Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Míriam Oppenheimer Leão Brandão (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 28/12/1992

Localização: Contagem (MG)

Data de Nascimento: 00/00/1987 (5 anos)

Data de Falecimento: 28/12/1992

Sexo: Feminino Feminino
 

Míriam Oppenheimer Leão Brandão, 5 anos, em 28 de dezembro de 1992, em Minas Gerais, foi seqüestrada, morta por asfixia e teve o corpo queimado e enterrado na casa dos sequestradores, no quintal de uma casa no Bairro Santa Cruz, em Belo Horizonte. O seqüestro foi planejado pelo irmão de Wellington, William Gontijo Ferreira, condenado a 32 anos de prisão.

No primeiro dia de seqüestro a menina foi morta por asfixia, seu corpo foi queimado junto a pneus, os restos da menina enterrada na casa dos seqüestradores e mesmo assim os sequestradores ainda tentaram por 22 dias extorquir dinheiro da família como se a menina ainda estivesse viva.

Apesar de ser um dos autores de um dos crimes mais hediondos ocorridos em Minas, Wellington - que cumpria pena de 21 anos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem - teve a liberdade condicional concedida em 2003, 11 anos após a morte da menina, pelo juiz da Vara de Execuções Penais dessa cidade, Renan Chaves Carreira Machado.

Um dos seqüestradores que fez essa barbaridade, hoje é pastor evangélico em Lagoa da Prata- MG e (pasmem) teve a pena extinta. O próprio seqüestrador afirma que o crime foi coisa do passado e o que vale é o presente. Aqui não vale nenhuma critica aos evangélicos, ou a pastores, muito pelo contrário,  é pra expressarmos nossa revolta com o sistema legislativo e judiário do nosso Brasil, como extinguir a pena de um assasssino deste porte??? Nada contra o assassino virar pastor, ou seguir Jesus, mas tinha que fazer isso de dentro da cadeia, no mínimo cumprindo a sua pena completa!

Jocelia Brandão, mãe de Míriam Brandão

Um dos autores de um crime hediondo que abalou o país em 22 de dezembro de 1992 está prestes a ganhar a liberdade condicional. Condenado a 32 anos de prisão por ter sequestrado e assassinado a menina Miriam Brandão, de 5 anos, – e, ainda queimar o corpo – , William Gontijo Ferreira, depois de cumprir 17 anos da pena, preenche os requisitos legais para pleitear libertação, e a soltura depende apenas do resultado de um exame criminológico pedido pela juíza Cláudia Regina Macegosso, da 1ª Vara Cível e Criminal de Caeté, na Grande BH. Os dois outros envolvidos no crime – Wellington Gontijo Ferreira, irmão de William, e Rosemeire Pinheiro da Silva, ex-funcionária da família –, condenados a penas menores, já obtiveram a liberdade condicional.

O Ministério Público já se manifestou favoravelmente à libertação condicional de William Ferreira, mas a juíza considerou necessário laudo psicológico e psiquiátrico antes de analisar o pedido. “Determinei que se realizasse perícia de periculosidade para ter a convicção de que ele tem condições de voltar ao convívio da sociedade”, disse ao Estado de Minas a magistrada, que informou ter agido assim “por cautela” diante das “peculiaridades” do caso.

Em seu despacho, Cláudia Macegosso observou que “o recuperando foi considerado autor direto do crime, inclusive se imputando a este a conduta de ceifar a vida da vítima com características de crueldade e barbaridade que não merecem ser repetidas aqui, posto que bem esclarecida nos autos e que, na época, causou uma das maiores comoções neste estado e com repercussão na seara nacional”
 
Por Sandra Domingues, com informações do Correio do Brasil, Portal Process e EM

Míriam Oppenheimer Leão Brandão, 5 anos, em 28 de dezembro de 1992, em Minas Gerais, foi seqüestrada, morta por asfixia e teve o corpo queimado e enterrado na casa dos sequestradores, no quintal de uma casa no Bairro Santa Cruz, em Belo Horizonte. O seqüestro foi planejado pelo irmão de Wellington, William Gontijo Ferreira, condenado a 32 anos de prisão.

Apesar de ser um dos autores de um dos crimes mais hediondos ocorridos em Minas, Wellington - que cumpria pena de 21 anos na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem - teve a liberdade condicional concedida em 2003, 11 anos após a morte da menina, pelo juiz da Vara de Execuções Penais dessa cidade, Renan Chaves Carreira Machado.

Um dos autores de um crime hediondo que abalou o país em 22 de dezembro de 1992 está prestes a ganhar a liberdade condicional. Condenado a 32 anos de prisão por ter sequestrado e assassinado a menina Miriam Brandão, de 5 anos, – e, ainda queimar o corpo – , William Gontijo Ferreira, depois de cumprir 17 anos da pena, preenche os requisitos legais para pleitear libertação, e a soltura depende apenas do resultado de um exame criminológico pedido pela juíza Cláudia Regina Macegosso, da 1ª Vara Cível e Criminal de Caeté, na Grande BH. Os dois outros envolvidos no crime – Wellington Gontijo Ferreira, irmão de William, e Rosemeire Pinheiro da Silva, ex-funcionária da família –, condenados a penas menores, já obtiveram a liberdade condicional.

O Ministério Público já se manifestou favoravelmente à libertação condicional de William Ferreira, mas a juíza considerou necessário laudo psicológico e psiquiátrico antes de analisar o pedido. “Determinei que se realizasse perícia de periculosidade para ter a convicção de que ele tem condições de voltar ao convívio da sociedade”, disse ao Estado de Minas a magistrada, que informou ter agido assim “por cautela” diante das “peculiaridades” do caso.

Em seu despacho, Cláudia Macegosso observou que “o recuperando foi considerado autor direto do crime, inclusive se imputando a este a conduta de ceifar a vida da vítima com características de crueldade e barbaridade que não merecem ser repetidas aqui, posto que bem esclarecida nos autos e que, na época, causou uma das maiores comoções neste estado e com repercussão na seara nacional”
 
Por Sandra Domingues, com informações do Correio do Brasil, Portal Process e EM


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Pedro em 16/08/2017 15:38
crimes como estes, NÃO DEVEM SER ESQUECIDOS!


Beatriz em 01/10/2014 15:18
Minha prima.. triste, muito triste mesmo.

Ezequiel Silva de Souza João Felipe Eiras Santana Bichara Romeu Gabriel Muninhas Coutinho de Carvalho Caren Cristina dos Santos Barbosa França Thiago do Nascimento Braz Thiago De Osti Cardoso Lopes Eliérica Augusto de Lima Nívea Victória Leite Michellyne Rocha Araújo Alexandre dos Santos Giovanna Cremon Jorge Antônio Careli Servanis Monteiro de Oliveira Roberta Yuri Yoshifusa Ledenir Clóvis Valente Júnior Vinicius da Paz Almeida Evandro Pinto Ribeiro Fabiana Santos de Oliveira Babila Teixeira Marcos Alana Ezequiel Ignez Barbosa de Oliveira
 
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