garotos, também foram achados por lixeiros na frente da casa onde moravam.

Após os tramites processuais, o Juiz Sidnei Vieira da Silva que decretou as prisões preventivas dos acusados, que já se encontravam presos por mandato de prisão temporária, ira decidir se o casal será ou não pronunciado, indo a Júri Popular.

João Alexandre Rodrigues, de 32 anos, o pai dos meninos que na época dos assassinatos, confessou ter assassinado um dos filhos e acusou a madrasta , Eliane Aparecida Rodrigues, 36, pelo assassinato do outro foram interrogados em 10/02/2009, pela Justiça. Outras 13 testemunhas foram ouvidas.

O pai dos adolescentes, encontra-se preso na penitenciária Dr. José César Salgado, e a madrasta na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, ambas em Tremembé, Vale do Paraíba Sp.

O julgamento dos acusados de assassinar e esquartejar os irmãos Igor Giovanni dos Santos Rodrigues, 12 anos, e João Vitor dos Santos Rodrigues, 13, em Ribeirão Pires, acontecerá dia 23/11/2010 às 09:30 no Fórum de Ribeirão Pires. 

O crime, ocorrido em setembro de 2008, no Bairro Vila Aurora, tem como executores o pai das crianças, o vigilante João Alexandre Rodrigues, e a madrasta, Eliane Aparecida Antunes Rodrigues. O casal se encontra preso na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo.

Há um ano, a Justiça decidiu que o casal irá a júri popular. No entanto, os réus recorreram da sentença de pronúncia em agosto do ano passado, o que atrasou a marcação da data do julgamento.

Segundo a assessoria de imprensa do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), os autos do processo foram retidos para processamento de Grupos e Câmaras à mesa no último dia 9. Na prática, isso significa que logo mais o recurso será julgado pelo relator do processo e por mais dois desembargadores, que devem tomar uma decisão quanto ao pedido da defesa. Só então o julgamento poderá ser agendado.

Rodrigues responderá pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe - com utilização de meio cruel (asfixia) - e emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas. Ele ainda será julgado por destruição de cadáver e fraude processual. A madrasta dos meninos responderá pelos mesmos crimes, além de ser acusada de induzir as crianças à fuga.

Júri de acusados de esquartejar os adolescentes, João Vitor e Igor, marcado para dia 23/11 foi adiado, pois o advogado não compareceu e o julgamento foi marcado para o dia 15 de dezembro de 2010.

Em 16/12/2010, Eliane Aparecida Rodrigues, 36 anos, e João Alexandre Rodrigues, 40 anos, foram condenados pela morte e esquartejamento de dos meninos João Vitor e Igor. Eliane foi condenada a 59 anos, enquanto Rodrigues terá que cumprir 67 anos. A sentença foi anunciada pelo juiz no fórum de Ribeirão Pires, no ABC.

Por Sandra Domingues, com informações do O Globo, Diário Online e Folha Ribeirão Pires

João Vitor dos Santos Rodrigues e Igor Giovanni dos Santos Rodrigues, 13 e 12 anos, foram esquartejados e tiveram pedaços do corpo espalhados nas proximidades da casa em que moravam, em Ribeirão Pires-SP, em 05/09/2008.

Júri de acusados de esquartejar os adolescentes, João Vitor e Igor, marcado para dia 23/11/2009 foi adiado, pois o advogado não compareceu e o julgamento foi marcado para o dia 15 de dezembro de 2010.

O julgamento dos acusados de assassinar e esquartejar os irmãos João Vitor e Igor Giovanni aconteceu dia 15/12/2010 às 09:30 no Fórum de Ribeirão Pires. 

Em 16/12/2010, Eliane Aparecida Rodrigues, 36 anos, e João Alexandre Rodrigues, 40 anos, foram condenados pela morte e esquartejamento de dos meninos João Vitor e Igor. Eliane foi condenada a 59 anos, enquanto Rodrigues terá que cumprir 67 anos. A sentença foi anunciada pelo juiz no fórum de Ribeirão Pires, no ABC.

Rodrigues responderá pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe - com utilização de meio cruel (asfixia) - e emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas. Ele ainda respodende por destruição de cadáver e fraude processual. A madrasta dos meninos responde pelos mesmos crimes, além de ser acusada de induzir as crianças à fuga.

