Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Jéssica Phillip Giusti (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 18/10/2010

Localização: Três Rios (RJ)

Data de Nascimento: 12/07/1989 (21 anos)

Data de Falecimento: 18/10/2010

Sexo: Feminino Feminino
 

Jéssica Phillip Giusti, 21 anos, que era piracicabana, cursava Direito na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Três Rios, cidade no interior do estado, na divisa com Minas Gerais. De acordo com Simone, o crime aconteceu entre 4h50h e 5h30 da manhã de segunda-feira (18/10/2010), logo após o desembarque. 

Na noite anterior, Simone e o marido levaram a estudante até o terminal Tietê, na capital paulista e lá Jéssica embarcou em um ônibus da Viação Cometa para Três Rios. O ônibus chegou ao terminal rodoviário da cidade fluminense às 4h50 da manhã.
 
Na gravação das câmeras de segurança do terminal, Jéssica olha diversas vezes para trás. “Ela olhava em direção dos taxis, que naquela hora da manhã nunca estão lá. Creio que ela estava sendo perseguida”, conta a mãe. 
 
Nascida e criada em Piracicaba, Jéssica Phillip Giusti estudava há um ano na UFRRJ. Ela passou o último final de semana com os pais e chegou a Três Rios na manhã da última segunda-feira. A universitária morava a dois quarteirões do Terminal Rodoviário Arsonval Macedo, mas no caminho entrou ou foi levada a força para dentro de um carro. O corpo dela foi encontrado com vários ferimentos no crânio a 17 quilômetros, próximo a Rodovia BR-040. De acordo com as primeiras informações da perícia, não houve violência sexual ou sinais de luta. 
 
A polícia de Três Rios investiga o caso, mas ainda não há informação sobre o autor do crime. A família acredita que mais de uma pessoa esteja envolvida no assassinato.
 
De acordo com o pai de Jéssica, a estudante sofreu quando saiu de Piracicaba e foi morar no Sul Fluminense.
 
“Ela precisou mudar totalmente a vida dela. Vencer a insegurança, não podia ser fraca. Ela encarou o desafio, mas ligava para a família umas quatro ou cinco vezes por dia”, contou ele.
Segundo os amigos de Jéssica, a universitária era tímida e muito estudiosa. “Ela era quieta, não saia muito e nunca tratou ninguém mal. Era uma das melhores alunas da nossa turma. A mãe da Jéssica desconfia que ela pode ter sido vítima de bullying, mas eu acho muito difícil porque nunca presenciamos nenhuma situação”, contou Henrique Haller, que estudava na mesma classe que Jéssica.
 
Enterro
 
O corpo da estudante  foi enterrado no final da tarde de quarta (20/10) no Cemitério da Saudade de Piracicaba, no interior de São Paulo. Durante o velório, familiares e amigos estavam inconformados. Amigos de Jéssica, que identificaram o corpo em Três Rios, foram a Piracicaba e levaram uma faixa em protesto contra a violência cometida contra a amiga.
 
Investigação
 
De acordo com a Delegada de Três Rios, suspeitos de participar do assassinato de Jéssica já estão passando por interrogatório, mas ninguém foi preso ainda. O computador e celular dela tiveram o sigilo quebrado e estão em análise. 
Na cidade, mesmo com policiamento, os moradores se sentem inseguros na Rodoviária, onde a jovem foi vista pela última vez.
 
Novas pistas podem levar a prisão dos assassinos
 
As investigações seguem em sigilo, no entanto Fatos novos levantados pelos investigadores da Polícia Civil e agentes do Serviço Reservado da PM podem resultar no encerramento do inquérito que apura a morte da estudante. Ainda não revelados pelas autoridades, os novos fatos podem levar a prisão de duas pessoas, já identificadas e investigadas. 
 
Fontes não oficiais disseram que o desfecho desse crime pode escandalizar a sociedade de Três Rios, mas a delegada Cláudia Abbud não se pronunciou sobre a matéria e continua com as investigações.
 
A 108ª Delegacia Policial continuam as investigações sobre a misteriosa morte da universitária Jéssica Phillip Giusti, de 21 anos. Segundo informações passadas à equipe de reportagem do Entre-Rios Jornal, ninguém foi preso até agora.
 
A equipe policial, sob a coordenação da delegada Claudia Nardy Abbud, segue com as investigações e algumas pessoas já foram chamadas para prestar depoimento. A polícia pede que, caso alguém tenha mais informações sobre o caso, que entre em contato para ajudar a esclarecer este fato que ganhou notoriedade nacional.
 
De acordo com a Polícia Civil há muitas especulações acerca da morte da universitária, mas as investigações, sigilosas, segue em andamento. E contrariando o que está sendo espalhado na cidade, nenhuma prisão preventiva foi emitida.
 
