Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Lavínia Azeredo de Oliveira (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 28/02/2011

Localização: Duque de Caxias (RJ)

Data de Nascimento: 13/03/2004 (6 anos)

Data de Falecimento: 28/02/2011

Sexo: Feminino Feminino
 

Policiais civis da delegacia de Campos Elíseos (60ªDP) procuravam a menina Lavínia Azeredo de Oliveira, de 6 anos. De acordo com parentes, ela desapareceu de dentro de casa, em Duque de Caxias, na baixada fluminense.

À polícia os pais contaram que, por volta de 3h da manhã de segunda-feira (28/02/2011), Lavínia Azeredo acordou e a mãe a colocou novamente para dormir na cama do quarto, sozinha. A falta da criança foi notada por volta das 6h. A porta e a janela da casa estavam abertas e não havia sinais de arrombamento.

Um perícia inicial foi realizada pela polícia e foram encontradas marcas de pés nas paredes do lado de fora da casa, no bairro Sagrada Família.

O pai de Lavínia afirmou aos policiais que mantina um caso extra-conjugal e havia terminado há pouco tempo com a sua amante. 

De acordo com Jorge Claudio Ribeiro, vizinho e amigo do pai, ele havia passado a noite com a amante e os dois teriam brigado. Na discussão, ela teria ameaçado se matar. O pai teria chegado em casa por volta das 3h e, ao acordar, por volta das 6h, teria encontrado a casa revirada, com portas e janelas abertas, e o quarto da menina, vazio. 
 
“Todo dia eu passava por ela [Lavínia] e a gente se falava. A gente só quer ajudar, porque a gente fica mexido”, disse Jorge. 
A 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, decretou nesta quarta-feira (2) a prisão temporária de 30 dias de Luciene Reis Santana que, segundo a polícia, é a principal suspeita do assassinato de Lavínia Azevedo, de 6 anos.  Ela é ex-amante do pai da menina.
 
O corpo da menina Lavínia Azeredo, que estava desaparecida desde 28/02/2011, foi achado na manhã do dia 03/03/2011 em um hotel simples, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Luciene presta depoimento na delegacia de Campos Elíseos (62ª DP). Ela está presa e confessou o crime, segundo o delegado Róbson Costa.
 
De acordo o delegado, Luciene teria cometido o crime porque descobriu que o pai da menina tinha R$ 2 mil guardados e queria ficar com o dinheiro. Segundo o policial, ela sequestrou a garota e jogou a culpa no ex-marido dizendo ao pai de Lavínia que, se ele lhe desse a quantia, ela recuperaria a criança.
 
Em depoimento, o pai contou que, na segunda-feira(28/02/2011), após uma briga com a suspeita, Luciene falou que faria algo para lhe prejudicar.
 
Funcionários do hotel onde o corpo foi encontrado reconheceram Luciene como sendo a pessoa que teria se hospedado com a menina no local, na segunda-feira(28/02). O delegado afirmou ter imagens que mostram Lucilene com Lavínia dentro de um ônibus.
 
De acordo com a perícia inicial, Lavínia foi morta por asfixia com um cadarço de tênis no mesmo dia. O corpo foi achado por uma camareira e, segundo a polícia, já estava em decomposição.
 
A polícia investigava o desaparecimento de Lavínia desde segunda-feira (28), quando os pais acordaram e perceberam que a menina havia sumido de casa. Desde o início das investigações, Luciene já era apontada como principal suspeita. De acordo com Santos, ela teria feito ameaças.
 
Luciene deixou a delegacia de Campos Elíseos 60ª DP (Campos Elíseos) na noite de quarta-feira debaixo de pedradas, vaias e gritos de “assassina”. Luciene foi transferida para a carceragem da Polinter em Magé, na baixada, sob forte esquema de segurança.
 
Mais cedo, policiais militares tiveram que usar spray de pimenta para conter a manifestação que se formou na porta da delegacia.
 
