Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Andressa Holz (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 17/06/2010

Localização: Luzerna (SC)

Data de Nascimento: 00/00/1998 (12 anos)

Data de Falecimento: 17/06/2010

Sexo: Feminino Feminino
 

Andressa Holz, 12 anos, saiu de casa em Linha Leãozinho, por volta das 15hs do dia 17/06/2010, de bicicleta, para ir até o centro do município para participar da aula de catequese, em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina

Ela participou da atividade religiosa e desapareceu quando retornava para casa. Familiares, vizinhos, amigos e policiais estão realizando buscas, mas nenhuma pista foi encontrada.

O responsável pela delegacia de polícia de Luzerna, Gilmar Bonamigo, explicoua que as buscas contavam com auxílio de dezenas de voluntários e se concentram nas imediações da estrada que dá acesso a Linha Leãozinho.

A menina foi avistada por um vizinho da família por volta das 17hs retornando para casa de bicicleta, o que descarta a princípio que ela possa ter fugido.

Quando saiu de casa Andressa estava com uma camisa do Grêmio, Mochila e uma bicicleta azul.

Comportamento que menina de Luzerna apresentava pode ser pista para sumiço

A timidez pode ser a peça-chave para o sumiço da adolescente Andressa Holz, 12 anos, ser solucionado. Questões compartimentais da jovem, que mal saia de casa e não se relacionava com os colegas, estão sendo levadas em conta na investigação. 

O delegado Mauricio Pretto, responsável pelo caso, explica que a adolescente apresentava, inclusive, sinais de depressão, incomuns para a idade. Além disso, Andressa teria apresentado mudanças de comportamento nos meses que antecederam o sumiço. 

Uma dessas mudanças está relacionada à leitura. Ela tinha o hábito de freqüentar a Biblioteca Pública Bom Retiro, em Luzerna. No ano passado, retirou para 19 livros infantis, entre eles Chico Bento, Almanaque Disney e Almanaque do Cascão. 

Este ano, em seis meses, ela havia retirado 12 livros, migrando para outro tipo de leitura. Entre os livros estão Praia Fantasma, O Portal das Sombras, Fique Longe do Porão e Como Matar um Monstro. 

Os dois últimos livros chamam mais atenção. No dia 26 de maio, ela locou Bem vindo ao acampamento dos pesadelos. O livro, destinado a um público juvenil, conta a história de um acampamento, onde jovens e pessoas começam sumir misteriosamente. 

Cerca de duas semanas depois, no dia 9 de junho, oito dias antes de Andressa desaparecer, ela locou mais um livro do gênero. O título: Dormindo Fora. É a história de uma menina que revela um misto de alegria e medo de ir para a casa de uma amiga, num roteiro que se transforma em uma grande aventura. O último livro também desapareceu junto com Andressa Holz.

POLÍCIA NA ESTACA ZERO

Nem orações nem cartazes, muito menos a ação policial esclareceram o sumiço de Andressa Holz.

A polícia admite que a investigação não andou. Na região, muitos se perguntam por que uma equipe da Diretoria de Investigações Criminais (Deic) não está no caso.

Escutas telefônicas, cruzamento de ligações feitas, perícia, monitoramento de suspeitos, retratos falados, imagens de circuitos internos. A inteligência policial, tão fundamental para desvendar crimes misteriosos, passa longe de Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina.

Na pequena e até então pacata cidade de 6 mil habitantes, os moradores não conseguem entender por que a Polícia Civil ainda não encontrou respostas para o desaparecimento da adolescente Andressa Holz. Ela está sumida há três meses. A polícia admite que o caso permanece na estaca zero.

Em Luzerna, a população ainda convive com hábitos raros, como deixar a casa aberta à noite ou o carro na rua com a chave na ignição. Assassinatos ou assaltos foram raros ao longo dos seus 15 anos de emancipação.

Mas desde o dia 17 de junho, quando Andressa saiu de bicicleta para ir à catequese e nãovoltou mais para casa, o clima passou a ser de inquietação e revolta na cidade.

Os moradores têm motivo para a preocupação. Até agora, a polícia sequer chegou a uma linha forte de investigação ou a algum indício contundente sobre o destino da menina.

