Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Patrícia Amieiro Branco de Franco (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 14/06/2008

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Falecimento: 14/06/2008

Sexo: Feminino Feminino
 

Patrícia Amieiro Branco de Franco, 24 anos, ao sair de um show na zona sul carioca e regressando para casa, zona oeste, sofre um acidente (sem explicações aparentes) na saída do túnel do Joá, onde o carro foi encontrado nas pedras, junto a Lagoa de Marapendi, acerca de 25Km da casa dela, sem o copor da engenheria em 14/06/2008.

Tudo parecia ser mais um acidente, mas os fatos começaram a mudar quando:
1) O corpo de Patrícia Franco não é encontrado;
2) A demora do socorro;
3) O deslocamento de viaturas para o local sem relatórios ou autorização de superiores;
4) O relato do policial militar que jogou uma pedra de 8kg para verificar se Patrícia Franco estava no carro;
5) A disposição dos objetos pessoais de Patrícia Franco as margens da Lagoa, segunda a família a pulseira era muito difícil de retirar;
6) As marcas de balas encontradas na lataria do carro da vítima.

Fotos mostram que o cinto de segurança do motorista estava afivelado na hora em que o carro caiu da ribanceira.

"Se o cinto estava afivelado, onde estava o corpo? Onde é que está o corpo? Onde é que está a Patrícia Franco?", questiona Marcos Reimão, da Delegacia Anti-Seqüestro.

Há duas versões:
1) Patrícia Franco foi confundida com traficante e os policiais atiraram o que poderia ter provocado o acidente, mas não justificando o sumiço da jovem.
2) Traficantes poderiam ter matado Patrícia Franco por não ter parado em barricada, justificando os tiros na lataria e sumido do corpo.
"A linha de investigação passa agora a ter um acidente associado a impactos de arma de fogo que foram efetuados contra o veículo da Patrícia Franco", aponta Marcos Reimão, da Delegacia Anti-Seqüestro.

No motor do carro de Patrícia Franco, os peritos fotografaram várias marcas que parecem de tiros. Mais tarde, acharam ali, no compartimento do motor, três fragmentos de bala. A hipótese que se investiga agora é que Patrícia Franco tenha sido vítima de um crime.
"Teve um crime, sim. Agora, que crime foi?", pergunta Marcos Reimão, da Delegacia Anti-Seqüestro.

Mas um crime sem resposta. A família até hoje busca saber o que aconteceu. Houve 7 audiências com os principais suspeitos, os policiais militares, mas não há nada conclusivo. E fica a dúvida: cadê Patrícia Franco?

Em julho de 2012 a polícia do Rio de Janeiro retomou as buscas do corpo da engenheira Patricia Amieiro

Para os pais, uma espera dolorosa. Para a polícia, mais uma chance de encontrar pistas sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro.
 
O Ministério Público recebeu uma denúncia anônima de que haveria um cemitério clandestino, em um sítio, na Zona Oeste do Rio. Nele o corpo de Patrícia teria sido enterrado. Segundo investigadores, o imóvel era alugado para festas promovidas por policiais militares. Alguns, suspeitos de envolvimento com milícias.
 
Após o anúncio oficial do fim das buscas pela ossada da engenheira Patrícia Amieiro, o irmão, Adriano Amieiro, fez um apelo emocionado ao governador Sérgio Cabral, nesta sexta, e ao secretario estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, para que os trabalhos continuassem no local.
"Eu entendo e respeito a opinião do Corpo de Bombeiros, que são especialistas. Eu confio no trabalho do MP e da polícia, mas peço que as buscas não terminem aqui no sítio. A gente acredita que as roupas sejam da Patrícia, sentimos que ela possa estar aqui, então, eu faço um apelo ao governador e ao secretario Beltrame para que as buscam continuem só mais um pouquinho", disse ele, que foi amparado por um psicólogo da Polícia Civil.
 
De acordo com o comandante Vítor Leite, do 2º Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente, as equipes fizeram uma varredura em todo o terreno do sítio, com o auxilio de seis cães farejadores. Ele afirmou que durante as buscas, os bombeiros encontraram duas ossadas de animais, uma de bode e outra de cachorro, e vários objetos pessoais, como tênis, prendedor de cabelo e brinquedos.
 
"Nós dividimos as equipes em três, elas subiram até o cume do morro, fazendo uma varredura, até a base da pedra,começamos o serviço as 9h, encontramos algumas ossadas de animais, até porque o sítio tem animais, e a equipe regressou fazendo um pente fino. Encontramos uma cisterna, e não encontramos nada lá dentro, e para os bombeiros os trabalhos também estão encerrados", disse ele.
 
Na manhã de 13/07/2012, equipes que tentavam localizar a ossada de Patrícia em um sítio no Intanhangá, Zona Oeste do Rio. Os trabalhos realizados por cerca de 200 agentes do Ministério Público, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, da Light e da secretaria municipal de Conservação foram concluídos por volta das 12h45.
 
O delegado Marcos Reimão, última testemunha a ser ouvida na audiência de instrução de julgamento do desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro, que teve início às 15h de sexta-feira (13/07), no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, afirmou ter convicção da participação dos quatro policiais militares na morte da engenheira.
 
