Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Suênio Rocha Melo (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 10/10/2010

Localização: João Pessoa (PB)

Data de Nascimento: 00/00/1980 (30 anos)

Data de Falecimento: 10/10/2010

Sexo: Masculino Masculino
 

Suênio Rocha Melo, 30 anos, foi morto a tiros dentro do carro de um primo enquanto tentava deixar o estacionamento do Maníra shopping em João Pessoa, após um show de forró realizado na Domus Hall, na noite  de 09/10/2010. 

Suênio Rocha Melo, era natural de Campina Grande. Ele estava em João Pessoa exclusivamente por causa do show, mas teve o veículo cercado por quatro suspeitos que tentaram assaltar o seu grupo de amigos, no momento em que saíam para voltar para a sua cidade. 
 
De acordo com as informações, no momento em que a vítima se abaixou para pegar os pertences  e entregar aos assaltantes, outra gangue, composta por cinco homens, chegou brigando pelo "ponto de assalto" com o primeiro grupo. Houve troca de tiros entre os dois grupos de suspeitos e a vítima foi atingida na cabeça durante o tiroteio.
 
O crime ocorreu na saída situada em frente à 12ª Delegacia Distrital, que estava fechada no momento do tiroteio. As informações são de uma internauta colaboradora do Paraíba 1, que assistiu toda a ação enquanto buscava seu carro no estacionamento. A leitora declarou que os suspeitos fugiram após efetuarem cerca de oito disparos, dos quais quatro atingiram o passageiro do veículo.
 
Enquanto os assaltantes correram para o Bairro São José, o motorista do veículo saiu em alta velocidade após os disparos, na tentativa de prestar socorro a vítima, que vinha no banco do passageiro da frente. Ela também afirma que há cerca de 20 dias uma senhora foi assaltada no mesmo local.
 
Conforme informações do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, Suênio Rocha chegou a ser levado para o bloco cirúrgico, mas não resistiu aos tiros.
 
A polícia identificou todos os suspeitos de tentar assaltar o motorista de carreta Suênio Rocha Melo, segundo o delegado que está investigando o caso, Marcos Vasconcelos, a polícia já tem fotos dos suspostos envolvidos e está tentando encontrá-los. Conforme a polícia, todos os acusados têm menos de 18 anos. Até agora apenas um foi detido.
 
O adolescente de 16 anos acusado de participar da tentativa de assalto foi pego na tarde de ontem. Ele foi reconhecido pela namorada da vítima e em depoimento admitiu ter abordado Suênio, mas negou ter atirado.
 
Em 14/10/2010 a família de Suênio entregou para a polícia o carro em que ele estava no momento em que foi assassinado. A perícia do automóvel e o laudo cadavérico deverão nortear as investigações sobre quem efetuou o disparo que atingiu Suênio. A polícia trabalha com duas hipóteses, a primeira é do tiro ter sido disparado por um dos assaltantes, a segunda é que o disparo tenha sido efetuado por uma terceira pessoa que poderia estar tentando acertar um dos assaltantes.
 
O crime ocorreu por volta das 2h30 do dia 10/10/2010. A polícia divulgou um vídeo que mostra imagens do momento em que o empresário foi abordado pelos bandidos. O material divulgado foi editado pela polícia, que não disponibilizou a sequência completa das cenas. Eles ainda investigam todas as imagens. 
 
Pelo que foi mostrado, é possível observar o momento em que Suênio Rocha saía do estacionamento em um veículo com mais três pessoas, sendo uma delas a sua noiva Patrícia Silveira Amorim e as outras, um amigo e um primo. A primeira imagem mostra a passagem do grupo pela cabine de leitura ótica que libera a passagem. Na segunda, vemos a cancela ser levantada e o carro atravessá-la, sendo abordado por três homens. 
 
Alguns segundos mais tarde, o veículo tem a marcha ré acionada e volta a entrar no shopping quebrando a cancela, que já estava fechada. Nesse momento voltamos a ver as imagens da primeira câmera. Nela, é possível conferir todos os ocupantes do carro abaixados e o momento em que a noiva de Suênio, no banco do carona, fecha o vidro que fica do ladodo motorista. Em seguida, uma pessoa não identificada assume o comando do veículo e todos deixam o local auxiliados por alguém que parece ser um segurança. Ele levanta a cancela, possibilitando a passagem.
 
