Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Rebecca Cristina Alves Simões (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 11/07/2011

Localização: João Pessoa (PB)

Data de Nascimento: 00/00/1996 (15 anos)

Data de Falecimento: 11/07/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

A estudante Rebecca Cristina Alves Simões, de 16 anos saiu de casa no dia 11/07/2011 às 7h para assistir aula no colégio Militar como fazia todas as manhãs. Por volta das 12h30 a mãe sentiu falta da menina, pois ela não havia retornado da aula para casa, no bairro de Mangabeira e acionou a polícia.

Rebecca Cristina foi encontrada morta com vários tiros na cabeça na tarde de segunda-feira (11/07), na Praia de Jacarapé, no Litoral Sul da cidade, em João Pessoa.

Rebecca Cristina foi encontrada usando apenas calcinha em um matagal considerado área de desova em Jacarapé. Ela era entiada do Cabo Edmílson da Polícia Militar.
 
Uma equipe do Instituto de Perícia Científica da Capital foi ao local onde o corpo da adolescente foi encontrado para investigar indícios do crime. 
 
A polícia deteve na noite de segunda-feira (11), o ex-namorado de Rebecca Cristina. Ele é suspeito de matar a adolescente e foi encontrado em um supermercado da BR e levado para averiguação. O nome do suspeito ainda está mantido em sigilo para não prejudicar as investigações da Polícia Civil.
 
O suspeito detido para averiguação, foi liberado após depoimento, no entanto, revelou informações importantes para as investigações. Prestou esclarecimentos na delegacia de Homicídios, na Central de Polícia, em João Pessoa. Como Rebecca Cristina foi encontrada só de calcinha, a polícia ainda não descarta a possibilidade dela ter sido estuprada.
 
“Minha filha saiu tão linda para a escola. Pediu a benção e foi embora sem voltar mais. Minha vida acabou”. O desabafo emocionante é da dona de casa Cristina, ao comentar sobre o assassinato da filha Rebecca Cristina
 
Durante entrevista exclusiva ao Jornal Correio da Manhã, 98FM, ancorado pelos radialistas Samuka Duarte e Emerson Machado, a mãe relembrou os últimos momentos vivenciados ao lado de Rebecca Cristina e confessou: “perdi minha amiga e companheira. Cortaram minhas pernas. A vida não tem mais sentido”.
 
A dona de casa fez um apelo as autoridades suplicando uma ação eficiente para elucidar o crime. A mulher ainda convocou a população para quem souber de pistas que levem aos acusados comunicar a Polícia através do 190.
 
A Gerência de Medicina Legal (Gemol) de João Pessoa realizou uma necrópsia  no dia 12/07 no corpo da adolescente. O objetivo é averiguar se a estudante Rebecca Cristina foi estuprada antes de ser assassinada a tiros.
 
O corpo foi velado na terça-feira (12), na Igreja Assembleia de Deus , no bairro de Mangabeira, na Capital e sepultado às 17h de terça-feira em um cemitério na mesma localidade
 
A Polícia já está investigando as última ligações feitas e recebidas no celular de Rebecca Cristina. Apesar do aparelho ainda esteja em poder dos acusados, um trabalho de investigação já foi iniciado.
 
Em coletiva de imprensa realizada na tarde de terça-feira (26/07), a polícia informou que a jovem Rebeca Cristina, morta no último dia 11, não foi dopada no dia do crime. Além disso, vestígios encontrados nas unhas da vítima comprovam que ela tentou resistir ao estupro que sofreu antes de ser morta com um tiro na cabeça. Os resultados de outros exames devem ser divulgados na próxima semana.
 
De acordo com a polícia, ao todo 16 exames foram solicitados, mas apenas o de DNA e o toxicológico foram concluídos. Com o exame toxicológico ficou comprovado que a jovem não estava dopada no momento do crime. “Ela não ingeriu qualquer tipo de droga, lícita ou ilícita”, garantiu o diretor do Instituto de Polícia Científica (IPC), Humberto Pontes.
 
Já o resultado do exame de DNA constatou que no corpo da jovem havia sêmen de apenas um homem. De acordo com o exame, o criminoso praticou sexo anal e vaginal com a vítima, que teria resistido à investida. A constatação de que Rebeca teria tentado se desvencilhar da tentativa de estupro veio a partir de vestígios encontrados nas unhas da jovem.
 