Familiares de Jéssica querem as investigações intensificadas e que os responsáveis sejam presos e paguem pelo crime bárbaro. Ângelo Tadeu Giusti e Simone Christine Philipp Monteiro Batista, pais da estudante, organizam para amanhã(05/11/2010), às 18h30, uma passeata pacífica que sairá da Praça José Bonifácio, no Centro de Piracicaba, protestando contra a falta resultados na apuração do crime. No mesmo horário, os colegas e populares farão passeata no Centro de Três Rios, pedindo empenho nas investigações. Jornalistas de diversas partes de país já estão na cidade, acompanhando o caso. 
 
Para a polícia, o crime ainda é um mistério, mas algumas informações obtidas pelos investigadores, podem ser determinantes para solucionar o caso nos próximos dias. 
 
As imagens que poderiam ajudar na elucidação do crime não foram obtidas, já que não há câmeras de segurança na rodoviária, mas o que foi captado pelas câmeras do guichê da Viação Salutaris já estão em poder da delegada Cláudia Abbud, que suspeita ter sido o crime praticado por mais de uma pessoa e que seria conhecido da vítima. 
 
A policial tenta obter informações analisando o computador da vítima e tenta localizar imagens gravadas por lojas e prédios, a partir da rodoviária. 
 
Na época chegou-se a suspeitar que Jéssica tivesse se servido de um táxi ou mesmo de um mototaxista para chegar à sua residência, mas as cenas gravadas descartaram essa possibilidade, já que o único taxista naquele horário confirmou que ela optou por caminhar e logo embarcou outra passageira, mas confirmou que ela estava desacompanhada. Horas depois seu corpo foi encontrado numa estrada vicinal e a segundo a perícia criminalística o óbito ocorreu por volta das 5h30, em decorrência de um traumatismos no crânio, mas o corpo apresentava contusão petequial nos braços, tórax e face interna da coxa, com claras evidências de luta corporal, vestígios de pele sob as unhas e fios de cabelo, mas não havia sinais de violência sexual. A linha de investigação da polícia apontou para a participação de mais de uma pessoa na prática do crime e a delegada titular da 108ª DP, Cláudia Abbudy levantou preliminarmente a hipótese de latrocínio, já que os pertences pessoais não estavam com ela. 
 
A família não se conformou com os rumos da investigação e repudiou as declarações feitas à imprensa, pelo prefeito de Três Rios, Vinicius Farah, que disse se tratar de um crime passional e que ela teria viajado acompanhada do assassino, numa tentativa de minimizar a responsabilidade do governo na estrutura da segurança pública. Depois desse crime, a prefeitura instalou um moderno centro de controle e operação da Guarda Municipal, operado 24 horas por câmeras espalhadas pela cidade. 
 
O inquérito nunca chegou a apontar para os nomes dos suspeitos revelados nas investigações do pai, mas um rapaz que se apresentou na delegacia confessou ser ele o autor do homicídio, sem, contudo, explicar como agiu e como levou sua vítima até o local da desova. Inicialmente preso, o homem foi solto depois que constataram que ele sofria de problemas mentais e que não teria condições técnicas de executar o crime. A delegada Cláudia Abbud nega que as investigações tenham sido negligentes alegando que todos os protocolos foram cumpridos, mas que por falta de testemunhas oculares e evidências circunstanciais, o inquérito aguarda por fato novo para prosseguir. O Ministério Público também alega que está apurando o caso, mas carece de informações mais detalhadas para remeter a denúncia à justiça. 
 
O Promotor Criminal Carlos Eduardo Marques foi procurado por Ângelo Giusti e dele ouviu a promessa de que as coisas vão evoluir, mas é preciso que a família tenha paciência e seja otimista. O pai de Jéssica não se mostrou satisfeito com os resultados apresentados pelas autoridades e pretende levar o caso até entidades de direitos humanos, já que para ele, os autores do assassinato de sua filha estão identificados e poderiam ser denunciados pela justiça, mas por pertencerem famílias poderosas e de grande influência na cidade, gozam de proteção e acreditam na impunidade. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Agência Serra e Entre Rios

Jéssica Phillip Giusti e a avó Ursula

Foto ilustrativa: Angelo T. Giusti (pai de Jéssica Phillip Giusti)

Jéssica Phillip Giusti, 21 anos, que era piracicabana, cursava Direito na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Três Rios, cidade no interior do estado, na divisa com Minas Gerais. De acordo com Simone, o crime aconteceu entre 4h50h e 5h30 da manhã de segunda-feira (18/10/2010), logo após o desembarque. 
 