O delegado Robson da Costa, que estava à frente das investigações, disse que a mãe de Luciene conversou com a filha e a convenceu a confessar o crime no depoimento prestado ao delegado substituto, Luciano Pinheiro Zahar.
 
Zahar disse que os pais da menina Lavínia devem ser chamados para depor novamente. O delegado substituto contou ainda que Luciene chorou durante o depoimento que durou quatro horas.
 
- Ela se demonstrou bem difícil durante o depoimento e chorava o tempo todo.
 
Luciene Reis Santana, assassina confessa de Lavínia Azeredo de Oliveira, disse que usou um travesseiro, uma toalha e o cadarço do tênis da garota para sufocá-la até a morte num quarto do Hotel Municipal, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Em depoimento registrado na 60ª DP (Campos Elíseos), Luciene disse que enrolou uma toalha em torno da cabeça da vítima, para evitar que ela gritasse, e a sufocou por oito minutos. Em seguida, disse que estrangulou a garota com o cadarço do seu tênis, porque acreditava que ela ainda estava se mexendo.
 
- Mas a menina morreu sufocada. O estrangulamento foi só para garantir que a criança tinha morrido - disse o delegado-assistente Luciano Zahar.
 
Ela disse, ainda, que pegou a garota em casa e a vestiu com as roupas de uma das suas filhas antes de levá-la ao hotel. A garota foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira, na cama do hotel. No mesmo dia a polícia divulgou imagens gravadas pelo circuito interno de segurança de um ônibus em que a menina estava com a amante do pai, na última segunda-feira. Elas entraram no ônibus às 6h25m e desceram às 6h50m. Na foto, a menina está de roupa rosa e tênis branco, de mão dada com Luciene, de blusa listrada.
 
O corpo da menina Lavínia Azeredo foi sepultado na manhã desta quinta-feira (03/02) no Cemitério do Corte 8, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, diante da presença de cerca de 400 pessoas, entre amigos e familiares. Muito abalado, o pai da criança, Rony dos Santos de Oliveira, precisou ser carregado por quatro pessoas para acompanhar o cortejo. Andréia Azeredo, mãe da criança, não quis falar com os jornalistas.. 
O corpo da criança chegou ao cemitério por volta das 8h20m e foi enterrado às 11h. Moradores de Caxias fizeram um protesto em frente ao local exigindo alterações no Código Penal. Eles pedem a pena de morte para Luciene Reis Santana, ex-amante de Rony. Um cartaz foi colado ao lado da capela onde familiares e amigos de Lavínia velavam a menina.
 
A Justiça determinou a prisão temporária por 30 dias de Luciene Reis Santana, de 24 anos, acusada de assassinar a menina Lavínia Azeredo de Oliveira. Amante do pai da criança, Luciene foi presa na manhã do dia 02/03/2011 em Jardim Gramacho, local onde ela receberia R$ 2 mil para entregar a menina. O encontro foi uma emboscada planejada pela polícia com o auxílio do pai de Lavínia, Rony dos Santos Oliveira, e pelo ex-marido dela, Euzimar de Oliveira Silva.
 
Assassina confessa de Lavínia Azeredo, de 6 anos, Luciene Reis, será indiciada por homicídio triplamente qualificado (crime premeditado, cometido por meio cruel e sem direito de defesa à vítima), com pena máxima de 30 anos de prisão. Segundo o delegado adjunto da 60ª DP (Campos Elíseos), Luciano Zahar, Luciene saiu de casa com intenção de matar a menina.
 
Policiais da 60ª DP (Campos Elíseos) realizam buscas para localizar um suposto cúmplice de Luciene Reis Santana que confessou o assassinato da menina Lavínia Azeredo de Oliveira.
De acordo com a Polícia Civil, Luciene contou em seu depoimento na delegacia que uma pessoa a ajudou a entrar na casa do amante, Rony dos Santos de Oliveira, 30 anos, pai de Lavínia, para sequestrar a criança. O nome do suposto cúmplice, porém, não foi divulgado pela polícia.
O cúmplice de Luciene pode desvendar um dos pontos mais confusos do crime: como a amante de Rony teve acesso à sua casa, por volta das 5h de segunda-feira, e retirou de lá a menina, que completaria sete anos no  dia 13/03.
 
