Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Abner Elias Taborda (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 02/12/2010

Localização: Curitiba (PR)

Data de Nascimento: 25/07/1991 (19 anos)

Data de Falecimento: 02/12/2010

Sexo: Masculino Masculino
 

Abner Elias Taborda e seu amigo Fernando Iskierski, ambos com 19 anos, foram  assassinados no dia 2 de dezembro, após a saída de uma casa noturna situada na Av. Comendador Franco (Av. das Torres) em Curitiba.

Segundo as testemunhas ouve um desentendimento no estacionamento da casa noturna, entre os três jovens que estavam com o Gol Branco (no caso Abner, Fernando e Nei que saiu gravemente ferido, mas sobreviveu) e o motorista de um Punto Vermelho. Os três rapazes foram embora, mas foram perseguidos pelo Punto vermelho, que ao emparelhar com o carro das vítimas disparou mais de 15 tiros com uma arma calibre 9mm, causando a morte instantânea de Abner e Fernando e o terceiro amigo, Nei da Silva de 19 anos sofreu ferimentos graves nos braços e tórax foi socorrido e levado ao Hospital Cajuru. O Gol Branco das vítimas ficou literalmente "metralhado".
 
Abner e Fernando jovens com uma educação familiar e religiosa exemplar, tiveram seus expectativas de futuro ceifadas. Os dois eram militares e o capitão do exército Luiz Carlos Almeida Jr., comandante de uma bateria do 5º GACAP, onde os soldados estavam lotados, comentou "que os rapazes além de terem boa conduta, eram conhecidos por serem bons atletas”.
 
O crime esta sendo investigado, mas ainda encontra-se sem solução.
 
Passeata 
 
Amigos e familiares dos soldados Abner Elias Taborda e Fernando Iskierki, ambos de 19 anos, realizam na manhã do dia 18/12/2010, na praça da Santos Andrade, uma passeata em homenagem aos dois jovens, assassinados.
 
O objetivo principal da manifestação foi cobrar justiça, para que os dois homicídios não saiam impunes. Ana Carolina Siqueira, namorada de Abner, foi quem organizou a passeata, junto com outras três meninas próximas aos dois soldados mortos. O evento contou com camisas estampadas com as fotos das vítimas.
 
A passeata, teve início às 10h, sendo chamada de "Passeata da paz". Os participantes desta homenagem caminharam da praça Santos Andrade até a Boca Maldita. Os organizadores esperavam cerca de 200 a 250 pessoas no evento e pediram que quem não tivesse a camiseta com foto de Abner e Fernando, que fosse vestindo roupa preta. A rádio Banda B acompanhou  toda a movimentação da passeata.
 
A namorada de Abner, Ana Carolina Siqueira, junto da irmã do soldado, Tafnes Taborda, reclamaram da demora da polícia em encontrar e prender os responsáveis pelos dois assassinatos. "O Abner era um menino muito bom, era a alegria da turma. A gente ainda tá chocado com o que aconteceu. O que dói mais é não saber quem fez isso e por que", desabafou Ana Carolina.
 
Está preso um suspeito de matar os dois recrutas do Exército, Abner  e  Fernando, em dezembro, após desentendimento no estabelecimento, e a polícia não descarta que outras pessoas tenham participado do crime.
 
Algumas peças do Punto utilizado pelo matador foram colocadas no carro usado no assassinato de um motoboy, no estacionamento da casa noturna, no fim do mês passado.
 
No sábado, a Delegacia de Homicídios cumpriu sete mandados de busca e apreensão e prendeu, em São José dos Pinhais, um jovem identificado pela polícia apenas como Sérgio, 20 anos.
 
Ele é o principal suspeito de matar os militares Fernando Iskiersi e Abner Elias Cologi Taborda, ambos de 19 anos, na madrugada de 2 de dezembro. Câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, e a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada.
 
“Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada Maritza Haisi.
 
O segundo crime aconteceu na madrugada de 27 de janeiro, e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer, 21, que morreu cerca de 10 dias depois no Hospital Cajuru.
 
Amigos
 
De acordo com a polícia, os autores dos dois crimes fazem parte de um grupo envolvido com furtos e roubos de veículos e tráfico de drogas. Durante a operação da DH, Sérgio foi preso na residência dos pais, em São José dos Pinhais, e numa oficina, no mesmo município, a polícia apreendeu peças do Punto usado no assassinato de Guilherme.
 
Na casa do suspeito, em Curitiba, a polícia apreendeu partes de motores de carros, uma balança de precisão e pequena quantidade de maconha. O detido negou envolvimento no crime.
 