Na delegacia local, há quatro policiais civis. Um que dá expediente e outros três plantonistas. O delegado que cuida do inquérito é de Joaçaba, a cidade vizinha, que conta com três investigadores nesta e em outras investigações.

A última ação da polícia foi checar dois açudes no sítio em que Andressa morava com os pais e o irmão. Num deles, a água foi totalmente retirada. Em outro, foi feita uma varredura com ganchos. Mas nada foi encontrado. O delegado Maurício Pretto garante que ele e os seus policiais estão empenhados. A equipe ainda não conseguiu localizar vestígios da garota, como a bicicleta azul com a qual iria para a casa ou a roupa que ela vestia.

Pretto mantém em sigilo uma das linhas recentes de investigação e diz que a onda de boatos na cidade sobre suspeitos está dificultando o trabalho.

Dois homens chegaram a ser apontados como suspeitos. Um é o funcionário de um circo. Meninas de Luzerna teriam dito na comunidade e à polícia que as tinha assediado sexualmente. Ele foi reconhecido por elas como o responsável. Mesmo assim, foi descartado pela polícia com relação a algum possível crime contra Andressa.

A polícia se deu por satisfeita com a sua negativa de autoria e o álibi que o seu próprio irmão apresentou, de que não estaria na cidade em 17 de junho.

Outro suspeito é um homem de 43 anos preso em julho em Herval D’Oeste por tentativa de estupro. O delegado também decidiu não investigá-lo. A razão: entendeu que Herval D’Oeste é longe de Luzerna (10 quilômetros) para que um criminoso viajasse até lá e cometesse o crime.

O suspeito, segundo o delegado, seria “doente mental”, e se tivesse cometido o crime não se preocuparia em enterrar a garota e sumir com a bicicleta.

Há, ainda, uma entrevista no mínimo estranha dada a uma rádio de Joaçaba por Julia Martins. A mulher é dona de um salão de beleza em Japurá, no Paraná, e afirmou ter mantido contato com Andressa em seu estado. A polícia sabe da informação e não acreditou na versão da mulher.

Mesmo assim, o delegado disse que ela será ouvida. O depoimento será por carta precatória pelos policiais civis do Paraná. Nesses casos, os depoimentos podem levar semanas para chegar.

CORPO ENCONTRADO

O corpo de Andressa Holz, 12 anos, foi encontrado na Linha Leãozinho, uma comunidade rural de Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina. 

Depois de mais três meses de buscas, o corpo foi localizado pelo pai da adolescente e por dois vizinhos por volta das 9h desta sexta-feira. 
 
A jovem havia sido enterrada entre as raízes de uma árvore na comunidade, distante cerca de dois quilômetros da casa onde ela e a família moravam. O corpo estava a distância de 150 metros da estrada onde Andressa desapareceu no dia 17 de junho.
Antes do corpo ter sido localizado, por volta das 8h30min desta sexta-feira, o pai e os dois vizinhos haviam encontrado a bicicleta que a adolescente usava antes de sumir. 
 
Policiais civis, militares, da Polícia Ambiental, bombeiros e técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP) estão no local para colher informações. 
 
Depois de recolhido, o corpo deve ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Joaçaba, no Meio-Oeste.
Até o momento, a Polícia não tem suspeitos para o crime.
 
A Polícia segue sem suspeitos. Uma das linhas de investigação busca esclarecer a distância entre os locais onde o corpo e a bicicleta foram encontrados.
 
SEPULTAMENTO
 
O corpo de Andressa Holz  foi liberado do Instituto Médico Legal de Joaçaba por volta das 15h do dia 13/10/2010, quase duas semanas depois de ser encontrado enterrado em um matagal em Luzerna, no Meio-Oeste do Estado
 
Por volta das 17h o corpo de Andressa foi sepultado no cemitério da Cidade. Antes disso, houve uma missa em homenagem a menina.
Pelo menos 40 colegas da estudante — da escola e da catequese — entraram na igreja carregando uma foto da amiga. As crianças cantaram e leram mensagens de carinho.
 
Cerca de 200 pessoas acompanharam o culto e o enterro de Andressa Holz.
 
