O objetivo principal da manifestação foi cobrar justiça, para que os dois homicídios não saiam impunes. Ana Carolina Siqueira, namorada de Abner, foi quem organizou a passeata, junto com outras três meninas próximas aos dois soldados mortos. O evento contou com camisas estampadas com as fotos das vítimas.
A passeata, teve início às 10h, sendo chamada de "Passeata da paz". Os participantes desta homenagem caminharam da praça Santos Andrade até a Boca Maldita. Os organizadores esperavam cerca de 200 a 250 pessoas no evento e pediram que quem não tivesse a camiseta com foto de Abner e Fernando, que fosse vestindo roupa preta. A rádio Banda B acompanhou toda a movimentação da passeata.
Está preso um suspeito de matar os dois recrutas do Exército, Abner e Fernando, em dezembro, após desentendimento no estabelecimento, e a polícia não descarta que outras pessoas tenham participado do crime.
Algumas peças do Punto utilizado pelo matador foram colocadas no carro usado no assassinato de um motoboy, no estacionamento da casa noturna, no fim do mês passado.
No sábado, a Delegacia de Homicídios cumpriu sete mandados de busca e apreensão e prendeu, em São José dos Pinhais, um jovem identificado pela polícia apenas como Sérgio, 20 anos.
Ele é o principal suspeito de matar os militares Fernando Iskiersi e Abner Elias Cologi Taborda, ambos de 19 anos, na madrugada de 2 de dezembro. Câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, e a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada.
“Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada Maritza Haisi.
O segundo crime aconteceu na madrugada de 27 de janeiro, e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer, 21, que morreu cerca de 10 dias depois no Hospital Cajuru.
Amigos
De acordo com a polícia, os autores dos dois crimes fazem parte de um grupo envolvido com furtos e roubos de veículos e tráfico de drogas. Durante a operação da DH, Sérgio foi preso na residência dos pais, em São José dos Pinhais, e numa oficina, no mesmo município, a polícia apreendeu peças do Punto usado no assassinato de Guilherme.
Na casa do suspeito, em Curitiba, a polícia apreendeu partes de motores de carros, uma balança de precisão e pequena quantidade de maconha. O detido negou envolvimento no crime.
A polícia acredita que o segundo homicídio esteja elucidado. O autor do crime, identificado apenas como Bruno, se apresentou na DH e confessou ter efetuado os disparos, motivado por uma rixa antiga entre ele e a vítima. O irmão e um amigo também estavam na hora do crime, mas, segundo a polícia, não teriam participação direta.
No dia 17/02/2011 os noticiários da capital anunciaram que o suspeito do assassinato dos rapazes havia sido localizado através das peças de um Punto vermelho. A notícia foi que as peças de um veículo ligavam dois crimes envolvendo frequentadores do Rancho Brasil. Que o suspeito teria sido preso, no caso um tal Sérgio de 20 anos.
A Delegacia de Homicídios disse ser ele o principal suspeito de matar os militares Fernando Iskiersi e Abner Elias Cologi Taborda e que as câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, que a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada. “Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada Maritza Haisi. O segundo crime aconteceu na madrugada de 27 de janeiro e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer, 21, que morreu cerca de 10 dias depois no Hospital Cajuru.
Desde esta ultima notícia o caso esta parado, segundo as informações dadas a família do Fernando, o tal suspeito nada tinha a ver com o caso dos rapazes. O inquérito esta parado na Delegacia de Homicídios de Curitiba, 20 dias atrás a mãe do Fernando esteve na Delegacia procurando informações, em conversa com o Dr. Jaime (delegado responsável pelo caso), o mesmo informou que não tinha conhecimento do caso e não havia lido autos do inquérito. Na terça feira dia 07/06 ela voltou a delegacia, mas não conseguiu falar com o Dr. Jaime.
Para uma mãe é difícil perder um filho assim, assassinado friamente e pior ainda é não ter os assassinos identificados e presos. Que acontece: Descaso? Falta de vontade da policia? São 6 meses e nada se apurou! Queremos respostas!