Edison Tsung Chi Hsueh, 22 anos, calouro de medicina da USP foi vítima de um trote maldoso, resultando me sua morte por afogamento em 22/02/1999.
Na época, não houve acusação formal contra nenhum jovem, porém com o decorrer das investigações a promotoria considerou que Edison Hsueh foi assassinado por colegas veteranos do curso de medicina: Frederico Carlos Jaña Neto, Ari de Azevedo Marques Neto, Guilherme Novita Garcia e Luís Eduardo Passarelli Tirico, os quais foram absolvidos em 06/09/2006.
Com o arquivamento do processo em 2006, Hsueh Feng Ming, pai de Edison Hsueh, entrou numa depressão que agravou profundamente sua saúde. Veio a falecer em 2009 sem ver os assassinos de seu filho serem condenados.
1) Dr. Frederico Carlos Jaña Neto, 35 anos, não mais chamado pelos amigos de "Ceará", para que ninguém se lembre dele pelo apelido, que ficou associado à tragédia de 1999. Formado pela USP. É ortopedista.
2) Dr. Ary de Azevedo Marques Neto, 32 anos , era aluno do 3º ano e presidente da associação atlética e foi dele o grito de guerra para que os calouros fossem jogados na piscina ( que possui entre 2 a 4 metros de profundidade). É cirurgião plástico.
3) Dr. Guilherme Novita Garcia, 36 anos, tinha o apelidado de "Campanha", admitiu ter feito brincadeiras para assustar os calourose admite ainda ter jogado uma estudante na piscina naquele dia. É ginecologista.
4) Dr. Luís Educardo Passarelli Trico, 32 anos, era titular do time de basquete da faculdade e considerado o "mauricinho" da turma. É traumotologista


Edison Tsung Chi Hsueh, 22 anos, calouro de medicina da USP foi vítima de um trote maldoso, resultando me sua morte por afogamento em 22/02/1999.
Na época, não houve acusação formal contra nenhum jovem, porém com o decorrer das investigações a promotoria considerou que Edison Hsueh foi assassinado por colegas veteranos do curso de medicina: Frederico Carlos Jaña Neto, Ari de Azevedo Marques Neto, Guilherme Novita Garcia e Luís Eduardo Passarelli Tirico, os quais foram absolvidos em 06/09/2006.
Com o arquivamento do processo em 2006, Hsueh Feng Ming, pai de Edison Hsueh, entrou numa depressão que agravou profundamente sua saúde. Veio a falecer em 2009 sem ver os assassinos de seu filho serem condenados.