Reimão esteve à frente das investigações na época. O depoimento dele durou 1h40.
O delegado informou que vários detalhes o levaram a essa conclusão, entre eles o fato de que vários carros da PM terem estado no local e o próprio estado emocional dos policiais, já que de início o caso foi tratado como acidente.
Os PMs acusados de matar e ocultar o cadáver de Patrícia foram interrogados novamente nesta sexta. Todos disseram que houve um acidente e que não havia corpo algum dentro do carro.
O primeiro a ser ouvido, Marcos Paulo Nogueira Maranhão, negou a autoria do crime e falou por apenas cinco minutos. Ele afirmou que quando chegou no carro, o veículo estava vazio.
 
Os policiais militares acusados da morte da engenheira Patrícia Amieiro, em julho de 2008, vão a júri popular.  
 
No dia 08 de julho de 2013 o juiz Fabio Uchôa, da 1ª Vara Criminal, pronunciou os PMs Marcos Paulo Nogueira Maranhão e Willian Luis do Nascimento por tentativa de homicídio. Eles ainda responderão por fraude processual por terem alterado o local do crime. Os outros dois policiais, Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos, respondem apenas por fraude processual. 
Os advogados dos policiais ainda podem entrar com um recurso contra a decisão do juiz de levar seus clientes a júri. Só depois dessa fase do processo é que poderá ser marcada a data do julgamento.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1,  RJTV  e Extra 
 

Patrícia Amieiro Branco de Franco, 24 anos, ao sair de um show na zona sul carioca e regressando para casa, zona oeste, sofre um acidente (sem explicações aparentes) na saída do túnel do Joá, onde o carro foi encontrado nas pedras, junto a Lagoa de Marapendi, acerca de 25Km da casa dela, sem o copor da engenheria em 14/06/2008.
 
Segundo a denúncia do MP-RJ, no processo criminal que corre no 1ª Tribunal do Júri da Capital, "Patrícia Amieiro Branco de Franco tinha 24 anos de idade quando, ao retornar para casa na madrugada do dia 14 de junho de 2008, teve seu carro atingido por projéteis de arma de fogo, perdendo o controle do veículo, que mergulhou no canal à entrada da Barra da Tijuca", na Zona Oeste do Rio. O corpo da engenheira, no entanto, ainda não foi encontrado.
 
Quatro policiais militares são acusados da morte e ocultação do corpo da jovem.

A família até hoje busca saber o que aconteceu. Houve 7 audiências com os principais suspeitos, os policiais militares, mas não há nada conclusivo. E fica a dúvida: cadê Patrícia Franco?

A juíza Flávia de Almeida Viveiros de Castro, da 6ª Vara Cível da Barra da Tijuca, declarou a morte presumida da engenheira Patrícia Amieiro Branco de Franco, desaparecida desde o dia 14 de junho de 2008. O pedido foi feito pelo pai da vítima, Antônio Celso de Franco. A informação foi divulgada na tarde de 17/06/2011 pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Para a magistrada, segundo o TJ-RJ, as declarações juntadas aos autos não deixam resquício de dúvida de que Patrícia possuía vínculos muito estreitos com seus familiares e amigos, além da foto do carro dela e o local onde foi encontrado não deixarem dúvida de que a jovem não poderia ter saído viva do veículo, já que na denúncia do Ministério Público do Rio (MP-RJ) consta existirem marcas de penetração de bala no mesmo.
 
“Por todo o exposto, a única dúvida que permanece com relação a esta tragédia é saber onde se encontra o corpo de Patrícia, visto que o óbito é indiscutível. Caberá a justiça criminal, sendo tal possível, localizar o corpo de delito”, afirmou a juíza na sentença.
 
Segundo a denúncia do MP-RJ, no processo criminal que corre no 1ª Tribunal do Júri da Capital, "Patrícia Amieiro Branco de Franco tinha 24 anos de idade quando, ao retornar para casa na madrugada do dia 14 de junho de 2008, teve seu carro atingido por projéteis de arma de fogo, perdendo o controle do veículo, que mergulhou no canal à entrada da Barra da Tijuca", na Zona Oeste do Rio. O corpo da engenheira, no entanto, ainda não foi encontrado.
 
Na manhã de 13/07/2012, equipes que tentavam localizar a ossada de Patrícia em um sítio no Intanhangá, Zona Oeste do Rio. Os trabalhos realizados por cerca de 200 agentes do Ministério Público, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, da Light e da secretaria municipal de Conservação foram concluídos por volta das 12h45.
 
O delegado Marcos Reimão, última testemunha a ser ouvida na audiência de instrução de julgamento do desaparecimento da engenheira Patrícia Amieiro, que teve início às 15h de sexta-feira (13/07), no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, afirmou ter convicção da participação dos quatro policiais militares na morte da engenheira.
 
Os policiais militares acusados da morte da engenheira Patrícia Amieiro, em julho de 2008, vão a júri popular.  
 
No dia 08 de julho de 2013 o juiz Fabio Uchôa, da 1ª Vara Criminal, pronunciou os PMs Marcos Paulo Nogueira Maranhão e Willian Luis do Nascimento por tentativa de homicídio. Eles ainda responderão por fraude processual por terem alterado o local do crime. Os outros dois policiais, Fábio da Silveira Santana e Márcio Oliveira dos Santos, respondem apenas por fraude processual. 
Os advogados dos policiais ainda podem entrar com um recurso contra a decisão do juiz de levar seus clientes a júri. Só depois dessa fase do processo é que poderá ser marcada a data do julgamento.
 
Por Sandra Domingues, com informações do G1,  RJTV  e Extra 
 
 


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