Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Patrícia Marieve da Silva Barbosa (Outro)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 05/05/2010

Localização: Parati (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1975 (35 anos)

Data de Falecimento: 05/05/2010

Sexo: Feminino Feminino
 
Patrícia Marieve da Silva Barbosa, advogada, 35 anos, estava desaparecida desde o dia 5 de maio de 2010. 
 
A mãe da advogada disse que sua filha sofria de depressão e tomava medicamentos.

O último contato de Patrícia foi um telefonema para uma amiga no início do mês de maio, segundo sua mãe, a aposentada Geni Ferreira da Silva. "Ela só disse para essa amiga que estava no bairro do Brooklin", disse Geni.

O corpo da advogada paulista Patrícia Marieve da Silva,  foi localizado em um cemitério de Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro.

Patrícia foi encontrada morta na Praia do Sono, no Condomínio Laranjais, em Parati, no dia 14 de maio. Após passar 40 dias no Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, a vítima foi enterrada como indigente.
 
O corpo de Patrícia foi localizado pela Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo (Acrimesp), na tarde de 23/11/2010.
O reconhecimento foi feito pela mãe da advogada, Geni Ferreira da Silva, que registrou o desaparecimento da filha no dia 5 de maio, na Delegacia de Pessoas Desaparecidas do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na capital paulista.
 
Segundo o advogado José Beraldo, diretor do Departamento de Proteção à Pessoas Carentes da Acrimesp, que também investiga casos de desaparecidos, Patrícia teria sido vista com um homem, em Angra dos Reis, antes de morrer.
Beraldo não soube informar se o corpo da vítima apresentava sinais de violência.
Segundo o advogado, Patrícia foi reconhecida pela mãe através das roupas.
 
- A mãe dessa colega nos procurou em maio, após registrar o desaparecimento na Polícia Civil. Começamos a fazer um trabalho de divulgação de fotos e informações sobre ela e descobrimos que o corpo estava enterrado como indigente em Angra dos Reis – diz Beraldo.
 
O advogado disse que cabe à Polícia Civil de São Paulo investigar as causas da morte e defendeu uma central de registros nacional de pessoas desaparecidas.
 
- A Acrimesp deve encaminhar carta ao Congresso propondo a criação de uma central nacional de pessoas desaparecidas, que interligue os registros das polícias e dos necrotérios de todos os estados brasileiros – ressalta.

O corpo da advogada paulista Patrícia Marieve da Silva, de 35 anos, desaparecida desde maio deste ano, foi localizado em um cemitério de Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro.

Patrícia foi encontrada morta na Praia do Sono, no Condomínio Laranjais, em Parati, no dia 14 de maio.
Após passar 40 dias no Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, a vítima foi enterrada como indigente.


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