A primeira audiência sobre o assassinato da menina Lavínia Azeredo, de 6 anos, supostamente morta pela amante do pai no fim de fevereiro, acontecerá na segunda-feira (06/06/2011), na 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Serão ouvidas, a partir das 14h, testemunhas de defesa e de acusação no caso, provavelmente com a presença de Luciene Reis Santana, acusada de matar a criança.
 
No início de março, Luciene confessou o crime no último dia 3, em depoimento na delegacia. Uma semana depois, o delegado Luciano Zahar, da 60ª DP (Campos Elíseos), concluiu que Luciene Reis teria agido sozinha no assassinato de Lavínia. Até então, a polícia trabalhava com a hipótese de Luciene ter recebido ajuda de um suposto cúmplice, já que a menina foi retirada da casa dos pais na madrugada de 28 de fevereiro.
 
No fim de março, a polícia abriu um novo inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Lavínia. No mesmo mês, o Ministério Público do Rio pediu a prisão preventiva de Luciene por homicídio triplamente qualificado e por ocultação do cadáver da criança. Ela está presa temporariamente desde que confessou o crime.
 
O juiz Paulo Rodolfo Tostes, da 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, marcou para março de 2012 o júri popular de Luciene Reis Santana.
 
Começou por volta das 13h50 do dia 21 de março de 2012 o julgamento de Luciene Reis Santana, acusada da morte da menina Lavínia Azeredo.
 
Cerca de cem pessoas entre parentes e amigos foram ao Fórum de Duque de Caxias acompanhar o julgamento, que será presidido pelo juiz Paulo Rodolfo Maximiliano, com cartazes e camisetas. De acordo com a promotora Simone Sibilio, o resultado deve sair ainda nesta quinta-feira.
 
Em junho do ano passado, o juiz Paulo Rodolfo Maximiliano de Gomes Tostes, iniciou a Audiência de Instrução e Julgamento ouvindo as testemunhas de acusação. Segundo a assistente de acusação Adriana Santana, nesta quinta serão novamente ouvidas as testemunhas, haverá o interrogatório da ré e se seguirão os debates entre o Ministério Público e defesa.  Segundo disse, serão exibidas as imagens do circuito interno de um ônibus nas quais a menina aparece com a acusada.
 
O Tribunal do Júri condenou Luciene Reis Santana a 43 anos de prisão pela morte da menina Lavínia, pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A acusada também foi condenada a pagar 300 salários mínimos pelos danos causados à família da vítima. No entanto, de acordo com os advogados de defesa e acusação, a condenada não tem condições financeiras de pagar a multa.
 
O advogado Lélio Correa, responsável pela defesa de Luciene, alegou que sua cliente tem problemas psicológicos e praticou o crime por "dolo insconsciente", já que “sofre de baixa resistência à frustração afetiva”.
“Ela representa perigo para a sociedade, mas o cárcere não é o remédio. Não estou pedindo para absolvê-la, mas acho que ela deveria receber um atendimento mental”, falou o advogado.
O júri popular, composto por 4 mulheres e 3 homens, entendeu que o crime praticado por Luciene foi de motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima.
 
O pai de Lavínia, Roni dos Santos de Oliveira chorou ao lembrar da filha durante o depoimento na tarde de quinta-feira (22).

Imagens do circuito interno do ônibus mostram Lavínia de Azeredo com a amante do pai, de rosa, no fundo do vídeo

Foto: AE

Luciene Reis Santana, ex-amante do pai de Lavínia Azeredo, após ser presa
 
 
Rony dos Santos, pai de Lavínia, chega amparado ao velório.
Foto de André Teixera

O corpo da menina Lavínia Azeredo de Oliviera, de 6 anos, que estava desaparecida desde 28/02/2011, foi achado na manhã do dia 03/03/2011 em um hotel simples, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Luciene presta depoimento na delegacia de Campos Elíseos (62ª DP). Ela está presa e confessou o crime, segundo o delegado Róbson Costa.

