Luana Rodrigues de Souza, 20anos, desapareceu no dia 9 de maio depois de sair de casa e não voltar mais. A jovem tinha um filho de 2 anos com um morador da favela, morava na Estrada das Canoas e fazia parte da agência de modelos Dream model’s. Pouco depois de desaparecer, parentes dela estiveram na Rocinha em busca de informações e receberam a notícia de que ela teria sido morta por traficantes – Luana foi vista pela última vez em frente a uma loja de venda de veículos dentro da comunidade. O motivo da morte teria sido um romance da modelo com um policial militar.
Antes de desaparecer, Luana teria falado com 16 pessoas, de acordo com os registros telefônicos da modelo. A Polícia Civil considera que duas das ligações são fundamentais para esclarecer o caso, pois provavelmente a jovem já estava em poder de traficantes na parte mais alta da favela quando as fez.
As informações obtidas pela polícia através do celular de Luana levam as autoridades a acreditar que ela tinha ligação com traficantes. Testemunhas, que estão sendo mantidas em sigilo, afirmam que ela trabalhava para o tráfico fazendo o transporte de drogas da Rocinha para o Morro de São Carlos, no Estácio. Após a pacificação da comunidade, ela continuou a trabalhar para o traficante Antônio Carlos Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Luana teria sido morta por trair a confiança do chefe.
O tráfico usava Luana para o transporte de drogas em decorrência de sua boa aparência, que não despertava suspeitas. A polícia investiga agora o que a jovem teria feito para desagradar os bandidos.
O Disque-Denúncia divulgou na noite de 30/06 o cartaz com as fotos dos cinco suspeitos de terem assassinado a modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, e sua amiga Vanessa de Oliveira, 25 anos, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Entre os acusados, está Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, que comanda a venda de drogas na comunidade da zona sul.
No cartaz divulgado pelo Disque-Denúncia, junto com o nome de cada acusado, está a quantia oferecida como recompensa por pistas que levem ao paradeiro dos criminosos. Além de Nem, outros quatro traficantes - Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, Tiago de Sousa Cheru, o Dorey, Rodrigo Belo Ferreira, o Rodrigão, e Ronaldo Patrício da Silva, o Ronaldinho - foram identificados como suspeitos do desaparecimento das vítimas. Todos tiveram a prisão decretada pela 3ª Vara Criminal da Capital.
Quem tiver informações poderá entrar em contato com polícia pelo telefone (21) 2253-1177. O anonimato é garantido.
O delegado da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro, Felipe Ettore, afirmou que o sumiço de uma carga de haxixe no valor de R$ 30 mil motivou o desaparecimento de Luana. Ela e Andressa Rodrigues saíram de casa no dia 9 de maio em direção à Rocinha e nunca mais voltaram.
De acordo com Ettore, a droga pertencia a um traficante do morro de São Carlos, no Estácio, centro da capital. Antes de ser pacificada, a favela era dominada pela mesma facção que controla o tráfico de drogas na Rocinha. Segundo o delegado, Luana seria responsável pelo transporte das drogas da favela para outras comunidades.
O chefe da DH também afirmou que ambas foram julgadas e condenadas a morte pelo chamado "tribunal do tráfico", chefiado por Nem. Ettore disse que cinco mandados de prisão foram expedidos por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.
Ossada
Policiais civis da Divisão de Homicídios (DH) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) encontraram na quarta-feira três ossos humanos em diferentes pontos da mata na favela da Rocinha. Os agentes também acharam um local com características de um "micro-ondas" (apelido dado por traficantes a locais de execução, no qual corpos são carbonizados com pneus queimados) onde a modelo pode ter sido morta.
Aproximadamente 130 homens realizavam uma operação na comunidade, especialmente na Divineia, a procura do corpo. A polícia não trabalha mais com a possibilidade de Luana ser localizada com vida.
O chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e outros quatro traficantes foram identificados como suspeitos de matar a modelo Luana Rodrigues de Souza, 20 anos, informou a Polícia Civil na quarta-feira (29/06/2011). A jovem e sua amiga Andressa de Oliveira, de 25 anos, estão desaparecidas desde o dia 9 de maio.

Luana Rodrigues de Souza, 20anos, desapareceu no dia 9 de maio depois de sair de casa e não voltar mais. A jovem tinha um filho de 2 anos com um morador da favela, morava na Estrada das Canoas e fazia parte da agência de modelos Dream model’s. Pouco depois de desaparecer, parentes dela estiveram na Rocinha em busca de informações e receberam a notícia de que ela teria sido morta por traficantes – Luana foi vista pela última vez em frente a uma loja de venda de veículos dentro da comunidade. O motivo da morte teria sido um romance da modelo com um policial militar.
O chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e outros quatro traficantes foram identificados como suspeitos de matar a modelo Luana Rodrigues de Souza, 20 anos, informou a Polícia Civil na quarta-feira (29/06/2011). A jovem e sua amiga Andressa de Oliveira, de 25 anos, estão desaparecidas desde o dia 9 de maio.