Ludmila Maria Fernandes Fragoso A policial civil foi morta depois de ser torturada em 04/08/2006, no distrito de Piabetá, em Magé.
Segundo a família, a policial Ludmila Fernandes sofria ameaças constantes as quais a ouvidoria da Policia Militar do Rio de Janeiro não considerou. Lembram ainda os últimos instantes da policial que deixou a mãe em casa e estava radiante para voltar para casa a fim de comemorar a tão esperada "Lua-de-mel" na casa nova. Porém, a caminho de casa enfretou um engarrafamento onde teve o último contato com a mãe ao pedir que verificasse os motivos do engarrafamento. Depois não retornou as ligações e foi encontrada em 04/08/2006 carbonizada.
O IML reconheceu Ludmila Fernandes pela placenta conservada que confirmava a gravidez de 1 mês e constataram que a vítima foi torturada antes de ser queimada.
Rogério Firmino dos Santos confessou aos policiais sua participação no crime. Com ele, foi apreendida uma espingarda calibre 20, 46 papelotes de cocaína e um tablete de maconha. Ele foi preso em uma casa na esquina das ruas Nilo Peçanha com 14 de Julho, na comunidade do Sapê, em Imbariê, Duque de Caxias, a 300 metros do local onde os restos de Ludmila foram encontrados. O preso foi encaminhado para a 62ª DP (Imbariê) e a prisão provisória de Rogério foi solicitada.
Atualmente, a mãe de Ludmila Fernandes, Zoraíde Fernandes, continua a campanha pela paz e justiça no Rio de Janeiro.


Ludmila Maria Fernandes, 24 anos, foi torturada e morta por ser identificada como policial durante patrulha na Av. Brasil - RJ, em 04/08/2006.
O IML reconheceu Ludmila Fernandes pela placenta conservada que confirmava a gravidez de 1 mês e constataram que a vítima foi torturada antes de ser queimada.
Atualmente, a mãe de Ludmila Fernandes, Zoraíde Fernandes, continua a campanha pela paz e justiça no Rio de Janeiro.