Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Luana Rodrigues de Sousa (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 09/05/2011

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1992 (25 anos)

Sexo: Feminino Feminino
 

Luana Rodrigues de Souza, 20anos,  desapareceu no dia 9 de maio depois de sair de casa e não voltar mais. A jovem tinha um filho de 2 anos com um morador da favela, morava na Estrada das Canoas e fazia parte da agência de modelos Dream model’s. Pouco depois de desaparecer, parentes dela estiveram na Rocinha em busca de informações e receberam a notícia de que ela teria sido morta por traficantes – Luana foi vista pela última vez em frente a uma loja de venda de veículos dentro da comunidade. O motivo da morte teria sido um romance da modelo com um policial militar.

Antes de desaparecer, Luana teria falado com 16 pessoas, de acordo com os registros telefônicos da modelo. A Polícia Civil considera que duas das ligações são fundamentais para esclarecer o caso, pois provavelmente a jovem já estava em poder de traficantes na parte mais alta da favela quando as fez.

As informações obtidas pela polícia através do celular de Luana levam as autoridades a acreditar que ela tinha ligação com traficantes. Testemunhas, que estão sendo mantidas em sigilo, afirmam que ela trabalhava para o tráfico fazendo o transporte de drogas da Rocinha para o Morro de São Carlos, no Estácio. Após a pacificação da comunidade, ela continuou a trabalhar para o traficante Antônio Carlos Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Luana teria sido morta por trair a confiança do chefe.

O tráfico usava Luana para o transporte de drogas em decorrência de sua boa aparência, que não despertava suspeitas. A polícia investiga agora o que a jovem teria feito para desagradar os bandidos.

O Disque-Denúncia divulgou na noite de 30/06 o cartaz com as fotos dos cinco suspeitos de terem assassinado a modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, e sua amiga Vanessa de Oliveira, 25 anos, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Entre os acusados, está Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, que comanda a venda de drogas na comunidade da zona sul.

No cartaz divulgado pelo Disque-Denúncia, junto com o nome de cada acusado, está a quantia oferecida como recompensa por pistas que levem ao paradeiro dos criminosos. Além de Nem, outros quatro traficantes - Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, Tiago de Sousa Cheru, o Dorey, Rodrigo Belo Ferreira, o Rodrigão, e Ronaldo Patrício da Silva, o Ronaldinho - foram identificados como suspeitos do desaparecimento das vítimas. Todos tiveram a prisão decretada pela 3ª Vara Criminal da Capital.

Quem tiver informações poderá entrar em contato com polícia pelo telefone (21) 2253-1177. O anonimato é garantido.

O delegado da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro, Felipe Ettore, afirmou que o sumiço de uma carga de haxixe no valor de R$ 30 mil motivou o desaparecimento de Luana. Ela e Andressa Rodrigues saíram de casa no dia 9 de maio em direção à Rocinha e nunca mais voltaram.

De acordo com Ettore, a droga pertencia a um traficante do morro de São Carlos, no Estácio, centro da capital. Antes de ser pacificada, a favela era dominada pela mesma facção que controla o tráfico de drogas na Rocinha. Segundo o delegado, Luana seria responsável pelo transporte das drogas da favela para outras comunidades.

O chefe da DH também afirmou que ambas foram julgadas e condenadas a morte pelo chamado "tribunal do tráfico", chefiado por Nem. Ettore disse que cinco mandados de prisão foram expedidos por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.

Ossada
Policiais civis da Divisão de Homicídios (DH) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) encontraram na quarta-feira três ossos humanos em diferentes pontos da mata na favela da Rocinha. Os agentes também acharam um local com características de um "micro-ondas" (apelido dado por traficantes a locais de execução, no qual corpos são carbonizados com pneus queimados) onde a modelo pode ter sido morta.

Aproximadamente 130 homens realizavam uma operação na comunidade, especialmente na Divineia, a procura do corpo. A polícia não trabalha mais com a possibilidade de Luana ser localizada com vida.

O chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e outros quatro traficantes foram identificados como suspeitos de matar a modelo Luana Rodrigues de Souza, 20 anos, informou a Polícia Civil na quarta-feira (29/06/2011). A jovem e sua amiga Andressa de Oliveira, de 25 anos, estão desaparecidas desde o dia 9 de maio.

De acordo com o delegado Felipe Ettori, chefe da Divisão de Homicídios, traficantes do morro de São Carlos, do centro da cidade, e da favela da Rocinha, da zona sul, julgaram e mataram as jovens no “tribunal do tráfico”, pois a modelo teria sumido com uma carga de haxixe avaliada em R$ 30 mil.
 
Segundo a polícia, Luana trabalhava como “mula” fazendo o transporte da de drogas na Rocinha para outras favelas da mesma facção criminosa. A carga de haxixe era de Anderson Rosa Mendonça, de 31 anos, o Coelho, chefe do tráfico no morro de São Carlos. De acordo com Ettore, Thiago de Souza Cheru, 26 anos, o Dorei, gerente do tráfico na mesma comunidade, atraiu a jovem Luana para a emboscada por telefone.
 
- O Dorei ligou para Luana e disse que queria resolver o problema das drogas. Assim, o suspeito atraiu Luana e a amiga para a localidade da Cachopa, na Rocinha, onde elas podem ter sido executadas.
 
Comparsas de Nem, o ex-namorado de Luana, Ronaldo Patrício, 36 anos, e Rodrigo Belo Ferreira, 29, o Rodrigão da Cachopa participaram da execução de Luana e Andressa. Com a autorização do chefe do tráfico da Rocinha, Coelho, Dorei, Ronaldo e Rodrigão da Cachopa esquartejaram e queimaram os corpos das jovens antes de serem enterrados em uma região de mata na comunidade.
 
Os mandados de prisão contra os cinco suspeitos já estão com a DH, que deve sair em busca dos suspeitos nos próximos dias. Os criminosos foram indiciados por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.
 
Informações passadas ao Gefron (Grupo Especial de Segurança de Fronteira, composto por policiais militares e civis de Mato Grosso) dão conta de que Nem fugiu para a Bolívia pela fronteira com o estado de Mato Grosso. Entretanto, policiais civis ouvidos pelo R7 dizem que o traficante continua escondido na Rocinha e que a Bolívia deve ser um provável destino após a comunidade receber uma UPP.

Luana Rodrigues de Souza, 20anos,  desapareceu no dia 9 de maio depois de sair de casa e não voltar mais. A jovem tinha um filho de 2 anos com um morador da favela, morava na Estrada das Canoas e fazia parte da agência de modelos Dream model’s. Pouco depois de desaparecer, parentes dela estiveram na Rocinha em busca de informações e receberam a notícia de que ela teria sido morta por traficantes – Luana foi vista pela última vez em frente a uma loja de venda de veículos dentro da comunidade. O motivo da morte teria sido um romance da modelo com um policial militar.

O chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e outros quatro traficantes foram identificados como suspeitos de matar a modelo Luana Rodrigues de Souza, 20 anos, informou a Polícia Civil na quarta-feira (29/06/2011). A jovem e sua amiga Andressa de Oliveira, de 25 anos, estão desaparecidas desde o dia 9 de maio.

De acordo com o delegado Felipe Ettori, chefe da Divisão de Homicídios, traficantes do morro de São Carlos, do centro da cidade, e da favela da Rocinha, da zona sul, julgaram e mataram as jovens no “tribunal do tráfico”, pois a modelo teria sumido com uma carga de haxixe avaliada em R$ 30 mil.
 
Segundo a polícia, Luana trabalhava como “mula” fazendo o transporte da de drogas na Rocinha para outras favelas da mesma facção criminosa. A carga de haxixe era de Anderson Rosa Mendonça, de 31 anos, o Coelho, chefe do tráfico no morro de São Carlos. De acordo com Ettore, Thiago de Souza Cheru, 26 anos, o Dorei, gerente do tráfico na mesma comunidade, atraiu a jovem Luana para a emboscada por telefone.


 



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