De acordo com a perícia inicial, Lavínia foi morta por asfixia com um cadarço de tênis no mesmo dia. O corpo foi achado por uma camareira e, segundo a polícia, já estava em decomposição.

A primeira audiência sobre o assassinato da menina Lavínia Azeredo, de 6 anos, supostamente morta pela amante do pai no fim de fevereiro, acontecerá na segunda-feira (06/06/2011), na 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Serão ouvidas, a partir das 14h, testemunhas de defesa e de acusação no caso, provavelmente com a presença de Luciene Reis Santana, acusada de matar a criança.
 
No início de março, Luciene confessou o crime no último dia 3, em depoimento na delegacia. Uma semana depois, o delegado Luciano Zahar, da 60ª DP (Campos Elíseos), concluiu que Luciene Reis teria agido sozinha no assassinato de Lavínia. Até então, a polícia trabalhava com a hipótese de Luciene ter recebido ajuda de um suposto cúmplice, já que a menina foi retirada da casa dos pais na madrugada de 28 de fevereiro.
 
No fim de março, a polícia abriu um novo inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Lavínia. No mesmo mês, o Ministério Público do Rio pediu a prisão preventiva de Luciene por homicídio triplamente qualificado e por ocultação do cadáver da criança. Ela está presa temporariamente desde que confessou o crime.
 
O juiz Paulo Rodolfo Tostes, da 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, marcou para março de 2012 o júri popular de Luciene Reis Santana. 
 
Começou por volta das 13h50 do dia 21 de março de 2012 o julgamento de Luciene Reis Santana, acusada da morte da menina Lavínia Azeredo.
 
Cerca de cem pessoas entre parentes e amigos foram ao Fórum de Duque de Caxias acompanhar o julgamento, que será presidido pelo juiz Paulo Rodolfo Maximiliano, com cartazes e camisetas. De acordo com a promotora Simone Sibilio, o resultado deve sair ainda na quinta-feira(22).
 
Em junho do ano passado, o juiz Paulo Rodolfo Maximiliano de Gomes Tostes, iniciou a Audiência de Instrução e Julgamento ouvindo as testemunhas de acusação. Segundo a assistente de acusação Adriana Santana, nesta quinta serão novamente ouvidas as testemunhas, haverá o interrogatório da ré e se seguirão os debates entre o Ministério Público e defesa.  Segundo disse, serão exibidas as imagens do circuito interno de um ônibus nas quais a menina aparece com a acusada. 

O Tribunal do Júri condenou Luciene Reis Santana a 43 anos de prisão pela morte da menina Lavínia, pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A acusada também foi condenada a pagar 300 salários mínimos pelos danos causados à família da vítima. No entanto, de acordo com os advogados de defesa e acusação, a condenada não tem condições financeiras de pagar a multa.
 
O advogado Lélio Correa, responsável pela defesa de Luciene, alegou que sua cliente tem problemas psicológicos e praticou o crime por "dolo insconsciente", já que “sofre de baixa resistência à frustração afetiva”.
“Ela representa perigo para a sociedade, mas o cárcere não é o remédio. Não estou pedindo para absolvê-la, mas acho que ela deveria receber um atendimento mental”, falou o advogado.
O júri popular, composto por 4 mulheres e 3 homens, entendeu que o crime praticado por Luciene foi de motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima.
 
O pai de Lavínia, Roni dos Santos de Oliveira chorou ao lembrar da filha durante o depoimento na tarde de quinta-feira (22).


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Sandra Domingues em 06/06/2011 15:38
Que a Justiça seja feita pela pequena Lavínia... E que esse Monstro, em forma de mulher, fique enjaulada por muitos anos. Já que no Brasil não é permitido pena de morte...pois senão, a essas horas ela já estaria no corredor à espera que dessem fim a sua infeliz e medíocre existência.


