Lucas Vargas Terra, 14 anos, foi amarrado e amordaçado para não gritar e colocado dentro de uma caixa de madeirit e queimado vivo, Salvador-BA, em 21/03/2001.
Segundo Laudo da Policia técnica, na ocasião dos fatos, Lucas Terra, estudante de catorze anos de idade, foi queimado vivo, após ter sofrido (entre outros) violência sexual.
Após detalhada investigação, a policia baiana, concluiu que o autor do crime, seria Silvio G.aliza, "Pastor de uma Igreja" que o menino Lucas Terra frequentava.
Pelo relatório final, evidenciou-se que Lucas Terra teria sido amarrado e amordaçado para não gritar e colocado dentro de uma Caixa de Madeirit. Em seguida, conforme informações de Carlos Terra (Pai de Lucas Terra) e relatos de Galiza, o autor do crime supostamente acompanhado de mais duas pessoas, que se identificavam igualmente como pastores, carbonizaram o corpo do garoto para encobrir os Vestígios de Pedofilia.
O pastor acusado de participar do assassinato do adolescente Lucas Terra, em 2001, foi beneficiado com o regime semi-aberto. A defesa de Silvio Roberto Galiza conseguiu a transferência do regime fechado para o semi-aberto na Colônia Lafayete Coutinho, junto ao juiz José Carlos Rodrigues do Nascimento, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça.
Galiza cumpria pena em regime fechado há quatro anos e seis meses. Apesar de a decisão ter sido publicada no Diário Oficial do Judiciário, a transferência ainda não havia sido realizada por causa greve dos agentes penitenciários, que foi suspensa no início da noite de (17/06/2008).
Em junho de 2004 foi proferida ao acusado uma sentença de 23 anos e quatro meses de prisão. Um segundo júri ocorreu e a pena foi reduzida para 18 anos. Em 2007, o Tribunal de Justiça da Bahia reduziu o tempo de reclusão para 15 anos.
Galiza confessou ter participado do assassinato de Lucas Terra em 21/03/2001. O menor foi violentado sexualmente e em seguida teve o corpo carbonizado em um terreno da Avenida Vasco da Gama. Mais dois integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus são acusados do crime.
Carlos Terra e Marion Terra passaram a se dedicar em tempo integral para que o assassinato do filho, não caia jamais no esquecimento, bem como tentam exemplificar a cruel capacidade que pode colocar qualquer um de todos, em condição desumana. Onde a Justiça nem sempre é feita para punir os autores corretamente e na medida da gravidade do delito.
Carlos Terra escreveu um livro: Lucas Terra: Traído pela obediência.
E já há muito busca uma editora para lançar o livro, que foi produzido de forma independente. Um dos maiores objetivos da obra literária é arrecadar fundos para a formação da "LUTE" - Centro Lucas Terra de Proteção às Vítimas de Violências.
7º PROTESTO PÚBLICO DO MOVIMENTO MÃES DA PRAÇA PIEDADE!
Será realizado na próxima sexta-feira, dia 5 de Agosto de 2011, o 7º Protesto Público da Mães da Praça Piedade, em Salvador, Bahia. O movimento (MMPP), tem por objetivo denunciar criminosos, recolher assinaturas da população em geral a favor de PRISÃO PERPÉTUA PARA CRIMES HEDIONDOS e menos benefícios para assassinos e seus cúmplices. Participem, compareçam, divulguem em suas redes sociais, temos que dar um basta a tanta impunidade e cobrar das autoridades JUSTIÇA e PAZ para as vítimas e PUNIÇÃO para os criminosos.
Por Marion Terra
Dia 25-11-11, sexta feira ás 09:00 da manhã na Segunda Vara do Júri no Fórum Rui Barbosa no Campo da Pólvora, a ultima audiência do Bispo Fernando e do Pastor Joel da Universal, a sociedade baiana deve exigir que eles sentem no Banco dos Réus, para serem julgados pelo assassinato do adolescente LUCAS TERRA que foi espancado,amarrado,violentado,amordaçado e queimado vivo.Compareça a entrada no Fórum é franca. Na Bahia existem autoridades dignas e honradas que não se curvam diante do poder econômico.
Às portas fechadas, a última audiência sobre o assassinato do garoto Lucas Terra, para decidir se dois acusados irão a júri popular, ocorreu na sexta-feira (25), na 2° Vara do Júri Sumariante, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.





Lucas Vargas Terra, 14 anos, foi amarrado e amordaçado para não gritar e colocado dentro de uma caixa de madeirit e queimado vivo, Salvador-BA, em 21/03/2001.
Segundo Laudo da Policia técnica, na ocasião dos fatos, Lucas Terra, estudante de catorze anos de idade, foi queimado vivo, após ter sofrido (entre outros) violência sexual.
Após detalhada investigação, a policia baiana, concluiu que o autor do crime, seria Silvio G.aliza, "Pastor de uma Igreja" que o menino Lucas Terra frequentava.
O pastor acusado de participar do assassinato do adolescente Lucas Terra, em 2001, foi beneficiado com o regime semi-aberto. A defesa de Silvio Roberto Galiza conseguiu a transferência do regime fechado para o semi-aberto na Colônia Lafayete Coutinho, junto ao juiz José Carlos Rodrigues do Nascimento, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça.
Às portas fechadas, a última audiência sobre o assassinato do garoto Lucas Terra, para decidir se dois acusados irão a júri popular, ocorreu na sexta-feira (25), na 2° Vara do Júri Sumariante, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.
Os atuais réus são um bispo e um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O principal autor do crime é o pastor Silvio Roberto Galiza, que já foi condenado a 18 anos de prisão e hoje responde em regime semiaberto. Ele acusou o bispo e o pastor de participação no assassinato, porque, Lucas Terra ao entrar no Gabinete Pastoral da Universal no bairro da Pituba em Salvador, flagrou o bispo Fernando e o pastor Joel, fazendo SEXO, com receio que Lucas fosse comentar o flagrante, resolveram assassina-lo.