Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Nicollas Maciel Franco (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 23/12/2010

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 29/07/2004 (6 anos)

Data de Falecimento: 23/12/2010

Sexo: Masculino Masculino
 

Nicollas Maciel Franco, 6 anos, foi assassinado pelo próprio pai, Alexandre Franco, 37 anos, na véspera de Natal, 23/12/2010. Alexandre ficou foragido por 5 dias e se entregou à policia no departamento de proteção a pessoa, no dia 28/12/2010.

Segundo relatos de familiares da vítima, o motivo do crime foi o rompimento do casamento com a mãe da criança, Maria do Carmo Maciel, 31 anos, há aproximadamente dois anos.
Alexandre sequestrou Nicollas na quinta-feira(23/12/2010), por volta das 21h e na sequência ligou inúmeras vezes para a mãe do garoto.
O pai da criança dizia que a ex-mulher nunca mais veria o filho. Por volta da meia-noite do mesmo dia, ele ligou para Maria afirmando que a criança já estava morta.
 
O tio da vítima, Henrique Carvalho, 20 anos, disse que Alecandre ameaçou diversas vezes a mãe e o próprio garoto, afirmando que só os deixaria em paz caso o relacionamento fosse reatado.
Carvalho disse que Franco é dependente químico e que há um ano ele já havia sequestrado o garoto, mas que após dois dias entregou a criança.
“Rezamos para que o pior não tivesse acontecido. Nós procuramos pelo Nicollas todos esses dias. Agora queremos justiça. Que o culpado seja preso”, disse ele.
 
Só para sentir o gosto da vingança foi que ele planejou a morte do filho que o amava. Nicolas Maciel Franco, de apenas 6 anos, vivia dizendo que amava o pai, o qual é viciado em craque e foi deixado pela esposa porque ela se recusou a sustentar o seu vicio e a reatar o casamento, 
 
O último contato telefônico do Alexandre foi realizado na sexta-feira. A ligação foi rastreada e identificada como originária de São Vicente, no litoral paulista. O caso está sendo conduzido pelo 13º Distrito Policial, na região da Casa Verde, em São Paulo, onde o boletim de ocorrência foi registrado.
 
O corpo de Nicollas Maciel Franco foi visto boiando no rio, entre as pontes da Casa Verde e a dos Bandeirantes, no sentido Lapa, por uma pessoa que ligou para os bombeiros. O garoto vestia camiseta azul e bermuda quando foi localizado. 
 
Em 27/12/2010, a mãe da criança, já tinha identificado o corpo como sendo de Nicollas Maciel Franco devido a uma pinta no rosto e alguns objetos pessoais, como uma corrente do personagem Ben 10. O corpo, que já estava em estado avançado de putrefação, foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) e passou por exame necroscópico.
A causa da morte foi apontada como estrangulamento, segundo o Instituto Médico Legal de São Paulo (IML). Também foram identificadas lesões pelo corpo, dedos das mãos e dentes quebrados.
 
O pai do garoto, Alexandre Franco, se entregou a polícia na manhã de 28/12/2010, na sede do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
 
Segundo a polícia, Alexandre Franco, de 38 anos, cometeu o crime para se vingar da mulher, Maria do Carmo. - A mulher disse que ele não aceitava a separação. No dia 23, ele foi até a casa da avó, pegou a criança, saiu e soltou a sua mão no corrimão da ponte da Vila Maria, Zona Norte, e o garoto caiu no Rio Tietê. A intenção dele era matar -, conta o delegado titular do 13º DP (Casa Verde), José Antonio Ayres de Araújo.
 
O corpo do menino Nicollas Maciel Franco foi enterrado no cemitério Vila Rios, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Segundo o IML (Instituto Médico Legal), Nicollas não foi velado devido a deformações. 
 
A missa de 7º dia do pequeno Nicollas Maciel Franco será realizada no dia 08/01/2011 às 18h na igreja Nossa Senhora de Loreto, na Avenida N S Loreto, 913 - Vila Medeiros São Paulo.
 
A primeira audiência do caso Nicollas aconteceu no dia 27/07/2011 às 15:45h no fórum de Santana, em São Paulo-SP
 
O julgamento de Alexandre Franco, de 38 anos, acusado de assassinar o próprio filho, o pequeno Nicollas Maciel Franco foi realizado no dia 14 de março de 2012 às 13h30 no 2º Tribunal do Júri do fórum de Santana, na zona norte de São Paulo.
Durante o julgamento de Franco, o promotor André Luiz Bogado Cunha apresentou aos jurados diversos desenhos feitos por Nicollas na escola e que demonstram como a criança admirava o pai. Em um desses desenhos, Nicollas tratou o pai como seu herói.
 