Na noite anterior, Simone e o marido levaram a estudante até o terminal Tietê, na capital paulista e lá Jéssica embarcou em um ônibus da Viação Cometa para Três Rios. O ônibus chegou ao terminal rodoviário da cidade fluminense às 4h50 da manhã.
 
Na gravação das câmeras de segurança do terminal, Jéssica olha diversas vezes para trás. “Ela olhava em direção dos taxis, que naquela hora da manhã nunca estão lá. Creio que ela estava sendo perseguida”, conta a mãe. 

A estudante Jéssica Phillip Giusti morreu em decorrência de golpes na cabeça e o corpo foi deixado em uma estrada de terra, a 30 km do terminal rodoviário. A polícia de Três Rios investiga o caso, mas ainda não há informação sobre o autor do crime. A família acredita que mais de uma pessoa esteja envolvida no assassinato. 

Na época chegou-se a suspeitar que Jéssica tivesse se servido de um táxi ou mesmo de um mototaxista para chegar à sua residência, mas as cenas gravadas descartaram essa possibilidade, já que o único taxista naquele horário confirmou que ela optou por caminhar e logo embarcou outra passageira, mas confirmou que ela estava desacompanhada. Horas depois seu corpo foi encontrado numa estrada vicinal e a segundo a perícia criminalística o óbito ocorreu por volta das 5h30, em decorrência de um traumatismos no crânio, mas o corpo apresentava contusão petequial nos braços, tórax e face interna da coxa, com claras evidências de luta corporal, vestígios de pele sob as unhas e fios de cabelo, mas não havia sinais de violência sexual. A linha de investigação da polícia apontou para a participação de mais de uma pessoa na prática do crime e a delegada titular da 108ª DP, Cláudia Abbudy levantou preliminarmente a hipótese de latrocínio, já que os pertences pessoais não estavam com ela. 

A família não se conformou com os rumos da investigação e repudiou as declarações feitas à imprensa, pelo prefeito de Três Rios, Vinicius Farah, que disse se tratar de um crime passional e que ela teria viajado acompanhada do assassino, numa tentativa de minimizar a responsabilidade do governo na estrutura da segurança pública. Depois desse crime, a prefeitura instalou um moderno centro de controle e operação da Guarda Municipal, operado 24 horas por câmeras espalhadas pela cidade. 
 
O inquérito nunca chegou a apontar para os nomes dos suspeitos revelados nas investigações do pai, mas um rapaz que se apresentou na delegacia confessou ser ele o autor do homicídio, sem, contudo, explicar como agiu e como levou sua vítima até o local da desova. Inicialmente preso, o homem foi solto depois que constataram que ele sofria de problemas mentais e que não teria condições técnicas de executar o crime. A delegada Cláudia Abbud nega que as investigações tenham sido negligentes alegando que todos os protocolos foram cumpridos, mas que por falta de testemunhas oculares e evidências circunstanciais, o inquérito aguarda por fato novo para prosseguir. O Ministério Público também alega que está apurando o caso, mas carece de informações mais detalhadas para remeter a denúncia à justiça. 
 
O Promotor Criminal Carlos Eduardo Marques foi procurado por Ângelo Giusti e dele ouviu a promessa de que as coisas vão evoluir, mas é preciso que a família tenha paciência e seja otimista. O pai de Jéssica não se mostrou satisfeito com os resultados apresentados pelas autoridades e pretende levar o caso até entidades de direitos humanos, já que para ele, os autores do assassinato de sua filha estão identificados e poderiam ser denunciados pela justiça, mas por pertencerem famílias poderosas e de grande influência na cidade, gozam de proteção e acreditam na impunidade. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Agência Serra e Entre Rios


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Sandra Domingues em 18/10/2011 17:07
1 ANO DE IMPUNIDADE Crime Perfeito ou Polícia incompetente??? Hoje completa 1 ano da partida de Jéssica de forma brutal e covarde e o caso continua impune. Ainda que tardia espero que a Justiça seja feita, que a morte de Jéssica seja esclarecida e que os culpados sejam identificados e presos. À família de Jéssica meu carinho e solidariedade Que o caminho de Jéssica seja repleto de luz e que ela possa descansar em paz.


