Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Carolina Menezes Cintra Santos (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 09/07/2011

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1983 (28 anos)

Data de Falecimento: 09/07/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

A advogada Carolina Menezes Cintra Santos, 28 anos, avançava com cuidado um sinal vermelho, quando o Porsche, a 150 Km/h, numa via em que a velocidade máxima era 60 Km/h, colidiu com o carro da advogada, arrastando o veículo por 25 metros até imprensá-lo contra um poste. O acidente ocorreu no Itaim-Bibi, bairro nobre da zona sul de São Paulo, no cruzamento das ruas Bandeira Paulista e  Tabapuã., na madrugada de 09/07/2011.

A advogada ficou presa nas ferragens, não resistiu e morreu no local. Uma testemunha informou que, ao sair do carro cambaleando, Marcelo de Lima repetia: “Só tomei duas taças de vinho”. O engenheiro teria dito ainda: “Destruíram o meu carro, destruíram”. 
 
Lima tinha sinais de embriaguez e, segundo o boletim de ocorrência, saiu do carro preocupado apenas com o veículo importado. As outras duas vítimas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). 
 
De acordo com a polícia, ele se recusou a fazer exame de sangue para verificar se estava embriagado. Com suspeita de hemorragia interna, Alves de Lima foi levado a um hospital particular. Segundo o delegado Paul Henry Bozon Verduraz, titular do 15º DP (Itaim-Bibi). 
 
Ele é um dos proprietários da Administradora de Carteiras de Valores Mobiliários ALP e parceiro da incorporadora Alves de Lima & Paryzer. Seu carro está avaliado em cerca de R$ 500 mil.
 
O corpo da advogada Carolina Menezes Cintra Santos foi cremado no cemitério Jardim da Saudade, em Brotas.
 
Filha de uma das famílias mais tradicionais da Bahia – Carolina era sobrinha-neta do médico e ex-governador do estado Roberto Santos, 84 anos, presente na cremação  – a advogada morava em São Paulo havia seis meses.
 
“A família está sentindo muito. Ela era uma pessoa alegre, cheia de projetos. Muitos jovens têm a vida ceifada no trânsito, e esse deve ser um momento de reflexão para todas as famílias”, disse Cristiana Santos, prima da vítima.
 
Os pais de Carolina, o empresário Eduardo Cintra Santos e  Verena Santos, além dos irmãos Eduardo e Daniela, receberam o apoio do presidente da Rede Bahia, Antonio Carlos Júnior, da mãe dele, Arlette Magalhães, e do sócio-administrador da Rede Bahia, Luís Eduardo Magalhães Filho. Também estiveram presentes o presidente do Vitória, Alexi Portela Júnior, e o ex-deputado Leur Lomanto.
 
“O trânsito está cada vez pior no Brasil inteiro. Nós lamentamos muito essa perda”, disse Lomanto. “Ela era doce, meiga, tinha a personalidade forte. Era muito bonita, encantadora”, afirmou Tânia Muniz Barreto, amiga da família.
 
A Justiça de São Paulo confirmou que os advogados do engenheiro pagaram a fiança de R$ 300 mil e o alvará de soltura foi expedido. Apesar da liberdade, ele não poderá deixar sua residência durante a noite nem frequentar bares e casas noturnas, terá que avisar as autoridades se precisar deixar a cidade e está impedido de sair do País. 
 
A Secretaria de Segurança Pública do Estado divulgou que o engenheiro será indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar). ''
 

Mais um capítulo da impunidade no Brasil um Engenheiro “Marcelo Malvio de Lima”, um super veículo “Porsche”, uma irresponsabilidade “alta velocidade” mais uma vitima fatal “Carolina Menezes Cintra Santos” advogada de 28 anos, uma beneficia “justiça concedendo o benefício da liberdade provisória” através do pagamento de fiança estipulada em 300 mil reais, ou seja, o preço para não levar para prisão deixar solto alguém que assassinou uma pessoa quando o autor do crime assumiu a risco de cometer um acidente.

O acidente que vitimou a advogada Carolina Menezes Cintra Santos, ocorreu na madrugada do sábado (09/07/2011), o protagonista desta bárbara colisão foi uma pessoa que em tese seria esclarecida, pois trata-se do Engenheiro Marcelo Malvio de Lima, que trafegava pela a Rua Bandeira Paulista em seu modesto veículo “Porsche”, respeitando a velocidade máxima permitida de 150 km/h e como medida punitiva a justiça de São Paulo aplicou uma severa sansão arbitrando uma fiança de 300 mil reais para que o homem que assassinou e interrompeu a vida de uma cidadã possa responder pelo seu crime solto na chamada liberdade provisória. Será que ele fosse um proletariado ele receberia este benefício? O que é 300 mil reais para um cidadão detentor de um Porsche?
 
Por: Oliveira, E.


Não será publicado.




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Dhebora em 10/07/2013 19:34
Meu pai morreu 3 dias depois dela, também vítima de acidente, aliás, vítima de imprudência. Já não bastasse a dor da perda, temos que conviver com marginais soltos. basta! Fique em paz...


... em 19/11/2012 03:44
Nelson Ferreira Tobias, garanto que se ele tivesse com uma velocidade até 60km/h, que era a permitida na via, o acidente não teria causado tamanho estrago, e duvido muito que tivesse causado alguma morte. a culpa foi dele sim! a moça furou o sinal provavelmente com medo de ser assaltada, tendo em vista que ela era mulher, estava sozinha, era de madrugada, pratica muito comum. agora ele estava BÊBADO e dirigindo a uma velocidade ABSURDA. nada justifica isso


Suzanamilene em 16/02/2012 15:30
nada justifica o fato dirigir bebado é crime e pior ainda se estiver em alta velocidade !!!!


Nelson Ferreira Tobias em 17/10/2011 19:31
Bizarra essa notícia...Ninguém avança um sinal com "cuidado"...Não deveria avançar e ponto final, está no CTB que é proibido. Essa pessoa procurou essa tragédia. O proprietário do Porsche estava numa velocidade superior a da via e também assumiu riscos, mas se ele tivesse morrido será que ela estaria presa? Claro que não considerando-se o poder subliminar que a família dela tem na Bahia..Esse país é uma palhaçada mesmo!!!

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