Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Isabella Oliveira Nardoni (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 29/03/2008

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 18/04/2002 (5 anos)

Data de Falecimento: 30/03/2008

Sexo: Feminino Feminino
 

Isabella Oliveira Nardoni, 5 anos, foi espancada, esganada, impossibilitada de se defender e jogada da janela do 6° andar, apartamento de seu pai, um edifício na zona norte de São Paulo, em 29/03/2008, vindo a falecer instantes depois, na madrugada do dia 30/03/2008.

Na época, o pai e a madastra alegaram que uma 3ª pessoa seria responsável pela morte da Isabella Nardoni. Porém, a perícia concluiu que não poderia haver possibilidade de haver uma 3ª pessoa no local em decorrência das provas circunstâncias: o tempo de chegado do casal no apartamento (rastreador do carro); as marcas de sangue e a confirmação que seriam de Isabella Nardoni; as ligações realizadas do apartamento dos acusados e, por fim, as marcas encontradas na camisa do pai que revelaram o contato com a rede de proteção cortada do quarto das crianças.

O motivo do crime até hoje não foi revelado. Os acusados pelo Ministério Público pela morte de Isabella Nardoni foram: o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Trotta Jatobá, os quais negaram a autoria do crime.

Os dois aguardaram o julgamento presos e apesar da defesa ter tentado por 14 vezes o Habeas Corpus, eles continuaram detidos e foram a júri popular em 22/03/2010, às 13h, no Fórum de Santana, em São Paulo.

Após cinco dias de julgamento e expectativas da opinião pública. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram condenados, no início da madrugada do sábado (27/03/2010), pelo homicidio triplamente qualificado de Isabella Nardoni ocorrido em 29/03/2008. Nardoni foi sentenciado a 31 anos, um mês e 10 dias; e Jatobá, a 26 anos e 8 meses de prisão. Sem direito ao benefício de semi-liberdade após o cumprimento de 1/3 da pena.

O Juís considerou ainda o fato da frieza e insebilidade dos advogados de defesa terem impedido a mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira, de participar do julgamente. Bem como considerou a postura dos reús como "frios", "insensíveis" e "dissimulados". A sentença foi lida e apaludia pelas pessoas fora e dentro do Forúm de Satana e tendo repercussão nacional. O caso Isabella Nardoni não está com o fim próximo, pois os advogados de defesa do casal recorrem da decisão e solicitaram novo julgamento baseados em uma lei que vigorava na época do homicídio de Isabella Nardoni – todo réu condenado a mais de 20 anos de cadeia poderia recorrer ao novo julgamento com novo júri.

Lei essa que faz parte do projeto de iniciativa popular do Movimento Gabriela Sou da Paz, entregue no Senado em 2006, com 1.300.000 assinaturas, de brasileiros, pedindo a alteração de 6 itens do código penal, entre eles acabar com o protesto por 2º júri.

3 anos sem Isabella Oliveira Nardoni

“Tem como esquecer um filho?”, indaga Ana Carolina Cunha de Oliveira, mãe de Isabella de Oliveira Nardoni, ao responder uma das perguntas feitas pelo G1 sobre o que ela faz para recordar da filha, três anos após a morte da menina. “Todos os dias são marcantes, pois ela não voltará nunca, e não apenas em algumas datas.” A entrevista foi feita por e-mail, por intermédio da advogada dela, Cristina Christo Leite.
 
Isabella foi encontrada caída no terraço do Edifício London, na Zona Norte de São Paulo, já sem sinais vitais, no final da noite de 29 de março de 2008. Informações desencontradas davam conta de um possível assassinato. Ela tinha apenas 5 anos quando foi levada de ambulância a um hospital na tentativa de que fosse reanimada. Sem sucesso, os médicos informaram à família que o quadro era irreversível já no início da madrugada do dia 30.
 
Por esse motivo, essa última data é a que aparece na cruz da lápide de Isabella ao lado da estrela que traz o seu nascimento: 18 de abril de 2002. Segundo funcionários do Cemitério Parque dos Pinheiros, no Jaçanã, a visitação ao túmulo beira a peregrinação. A administração do cemitério particular informa que as visitações são permitidas para quem quiser, basta se identificar na portaria.
 
As visitas são diárias. Vasos com flores são deixados por pessoas, muitas delas desconhecidas, no local. Outros visitantes rezam. É o caso do aposentado Antonio José da Silva, de 80 anos, e seus amigos e familiares, que visitaram o túmulo de Isabella na manhã de segunda-feira (28). “Foi um caso que abalou o Brasil porque ela foi morta por alguém da própria família, alguém que deveria protegê-la. Morreu jovem como um anjinho”, diz.
 