INVESTIGAÇÃO
 
Os pais de Andressa, Otávio e Clair Holz, foram submetidos a um exame de DNA para confrontar o material genético deles com o da filha. A amostra de sangue foi coletada do dedo polegar. O resultado será anexado ao inquérito policial. 
 
Os restos mortais não foram liberados antes do IML por conta de perícias necessárias ao inquérito. Os exames constataram que os ossos de Andressa não tiveram nenhuma fratura, o que pode sugerir que a menina tenha sido morta por esganadura. 
 
Segundo o delegado Maurício Pretto, a liberação do corpo foi feita porque todas as perícias solicitadas já foram realizadas. 
 
— Com o laudo cadáverico, teremos um norte na investigação e uma possível materialidade do crime— afima. 
 
Ele disse que os laudos e os resultados da perícia não serão divulgados para não prejudicar o andamento do trabalho policial. A Polícia acredita que um conhecido da vítima pode ter participado do crime.
 
PERÍCIA
 
Perícias pouco ajudam na investigação do assassinato de Andressa Holz em Luzerna
 
Estado de decomposição em que o corpo foi encontrado impede a maioria dos exames
 
A descoberta do assassino de Andressa Holz, em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina, vai depender muito mais do desempenho dos investigadores que do trabalho dos peritos. O avançado estado de decomposição em que o corpo foi encontrado, praticamente só os ossos, impediram a maioria dos exames feitos pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).
 
Os laudos não foram entregues à Polícia Civil, mas informações preliminares apontam que não foram encontradas digitais, indícios de sêmen, de sangue ou pistas que possam abrir novas linhas de atuação. Os 106 dias de exposição ao tempo podem ter apagados os vestígios.
 
O gerente do Instituto de Criminalística do IGP, José Augusto Koerich, afirmou que a bicicleta da menina trouxe mais perspectivas que o corpo. Foram feitas análises para localizar digitais na bicicleta. São procuradas marcas de dedos que não sejam ligadas à família e que poderiam ser confrontadas com as digitais de um suspeito. Mas nada foi encontrado. O mesmo teria ocorrido com a análise das roupas de Andressa.
 
Vestígios de sangue ou sêmen não teriam sido descobertos. O perito criminal federal Alexander Belarmino defende que os técnicos devem insistir. Segundo ele, as fibras da roupa do assassino podem estar impregnadas nas roupas da menina. Isto também permite a comparação com uma roupa de um eventual suspeito.
 
A impossibilidade de fazer exames no corpo de Andressa faz com que a análise do local onde ela foi encontrada produza mais resultados que os testes no corpo dela, afirma Zulmar Vieira Coutinho, professor de Medicina Legal da Universidade Federal de Santa Catarina e gerente do Instituto Médico Legal.
 
Ele cita a possibilidade de crime sexual como exemplo. Sem poder fazer os chamados exames externos, (procura por sinais de violência sexual na vagina e ânus) e os exames internos (coleta de sêmen no canal vaginal e reto) os peritos avaliam se as roupas, principalmente a calcinha, estavam no lugar. Alexander Belarmino acrescenta que nestes casos, os técnicos devem procurar objetos que serviriam como arma, ferramentas usadas para escavação e pegadas nas proximidades do local.
 
Delegado não descarta que o crime fique sem solução
 
O Delegado Regional de Polícia de Joaçaba Ademir Tadeu de Oliveira confirmou que a testemunha que estava desaparecida no caso da morte da menina Andressa, foi encontrada. Trata-se de um homem que era morador da mesma comunidade onde a menina morava com a família. Ele foi encontrado detido no Presídio Regional de Joaçaba. O homem era também um dos suspeitos do assassinato, mas quando foi interrogado na unidade prisional negou qualquer envolvimento.
 
Assim, a polícia volta a situação incômoda de não ter pistas sobre o assassino de Andressa. Segundo o delegado, não há confissão de qualquer suspeito, desta maneira não existe autoria e nem a materialização do crime, ou qualquer prova. Os exames de DNA, das digitais e da caligrafia da menina não ajudaram a chegar a qualquer conclusão. Um homem que foi detido no começo das investigações, que chegou a confessar o crime, entrou em contradição durante os depoimentos e um irmão apresentou provas de que no dia do desaparecimento de Andressa ele não estava em Joaçaba.
 
