Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Isabella Cassani (Estupro)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 24/10/1999

Localização: Vitória (ES)

Data de Nascimento: 00/00/1984 (15 anos)

Data de Falecimento: 24/10/1999

Sexo: Feminino Feminino
 

Isabella Cassani , 15 anos, foi violentada e estrangulada, em Vitória-ES, no dia 24/10/1999. 

Isabella Cassani desapareceu na noite anterior à descoberta do seu corpo. Ela saiu de casa, em Jardim da Penha, Vitória, no dia 24 de outubro de 1999, um domingo, para visitar uma amiga que morava no Centro da cidade. A amiga, Leann Coellen Gridley, era missionária da Igreja de Cristo, frequentada pela jovem. 

Aluna da antiga Escola Técnica Federal do Espírito Santo (hoje Ifes), Isabela tinha 15 anos e, segundo a família, não tinha hábito de andar de ônibus pela cidade. Às 22h30 da noite em que sumiu, a garota foi filmada pelo sistema de monitoramento de uma loja de conveniência de um posto de combustível da Avenida Beira-Mar, em Vitória. Ali, perguntou ao caixa como deveria fazer para chegar à Rua Henrique Novaes, no Centro, onde Leann Gridley morava. 
 
Na manhã seguinte, seu corpo foi encontrado com marcas de estrangulamento, violência sexual, além de pancada na cabeça, mordida em um dos ombros e hematomas em um dos seios, na Baía de Vitória, próximo a uma ilha entre a Capital e o município de Cariacica. Exames mostraram que a garota teria sido jogada ainda com vida na água. 
 
O caso foi investigado por pelo menos três delegados. A norte-americana Leann Gridley chegou a ser investigada, mas no mês seguinte ao homicídio viajou para Oklahoma, nos Estados Unidos, e não mais voltou a Vitória. 
 
Vários suspeitos chegaram a ser interrogados na época e mais de 30 tiveram que submeter-se a exame de DNA, mas nenhuma pessoa teve a culpa confirmada.
 
O caso de Isabela Cassani é considerado de difícil elucidação pelo próprio delegado chefe da Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Claudio Victor. 
 
Prescrição 
 
Na divisão, o índice médio de elucidação de assassinatos, hoje, é de 40%. Na Capital, isoladamente, sobe para 50%. Legalmente, o prazo de prescrição de um homicídio é de 20 anos. 
 
Mesmo sem autoria definida, o inquérito que apura o crime está na Justiça. Segundo o delegado Claudio Victor, a cada 30 dias ou mais, inquéritos são submetidos à fiscalização, primeiro do Ministério Público, que o encaminha ao Judiciário. 
 
Novas diligências para apuração podem ser requeridas pela Justiça à polícia. Claudio Victor lembra que só o Ministério Público pode requerer o arquivamento de um processo à Justiça. 
 
Suspeitos 
 
Ao longo de dez anos, o delegado diz que muitas hipóteses foram levantadas e investigadas, na tentativa de saber quem violentou e levou Isabela Cassani à morte. Exames feitos pela polícia, na época, mostraram que ela foi jogada na Baía de Vitória ainda com vida. 
 
Na época em que ocorreu o crime, surgiram muitas denúncias anônimas. O próprio delegado lembra que um possível suspeito morreu em 2001, sem que pudesse ter sido feito o exame de DNA, já que seus restos mortais não foram localizados. 
 
"O cemitério, em Cariacica, alegou não saber onde foi colocada a ossada", diz o delegado, para quem a morte de Isabela Cassani, embora sem indicativo certo de autoria, não pode ser definida como um crime insolúvel. 

Isabella Cassani, 15 anos, foi violentada e estrangulada, em Vitória-ES, no dia 24/10/1999. 

Ao longo de dez anos, o delegado diz que muitas hipóteses foram levantadas e investigadas, na tentativa de saber quem violentou e levou Isabela Cassani à morte. Exames feitos pela polícia, na época, mostraram que ela foi jogada na Baía de Vitória ainda com vida. 

Na época em que ocorreu o crime, surgiram muitas denúncias anônimas. O próprio delegado lembra que um possível suspeito morreu em 2001, sem que pudesse ter sido feito o exame de DNA, já que seus restos mortais não foram localizados. 
 
Vários suspeitos chegaram a ser interrogados na época e mais de 30 tiveram que submeter-se a exame de DNA, mas nenhuma pessoa teve a culpa confirmada.


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