Desde o início das investigações, a Polícia Civil desconfiou da versão apresentada pelo pai da criança, Alexandre Alves Nardoni, e da madrasta da menina, Anna Carolina Trota Peixoto Jatobá, de que um assaltante havia entrado no prédio e a jogado da janela do sexto andar.
 
Após se tornar suspeito, indiciado, acusado, denunciado e réu, o casal foi condenado pelo crime em 27 de março de 2010. Alexandre, atualmente com 32 anos de idade, foi sentenciado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão sob a acusação de ter atirado Isabella do apartamento ao chão. Anna Carolina Jatobá, com 27 anos, recebeu pena de 26 anos e oito meses de reclusão porque foi tida como a responsável pela esganadura antes da queda.
 
O ciúme que a madrasta tinha do marido com a filha dele, Isabella, e com a mãe da menina, Ana Carolina Oliveira, foi apontada como a motivação do crime. Os Nardoni estão detidos na Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. A defesa deles ainda tenta anular o júri popular para a realização de um novo julgamento. Os dois dizem ser inocentes.
 
“A maior lição que ficou para sociedade é que a Justiça existe e é eficiente. Independentemente de todas as manobras que a defesa tenha feito, a Justiça se mostrou capaz de trazer à tona a culpa dos réus para que eles fossem condenados”, afirma a advogada Cristina Christo Leite, que também foi assistente da acusação no caso.
 
Mais de um ano após o julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) deve julgar de uma só vez, na manhã de terça-feira (03/05/2011), os últimos recursos da defesa do casal na esfera estadual para tentar anular o júri popular que condenou os dois pelo assassinato de Isabella Nardoni
Caso os Nardoni percam esses recursos na Justiça paulista, os advogados do casal deverão recorrer às instâncias superiores do Poder Judiciário para tentar anular o júri. "Esse é o último recurso em andamento na Justiça Estadual", informa a assessoria de imprensa do TJ-SP.
 
A Justiça de São Paulo negou em 0/05/2011 a anulação do júri popular que condenou o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, em março de 2010, pela morte da menina Isabella Nardoni.
 
A decisão dos desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo foi unânime.
 
No entanto, os três magistrados - Luis Soares de Melo, Euvaldo Chaib Filho e Eduardo Braga - reconheceram que o calculo da pena de Alexandre foi feito de forma incorreta na hora de somar as agravantes e decidiram pela redução da senteça em quase 11 meses. Assim, a pena de 31 anos, um mês e dez dias caiu para 30 anos, dois meses e dois dias. O prazo da prisão de Anna Carolina continua o mesmo, 26 anos e oito meses.
 
Segundo Melo, a redução ocorre apenas porque houve um erro e não porque o condenado mereça o benefício.
- Eu tenho absoluta certeza de que o crime ocorreu nas circustâncias que foram relatadas.
O julgamento do recurso de apelação começou à 10h e terminou por volta de 13h. Ainda cabe recurso às instâncias superiores. A defesa já sinalizou que vai apelar.
 
O advogado dos condenados, Roberto Podval, admitiu que a negação do recurso era previsível, uma vez que em outros pedidos os argumentos da defesa já tinham sido recusados.
- A redução da pena foi o começo de uma vitória. Foi pouco, mas dentro do que esperamos. Vai ser muito importante para os próximos tribunais.
 
O promotor que atuou no caso, Francisco Cembranelli, disse que a redução da pena não é significativa.
- Numa pena de 30 anos, isso não significa nada. Em Brasília, eu tenho certeza que tudo será mantido. Até o momento, em todos os julgamentos não se conseguiu nenhum voto a favor [da anulação do júri].
 
Em setembro de 2010, um outro pedido de anulação do julgamento de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni foi negado. Na época, o recurso tinha como objetivo conseguir um novo júri. A decisão dos três desembargadores que analisaram o recurso foi unânime. O pedido de novo julgamento do caso foi formalizado alguns dias depois da decisão da Justiça. 
 