Por Sandra Domingues, com informações do O Globo, Diário Online e Folha Ribeirão Pires



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Suélen em 29/03/2014 00:56
As crianças tiveram uma oportunidade de sobrevivência, o problema é que a vida dessas crianças foram entregues a sorte ou melhor dizendo ao azar de grandes infelizes dessa conselheira tutelar, que pra mim ela não é nada essa desgraçada, eu queria ver se ela estivesse nas mãos desses dois infelizes, cadeia é pouco para esses dois malandros


Angela Goes em 18/12/2010 10:45
É uma pena que pesssoas como a conselheira, os vizinhos, o Juiz, os advogados que defendem estes assassinos nao conseguiram ver que as crianças estavam desesperadas pedido ajuda. Pois estas pessoas só se apoiam em papeis e leis, nao consegue ver a afliçao destas pobres crianças que foram condenadas a morte (depois dizem que no Brasil nao tem pena de morte!). outra safada, sem vergonha é a mae das crianças (Claudia), fica chorando em todos os jornais e televisao, falando que espera justiça, cretina, ridicula, justiça seria feito se ela tivessa a decencia de ficar com os filhos que ela pois no mundo, tivesse cuidado, amado como verdadeira mae, agora fica se fazendo de santa e coitadinha, como disse o promotor ela é tao culpada, quando os assassinos, pois ela entregou os filhos as feras, sem misericordia. Li numa reportagem que as crianças queriam ver o vô que ja morreu e ter uma vida tranquila, meu Deus eles queriam tao pouco, mas mesmo assim a ridicula da mãe tinha outras coisas para fazer, como por exemplo mais filhos com outros homens. Tomara que ela pague se nao for pela lei, que seja de sofrimento em pensamentos e por tudo que ela nao fez pelas crianças, que ela morra de tanto pensar neles.....


Sandra Domingues em 17/12/2010 21:34
JUSTIÇA FEITA Como era já esperado! Esses dois monstros passarão boa parte da vida trancafiados como animais ferozes que são e ainda que nada traga a vida dos pequenos de volta, pagarão pelo que fizeram a esses dois anjos inocentes. Que os meninos João Vitor e Igor possam agora não somente ter Deus no coração...e sim estar nos braços DELE...protegidos, amparados, felizes. Descansem em paz pequenos anjos...que o caminho de vocês seja repleto de luz.


Sandra Domingues em 23/11/2010 12:53
INACREDITÁVEL AS BRECHAS DAS LEIS Que começa pelos malabarismos dos advogados de defesa, na tentativa de driblarem a justiça e favorecerem os seus clientes!!! E mais uma vez...mais um julgamento é adiado porque, simplesmente, o advogado de defesa não compareceu! ISSO É FAZER A SOCIEDADE DE PALHAÇOS !!! Júri de acusados de esquartejar adolescentes é adiado Advogado não compareceu e julgamento será no dia 15 de dezembro deste ano


Sandra Domingues em 23/11/2010 12:25
Dois dias antes de morrerem pediram refugio ao abrigo, mas não foram aceitos. O pessoal do Conselho Tutelar achava que os meninos manipulavam a verdade de acordo com seus próprios interesses e os deixaram entregues a própria sorte. Como dois "seres humanos" podem ter coragem de fazer uma barbaridade dessas com duas crianças ??? Como um pai pode matar os seus próprios filhos ??? E pra variar, como em todas as histórias de terror que temos assistido nos últimos anos, tem como cúmplice a madrasta das crianças, que o ajudou a esquartejar os pequenos. Que punição merece esse casal ??? Que direito eles tinham de sentenciar os pequenos à Pena de Morte? Afinal...de acordo com a Constituição é PROIBIDO a pena de Morte! Mas essa Lei só vale para as vítimas e suas famílias....os criminosos podem sim dar a sentença de morte e ainda terão do lado deles os Direitos Humanos para protegê-los. REVOLTANTE!!! Não tenho duvida de que serão julgados e condenados à pena máxima...mas e aí...eles irão cumprir os 30 anos enjaulados como bichos que são??? Não...sabemos que não, graças as brechas e atenuantes das Leis, que favorecem SEMPRE os marginais, criminosos e assassinos!

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