O delegado não descarta que este seja um caso sem solução. “Não será o primeiro e nem o último caso em que não se chega a autoria” afirma Ademir, lembrando que na década de 70 investigou em Curitibanos um crime que até hoje é um grande mistério. Mas a polícia segue investigando na esperança de encontrar alguma pista. O delegado reconhece que todo empenho está sendo feito e que é um caso que tem tirado o sono de toda a equipe envolvida.
 
Quanto ao comentário do pai de Andressa de ser um dos suspeitos, o delegado preferiu não se manifestar.
 
As questões que intrigam a polícia, a família e a comunidade, por enquanto, vão continuar sem respostas. 
 
O crime que mais intriga a polícia na região segue envolto em mistérios. Para a polícia, é difícil ainda apontar com exatidão quem matou a menina Andressa na volta da escola, no município de Luzerna. Quase um ano após o homicídio, o inquérito segue em andamento, mas embora existam suspeitos, ninguém foi preso, pois faltam elementos que provem a autoria.
 
Das perícias solicitadas pela investigação nenhuma serviu para provar algo. Na bicicleta que a menina estava, e que foi localizada próxima ao corpo, não foram encontradas digitais. As cartas que poderiam indicar algum tipo de indício teriam sido trocadas entre a menina e suas colegas de sala. Os exames de DNA solicitados serviram apenas para confirmar que a Andressa era filha biológica dos pais. Nas investigações feitas no Rio Grande do Sul, de onde a família veio, nenhuma declaração, ou mesmo documento foi encontrado que fizesse a polícia crer que poderia existir algum tipo de vingança, ou mesmo atritos entre familiares, ou antigos vizinhos. 
O pai chegou a ser tratado como suspeito, foi interrogado várias vezes, mas nenhum elemento que comprovasse sua participação se confirmou. Otávio Holz tem dito em todas as declarações que não é o culpado. Embora tenha afirmado que tinha suspeitos, também não conseguiu convencer a polícia de que suas teorias seriam verdadeiras. Assim, tudo o que de fato resta é uma grande interrogação.
 
A última novidade foi um pedido feito pelo Ministério Público, através do Promotor Protásio Campos Neto, para que a Divisão de Investigações Criminais(DEIC) entre no caso. O fato pode lançar uma nova luz sobre as investigações, embora seja pouco provável que após tanto tempo, e tantas investigações feitas pela polícia local, alguém que venha de fora possa trazer novos elementos.
 
O caso "Andressa Holz" tem tudo para ser arquivado pela Justiça. Isso porque a Polícia Civil de Joaçaba encerrou as investigações e o Ministério Público pediu o arquivamento do processo. A decisão foi anunciada em uma coletiva de imprensa pelo promotor Protásio Campos Neto, delegado regional de Joaçaba Ademir Tadeu de Oliveira e delegado Maurício Pretto nesta sexta-feira. 
 
Os delegados afirmaram que não há evidências para indiciar alguém pela morte da adolescente de 12 anos, que desapareceu em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Já a falta de confissão dos suspeitos, ausência de provas periciais e testemunhas motivou o promotor a pedir o arquivamento administrativo.
 
A investigação pode ser reaberta nos próximos 20 anos, se surgir alguma informação nova.
 
O desaparecimento e a morte da adolescente de 12 anos, em junho de 2010, foi investigado por mais de um ano por policiais de Joaçaba e pela Delegacia de Homícidios, de Florianópolis. Em março, Protásio Campos Neto, além de garantir não pensar no arquivamento, cogitou enviar cópia da investigação ao secretário de Segurança Pública (SSP), César Grubba.
 
Na quinta-feira, o MP havia pedido prorrogação da prisão temporária de três homens suspeitos, presos temporariamente em julho.
 
Como o promotor pediu o arquivamento do processo, dois dos três suspeitos devem ser soltos nos próximos dias. Um deles continuará preso porque cumpre pena por tráfico de drogas.
 
