Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Reni Aparecida Candinho (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 23/04/2006

Localização: Fazenda Rio Grande (PR)

Data de Nascimento: 21/08/1983 (22 anos)

Data de Falecimento: 23/04/2006

Sexo: Feminino Feminino
 

Reni Aparecida Candinho, 23 anos, mãe de 3 filhos, separada há 4 meses, foi assassinada na frente dos sobrinhos, de sua irmã e mãe!

Reni era alegre, esforçada e amava a vida! Deixa saudades...

Ainda transtornado pela separação, que havia acontecido cerca de dois meses, Paulo Cezar Okonski, 23 anos, cometeu uma loucura às 21h20 de domingo do dia 23/04/2006, em Fazenda Rio Grande, no Paraná.

Armado com uma faca, ele invadiu a residência da ex-mulher e a assassinou com uma facada certeira. O golpe atingiu o pescoço de Reni Aparecida Candinho, 23, que morreu em frente a familiares que presenciaram, atônitos, o crime. Após cometer o homicídio, Paulo fugiu. Apesar de a polícia ter realizado buscas na tentativa de prendê-lo, o acusado não foi encontrado.

Pelo que foi apurado no local, o ex-marido queria reatar o relacionamento e tinha muito ciúme de Reni. Provavelmente, dominado por esse sentimento, o jovem foi à moradia da ex-mulher, na Rua São Luís, bairro Santa Terezinha, e cometeu o assassinato. Socorristas do Siate foram acionados para tentar salvar a vida da mulher, porém, ao chegar à residência ela estava morta.
 
As informações sobre a autoria do crime foram repassadas à polícia pelos familiares. A união entre o casal durou quatro anos. Reni tinha três filhos.
 
Temendo pela própria vida, Paulo César Okonski, 23 anos, se apresentou sem advogado, em 27/04/2006, na delegacia de Fazenda Rio Grande, e confessou ter assassinado sua ex-amásia Reni Aparecida Candinho, 23 anos, na noite de 23/04/2006, com um golpe de faca no pescoço. Como Paulo já estava com prisão preventiva decretada, ficou recolhido no xadrez. "Ele alegou que estava sendo ameaçado por parentes da vítima", comentou o delegado Antônio Rocha, titular da DP local.
Quando interrogado, Paulo afirmou que estava separado de Reni - com quem conviveu durante dois anos e teve um filho - há dois meses. Ele não se conformava com a separação e tentou a reconciliação várias vezes. No sábado, foi até a casa da ex-mulher. Como ela não estava, ficou aguardando e viu quando Reni chegou em um veículo, acompanhada de um homem e, na despedida, beijou-o na boca.
 
Premeditação
 
Na noite de domingo, ele foi até a cozinha da casa onde morava e pegou uma faca. Sua mãe viu e tentou arrancar a arma das mãos do filho, sofrendo escoriações. Ele teria comentado com os amigos: "Ela me fez de palhaço. Estava com outro e pediu para que eu esperasse". No interrogatório, ele disse que pretendia dar um susto na ex-mulher.
 
Após sair do churrasco, Paulo foi até a casa de Reni, na Rua São Luís, Santa Terezinha, em Fazenda Rio Grande. "Apuramos que ele não conversou com ninguém. Porém o Paulo alega que ouviu Reni comentar com a mãe dela que ele estaria agindo daquela forma porque a viu dando um beijo em outro homem", contou o delegado.

Reni Aparecida Candinho, 23 anos, mãe de 3 filhos, separada há 4 meses, foi assassinada na frente dos sobrinhos, de sua irmã e mãe!

Ainda transtornado pela separação, que havia acontecido cerca de dois meses, Paulo Cezar Okonski, 23 anos, cometeu uma loucura às 21h20 de domingo do dia 23/04/2006, em Fazenda Rio Grande, no Paraná. 

Armado com uma faca, ele invadiu a residência da ex-mulher e a assassinou com uma facada certeira. O golpe atingiu o pescoço de Reni Aparecida Candinho, 23, que morreu em frente a familiares que presenciaram, atônitos, o crime. 

Temendo pela própria vida, Paulo César Okonski, 23 anos, se apresentou sem advogado, em 27/04/2006, na delegacia de Fazenda Rio Grande, e confessou ter assassinado sua ex-amásia Reni Aparecida Candinho, 23 anos, na noite de 23/04/2006, com um golpe de faca no pescoço. Como Paulo já estava com prisão preventiva decretada, ficou recolhido no xadrez. "Ele alegou que estava sendo ameaçado por parentes da vítima", comentou o delegado Antônio Rocha, titular da DP local.



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Rose Marlene em 14/02/2012 15:51
O TEMPO PASSA E A SAUDADE NÃO DIMINUI. E SABENDO QUE ELE JA ESTA SOLTO FICA AINDA MAIS DOLOROSO.PENSAR Q ELE TA RECOMEÇANDO A VIDA DELE ENQUANTO A SUA VIDA ELE TIROU P SEMPRE. POR MAIS Q O TEMPO PASSE NUNCA VAMOS TE ESQUECER E MUITO MENOS DEIXAR DE TE AMAR.


Rose Marlene em 22/12/2011 01:24
MAIS UM NATAL SEM VOCE MINHA IRMA AMADA A DOR CONTINUA IMENSA MAS SEMPRE Q VEJO SUA FILHA MATO UM POUQUINHO A SAUDADE ELA TA CADA DIA MAIS PARECIDA COM VC EM APARENCIA, GESTOS, PALHACADAS EM TUDO, SAUDADE ETERNA


Rose em 08/12/2011 00:32
o nome do assassino frio calculista e cruel nao e okinski e sim okonski era impossivel a familia ameacar o canalha afinal quem o ajudou se esconder fez isso muito bem feito a familia so soube o paradeiro dele no dia que se apresentou na delegacia quem o ajudou a se esconder e tao culpado quanto ele

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