Ainda ontem, vazou na imprensa, possivelmente através de um funcionário do IPC, a informação de que o sêmen encontrado no corpo da vítima não é de nenhum dos quatro suspeitos pelo crime. Foram analisadas amostras colhidas no padastro da adolescente, Edvaldo Soares da Silva, que é cabo da Polícia Militar, no namorado Fabiano, no ex-namorado Gutemberg e em um albergado da Penitenciária Média. Os resultados dos demais exames devem ser divulgados dentro de um prazo de 10 dias.
 
De acordo com as investigações, o padrasto e o namorado da vítima estariam trabalhando no momento do crime, que, segundo a polícia, teria acontecido entre 10h e 12h. Ainda assim, isso não os isenta da suspeita de participação indireta no crime. E o fato de não ter sido encontrado material genético de nenhum dos quatro suspeitos no corpo da jovem apenas os exclui do crime de estupro, mas eles permanecem como suspeitos pelo homicídio. A hipótese de que eles tenham sido mandantes, por exemplo, não está descartada.
 
Na coletiva, a polícia ainda informou que, de acordo com o laudo pericial, o tiro que matou Rebeca foi disparado de muito perto, por uma pessoa que estava atrás da vítima. Segundo a polícia, até o momento 28 pessoas foram ouvidas, na tentativa de acumular informações sobre o cirme.
 
O delegado de Homicídios, Marcos Paulo Vilela, responsável pelo caso, ao lado do delegado Pedro Ivo, afirmou que a polícia está seguindo uma linha de investigação que deve levar à prisão do culpado pelos crimes. Mas ele preferiu não dar qualquer informação sobre as investigações para que o trabalho da polícia não sofra qualquer interferência.
 
Estiveram presentes à coletiva de imprensa, na Central de Polícia de João Pessoa, os dois delegados responsáveis pelo caso, Marcos Paulo Vilela e Pedro Ivo, o diretor do IPB, Humberto Pontes, a delegada Daniela Vicuuna e a perita Ana Carolina.
 
Um PM disse que o publicitário carioca Abner Machado Pereira Neto confessou participação no assassinato da adolescente Rebeca Cristina, encontrada morta com requintes de crueldades em 11 de julho.
 
A Polícia Militar já começou a realizar exames no estuprador para comprovar ou não a autoria do caso Rebeca. Um desses exames é o de sangue.
 
Segundo a polícia ele é agora um dos principais suspeitos pela morte da garota. Mais duas garotas reconheceram o acusado.
 
As revelações são chocantes e a frieza impressiona os mais experientes policiais.
 
O publicitário carioca Abner Machado Pereira Neto, acusado pelo estupro de várias meninas em João Pessoa, deu detalhes de como surpreendia as vítimas e os métodos utilizados para abusar das crianças.
 
Durante entrevista, justificando ser usuário de crack, o estuprador confessou que para imobilizar as crianças, utilizava bebidas alcoólicas misturadas a refrigerantes e antidepressivos.
A prisão ocorreu ontem, quinta-feira (28), em Lagoa Seca, região de Campina Grande.
 
Após um processo de sonolência, as vítimas eram obrigadas a ingerir a mistura e em seguida eram abusadas violentamente.
Ao assistir as cenas, a delegada Joana D´arc desmaiou com os horrores praticados pelo pedófilo.
 
O tenente coronel Sousa Neto – que efetuou a prisão – disse durante entrevista ao Jornal Correio da Manhã, 98 FM, que apreendeu um notebook e uma câmera onde foram encontrados vídeos gravados artesanalmente onde Abner Neto aparece praticando sexo com menores.
 
Numa das imagens, ele aparece estuprando a menina V., de 11 anos. As imagens chocantes – com horas de gravações – ainda mostram a criança dopada, sem reação nenhuma, e ele abusando com ares de ´felicidade´ a garota.
 
Ao ser entrevistado com exclusividade pelo repórter Emerson Machado, TV Correio, depois de algemado, Abner pediu a morte. ´Eu quero morrer. Queria que os presos me matassem´.
 
Modus operandi
 
Um policial militar – que não quis ser identificado – afirmou que devido à boa aparência, Abner Machado Pereira Neto tinha facilidade em abordar as meninas.
Ele ao avistar a vítima, se aproximava e dizendo que era policial obrigava as crianças a subirem na moto.
 
A Polícia prendeu na madrugada de 28/01/2012 o principal suspeito de seqüestrar, estuprar e matar a estudante Rebecca Cristina Alves Simões
 
O acusado detido é Radi Patrick Neves Rocha, um ex-presidiário que cumpria pena em regime semi-aberto, foragido desde o assassinato.
 