O arquivamento de caso
 
Conforme o advogado e professor Juliano Keller do Valle, presidente da Comissão de Segurança, Criminalidade e Violência Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SC), 

Por Sandra Domingues, com informações do Diaário Catarinense e ClicRBS

 

Depois de mais três meses de buscas, o corpo da menina Andressa Holz, 12 anos, que estava desaparecida desde a tarde de 17/06/2010, em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina foi localizado pelo pai da adolescente e por dois vizinhos por volta das 9h do dia 01/10/2010.

A jovem havia sido enterrada entre as raízes de uma árvore na comunidade, distante cerca de dois quilômetros da casa onde ela e a família moravam. O corpo estava a distância de 150 metros da estrada onde Andressa desapareceu no dia 17 de junho.
Antes do corpo ter sido localizado, por volta das 8h30min, o pai e os dois vizinhos haviam encontrado a bicicleta que a adolescente usava antes de sumir. 
 
A Polícia Civil de Joaçaba encerrou as investigações e o Ministério Público pediu o arquivamento do processo. A decisão foi anunciada em uma coletiva de imprensa pelo promotor Protásio Campos Neto, delegado regional de Joaçaba Ademir Tadeu de Oliveira e delegado Maurício Pretto nesta sexta-feira. 
 
Os delegados afirmaram que não há evidências para indiciar alguém pela morte da adolescente de 12 anos, que desapareceu em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Já a falta de confissão dos suspeitos, ausência de provas periciais e testemunhas motivou o promotor a pedir o arquivamento administrativo.
 
Na quinta-feira, o MP havia pedido prorrogação da prisão temporária de três homens suspeitos, presos temporariamente em julho.
 
Como o promotor pediu o arquivamento do processo, dois dos três suspeitos devem ser soltos nos próximos dias. Um deles continuará preso porque cumpre pena por tráfico de drogas.
 
O arquivamento de caso
 
Conforme o advogado e professor Juliano Keller do Valle, presidente da Comissão de Segurança, Criminalidade e Violência Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SC).
 
Os delegados afirmaram que não há evidências para indiciar alguém pela morte da adolescente de 12 anos, que desapareceu em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Já a falta de confissão dos suspeitos, ausência de provas periciais e testemunhas motivou o promotor a pedir o arquivamento administrativo.
 
A investigação pode ser reaberta nos próximos 20 anos, se surgir alguma informação nova.

Por Sandra Domingues, com informações do Diaário Catarinense e ClicRBS
 
 
 
 


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Carmen em 01/12/2011 21:52
Será que se fosse filho de alguém influente ou rico teria o mesmo desfecho. Pelo amor de Deus! Onde foi que deixamos de ser todos iguais perante a Lei?


Maria Eduarda em 12/10/2010 21:43
eu espero que encontrem o assassino de Andressa.


Mariana em 02/10/2010 12:34
Coitada tinha uma vida pela frente


Ivane em 01/10/2010 15:28
Parabéns para quem escreveu esta materia, ate então foi a unica coisa concreta feita sobre o caso. Infelizmente.


Sandra Domingues em 01/10/2010 12:41
DEUS TENHA A PEQUENA EM BOM LUGAR Que triste !!! Ainda ontem atualizei esse caso no memorial e tinha muita esperança de que a menina tivesse fugido de casa, pela última notícia veiculada sobre o possível desaparecimento estar ligado ao tipo de leitura que a menina fazia nos últimos meses. Que Deus console essa família e tenha a menina em bom lugar e que o culpado por essa morte trágica e absurda seja encontrado e punido. Que crueldade...quanta maldade!

Josef Michael dos Santos Lopes César Dias de Oliveira Thiago Henry de Siqueira Oazen Lewis Anthony Sophia Mello de Araújo Fernando Iskierski Maiara Natalie da Silva Bruno Ernesto R. Morais Rodrigo José Neves Groetaers Quênia Rosa Santos Marielma de Jesus Sampaio Leila Patricia de Jesus Faria Silva Aparecida Conceição Prado Ratti Márcia Valéria de Souza Francisco Gomes Michel Ramos Costa Bruna Leite Sena Stephanie dos Santos Teixeira Kamyle Vitória do Nascimento Suênio Rocha Melo Raphael Alves Franco Ary Barbosa Martins
 
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