Lavinia Oliveira em 22/03/2011 14:30
Nossa quanta maldade Luciene Reis Será condenada e a justiça será feita lavinia naum te conhecia mais sinto muito por tudo naum ér só pq vc tem o mesmo nome que eu mais naum só as lavinia mais sim todos os que sofrerem o mesmo a justiça tem que ser feita. Pequeno anjo LAVINIA Descanse em paz !! Deus estar com toda sua familia!! e creio que DEUS vai guardar eles Lavinia nunca vou esquecer de vc [ por mais que naum te conheço mais Te Amo DESCANSE EM PAZ ♥]


Sandra Domingues em 05/03/2011 15:02
Luciene Reis... Será condenada à pena máxima...30 anos, mas se cumprir 1/3 da pena, tendo bom comportamento e andando com uma bíblia debaixo dos braços, daqui a 10 anos estará nas ruas... Enquanto as leis não forem revistas e houverem penas rigorosas e serem cumpridas em sua totalidade, continuaremos lendo e assistindo atrocidades como essas. Acompanhei o caso e inclusive coloquei no memorial da Gabriela no dia do desaparecimento e tinha muita esperança que a pequena fosse encontrada com vida. Fiquei chocada e revoltada quando ouvi a notícia de que o corpo da indefesa criança tinha sido encontrado sem vida. Sem nenhuma demagogia...que tipo de pena merece um monstro como esse se não a de morte??? Como um "ser humano" é capaz de fazer tamanha maldade com uma criança indefesa por pura vingança? Essa "mulher" é um monstro em forma de gente. Tem 24 anos, 3 filhos, provavelmente de idades iguais ou inferiores a da pequena Lavínia... Como pode uma mulher fazer isso, uma mãe ?! "Os filhos são filhos de todas as mães, e as mães são as mães de todos os filhos”. (José de Paiva Netto) Por mim anteciparíamos o encontro dessa maldita com o capeta...ela não merece um só centavo do imposto que pagamos para alimentá-la. Esse monstro em forma de mulher não merecia viver. Que esse monstro apodreça na cadeia! E que a pequena Lavínia possa descansar em paz.


Celia em 04/03/2011 15:34
Quanta maldade meu Deus,que mundo e esse! Falta LEI nesse PAIS chamado BRASIL. Descanse em PAZ lindo Anjo.


Danielle Palmeira em 04/03/2011 13:07
espero q deus conforte o coração da mãe,porque o pai pra mim é culpado e sofre de remorso.Doi em mim como se fosse minha filha ou o bebe que espero,deus que me livre e guarde nossas crianças.


Maria Silva Santos em 03/03/2011 12:25
O pai é o principal assassino...FDP....Agora ele ta pagando com o remorso dele


Juliana em 03/03/2011 11:31
esse montro tem uma doença que em minha opnião é a pior de todas pois não tem cura...a MALDADE!!! alguém que é capaz de matar uma criança por ódio ou por vingança não é digno de conviver em nosso meio social...pena de morte para esses montros!!! pequena Lavinia descance em paz!!!


Ruthcaroline em 03/03/2011 09:34
olha mãe esse momento é horrivel, mas essa mulher que fez isso com sua menina vai pagar, Deus não dorme... tenho pra te falar tenha fé na justiça, porque vai acontecer....

Maycon Peterson Rodrigues Pantoja Daniel Guimarães Daniela Cristina Costa Nery Lore de Santana Vaz Paulo Roberto Rosal Filho Mayra da Silva Paula Eduardo Antônio Lara Roberta Costa Dias Jean Charles de Menezes Cláudia Soneghete Donati Pedro Augusto Brito de Jobim Braz Antonio Duarte Liliane de Assis Lopes Mariana da Silva Paranhos Shirlene Suelen Santos Alves Flávio Luiz Paixao dos Santos Amanda Correia Maria Lucineide Barros Leonel Patrícia Amieiro Branco de Franco Sophie Zanger Daniella Ferrante Perez Gazolla
 
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