Por Iracy Souza Magalhães, mãe de Kassia Karinne Magalhães
Socorri minha filha em 17 de agosto de 2009 , ela estava com febre, dor de cabeça e dor por todo o corpo.
A taxa de leucócitos 17.000 , suspeita de leptospirose mas desitiu do diagnóstico e mandou tomar benzetacil, 2 dias após mais febre, retorno ao hospital, refeito exames taxa de leucócitos 19000 , diagnóstico "amigdalite" , quatro dias após mais febre dificuldade respiratória, e pasmem os médicos da emergência estavam descansando após o almoço, precisamos chamar um sargento para acordá-los, isso após 1 hora de espera, mandou fazer exames e aguardamos em um banco de praça, disgnostico "pneumonia" após 5 horas internaram, creiam não havia pneumologista que só chegou às 14 h do dia seguinte e disse-me " não atenderei sua filha pois o Estado não me paga para trabalhar além de minha cota que é 3 pacientes, se achar ruim preste queixa".
Acionamos um capitão militar e 2 hs após a referida atendeu minha filha de mau humor e mandou repetir todos os exames pois havia perdido os que ela tinha feito, às 19 horas ela foi para UTI e 4 dias após faleceu, SVO 'sptecemia generalizada " e ainda contraiu o vírus da H1N1; Isso tudo no Hospital da Policia Militar de Pernambuco pois minha filha era soldado Pm.
Conclusão do Ministério Publico e Corregedoria de polícia "HOMICÍDIO'
Do ocorrido
Kassia Karinne Magalhães, soldada que era lotada no Batalhão de Polícia de Guarda (BPGd) e estava há cinco anos na corporação, deu entrada no CMH-PM em 17 de agosto com sinais da gripe A(H1N1), sendo medicada e liberada. Exame de sangue apontou infecção bacteriana. A paciente retornou ao hospital dois dias depois e novamente não foi internada. Medicada com antibióticos, ela voltou ao CMH-PM no dia 25, com dificuldades respiratórias. Kássia Magalhães foi encaminhada ao Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc). A peregrinação continuou, e a soldada foi mandada de volta para o hospital da PM, onde recebeu ordem de internamento. O quadro se agravou e, três dias depois, ela morreu. Revoltada, a mãe da vítima, Iracy Souza Magalhães, denunciou o caso no BPGd, na Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social (SDS) e no Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Iracy acusa o CMH-PM de negligência.
De acordo com o infectologista Danilo Nunes, apesar da piora no quadro, não havia motivo para transferi-la para o Hospital Osvaldo Cruz.
Iracy Magalhães, mãe da agente da Polícia Militar (PM), prestou depoimento por quase duas horas no Batalhão de Guarda da PM, local onde a filha dela trabalhava há dois anos. Ela está convencida de que a filha, Kassia Karine Magalhães Viana, 27 anos, foi vítima de negligência médica.

Iracy Magalhães, mãe da agente da Polícia Militar (PM), prestou depoimento por quase duas horas no Batalhão de Guarda da PM, local onde a filha dela trabalhava há dois anos. Ela está convencida de que a filha, Kassia Karine Magalhães Viana, 27 anos, foi vítima de negligência médica.
Com a denúncia apresentada pela mãe da policial, será aberto um processo administrativo pelo comando da PM para apurar se houve negligência no atendimento prestado a Kássia Karine. De acordo com o assessor de Comunicação da PM, major Sérgio Rodrigues, as investigações serão concluídas em, no máximo, três meses. “Apenas a apuração administrativa é que poderá verificar se de fato ocorreu negligência, mas nada ficará em branco", garantiu o major.
De acordo com as informações passadas pela Iracy Souza Magalhães, mãe de Kássia Karine, o processo foi arquivado pela promotora Ceucy do Conselho de Medicina, sem ao menos a família ter sido chamada para depor e sem ter tomado conhecimento da decisão.