Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Luciana Barreto Montanhana (Sequestro)



 


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Data do Ocorrido: 11/11/2010

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 28/09/1981 (29 anos)

Data de Falecimento: 11/11/2010

Sexo: Feminino Feminino
 

A jornalista Luciana Barreto Montanhana, de 29 anos, foi morta estrangulada pelo cabo Rodrigo Domingues Medina, de 34 anos, do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), uma das tropas de elite da Polícia Militar.

O cabo Medina confessou o crime na tarde do dia 27/11/2010. Luciana havia sido sequestrada por ele no dia 11/11/2010, depois de ter saído de uma academia dentro do Shopping Eldorado, zona oeste de São Paulo.

A jornalista trabalhava para uma grande assessoria de imprensa. Por ter reagido, segundo o depoimento de Medina à Polícia Civil, horas depois de ter sido colocada no carro do policial, um Gol, ela foi morta estrangulada. As mãos da moça foram atadas com algemas de plástico. O corpo foi jogado na serra, no km 44 da Rodovia Anchieta. Nessa mesma noite, ele ligou para o pai da vítima, pedindo resgate de R$ 500 mil.
 
Ele contou aos policiais da Divisão Antissequestro (DAS) ter abordado aleatoriamente Luciana, porque estaria precisando de dinheiro, mas não disse para que e nem se estava endividado.
 
Segundo Medina, a jornalista Luciana foi abordada dentro do estacionamento do shopping, mas, para o delegado Wagner Giudice, a abordagem ocorreu do lado de fora, em uma das saídas do centro de compras. Giudice solicitou ao Eldorado as gravações das câmeras de monitoramento. 
 
O carro dela, um Captiva, foi encontrado a duas quadras do shopping. Medina estaria armado no momento em que obrigou a vítima a entrar em seu carro. O delegado descartou que ele conhecesse a assessora de imprensa ou que tivesse alguma informação sobre a vida financeira do noivo dela, um empresário bem-sucedido – eles moravam juntos.
“Ele disse que ela falava muito e por isso a matou”, contou o delegado. O corpo foi encontrado, já em estado de decomposição, o que, para Giudice, confirmaria que ela foi morta no primeiro dia do sequestro. O policial do Gate foi descoberto depois de ter feito cinco ligações de orelhões no centro e na zona norte da capital para a família de Luciana. A DAS passou a monitorar as ligações.
 
Na última, feita no dia 20/11/2010, os policiais conseguiram localizá-lo ainda no orelhão. Como é triatleta, ele correu duas quadras até onde deixara o carro estacionado, abriu o veículo, pegou a arma que estava no banco e passou a atirar nos civis. Assim que entrou no carro, foi atingido nas costas.
Só então se identificou como PM. Foi socorrido e levado ao hospital da PM, onde ainda permanece internado. No dia em que foi descoberto, ele foi autuado em flagrante e tinha uma agenda onde estavam anotados os números da família de Luciana, que mora na zona norte. No mesmo dia, a Corregedoria da PM foi avisada e abriu um procedimento para investigar a conduta do policial.
 
Rodrigo foi encaminhado ao Presídio Romão Gomes. Ele vai responder por homicídio e extorsão mediante sequestro. Na pensão em que Medina morava com outros quatro PMs, também na zona norte, foi encontrada a bolsa da jornalista, onde havia iPod, celular e documentos.
Segundo o major Marcel Sofner, Medina não tinha, até então, nenhuma ocorrência no prontuário que desabonasse sua conduta. No último telefonema antes de ser surpreendido pelos policiais da DAS, Medina negociava o resgate em um orelhão próximo a um batalhão da PM.
 
Assessora era responsável por contas de grandes clientes
 
Luciana Barreto Montanhana, a jornalista estrangulada pelo cabo do Gate Rodrigo Domingues Medina, estava noiva. Formada em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica  de São Paulo, (PUC-SP) em 2005, ela também tinha cursado MBA (Master of Bussiness Administration, mestrado em administração) pela Fundação Getúlio Vargas entre 2009 e 2010. Luciana trabalhava para uma grande assessoria de imprensa, a G&A Comunicação (Gaspar & Associados). A assessora de imprensa cuidava de contas de grandes clientes, como Hotéis Marriot, computadores Dell, Panasonic e General Atlantic, uma empresa de investimentos.
 
O cabo Rodrigo Domingues Medina foi expulso da corporação no ano seguinte ao crime e aguardava o julgamento preso no presídio de Tremembé, interior de São Paulo, mas por manobras da defesa o julgamento já foi adiado por 3 vezes. 

Depois de 14 horas de julgamento, às 00:25 do dia 11/02/2015, o Juiz Dr. Paulo de Abreu Lorenzino leu a dosimetria da pena do ex policial do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), Rodrigo Domingues Medina, que foi condenado a 49 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da jornalista Luciana Barreto Montanhana. Rodrigo Medina foi condenado por extorsão mediante sequestro com resultado morte, extorsão, ocultação de cadáver, três tentativas de homicídio e resistência à prisão.

Por Sandra Domingues, com informações do G1, IG e Jornal da Tarde

cabo Rodrigo Domingues Medina

 

Familiares, amigos da jornalista Luciana Barreto Montanhana e integrantes da ONG Justiça é o que se Busca assistiram o julgamento do assassino

A jornalista Luciana Barreto Montanhana, de 29 anos, sequestrada foi morta estrangulada pelo cabo Rodrigo Domingues Medina, de 34 anos, do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), em 11/11/2010 depois de ter saído de uma academia dentro do Shopping Eldorado, zona oeste de São Paulo.

O cabo Rodrigo Domingues Medina confessou ter matado por estrangulamento a jornalista Luciana Barreto Montanhana

O policial do Gate foi descoberto depois de ter feito cinco ligações de orelhões no centro e na zona norte da capital para a família de Luciana. A DAS passou a monitorar as ligações.

O cabo Rodrigo Domingues Medina foi expulso da corporação no ano seguinte ao crime e aguardava o julgamento preso no presídio de Tremembé, interior de São Paulo, mas por manobras da defesa o julgamento já foi adiado por 3 vezes. 

Depois de 14 horas de julgamento, às 00:25 do dia 11/02/2015, o Juiz Dr. Paulo de Abreu Lorenzino leu a dosimetria da pena do ex policial do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), Rodrigo Domingues Medina, que foi condenado a 49 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da jornalista Luciana Barreto Montanhana. Rodrigo Medina foi condenado por extorsão mediante sequestro com resultado morte, extorsão, ocultação de cadáver, três tentativas de homicídio e resistência à prisão.
 
 


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