Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Sirlei Dias Carvalho Pinto (Espancamento)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 23/06/2007

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1975 (42 anos)

Sexo: Feminino Feminino
 

A empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho Pinto, na época com 32 anos, teve a bolsa roubada e foi espancada por cinco jovens moradores de condomínios de classe média da Barra da Tijuca, na madrugada do dia 23/06/2007. Os golpes foram todos direcionados à sua cabeça.

Presos por policiais da 16 DP (Barra), três dos rapazes — o estudante de administração Felippe de Macedo Nery Neto, de 20 anos, o técnico de informática Leonardo Andrade, de 19, e o estudante de gastronomia Júlio Junqueira, de 21 — confessaram o crime e foram levados para a Polinter. Como justificativa para o que fizeram, alegaram ter confundido a vítima com uma prostituta.

Os outros dois envolvidos — o estudante de turismo Rodrigo Bassalo, conhecido como Big Head (cabeça grande em inglês), de 21 anos, e o estudante de direito Rubens Arruda, de 19 — estavam foragidos, mas já havia mandados de prisão expedidos contra eles. O delegado titular da 16 DP, Carlos Augusto Nogueira Pinto, disse que os cinco serão acusados de tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte) e poderão ser condenados a penas entre 12 e 15 anos de prisão.

— Os rapazes, sem explicações, espancaram a vítima violentamente. Devido à gravidade, à quantidade e à localização dos golpes, eles serão enquadrados no artigo 157, parágrafo 3, tentativa de latrocínio.

Sirlei Dias Carvalho Pinto contou que às 4h50m do dia 23/06/2007 estava esperando um ônibus num ponto na Avenida Lúcia Costa, em frente ao Condomínio Summer Dream, onde trabalha. Iria para Imbariê, em Duque de Caxias, para fazer um exame preventivo num posto de saúde próximo à sua casa. Depois, seguiria para Ipanema, onde faria um serviço extra. Naquele momento, um Gol preto parou e quatro homens saltaram.

— Foi tudo muito rápido. Eles puxaram minha bolsa, e, quando eu me desequilibrei e caí, começaram a chutar. O alvo deles era só a cabeça. Estou com um dos braços roxo (o direito) porque tentei proteger meu rosto. Teve uma hora em que levei um chute muito forte, no lado esquerdo do rosto, e tudo escureceu. Pensei que ia morrer, e eles não paravam de bater. Foram muito cruéis, pareciam estar drogados. Eles ainda agrediram outras duas senhoras antes de ir embora — contou Sirlei.

Os cinco jovens acusados estão respondendo processo por lesão corporal grave, roubo e concurso de agente (durante o processo será averiguado se houve formação de quadrilha ou bando). O advogado Ricardo Mariz , defende que o peso do crime foi maior. "Em vez de lesão corporal grave, eles deviam responder por tentativa de homicídio. Os golpes foram todos na cabeça e isso mostra uma intenção que vai além do que machucar", destaca.

Dos acusados, três pediram habeas corpus para responderem o processo em liberdade, mas o pedido foi negado pela justiça. Eles ainda podem recorrer junto a instâncias superiores, mas para o advogado eles não devem ter êxito. "A exposição pública desse fato foi muito grande. A pressão popular é forte e esse clima de impunidade que temos no país faz pressão para que a justiça não pegue leve com os acusados", acredita.

Na questão cívil, o carro usado no dia do crime e dois quiosques de praia no Rio de Janeiro estão bloqueados para que possam arcar com uma possível indenização. "Ela teve o salário reduzido porque o INSS não cobre tudo. Seus trabalhos extras de fazer bolo, salgados e de ser diarista foram interrompidos. Ela terá que ser ressarcida desses prejuízos", destaca.

"Mas de forma alguma a Sirlei pensa em enriquecer por conta disso. Vamos cobrar a indenização justa. O trabalho dela é pesado e não ela está há tempos sem exrcê-lo por conta dos ferimentos. Há poucos dias ela retirou o gesso do braço", conta Ricardo.

A expectativa dos advogados é de que haja uma punição exemplar para que novos casos não aconteçam. "A falta de limite imposta pelos pais aos filhos e a crueldade da agressão são dois fatores que não podem se repetir. Esperamos que eles peguem cerca de 15 anos de prisão e cumpram cinco, já que a lei permite a liberdade com um terço da pena respeitado. Mas, esperamos que eles sirvam de exemplo para que o caso não se repita", ressalta Ricardo.

Os cinco jovens acusados estão respondendo processo por lesão corporal grave, roubo e concurso de agente (durante o processo será averiguado se houve formação de quadrilha ou bando). O advogado Ricardo Mariz , defende que o peso do crime foi maior. "Em vez de lesão corporal grave, eles deviam responder por tentativa de homicídio. Os golpes foram todos na cabeça e isso mostra uma intenção que vai além do que machucar", destaca.

Dos acusados, três pediram habeas corpus para responderem o processo em liberdade, mas o pedido foi negado pela justiça. Eles ainda podem recorrer junto a instâncias superiores, mas para o advogado eles não devem ter êxito. "A exposição pública desse fato foi muito grande. A pressão popular é forte e esse clima de impunidade que temos no país faz pressão para que a justiça não pegue leve com os acusados", acredita.

Na questão cívil, o carro usado no dia do crime e dois quiosques de praia no Rio de Janeiro estão bloqueados para que possam arcar com uma possível indenização. "Ela teve o salário reduzido porque o INSS não cobre tudo. Seus trabalhos extras de fazer bolo, salgados e de ser diarista foram interrompidos. Ela terá que ser ressarcida desses prejuízos", destaca.

"Mas de forma alguma a Sirlei pensa em enriquecer por conta disso. Vamos cobrar a indenização justa. O trabalho dela é pesado e não ela está há tempos sem exrcê-lo por conta dos ferimentos. Há poucos dias ela retirou o gesso do braço", conta Ricardo.

A expectativa dos advogados é de que haja uma punição exemplar para que novos casos não aconteçam. "A falta de limite imposta pelos pais aos filhos e a crueldade da agressão são dois fatores que não podem se repetir. Esperamos que eles peguem cerca de 15 anos de prisão e cumpram cinco, já que a lei permite a liberdade com um terço da pena respeitado. Mas, esperamos que eles sirvam de exemplo para que o caso não se repita", ressalta Ricardo.

Sirlei Dias Carvalho Pinto  é mais uma vítima da violência cometida contra a mulher, no Brasil.

Os cinco jovens acusados pela agressão contra Sirlei Dias Carvalho Pinto estão respondendo processo por lesão corporal grave, roubo e concurso de agente (durante o processo será averiguado se houve formação de quadrilha ou bando). O advogado Ricardo Mariz , defende que o peso do crime foi maior. "Em vez de lesão corporal grave, eles deviam responder por tentativa de homicídio. Os golpes foram todos na cabeça e isso mostra uma intenção que vai além do que machucar", destaca.

Dos acusados, três pediram habeas corpus para responderem o processo em liberdade, mas o pedido foi negado pela justiça. Eles ainda podem recorrer junto a instâncias superiores, mas para o advogado eles não devem ter êxito. "A exposição pública desse fato foi muito grande. A pressão popular é forte e esse clima de impunidade que temos no país faz pressão para que a justiça não pegue leve com os acusados", acredita.



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Suzana Milene em 11/11/2011 22:26
com certeza tem q receber mesmo mais q justo pra ela .e quanto a esses vagabundos tem q pagar sim, pelo crime de tentativa de homicídio e na cadeia ! tomara q um bando de presos faça eles de mulherzinha pra se sentirem frágeis como uma mulher bando de covardes!!!

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