Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Nayara Juliane Brandino (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 26/06/2010

Localização: Araras (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1991 (19 anos)

Data de Falecimento: 26/06/2010

Sexo: Feminino Feminino
 

Nayara Juliane Brandino, 19 anos, foi assassinada no dia 26/06/2010 em Araras, interior de São Paulo ao tentar apartar uma briga.

O que era para ser uma tarde entre amigas acabou numa tragédia familiar no último sábado, dia 26/06/2010, na rua Luiz Casonato, no Parque das Árvores, zona norte de Araras. Um marido que teria descoberto uma suposta traição chegou em casa armado com um revólver para atirar na mulher. A arma travou e ele então usou um canivete para agredi-la. Três amigas que estavam na casa tentaram contê-lo e todas foram feridas. Uma morreu e Rodrigo Morais dos Santos primeiro fugiu mas horas depois morreu atropelado na Via Anhangüera, numa ocorrência que a Polícia trata como suicídio.

A tragédia teria começado a se desenhar bem mais cedo, quando Rodrigo Morais dos Santos, 29, conhecido como Guga, teria decidido ajustar contas com a mulher, M.F.P. com quem era casado há cerca de nove anos, período de muitas desavenças por ciúmes. Não foram confirmadas quaisquer informações sobre separação do casal. Ele teria chegado a redigir um bilhete expondo o drama e anunciando a decisão de colocar um fim à história.

Na tarde de sábado, por volta de 16h30, ele chegou na casa onde vivia com a mulher e um casal de filhos pequenos. M.F.P. estava com as amigas Ana Paula Santana, Luciana Cristina Peres e Nayara Juliane Brandino, esta com 19 anos. Elas estariam pintando as unhas umas das outras.

Rodrigo estava com um revólver e, transtornado, teria apertado o gatilho três vezes mas a arma teria travado. As mulheres tentaram segurá-lo mas ele tinha um canivete e reagiu, ferindo as quatro. A filha de Rodrigo e M.F.P., de apenas quatro anos, teria presenciado toda a cena. O filho de 9 anos não estaria em casa no momento.

Nayara levou vários cortes nas mãos, nas costas e pelo menos um grande corte no pescoço, considerado fatal. "Ela morreu de hemorragia e anemia", descreveu em choque a mãe, Cristiane Brandino, amparada pelo marido Rubens Alexandre Brandino. As outras vítimas foram socorridas e levadas para o Hospital São Luiz onde foram medicadas e até o fechamento desta edição não corriam risco de morrer.

O agressor fugiu do local após ferir as quatro mulheres. A Polícia estava à procura dele mas o rapaz teria se atirado debaixo de um caminhão na Via Anhangüera, próximo ao acesso ao campus da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Segundo a Intervias Concessionária de Rodovias do Interior Paulista, Rodrigo chegou à rodovia às 17h07 dirigindo um Chevrolet Vectra placas CJD 6789, de Campinas/SP. Ele parou o veículo no acostamento e entrou engatinhando pela pista indo até o encontro de uma carreta Scânia, branca, de Araras. O motorista da carreta relatou à concessionária que tentou parar, quase causando o tombamento do veículo com a freada brusca, mas não conseguiu evitar o impacto, que teria jogado o rapaz a cerca de 20 metros de distância.

Ainda conforme a Intervias, o jovem tinha um ferimento na região do tórax, provavelmente resultado do confronto físico com as mulheres poucos momentos antes. O carro do rapaz foi encaminhado à Delegacia do Município de Araras.

Desespero das amigas

Muitas jovens amigas de Nayara encheram o Velório Municipal desde que a notícia da morte da jovem foi confirmada. Ela era operadora de caixa das Lojas Seller em Araras. Muito abaladas, as moças choravam convulsivamente, dizendo que haviam esperado por Nayara parte da noite, já que haviam combinado de se encontrar pela cidade. A jovem tinha passado uma semana difícil, com uma virose que havia lhe tirado o apetite. "Eu pedi pra ela levar um Gatorade no serviço e ir tomando pra se hidratar porque ela estava sem comer e sem beber nada. Ela estava fraquinha. Era uma menina que só pensava nos outros. Estava decidida a voltar a estudar no ano que vem", dizia a mãe. A jovem foi sepultada às 15h30 no Cemitério Municipal.

Nayara Juliane Brandino, 19 anos, foi assassinada no dia 26/06/2010 em Araras, interior de São Paulo ao tentar apartar uma briga.

Rodrigo Morais dos Santos, responsável pela morte de Nayara Juliane Brandino primeiro fugiu mas horas depois morreu atropelado na Via Anhangüera, numa ocorrência que a Polícia trata como suicídio.



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