A polícia acredita que o segundo homicídio esteja elucidado. O autor do crime, identificado apenas como Bruno, se apresentou na DH e confessou ter efetuado os disparos, motivado por uma rixa antiga entre ele e a vítima. O irmão e um amigo também estavam na hora do crime, mas, segundo a polícia, não teriam participação direta.
 
No dia 17/02/2011 os noticiários da capital anunciaram que o suspeito do assassinato dos rapazes havia sido localizado através das peças de um Punto vermelho. A notícia foi que as peças de um veículo ligavam dois crimes envolvendo frequentadores do Rancho Brasil. Que o suspeito teria sido preso, no caso um tal Sérgio de 20 anos.
 
A Delegacia de Homicídios disse ser ele o principal suspeito de matar os militares Fernando Iskiersi e Abner Elias Cologi Taborda e que as câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, que a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada. “Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada Maritza Haisi. O segundo crime aconteceu na madrugada de 27 de janeiro e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer, 21, que morreu cerca de 10 dias depois no Hospital Cajuru.
 
Desde esta ultima notícia o caso esta parado, segundo as informações dadas a família do Fernando, o tal suspeito nada tinha a ver com o caso dos rapazes. O inquérito esta parado na Delegacia de Homicídios de Curitiba, 20 dias atrás a mãe do Fernando esteve na Delegacia procurando informações, em conversa com o Dr. Jaime (delegado responsável pelo caso), o mesmo informou que não tinha conhecimento do caso e não havia lido autos do inquérito. Na terça feira dia 07/06 ela voltou a delegacia, mas não conseguiu falar com o Dr. Jaime.
 
Para uma mãe é difícil perder um filho assim, assassinado friamente e pior ainda é não ter os assassinos identificados e presos. Que acontece: Descaso? Falta de vontade da policia? São 6 meses e nada se apurou! Queremos respostas!

Tafnes Taborda, irmã de Abner, e Ana Carolina Siqueira, namorada de Abner


Partes de Punto usado em homicídio montaram outro carro.

Abner Elias Taborda e seu amigo Fernando Iskierski, ambos com 19 anos, foram  assassinados no dia 2 de dezembro, após a saída de uma casa noturna situada na Av. Comendador Franco (Av. das Torres) em Curitiba.

No dia 17/02/2011 os noticiários da capital anunciaram que o suspeito do assassinato dos rapazes havia sido localizado através das peças de um Punto vermelho. A notícia foi que as peças de um veículo ligavam dois crimes envolvendo frequentadores do Rancho Brasil. Que o suspeito teria sido preso, no caso um tal Sérgio de 20 anos. 

A Delegacia de Homicídios disse ser ele o principal suspeito de matar os militares Fernando Iskiersi e Abner Elias Cologi Taborda e que as câmeras de segurança filmaram o Punto vermelho do atirador, que a polícia descobriu que a placa havia sido adulterada. “Apuramos que, após o crime, esse carro foi batido e remontado, numa oficina em São José dos Pinhais. O veículo não foi localizado, mas descobrimos que algumas peças foram colocadas no Punto usado no homicídio ocorrido no estacionamento do Rancho Brasil”, explicou a delegada Maritza Haisi. O segundo crime aconteceu na madrugada de 27 de janeiro e vitimou o motoboy Guilherme Henrique Dreer, 21, que morreu cerca de 10 dias depois no Hospital Cajuru.
 
Desde esta ultima notícia o caso esta parado, segundo as informações dadas a família do Fernando, o tal suspeito nada tinha a ver com o caso dos rapazes. O inquérito esta parado na Delegacia de Homicídios de Curitiba, 20 dias atrás a mãe do Fernando esteve na Delegacia procurando informações, em conversa com o Dr. Jaime (delegado responsável pelo caso), o mesmo informou que não tinha conhecimento do caso e não havia lido autos do inquérito. Na terça feira dia 07/06 ela voltou a delegacia, mas não conseguiu falar com o Dr. Jaime.


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Debora Cristina Dias em 06/07/2011 15:30
vc foi e deixou muitas saudades dé


Tereza em 22/06/2011 20:35
É muita impunidade mesmo, nós estamos a merce desse assassinos filha de um p.... mas e com muita dor de saber que deus levou dois jovem com plena saúde , mas rezo para que temos um mundo melhor .e que DEUS de bastante conforto pra essa família e rezo pra que daqui pra frente seja com menos impunidade e mas atitude que DEUS ilumine vocês abraço

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