Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Leonardo de Mello Silva (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/10/2001

Localização: Umuarama (PR)

Data de Nascimento: 06/02/1998 (3 anos)

Data de Falecimento: 14/10/2001

Sexo: Masculino Masculino
 

Leonardo de Mello Silva, estava desaparecido desde 14/10/2001, na ocasião do desaparecimento tinha 3 anos e 8 meses de idade.

Leonardo morava em Umuarama-PR foi visto pela última vez brincando sozinho depois de ter ido à casa de um amigo.
 
Na tarde do último dia 20/05/2011, teve fim um dos casos de desaparecimento mais longos registrados no Paraná. Numa cerimônia íntima e marcada pela emoção, familiares e amigos puderam velar por algumas horas o corpo do pequeno Leonardo de Mello e Silva, o Léo, 3, – que desapareceu há mais de dez anos do Parque 1º de Maio em Umuarama.
 
Em 2006, uma ossada que podia se tratar de Léo foi encontrada, porém, um exame de DNA que tardou seis anos para ser concluído chegou às mãos da família somente no mês passado, e confirmou que se tratava mesmo do garoto. Com a chegada do laudo, a polícia encerra a investigação do desaparecimento do garoto e inicia agora outra fase ao caso. A pergunta dos investigadores é o que teria causado sua morte.
 
O corpo do menino chegou a uma das capelas do Cemitério Municipal por volta das 14h, onde foi velado até 16h. A cerimônia contou com a presença de familiares e conhecidos que oraram e fizeram homenagens a Léo. Num culto, um pastor tentou trazer conforto à família e aos amigos que se emocionaram durante um discurso da mãe de Léo. Em sua despedida, Leonice Furtado de Mello Silva confessou aos presentes que estava aliviada, visto que sabia que Léo estava com Deus. Após as despedidas, o corpo de Léo foi enterrado na sepultura de sua família sob aplausos.
 
O caso do menino Léo, como ficou conhecido é envolto em mistérios e perguntas ainda não respondidas. Segundo inquérito instaurado pela polícia há dez anos, o menino saiu de casa cedo para brincar com os amigos na rua dos Vigilantes no Jardim 1º de Maio. Próximo ao horário do almoço, a mãe foi chamá-lo, mas ele já havia desaparecido. Nos dias, meses e até anos que se seguiram, moradores e amigos da família organizaram mutirões para procurar o garoto, mas nunca o encontraram. Durante as investigações alguns supostos responsáveis pelo desaparecimento foram detidos, mas nada pôde ser comprovado.
 
As últimas informações obtidas sobre o desaparecimento davam conta de que Leonardo havia sido visto na região de fronteira do Brasil com a Argentina, sequestrado por caminhoneiros que passavam por Umuarama. A informação também não foi confirmada.
 
O quebra-cabeças do caso começou a ser montado quando uma ossada foi encontrada por trabalhadores rurais em 03 de maio de 2006, num sítio na saída para Maria Helena. Na ocasião, o perito Dimas Castilho confidenciou à reportagem do Ilustrado que os ossos tinham características de uma criança com o porte de Leonardo. “Quando o menino desapareceu, ele tinha 3 anos e 8 meses. Os ossos encontrados são compatíveis ao de uma criança dessa idade. No entanto, só o exame mitocondrial poderá confirmar tais suspeitas”, dizia.
 
Uma parte do material junto a uma amostra de sangue da mãe do menino foi enviada ao Instituto de Criminalística, em Curitiba onde permaneceu por um ano. O material retornou para a 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP) devido a incapacidade do laboratório em avaliá-lo. “Eles nos disseram que não poderiam emitir um pronunciamento preciso sobre as amostras. Então as enviamos para o laboratório da Polícia Federal em Porto Alegre (RS), para tentar buscar a identidade da vítima e seu sexo”, informou Castilho.
As amostras permaneceram no local durante cinco anos. A espera pelo diagnóstico só fez alimentar as esperanças da família e travou o inquérito policial, que continuou as buscar por um Leonardo vivo.
 
Durante dez anos, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (SICRIDE) de Curitiba esteve à frente do caso, procurando pelo garoto vivo. Com a comprovação da morte de Léo, o Sicride deixa o caso e a 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP) de Umuarama deve assumi-lo a procura do que provocou a morte do garoto.
 
”O Sicride não investiga homicídios. A partir do momento que foi encontrada uma ossada e, o teste de DNA deu positivo o caso passa ser investigado pela delegacia da cidade”, informou o investigador do Sicride, Marcos Grafia em entrevista por telefone ao Ilustrado na tarde de ontem.
 
O delegado-chefe da 7ª SDP, Pedro Lucena revelou estar a par do caso, que começa a ser investigado nos próximos dias. ”Eu tenho conhecimento do caso e já estamos levantando dados do inquérito que estava no Sicride e agora vai retornar para a 7ª SDP. Nos próximos dias vamos levantar esses dados e iniciaremos imediatamente as investigações”, anunciou Lucena.
 
"Do Jornal Umuarama Ilustrado com foto do Portal Hora da Notícia"
 

Na tarde do último dia 20/05/2011, teve fim um dos casos de desaparecimento mais longos registrados no Paraná. Numa cerimônia íntima e marcada pela emoção, familiares e amigos puderam velar por algumas horas o corpo do pequeno Leonardo de Mello e Silva, o Léo, 3 anos e 8 meses, – que desapareceu há mais de dez anos do Parque 1º de Maio em Umuarama.

Em 2006, uma ossada que podia se tratar de Léo foi encontrada, porém, um exame de DNA que tardou seis anos para ser concluído chegou às mãos da família somente no mês passado, e confirmou que se tratava mesmo do garoto. Com a chegada do laudo, a polícia encerra a investigação do desaparecimento do garoto e inicia agora outra fase ao caso. A pergunta dos investigadores é o que teria causado sua morte.

Durante dez anos, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (SICRIDE) de Curitiba esteve à frente do caso, procurando pelo garoto vivo. Com a comprovação da morte de Léo, o Sicride deixa o caso e a 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP) de Umuarama deve assumi-lo a procura do que provocou a morte do garoto.



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