A noiva da vítima se manifestou na tarde de ontem por meio de sua advogada, que é também sua irmã. Os fatos narrados por Patrícia Silveira, foram descritos pela advogada. "Ela conta que quatro homens os interceptaram. Dois teriam ido ao seu encontro e outros dois para o lado do seu noivo, todos armados", contou. Segundo ela, a ordem dos acusados era de que todos permanecessem abaixados, como é visto no vídeo, por esse motivo, ela não pôde ver quem efetuou o disparo.
 
O delegado Marcos Vasconcelos, e sua equipe, analisaram os vídeos durante todo o dia. Eles já acreditam na hipótese de que os assaltantes não teriam atirado, mas sim uma outra pessoa, que ainda está sendo investigada. A princípio, havia a suspeita de que o crime ocorrera como consequência da troca de tiros entre duas gangues rivais . Além das imagens, foram considerados como forma de investigação, os depoimentos do amigo e do primo de Suênio Rocha, que estavam no carro. Também foi solicitado ao shopping o nome dos funcionários de segurança que trabalharam naquela noite, para que pudessem ser chamados a depor. 
 
As câmeras do circuito de segurança filmaram o momento em que o carreteiro foi atingido pelo tiro e perdeu o controle do carro. A origem do disparo, no entanto, não teria sido filmada pelas câmeras. Antes de ser ferido, o motorista sofreu uma tentativa de assalto. Os suspeitos de envolvimento na abordagem, todos menores de idade, foram apreendidos, mas negaram ter atirado contra o motorista.
 
1 ano do ocorrido, com base nos laudos entregues pelo Instituto de Polícia Científica, a Polícia Civil acredita que o tiro tenha partido do edifício garagem do Manaíra Shopping. Porém, segundo o delegado, o calibre da munição que feriu Suênio não corresponde às armas utilizadas pelos seguranças do shopping.
 
À espera de uma resposta para o ocorrido, a família de Suênio defende que o tiro teria sido disparado pelos seguranças na tentativa de assustar os assaltantes que abordavam os clientes do shopping. "Até então tínhamos dúvidas. Mas quando os marginais foram presos, soubemos que eles disseram que não atiraram e temos certeza de que foram os seguranças", afirmou a irmã da vítima, Socorro Rocha.
 
Com saudades, a mãe de Suênio, dona Nita Rocha, relatou a angústia que passou neste último ano. "É uma dor que não tem nome. Só quem pode explicar é uma mãe que já perdeu o filho. Os irmãos e o pai estão depressivos. Ele era o único filho que morava conosco porque era solteiro. Era muito carinhoso e atencioso. Meu filho foi um exemplo", disse à reportagem da TV Paraíba.
 
O advogado do Manaíra Shopping, Marcos Pires, respondeu ao G1 que a empresa sempre esteve disponível à Polícia Civil e à Justiça para colaborar com as investigações, pois também tem interesse em esclarecer o que aconteceu. Segundo ele, o Manaíra Shopping reitera que lamenta profundamente o ocorrido, mas que tem certeza de que nunca teve participação no caso.
 
Em paralelo ao inquérito sobre a morte, a família de Suênio Rocha moveu uma ação com pedido de indenização contra o Manaíra Shopping. A primeira audiência está marcada para o dia 1º de novembro, em Campina Grande. "Nós estamos acompanhando e dando todos os subsídios necessários para que isso se esclareça da maneira mais certa e célere possível", declarou Marcos Pires.

Suênio Rocha Melo, 30 anos, foi morto a tiros dentro do carro de um primo enquanto tentava deixar o estacionamento do Maníra shopping em João Pessoa, após um show de forró realizado na Domus Hall, na noite  de 09/10/2010. 

1 ano do ocorrido, com base nos laudos entregues pelo Instituto de Polícia Científica, a Polícia Civil acredita que o tiro tenha partido do edifício garagem do Manaíra Shopping. Porém, segundo o delegado, o calibre da munição que feriu Suênio não corresponde às armas utilizadas pelos seguranças do shopping.

À espera de uma resposta para o ocorrido, a família de Suênio defende que o tiro teria sido disparado pelos seguranças na tentativa de assustar os assaltantes que abordavam os clientes do shopping. "Até então tínhamos dúvidas. Mas quando os marginais foram presos, soubemos que eles disseram que não atiraram e temos certeza de que foram os seguranças", afirmou a irmã da vítima, Socorro Rocha.


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