Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Marielma de Jesus Sampaio (Pedofilia)



 


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Data do Ocorrido: 12/12/2005

Localização: Belém (PA)

Data de Nascimento: 00/00/1994 (11 anos)

Data de Falecimento: 12/12/2005

Sexo: Feminino Feminino
 

Marielma de Jesus Sampaio, 11 anos, foi torturada, violentada, espancada e morta pelos patrões (Roberta Sandreli Rolim e Ronivaldo Furtado) em Belém, em 12/12/2005 . De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal, a morte foi causada após espancamento e que a menina era submetida frequentemente.

Marielma Sampaio foi espancada, teve oito costelas quebradas e hemorragia interna.

A família da menina foi ludibriada pelas expectativas de estudos e desenvolvimento da criança na capital paraense permitiu a partida de Marielma Sampaio, a qual foi trazida a Belém para trabalhar como babá na casa do casal Roberta Rolim e Ronivaldo Furtado. Relatos afirmam que a menina era impedida de frequentar a escola e sofria maus tratos constantes.

Marielma Sampaio era uma das cerca de 170 mil crianças e adolescentes de 5 a 15 anos que trabalham como empregados domésticos em todo o país, segundo as estimativas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O trabalho doméstico nessa faixa etária é contra a lei.

O laudo médico realizado após a morte de Marielma Sampaio, em dezembro de 2005, indicava que ela tinha três costelas quebradas, rins e pulmões perfurados, além de cortes e queimaduras por todo o corpo.

O exame também indicou a presença de sêmen no corpo da menina, indicando uma possível violência sexual.

Imediatamente após o crime, a patroa de Marielma Sampaio, Roberta Sandreli Rolim, assumiu o crime, dizendo que a adolescente havia molestado sua filha de um ano. Os exames no bebê, porém, descartam a tese da patroa.

Roberta, posteriormente, mudou sua versão e passou a acusar o marido, Ronivaldo Guimarães Furtado, pelo crime. Ela disse ter assumido o espancamento, no primeiro momento, por lealdade ao marido e por medo de suas agressões.

"Ele disse que, se eu não assumisse o crime, ia fazer comigo a mesma coisa que fez com a Marielma, ou pior", disse Roberta à BBC Brasil na penitenciária feminina onde aguardava o julgamento, na periferia de Belém. "Ele disse que se eu falasse alguma coisa ele ia matar minha família."

Roberta diz ter visto o marido agredir Marielma Sampaio em outras ocasiões, mas alega que nunca o denunciou por se sentir ameaçada. "Eu tinha medo dele, vivia a vida dele. O que ele falava eu tinha que fazer, porque eu também era agredida por ele", diz.Os dois réus tiveram o julgamento separado.

Roberta foi a júri popular para responder por homicídio quadruplamente qualificado caracterizado por motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima, tortura, entre outros. Ela foi condenada pela co-autoria do assassinato de Marielma Sampaio e recebeu a sentença de 38 anos de prisão em regime fechado, trinta por homicídio qualificado e mais oito por manter a criança em cárcere privado. Na sentença, o juiz Raimundo Flexa ressaltou que Roberta é uma pessoa violenta, perversa e covarde. Apesar dos dois se acusarem, a promotoria concluiu - com base em perícia técnica - que foi Ronivaldo quem matou a criança. Ainda de acordo com os autos do processo, Roberta teria ajudado na tortura, descascando um fio de telefone para que Ronivaldo aplicasse choques elétricos em Marielma. Em juízo, Roberta Sandreli confessou que colaborou com a tortura porque o marido a espancava e ameaçava sua família.

Segundo a promotoria, Ronivaldo responde a onze processos, sete por assalto, dois por porte ilegal de armas e dois por estupro. Transtorno mental - Ronivaldo Furtado vai a julgamento depois da defesa ter alegado ser portador de transtorno mental. O acusado requereu a realização de exame de insanidade mental. Primeiramente, o exame foi realizado pelo Centro de Perícias Renato Chaves, apontando como resultado a incapacidade do réu perante a lei e, em conseqüência, a inimputabilidade. O laudo foi contestado pelo promotor Paulo Godinho que, entre outros argumentos, questionou o comportamento adotado pelo acusado que trabalhava normalmente negociando motocicletas, ameaçava a vizinhança com arma de fogo e, principalmente, após cometer o crime, procurou assistência de advogado. Após novo exame, Ronivaldo foi entrevistado e avaliado por uma equipe do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica (Nufor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que concluiu ser Ronivaldo plenamente capaz de discernir a licitude ou a ilicitude de seus atos. A equipe traçou o perfil do acusado e concluiu que ele não tinha quadro compatível com retardo mental. A sessão de júri popular será presidida pelo juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, da 2ª Vara Penal de Belém, e tem na acusação o promotor Paulo Godinho e, na defesa, o advogado Jânio Siqueira.

Ronivaldo Guimarães Furtado, acusado de estuprar e assassinar a menina Marielma Sampaio

Roberta Rolim

Marielma de Jesus Sampaio, 11 anos, foi torturada, violentada, espancada e morta pelos patrões (Roberta Sandreli Rolim e Ronivaldo Furtado) em Belém, em 12/12/2005 . De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal, a morte foi causada após espancamento e que a menina era submetida frequentemente.Marielma Sampaio foi espancada, teve oito costelas quebradas e hemorragia interna.

Roberta foi a júri popular para responder por homicídio quadruplamente qualificado caracterizado por motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima, tortura, entre outros. Ela foi condenada pela co-autoria do assassinato de Marielma Sampaio e recebeu a sentença de 38 anos de prisão em regime fechado, trinta por homicídio qualificado e mais oito por manter a criança em cárcere privado. Na sentença, o juiz Raimundo Flexa ressaltou que Roberta é uma pessoa violenta, perversa e covarde. Apesar dos dois se acusarem, a promotoria concluiu - com base em perícia técnica - que foi Ronivaldo quem matou a criança. Ainda de acordo com os autos do processo, Roberta teria ajudado na tortura, descascando um fio de telefone para que Ronivaldo aplicasse choques elétricos em Marielma. Em juízo, Roberta Sandreli confessou que colaborou com a tortura porque o marido a espancava e ameaçava sua família.

Segundo a promotoria, Ronivaldo responde a onze processos, sete por assalto, dois por porte ilegal de armas e dois por estupro. Transtorno mental - Ronivaldo Furtado vai a julgamento depois da defesa ter alegado ser portador de transtorno mental. O acusado requereu a realização de exame de insanidade mental. Primeiramente, o exame foi realizado pelo Centro de Perícias Renato Chaves, apontando como resultado a incapacidade do réu perante a lei e, em conseqüência, a inimputabilidade. O laudo foi contestado pelo promotor Paulo Godinho que, entre outros argumentos, questionou o comportamento adotado pelo acusado que trabalhava normalmente negociando motocicletas, ameaçava a vizinhança com arma de fogo e, principalmente, após cometer o crime, procurou assistência de advogado. Após novo exame, Ronivaldo foi entrevistado e avaliado por uma equipe do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica (Nufor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que concluiu ser Ronivaldo plenamente capaz de discernir a licitude ou a ilicitude de seus atos. A equipe traçou o perfil do acusado e concluiu que ele não tinha quadro compatível com retardo mental. A sessão de júri popular será presidida pelo juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, da 2ª Vara Penal de Belém, e tem na acusação o promotor Paulo Godinho e, na defesa, o advogado Jânio Siqueira.



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