A arquiteta Thaís Tokomoto, 25 anos, morta na noite de 17 de fevereiro de 2011 durante tentativa de assalto em Campinas, foi atingida na cabeça por um disparo da arma de um policial militar à paisana, que trocou tiros com os bandidos.
De acordo com o laudo divulgado pelo Instituto de Medicina Legal (IML) de Campinas sobre a análise feita no corpo da arquiteta Thaís Tokomoto, o exame mostra que os dois disparos que atingiram a arquiteta foram pelas costas e acertaram a nuca e o ombro esquerdo.
O laudo balístico divulgado pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Campinas, em 18/03/2011 confirmou que a bala que atingiu a cabeça da arquiteta Thaís Tokomoto. Segundo o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, José Carlos Fernandes da Silva, o tiro partiu de uma pistola semiautomática calibre 380. Além da cabeça, Thais também foi alvejada por um segundo disparo no ombro esquerdo por um dos assaltantes
O PM estava de folga, acompanhado da mulher, quando percebeu que dois homens retiraram a jovem de dentro do carro. Eles serão convocados a prestar novos esclarecimentos. Outra testemunha também presenciou a chegada dos assaltantes e pode ser convocada a dar mais informações.
Conforme a policia, as testemunhas disseram que três homens em um carro interceptaram a arquiteta, que seguia com seu veículo pela Estrada da Rhodia, no distrito de Barão Geraldo. Ela foi arrancada do carro por um dos suspeitos. O policial se identificou e exigiu que eles soltassem a mulher. Os assaltantes começaram a atirar, e o PM teria reagido. Nenhum dos suspeitos foi identificado até o momento.
A dupla de assaltantes fugiu em um carro para com uma terceira pessoa que dava cobertura.
A polícia acredita que o outro disparo tenha partido da arma de um dos criminosos.O policial já se apresentou na delegacia e prestou depoimento. O PM vai aguardar o julgamento em liberdade.
Antes de concluir o inquérito, o delegado deve pedir a reconstituição do crime, além de ouvir novamente o policial militar e a esposa dele, que presenciou a troca de tiros. Segundo José Carlos Fernandes da Silva, o PM deve ser indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, ou por homicídio por legítima defesa.
Balas Perdidas...quando isso vai ter fim?
O cantor, Leandro Sapucahy, expressou nessa linda música " Bala Perdida" toda a realidade da dor de uma família que perde o seu ente querido, vítima de bala perdida...
A arquiteta Thaís Tokomoto, 25 anos, morta na noite de 17 de fevereiro de 2011 durante tentativa de assalto em Campinas, foi atingida na cabeça por um disparo da arma de um policial militar à paisana, que trocou tiros com os bandidos.
De acordo com o laudo divulgado pelo Instituto de Medicina Legal (IML) de Campinas sobre a análise feita no corpo da arquiteta Thaís Tokomoto, o exame mostra que os dois disparos que atingiram a arquiteta foram pelas costas e acertaram a nuca e o ombro esquerdo.
O laudo balístico divulgado pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Campinas, em 18/03/2011 confirmou que a bala que atingiu a cabeça da arquiteta Thaís Tokomoto. Segundo o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, José Carlos Fernandes da Silva, o tiro partiu de uma pistola semiautomática calibre 380. Além da cabeça, Thais também foi alvejada por um segundo disparo no ombro esquerdo por um dos assaltantes
A polícia acredita que o outro disparo tenha partido da arma de um dos criminosos.O policial já se apresentou na delegacia e prestou depoimento. O PM vai aguardar o julgamento em liberdade.
Antes de concluir o inquérito, o delegado deve pedir a reconstituição do crime, além de ouvir novamente o policial militar e a esposa dele, que presenciou a troca de tiros. Segundo José Carlos Fernandes da Silva, o PM deve ser indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, ou por homicídio por legítima defesa.