Alexandre e Anna Carolina foram condenados pela morte da menina Isabella, filha de Alexandre. Eles também foram condenados a outros oito meses de reclusão por crime de fraude processual, que os dois poderão responder em regime semiaberto. Foi negado aos dois o direito de recorrer da sentença em liberdade, por isso, eles permanecem detidos em presídios na cidade de Tremembé, a 147 km de São Paulo. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Terra, G1e R7

Isabella Oliveira Nardoni, 5 anos, foi espancada, esganada, impossibilitada de se defender e jogada da janela do 6° andar, apartamento de seu pai, um edifício na zona norte de São Paulo, em 29/03/2008, vindo a falecer instantes depois, na madrugada do dia 30/03/2008.

O motivo do crime até hoje não foi revelado. Os acusados pelo Ministério Público pela morte de Isabella Oliveira Nardoni foram: o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Trotta Jatobá, os quais negaram a autoria do crime.

Os dois aguardaram o julgamento presos e apesar da defesa ter tentado por 14 vezes o Habeas Corpus, eles continuaram detidos e foram a júri popular em 22/03/2010, às 13h, no Fórum de Santana, em São Paulo.
 
Após cinco dias de julgamento e expectativas da opinião pública. Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram condenados, no início da madrugada do sábado (27/03/2010), pelo homicidio triplamente qualificado de Isabella Nardoni ocorrido em 29/03/2008. Nardoni foi sentenciado a 31 anos, um mês e 10 dias; e Jatobá, a 26 anos e 8 meses de prisão. Sem direito ao benefício de semi-liberdade após o cumprimento de 1/3 da pena.
 
O caso Isabella Oliveira Nardoni não está com o fim próximo, pois os advogados de defesa do casal recorrem da decisão e solicitaram novo julgamento baseados em uma lei que vigorava na época do homicídio de Isabella Nardoni – todo réu condenado a mais de 20 anos de cadeia poderia recorrer ao novo julgamento com novo júri.
 
Lei essa que faz parte do projeto de iniciativa popular do Movimento Gabriela Sou da Paz, entregue no Senado em 2006, com 1.300.000 assinaturas, de brasileiros, pedindo a alteração de 6 itens do código penal, entre eles acabar com o protesto por 2º júri.
 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Terra, G1e R7


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Eliezer Souza Teixeira em 02/05/2013 17:58
CAROS AMIGOS TENHO UM PEDIDO A FAZER,QUE TIREM O NOME DO PAI DESTA MENINA,OU MELHÓR O SOBRE NOME UM CANALHA COMO ESTE NÃO MERECE TER FILHOS VAMOS CHAMAR A MENINA DE ISABELA OLIVEIRA E DEICHEM O SOBRE NOME DO CANALHA DE FORA DA VIDA DESTE ANJO QUE NOS DEICHOU


Célia em 27/09/2011 19:39
Nossa pequena estrelinha brlillha no céu.um anjo jamais esquecido. Te amamos pra sempre.


Tatá em 15/05/2011 03:29
Estudei tudo o que pude sobre o caso da Isabella...me impressionei muito com este caso. Esses dois vermes merecem ficar presos pra sempre...aliás, acho que isso é pouco pra eles. Revoltante o próprio pai matar a filha...Meu Deus...cadê o amor paterno que deveria proteger esta criança? Não consigo entender....Espero que eles paguem por tudo que fizeram e que a "Isa" seja um anjinho lindo lá no céu pra cuidar da mamãe dela que ficou sofrendo por aqui...


Nayara em 28/01/2011 11:33
Como pode um pessoa acabar com os sonhos de um anjinho como a Isabella linda como uma rosa nao pode ficar dessa forma eles tem que pagar e muito caro pois não se faz isso com nínguém ainda mais com uma linda criança inoscente


Patricia em 12/12/2010 15:34
Até hj eu não me conformo com isso tudo q aconteceu com esse lindo anjo,não a conheci mais choro mt,todas as vezes q vejo suas fotos com a sua família(tanto amor,tanto carinho)...as vezes me pergunto o pq q Deus permitiu isso acontecer com essa bonequinha....rezo por ela e pela sua família todos os dias ao deitar.Tenho uma linda menina q acho um pouco parecida com a Isa, o seu sorriso me lembra mt dela.Isa pra sempre nossa estrelinha,pra sempre minha estrelinha e de todo o Brasil!!!Te amamos


Sandra Domingues em 02/10/2010 01:02
Pequeno e lindo anjo, minha fonte de inspiração..foi graças a você linda criança que me motivei a levantar do sofá e ir em busca de justiça, não só por você, mas por tantas outras crianças, vítimas do desamor, do desafeto, da maldade humana. Você será para sempre a nossa ESTRELINHA...a Estrelinha Isabella !

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