Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Darlla Dutra Rodrigues (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 08/12/2009

Localização: Samambaia do Sul (DF)

Data de Nascimento: 00/00/2003 (6 anos)

Data de Falecimento: 08/12/2009

Sexo: Feminino Feminino
 

Darla Dutra, 6 anos, foi assassinada no dia 8 de dezembro de 2009, enquanto dormia na cama da mãe. Ela foi atingida no rosto por um disparo de uma espingarda calibre 12 e morreu na hora. O crime aconteceu depois que a mãe da vítima saiu para trabalhar, às 5h30, de sua residência, na Quadra 502, Conjunto 11, em Samambaia do Sul-DF.

A menina morava com a mãe, a avó, o marido da avó e dois tios na mesma casa, onde também funciona um salão de beleza. No momento da morte, estavam presentes na residência a avó, o padastro e um dos tios. Todos foram levados à delegacia 32ª DP (Samambaia) para prestar depoimento.

De acordo com relatos da família, assim que a mãe da menina saiu da casa, o criminoso entrou e foi direto ao quarto da menina. Ele então colocou travesseiro na cabeça dela e deu um tiro, com uma espingarda calibre .12. Em seguida, o homem seguiu para o quarto da avó da criança e tentou atirar nela e no seu marido, mas a arma travou.
 
O namorado e o tio da menina então, conseguiram tirar a arma do criminoso e o levaram para fora da casa, onde bateram nele. Nenhum dos familiares reconheceu o homem, que conseguiu fugir.
Na mesma semana em que o crime ocorreu, a polícia descobriu a identidade do autor, mas ele estava foragido. “Estavámos investigando o paradeiro dele há cinco meses. Ele não tinha residência fixa e morou em Taguatinga, Ceilandia, Pedregal (GO) e no Recanto das Emas, local onde conseguimos efetuar a prisão dele”, comenta um policial.
 
O delegado-chefe da 32ª DP, Onofre Morais, conta que no dia do crime o acusado queria matar a mãe de Darla em vez da menina. “Ele queria matar a mãe porque ela tinha induzido uma testemunha de um homicídio que o Gargamel cometeu ao depor contra ele”, explica Onofre. Ele ainda conta que o acusado disse que não sabia que quem estava dormindo na cama era a criança. “Como a menina estava toda coberta por um edredom ele achou que era a mãe dela e atirou”, conta o delegado. Gargamel disse que só ficou sabendo que tinha atirado numa criança pela televisão. “Eu me arrependo de ter matado a menina porque ela era criança e um anjo de Deus. Quem eu realmente queria matar era a mãe dela”, diz. A mãe da vítima está com medo que o acusado consiga sair da prisão e ir atrás dela para matá-la.
 
Ela conta que depois do crime, a família passou a receber ameaças e que ela sempre via o Gargamel rondando sua residência. Gargamel é acusado de ter praticado seis homicídios, uma tentativa de homicídio, dois roubos e ainda é suspeito de dois assassinatos. Ele pode pegar de 12 a  30 anos de reclusão.

Darla Dutra, 6 anos, foi assassinada no dia 8 de dezembro de 2009, enquanto dormia na cama da mãe. Ela foi atingida no rosto por um disparo de uma espingarda calibre 12 e morreu na hora. O crime aconteceu depois que a mãe da vítima saiu para trabalhar, às 5h30, de sua residência, na Quadra 502, Conjunto 11, em Samambaia do Sul-DF.

Na mesma semana em que o crime ocorreu, a polícia descobriu a identidade do autor, mas ele estava foragido. “Estavámos investigando o paradeiro dele há cinco meses. Ele não tinha residência fixa e morou em Taguatinga, Ceilandia, Pedregal (GO) e no Recanto das Emas, local onde conseguimos efetuar a prisão dele”, comenta um policial.

O delegado-chefe da 32ª DP, Onofre Morais, conta que no dia do crime o acusado queria matar a mãe de Darla em vez da menina. “Ele queria matar a mãe porque ela tinha induzido uma testemunha de um homicídio que o Gargamel cometeu ao depor contra ele”, explica Onofre. Ele ainda conta que o acusado disse que não sabia que quem estava dormindo na cama era a criança. “Como a menina estava toda coberta por um edredom ele achou que era a mãe dela e atirou”, conta o delegado. Gargamel disse que só ficou sabendo que tinha atirado numa criança pela televisão. “Eu me arrependo de ter matado a menina porque ela era criança e um anjo de Deus. Quem eu realmente queria matar era a mãe dela”, diz. A mãe da vítima está com medo que o acusado consiga sair da prisão e ir atrás dela para matá-la.

Ela conta que depois do crime, a família passou a receber ameaças e que ela sempre via o Gargamel rondando sua residência. Gargamel é acusado de ter praticado seis homicídios, uma tentativa de homicídio, dois roubos e ainda é suspeito de dois assassinatos. Ele pode pegar de 12 a  30 anos de reclusão.


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