Simone Monteiro em 06/08/2011 18:19
Por mais que eu tente, não consigo aceitar. Parece que eu escuto ela chamar a mãe. Tudo aqui lembra ela. Todos os cantinhos que ela ficava continuam do mesmo jeito. Até o PALITO (cachorrinho) mantem as mesmas manias. Como é dificil aceitar que nunca mais vamos escutar, olhar para ela...só restaram lembranças. E cada um aqui,tem seu momento especial com ela e guarda essas lembranças a sete chaves. Eu gostaria que as coisas acontecessem na ordem certa, jamais um pai/mãe deveria enterrar seu filho. Qto a cidade de Tres Rios, a delegadae os investigadores envolvidos, quero q vão para a casa do chapéu. A cidade FOI, É e sempre SERÁ um reduto de marginais, pois, se localiza em um ponto estratégico e previligiado viariamente. Onde fica facil sair para outro estado. Isso eu li nas paginas do jornal local onde uma historiadora da cidade escreveu.Agora, como foi permitido instalar uma faculdade federal num lugar desses? A universidade é UFRRJ. Tendo pessoas de outros estados e cidades, acredito eu, que a segurança deveria ser muito melhor. Pq antes do assassinato de Jessica, dificil era ver UMA viatura nas ruas. Depois da tragédia, o prefeito "conseguiu" 43 viaturas novas. Interessante isso. Mas agora o que interessa é tentar mudar essa lei que nossa "amada" Presidente Dilma assinou. Lei essa que voce pode matar, roubar, estuprar, traficar, etc e nada acontece.!! Antes eu já não aceitava leis q protegiam bandidos, agora "LEIS" que simplesmente dizem que eles podem fazer o que bem entender que nada vai acontecer EU NÃO ACEITO!!!! Foi mais um desabafo, pq tem hora q acho q vou explodir!!!! Peço ajuda para evitar q nos tornemos prisioneiros!!! Vamos tentar cancelar essa pouca vergonha que é a LEI DA IMPUNIDADE - 12.403/2011 assinada por Dilma, presidente eleita pelo povo.


Samantha em 02/08/2011 13:32
saudades de vc jessica!!!! esta dificil requerer justiça por vc "menina", aqui a lei do homem e corrupta e tende a favorecer o dinheiro dos comerciantes da cidade de 3 rios. eu gostaria q a policia de lá, assim como a delegada do seu caso, tivessem orgulho pela profissão. e nao pelo cargo de corruptos e levianos. espero que DEUS tenha piedades dessas pessoas q ao invéz de ajudarem, simplismente escondem a sujeira pra baixo do tapete.que um dia suas filhas nao passem por isso. bjus nene da tia!!!!


Sandra Domingues em 25/07/2011 14:14
UM CRIME ENVOLTO DE MISTÉRIOS... Apesar dos muitos boatos, em torno do caso, alguns nomes foram apontados e levados à polícia, porém, quase 1 ano depois, o crime continua impune, a família da vítima e a sociedade sem respostas. Quem matou Jéssica Phillip Giusti e porquê? É certo que não podemos nos prender à boatos, porém o mínimo que se espera da polícia é que o crime, que continua impune seja esclarecido e os culpados punidos.


Samantha em 14/06/2011 22:58
Ja faz quas 8 meses que assassinaram minha prina e ate agora a Drª Claudia (delegada) nada fez, pq sera? Eu queria muito saber o pq ela liberou os suspeitos, talvez seja pq eles sao comerciantes bem sucedidos, ou sei la o q. Enquanto isso temos q passar por psicologos e fazer tratamento contra depressão. Será que sempre a lei beneficiara os ricos? ou é pq esses jovens assassinos comandam a cidade e as autoridades. Temos que desenhar o rosto dele pra policia enxergar? as autoridades teve eles nas mãos, e deixou escapar. Talvez essa cidade ainda vive nas mãos de coronéis. Posto usado hj pelos filhinhos de papai.


Caroline em 02/06/2011 15:07
infelizmente o brasileiro tem memória curta , e ñ é somente com a política,é tbm com os crimes barbáros q acontecem , eu realmente prefiro acredita na justiça de DEUS pq as dos homens até hoje nunca ouve,creio q quem fez isso já esta pagando muito caro ,e quem sabe de alguma coisa e se calou tbm i´ra pagar ,nunca mais terá paz,e no final vai ver q ñ valeu a pena se calar. BJO LOIRA E Q DEUS TE DE MUITA FORÇA P SUPORTAR A PERDA DE SUA FILHA. TE AMO


Rocha em 05/03/2011 22:55
Com o passar do tempo, a impunidade agrava mais a dor da perda. Vejo que até agora nada foi concluído, infelizmente aqui no Rio de Janeiro as investigações deixam muito a desejar, é só ver o percentual de casos elucidados, é uma vergonha, em São Paulo as investigações são sérias e o resultado é um percentual bem grande de elucidações de homicídios,como essa jovem é de São Paulo, quem sabe se os investigadores de São Paulo poderiam dar uma colaboração e ajudar a concluir esse caso e seria um alento para a família.


Sandra Domingues em 02/11/2010 23:42
Jéssica faz parte dessa triste estatística; Vítima da violência cometida contra a mulher. Mais um mistério a ser desvendado, mas não queremos que seja mais um caso de impunidade.

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