Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Josely Laurentina de Oliveira (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 28/03/2011

Localização: Cunha (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1995 (16 anos)

Data de Falecimento: 28/03/2011

Sexo: Feminino Feminino
 
Josely Laurentina de Oliveira, de 16 anos, e Juliana Vania de Oliveira de 15 anos foram encontradas mortas no dia 28/03/2011 em Cunha, cidade a 217 quilômetros de São Paulo. As irmãs haviam desaparecido uma semana antes. De acordo com a polícia, a mais velha levou dois tiros e a mais nova quatro tiros.
 
Pessoas próximas à família das irmãs afirmaram que os corpos de ambas também tinham sinais de violência. Segundo essas pessoas, elas tinham cortes no pescoço e o mamilo de um dos seios da menina mais velha quase foi arrancado. Elas estavam de roupa, mas tinham sinais evidentes de violência sexual.
 
A polícia de Cunha já tem um suspeito, que está sendo procurado. Ele é foragido de uma cadeia da região de Cunha de prenome Ananias. Segundo a polícia, o suspeito trabalhou como servente de pedreiro na casa da família das meninas, no bairro Jacuí, estava morando na região, mas não é visto desde o desaparecimento as irmãs, na última quarta-feira.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) decretou em 29/03/2011 a prisão temporária do suspeito de ter matado as irmãs Josely Laurentina Oliveira, de 16 anos, e Juliana Oliveira, de 15 anos, em Cunha, no interior de São Paulo. Segundo a polícia, o principal suspeito de cometer o duplo homicídio é Ananias dos Santos, de 28 anos, que teria se interessado por Juliana. Isso teria despertado ciúmes na namorada, vizinha da família das vítimas.

Ananias teria procurado abrigo na casa da namorada após o desaparecimento das meninas. Segundo a polícia, o crime pode ter sido motivado por uma crise de ciúmes entre o casal.
 
O TJ, entretanto, negou o pedido de prisão temporária para a namorada de Ananais porque, segundo o Tribunal, “até o momento, não há comprovação da participação e elementos para o indiciamento” dela.
 
Foragido
 
Em 29/03/2011, a polícia divulgou o retrato de Ananias. Ele é considerado foragido da Justiça por roubos cometidos entre 2002 e 2003 em Lorena e Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, no interior paulista, onde atuou em uma quadrilha conhecida como "Irmãos Metralha", segundo a polícia.
 
Em depoimento em 28/03/2011, a namorada de Ananias teria dito que ele fugiu no dia seguinte ao crime porque é procurado pela Justiça e que, na fuga, teria encontrado os corpos das adolescentes e avisado à polícia através de um telefonema.
 
O VNews apurou que o carro utilizado por esta mulher passará por perícia. No interior do veículo, um Fiat Uno, será feita uma análise com o reagente luminol, na busca por marcas de sangue. Os pneus do veículo também serão analisados e comparados com marcas existentes na estrada da Samambaia, local próximo onde foram encontrados os corpos das meninas.
 
- Espero que o suspeito seja preso o quanto antes. Assim como eu sempre quis o bem das minhas filhas, não vou querer o mal de ninguém. Mas quero que se faça Justiça - disse o pai da meninas, o pedreiro José de Oliveira.
 
O pai e a mãe das meninas, que trabalha como empregada doméstica, estão na casa de parentes recebendo apoio. A família, que é muito religiosa, está muito abalada com a tragédia. O pai, a mãe e as três filhas são voluntários de uma igreja católica. À noite, eles costumavam fazer rodas de orações dentro de casa.
 
Os corpos das duas irmãs foram encontrados pela equipe do canil da cidade de Taubaté. As irmãs foram vistas pela última vez quando desciam do ônibus que trazia as duas da escola, no dia 23/03/2011.
 
A delegada seccional de Guaratinguetá, Sandra Maria Pinto Vergal, informou que os corpos das irmãs foram achados em mata fechada, na estrada da Samambaia, no Bairro Jacuí, perto de uma represa, a cerca de 700 metros do local onde desceram do ônibus escolar.
 
Segundo a delegada, o local onde os corpos foram achados fica cerca de 7 a 8 km da casa das adolescentes, que moravam na área rural do município de Cunha.
 
A delegada informou que as irmãs estudavam na escola estadual Paulo Virgínio, em Cunha, e saíram às 18 horas. O pai costumava encontrá-las às 18h30m. De acordo com Sandra, as irmãs desceram do ônibus escolar no local combinado. Porém, o pai chegou e não encontrou as filhas.
O motorista do ônibus escolar, Sergio Roberto Toledo, disse que as meninas são sempre as primeiras a descer, de um grupo de 40 alunos. No dia em que elas desapareceram, ele afirmou não ter visto nada de estranho quando elas desceram, já que estava escuro.
 
O diretor da escola onde elas estudavam, Benedito Edson Galvão de França, disse que vai liberar nesta terça-feira os 900 alunos do período da manhã para acompanhar o enterro das colegas. Elas cursavam o segundo e o primeiro ano do ensino médio.
 
Enterro
 
Os corpos das vítimas foram enterrados na manhã de 29/03/2011, em Cunha. Após o sepultamento, o pai das adolescentes, o trabalhador rural José Benedito de Oliveira, de 57 anos, afirmou que perdoa o criminoso que matou suas filhas. “Perdoo de coração. Jesus diz que devemos perdoar e espero que ele não faça isso com outras pessoas”, afirmou Oliveira.
 