O desempregado Alexandre Franco foi condenado na noite de quarta-feira (14) a 24 anos, 10 meses e 20 dias de prisão pela morte do filho, de 6 anos, ocorrida em 2010. A sentença foi lida por volta das 21h10 pelo juiz Alexandre Andreta dos Santos, no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo.
O juiz considerou que o homicídio causou trauma à ex-mulher de Franco, Maria do Carmo Maciel, e à família dela. "O fato de ser crime contra uma criança aumenta a pena em um terço, e como a vítima era filho do acusado, o crescimento da pena é de mais um sexto", disse o magistrado ao ler a sentença.
 
Segundo o Ministério Público, o desempregado jogou o menino Nicollas Maciel Franco no Rio Tietê, na noite de 23 de dezembro de 2010. O condenado nega e diz que a criança caiu acidentalmente da Ponte da Vila Maria. O pai, porém, não mergulhou atrás da criança nem pediu ajuda. O corpo do menino foi encontrado dias depois, boiando no rio, na região da Casa Verde.
 
Para o promotor André Luiz Bogado Cunha, a sentença foi satisfatória e os quatro votos do júri que foram lidos eram favoráveis à acusação. "O que nós esperávamos era isso, que houvesse condenação e dentro da lei, o máximo possível de pena. Foi o que foi feito, eu acredito que tenha sido feita a Justiça", disse ele.
A defesa diz que vai recorrer da decisão, por entender que a pena foi muito alta. "A sentença foi injusta, porque nos autos havia provas de que ele [Franco] agiu com culpa, e não com dolo [intenção de matar]", diz o advogado do desempregado, Osvaldo Correa Vieira. Para ele, ficou demonstrado que Franco "foi um bom pai" e que a morte "foi uma fatalidade". "Ele estava passando na ponte com o filho e no caminho o menino caiu", ressalta.
 
 

A expressão da dor que palavras não podem definir...

Missa de 7º dia do pequeno Nicollas Maciel Franco

Desenho de Nicollas, 6, retrata o pai Alexandre Franco, 40, como herói

Nicollas Maciel Franco, de apenas 6 anos, foi estrangulado e jogado no Rio Tietê, pelo próprio pai que não aceitava o fim do relacionamento com a mãe do menino. O crime aconteceu na zona norte de São Paulo, no dia 23/12/2010.

Em 27/12/2010, a mãe da criança, já tinha identificado o corpo como sendo de Nicollas Maciel Franco encontrado boiando no Rio Tietê. O pai do garoto, Alexandre Franco, se entregou a polícia na manhã de 28/12/2010, na sede do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Segundo a polícia, Alexandre Franco, de 38 anos, cometeu o crime para se vingar da mulher, Maria do Carmo. - A mulher disse que ele não aceitava a separação. No dia 23, ele foi até a casa da avó, pegou a criança, saiu e soltou a sua mão no corrimão da ponte da Vila Maria, Zona Norte, e o garoto caiu no Rio Tietê. A intenção dele era matar -, conta o delegado titular do 13º DP (Casa Verde), José Antonio Ayres de Araújo.
 
O julgamento de Alexandre Franco, de 38 anos, acusado de assassinar o próprio filho, o pequeno Nicollas Maciel Franco foi realizado no dia 14 de março de 2012 às 13h30 no 2º Tribunal do Júri do fórum de Santana, na zona norte de São Paulo.
Durante o julgamento de Franco, o promotor André Luiz Bogado Cunha apresentou aos jurados diversos desenhos feitos por Nicollas na escola e que demonstram como a criança admirava o pai. Em um desses desenhos, Nicollas tratou o pai como seu herói.
 
O desempregado Alexandre Franco foi condenado na noite de quarta-feira (14) a 24 anos, 10 meses e 20 dias de prisão pela morte do filho, de 6 anos, ocorrida em 2010. A sentença foi lida por volta das 21h10 pelo juiz Alexandre Andreta dos Santos, no Fórum de Santana, na Zona Norte de São Paulo.
O juiz considerou que o homicídio causou trauma à ex-mulher de Franco, Maria do Carmo Maciel, e à família dela. "O fato de ser crime contra uma criança aumenta a pena em um terço, e como a vítima era filho do acusado, o crescimento da pena é de mais um sexto", disse o magistrado ao ler a sentença.
 