O delegado de Homicídio, Pedro Ivo, antecipou que pedirá ainda hoje exame de material genético de Neves Rocha. A Polícia tem DNA recolhido do corpo da estudante. Os dados serão confrontados.
 
Além de ser acusado de matar a estudante, Radi Petrick Neves Rocha tinha mandado de prisão preventiva decretada em função de diversos outros crimes – incluindo assassinato.
 
Desde a morte de Rebecca ele usava documentos falsos.
 
O nome de Neves Rocha jamais chegou a ser ventilado publicamente pela polícia para não atrapalhar as investigações.
 
A prisão foi feita por policiais militares comandados pelo coronel Lívio Delgado, comandante do 5 Batalhão da PM.
 
Um outro suspeito do crime, um despachante do Departamento de Trânsito da Paraíba, Detran, foi morto recentemente na Capital. A morte dele está sendo vista como queima de arquivo.
 
 
 
 

Correio da Paraíba – Hyldo Pereira Foto: Divulgação

Um PM disse que o publicitário carioca Abner Machado Pereira Neto confessou participação no assassinato da adolescente Rebeca Cristina

A estudante Rebecca Cristina de 15 anos saiu de casa no dia 11/07/2011 às 7h para assistir aula no colégio Militar como fazia todas as manhãs. Por volta das 12h30 a mãe sentiu falta da menina, pois ela não havia retornado da aula para casa, no bairro de Mangabeira e acionou a polícia.

Rebecca Cristina foi encontrada morta com vários tiros na cabeça na tarde de segunda-feira (11/07), na Praia de Jacarapé em João Pessoa.
 
A polícia deteve na noite de segunda-feira (11), o ex-namorado de Rebecca Cristina. Ele é suspeito de matar a adolescente e foi encontrado em um supermercado da BR e levado para averiguação. O nome do suspeito ainda está mantido em sigilo para não prejudicar as investigações da Polícia Civil.
 
De acordo com as investigações, o padrasto e o namorado da vítima estariam trabalhando no momento do crime, que, segundo a polícia, teria acontecido entre 10h e 12h. Ainda assim, isso não os isenta da suspeita de participação indireta no crime. E o fato de não ter sido encontrado material genético de nenhum dos quatro suspeitos no corpo da jovem apenas os exclui do crime de estupro, mas eles permanecem como suspeitos pelo homicídio. A hipótese de que eles tenham sido mandantes, por exemplo, não está descartada.
 
Na coletiva, a polícia ainda informou que, de acordo com o laudo pericial, o tiro que matou Rebeca foi disparado de muito perto, por uma pessoa que estava atrás da vítima. Segundo a polícia, até o momento 28 pessoas foram ouvidas, na tentativa de acumular informações sobre o cirme.
 
O delegado de Homicídios, Marcos Paulo Vilela, responsável pelo caso, ao lado do delegado Pedro Ivo, afirmou que a polícia está seguindo uma linha de investigação que deve levar à prisão do culpado pelos crimes. Mas ele preferiu não dar qualquer informação sobre as investigações para que o trabalho da polícia não sofra qualquer interferência.
 
Estiveram presentes à coletiva de imprensa, na Central de Polícia de João Pessoa, os dois delegados responsáveis pelo caso, Marcos Paulo Vilela e Pedro Ivo, o diretor do IPB, Humberto Pontes, a delegada Daniela Vicuuna e a perita Ana Carolina.
 
Um PM disse que o publicitário carioca Abner Machado Pereira Neto confessou participação no assassinato da adolescente Rebeca Cristina, encontrada morta com requintes de crueldades em 11 de julho.
 
A Polícia Militar já começou a realizar exames no estuprador para comprovar ou não a autoria do caso Rebeca. Um desses exames é o de sangue.
 
Segundo a polícia ele é agora um dos principais suspeitos pela morte da garota. Mais duas garotas reconheceram o acusado.
 
A Polícia prendeu na madrugada de 28/01/2012 o principal suspeito de seqüestrar, estuprar e matar a estudante Rebecca Cristina Alves Simões
 
O acusado detido é Radi Patrick Neves Rocha, um ex-presidiário que cumpria pena em regime semi-aberto, foragido desde o assassinato.
 
O delegado de Homicídio, Pedro Ivo, antecipou que pedirá ainda hoje exame de material genético de Neves Rocha. A Polícia tem DNA recolhido do corpo da estudante. Os dados serão confrontados.
 
Além de ser acusado de matar a estudante, Radi Petrick Neves Rocha tinha mandado de prisão preventiva decretada em função de diversos outros crimes – incluindo assassinato.
 