Preso suspeito de assassinar as irmãs as irmãs Josely Laurentina de Oliveira e Juliana Vania de Oliveira
 
A Polícia Civil indiciou, na tarde de 11/04/2011, Ananias dos Santos por duplo homicídio qualificado, por motivo fútil e sem chance de defesa, e porte ilegal de armas. O homem foi preso nesta madrugada em Cunha, no Vale do Paraíba.
 
O delegado Homero Vilela Vieira, titular do DIG (Departamento de Investigações Gerais) de Guaratinguetá, disse ter dúvidas sobre a declaração de Ananias dos Santos, preso nesta madrugada, que disse ser o assassino de duas irmãs. Em depoimento à polícia, ele afirmou ter agido sozinho.
 
Vieira afirmou que, durante a reconstituição – que ainda não tem data marcada - , vai analisar o caminho percorrido e, com isso, analisar se Ananias agiu sem a colaboração de comparsas.
 
- É muito difícil. Eu não acredito que ele tenha agido sozinho. Acredito que alguém o ajudou, não na execução, mas alguém auxiliou.
 
Durante depoimento à polícia, Santos também disse que a sua namorada, identificada apenas como Maria José, não teve participação no crime. entretanto, a polícia não descarta a sua participação.
 
Segundo a polícia, após o encerramento do inquérito, Santos vai fazer exame do IML (Instituto Médico Legal) e depois vai para a cadeia de Guaratinguetá.
 
Procurado
 
Ananias dos Santos integrava a lista dos mais procurados pela Justiça de SP. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), além de ser procurado pela morte das jovens, ele responde por evasão, formação de quadrilha, roubo, porte ilegal de armas e constrangimento ilegal. Pelo crime das irmãs, ele deve responder por homicídio e porte ilegal de armas.
 
Ele também é suspeito da morte de um casal em Paraty (RJ), quando fugiu da penitenciária de Tremembé, a 147 km de São Paulo.
Os corpos das irmãs foram encontrados na zona rural de Cunha, no dia 28 de março, já em avançado estado de decomposição. As estudantes estavam desaparecidas desde o dia 23.
 
O resultado dos exames do IML (Instituto Médico Legal) de Guaratinguetá apontou que as duas foram baleadas no peito e na cabeça, mas as irmãs não tinham sinal de que haviam sofrido violência sexual.
A Polícia Civil confirmou que os corpos foram encontrados com a ajuda do próprio Santos. A informação foi revelada durante inquérito policial. Uma testemunha disse que ele disse ter visto dois corpos às margens de um rio, o mesmo local em que as irmãs foram encontradas.
 
As afirmações teriam sido feitas pelo suspeito a testemunhas em Pindamonhangaba, durante a fuga de Santos. Ainda de acordo com a polícia, Santos fugiu de Cunha por medo de ser detido, uma vez que ele já era foragido da Justiça.

Foragido: Em 29/03/2011, a polícia divulgou o retrato de Ananias dos Santos, suspeito de ter assassinado as duas irmãs; Josely Laurentina de Oliveira, de 16 anos, e Juliana Vania de Oliveira de 15 anos 

Josely Laurentina de Oliveira, de 16 anos, e Juliana Vania de Oliveira de 15 anos foram encontradas mortas no dia 28/03/2011 em Cunha, cidade a 217 quilômetros de São Paulo. As irmãs haviam desaparecido uma semana antes. De acordo com a polícia, a mais velha levou dois tiros e a mais nova quatro tiros.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ) decretou em 29/03/2011 a prisão temporária do suspeito de ter matado as irmãs Josely Laurentina Oliveira, de 16 anos, e Juliana Oliveira, de 15 anos, em Cunha, no interior de São Paulo. Segundo a polícia, o principal suspeito de cometer o duplo homicídio é Ananias dos Santos, de 28 anos, que teria se interessado por Juliana. Isso teria despertado ciúmes na namorada, vizinha da família das vítimas.
Ananias teria procurado abrigo na casa da namorada após o desaparecimento das meninas. Segundo a polícia, o crime pode ter sido motivado por uma crise de ciúmes entre o casal.
 
O TJ, entretanto, negou o pedido de prisão temporária para a namorada de Ananais porque, segundo o Tribunal, “até o momento, não há comprovação da participação e elementos para o indiciamento” dela.
 
Foragido
 
Em 29/03/2011, a polícia divulgou o retrato de Ananias. Ele é considerado foragido da Justiça por roubos cometidos entre 2002 e 2003 em Lorena e Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, no interior paulista, onde atuou em uma quadrilha conhecida como "Irmãos Metralha", segundo a polícia.
 
A Polícia Civil indiciou, na tarde de 11/04/2011, Ananias dos Santos por duplo homicídio qualificado, por motivo fútil e sem chance de defesa, e porte ilegal de armas. O homem foi preso nesta madrugada em Cunha, no Vale do Paraíba.
 
O delegado Homero Vilela Vieira, titular do DIG (Departamento de Investigações Gerais) de Guaratinguetá, disse ter dúvidas sobre a declaração de Ananias dos Santos, preso nesta madrugada, que disse ser o assassino de duas irmãs. Em depoimento à polícia, ele afirmou ter agido sozinho.


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