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Sandra Domingues em 15/03/2012 00:31
Para mim não foi feito de fato JUSTIÇA...um pai que mata o próprio filho é condenado à 24 anos, sendo que daqui à 7 anos ele já estará nas ruas, devido o benefício do regime semi-aberto...poderia se dizer que houve JUSTIÇA...caso ele cumprisse ao menos os 24 anos de CADEIA ENJAULADO. Diante das BRECHAS DA LEI...o mínimo que se esperava era que o JUIZ desse uma pena DIGNA E COMPATÍVEL com o crime...já levando em conta os benefícios e regalias que ele terá e que em breve será devolvido esse LIXO para a sociedade! O Juiz Dr. Alexandre Andreta dos Santos, apenas se limitou a aplicar a Lei...mas não teve empatia alguma e deu a sentença minima proposta para o caso. Daqui há 7 anos o filhinho que a Maria Do Carmo Maciel carrega no ventre terá 6 anos de idade, a mesma idade do pequeno Nicollas e esse MONSTRO estará nas ruas....o que ele será capaz de fazer com o filho dela, depois de ter sido capaz de matar o filho dele ?!


Luciana em 14/03/2012 17:29
Sou mãe de um pequeno príncipe tb e me dói o coração ler notícias como estas. Rezo para q a mãe deste pequeno anjo esteja em paz consigo mesma e que a família ame este lindo garotinho para sempre. Ao dito "pai", "ser humano" capaz de fazer algo assim a um pequeno q só lhe deu amor, desejo do fundo do coração que a justiça seja feita. Que Deus - em sua misericórdia - seja justo em sua punição também, porque como humana e cheia de defeitos como sou, não consigo nem escrever o q desejo para este ser nojento, asqueroso e indigno de sentimentos e compaixão. Pequeno Nicollas... sei q és anjo e estás ao lado do Senhor Jesus. Q Deus o tenha sempre, pequenino e amoroso príncipe!


Marcia em 14/03/2012 11:42
ele tem que pagar com a propia vida


Jose Antonio em 28/01/2011 18:38
Peço a Deus por este pequeno menino, e neste momento em que eu mais queria ter o meu filho do meu lado e não posso , vejo um pai fazer isso . O que pensar de atos como este ?? Hoje falo como minha esposa que seria melhor eu ou ela termos ido no lugar de meu filho.Nós pais temos de ser assim...defender a apoiar sempre quando nossos filhos são direitos e honrados .. no caso de vcs parentes que amam o pequeno Nicollas,sejam fortes e continuem a ama-lo. força e fiquem com Deus..Sou o pai do Luis Paulo assasinado dia 24/12/2010, por um professor de faculdade.


Sandra Domingues em 30/12/2010 13:31
Natal é tempo de alegria, de festa, de esperança. Onde os pequenos se preparam para a chegada do Papai do Noel e as mamães e papais se desdobram para realizar os sonhos natalinos de seus pequenos filhos, é a época em que o espírito de fraternidade e solidariedade afloram nos corações. Mas não foi isso que aconteceu com o pequeno Nicollas... Nos machuca o coração ler notícias como essas e saber que existem "seres humanos" que são capazes de cometer tamanha maldade com anjos inocentes, sangue de seus sangues. Que descontam suas frustrações de forma covarde, em crianças indefesas. E depois pedem proteção por suas vidas. O que esperar de um ser humano como esse? Qual a pena que ele merece? Foi dado direito à vida ao pequenos Nicollas ? Mas a Constituição não PROIBE a PENA DE MORTE? Que direitos tinha esse "pai" de tirar a vida do seu próprio filho? Descanse em paz pequeno anjo...que o seu caminho seja repleto de luz!

Thiago da Costa Correia da Silva Paulo Sérgio Jerônimo da Silva Joanna Cardoso Marcenal Marins Michelle Chaffin Cubeiro Verônica Torres da Fonseca Alexandre Menezes dos Santos Rodrigo Balsalobre Damus Alessandra Mendes Petrus Soares da Silva Max Fernando de Paiva Oderich Rafael Mascarenhas Roberto Laudísio Curti  Carlos Eduardo Lira dos Santos Rampini Luis Renato Menina Ventura Ribeiro Larissa dos Santos Atanázio Kelly Cristina Rodrigues Ana Carolina Domingos Cassino Abinoão Soares de Oliveira Vanessa Maria de Oliveira Danghlie Vieira de Andrade Rômulo Castro Ramos Tavares
 
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