Desde a morte de Rebecca ele usava documentos falsos.
 
O nome de Neves Rocha jamais chegou a ser ventilado publicamente pela polícia para não atrapalhar as investigações.
 
A prisão foi feita por policiais militares comandados pelo coronel Lívio Delgado, comandante do 5 Batalhão da PM.
 
Um outro suspeito do crime, um despachante do Departamento de Trânsito da Paraíba, Detran, foi morto recentemente na Capital. A morte dele está sendo vista como queima de arquivo.
 
 
 
 


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Patricia em 14/12/2011 21:05
Eu tenho fé em Deus. A justiça vai ser feita, quem fez isso com ela vai pagar. Deus não dorme e nem abandona os seus ......


Suzana em 28/10/2011 02:20
esse é um dos casos mais absurdos q já vi aki....nossa uma menina tão linda ter uma morte tão violenta dessa, ela tinha uma vida inteira pela frente , imagino a dor da sua mãe ao dizer que sua vida acabou... q tristeza. quanto ao fato desse vagabundo, pedófilo, dizer que quer que os presos - matem .é o minímo q ele pode dizer diante de tanta barbaridade q fez , deveria ser feito de mulhrzinha na cadeia, ter um monte de homens para abuzar dele do jeito q qizerem sofrer aos poucos, pra ver quanto vale uma vida se é q ele sabe oq é vida...sei q isso não vai trazer esse anjinho de volta e muito menos consolar essa mãe, mas que seja feita a justiça . acho q pene de morte é muito pouco para um montro desses. tenho uma filha e o amor q agente cria um filho é imenso não dá pra relatar.só sabe quem é mãe sabe. ele é seco, oco, vazio ,cruel.... um grande abraço á essa mãe meu imenso carinho...... e q rabeca descanse em paz ...


Célia Mãe De Elton em 26/10/2011 12:41
PARAIBA INJUSTIÇADA COM AS MULHERES SINSINHOR” Ontem dia 25 de Outubro Rebeca Cristina completaria 16 anos, mais a sua vida foi interrompida. E hoje comemoramos os anos bem vividos que ela teve aqui na terra, na ESPERANÇA que a JUSTIÇA seja feita.


Célia em 14/09/2011 15:35
A Paraiba aguarda uma resposta. Quem Matou Rebeca?


Gabriele em 05/09/2011 10:12
Meus pêsames !


Janaina em 29/07/2011 18:32
so deus na vida desse assacino todos nos queremos justiça rebeca cristina fique com deus janaina joão pessoa


Kamila em 29/07/2011 16:11
Nossa crime barbaro coitada dessa garota tão inocente! A pessoa que fez isso deve pagar oque elle fez. Luto para essa garota tão bonita.


Cynthia em 22/07/2011 16:05
Mais um anjinho no ceu... Quem poderia imaginar que iria acontecer isso com você em beca..todas as manhas nos viamos e desejavamos um bom dia uma para outra..nunk iremos nos conforma, mais sabemos que você esta em paz... SAUDADES ETERNAS fka com DEUS beca.


Michelly em 16/07/2011 09:45
que tamanha barbaridade,tem que haver justiça para dar um pouco de conforto a esta familia ,pois a ferrida nunca irá cicatrizar fica na paz do senhor rebeca,que aqui na terrra os que ficaram iram lutar por justiça ao seu favor!!!!!


Sergio em 15/07/2011 17:46
espero que a justiça tome as providencias, esse foi um crime que não pode ficar impune.


Alyne Rocha *--* em 15/07/2011 13:06
Queremos Justiça!!! Mais um Perca de Adolecente.. Que Deus Abénçoe a Familia Dela.


Célia em 13/07/2011 15:46
Mais um caso de Violência em João Pessoa,mais uma Mãe na Dor, mais grito na garganta.JUSTIÇA!

Daniela Cristina Costa Nery Luis Paulo Oliveira Barbosa Hector Manoel Soares Villanueva Ubiratan Guimarães Grazielly Almeida Lames  Isabella Cassani Lúcia da Silva Vicente Yassuti Nakamatsu Polyana Cristina de Castro Lucas Vargas Terra Felipe da Silva Gomes Orlando Enriquez Alves Gomes Geisson Mauricio Negrello Michelle Chaffin Cubeiro Jéssica Picolo Kameko Assato Nakamatsu Leonardo de Mello Silva André Neres Maciel Wilson Roberto Tafner Willian de Souza Marins Laryssa Wictória Coelho da Silva
 
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