Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Luis Renato Menina Ventura Ribeiro (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 17/04/2009

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/2004 (5 anos)

Data de Falecimento: 17/04/2009

Sexo: Masculino Masculino
 

O advogado e professor da Universidade de São Paulo, Renato Ventura Ribeiro, 39 anos, e o menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de apenas 5 anos  foram achados pela empregada na cama de casal do advogado no dia 24/04/2009. Cada uma das vítimas tinha um tiro na cabeça. Ribeiro não morava com a mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, 37 anos. Ela e o pai do garoto travavam um disputada judicial pela guarda do filho, fruto de um namoro de seis meses.

O pai, Renato Ventura Ribeiro matou  o garoto Luis Renato Menina Ventura Ribeiro e depois se suicidado. Há dez dias, Ribeiro havia perdido o pedido de revisão da guarda do filho, que mora com a mãe.

Segundo a polícia, o pai pegou o garoto na sexta-feira 17/04/2009, como fazia a cada 15 dias. Luis Renato Menina Ventura Ribeiro não ficaria o fim de semana todo com pai, pois domingo era aniversário de sua mãe. O combinado era que o garoto fosse entregue no domingo pela manhã, para passar o dia com a advogada.
Como o pai não apareceu com o garoto, a mãe fez diversas ligações e chegou a ir ao apartamento, mas ninguém a atendeu. Ela então registrou dois boletins de ocorrência de subtração de incapaz, um no domingo e outro na segunda-feira.

O paradeiro do garoto só foi descoberto no dia 22/04/09 à tarde. A faxineira que trabalha no apartamento do professor, localizado na rua Senador Casimiro da Rocha, passou de manhã pelo local e, como de costume, arrumou a sala e a cozinha. "Abri a porta do quarto e vi que os dois estavam deitados. Achei que eles dormiam. Fechei a porta e fui embora", contou Marcia Souza, 36 anos.

A faxineira contou à polícia que voltou no final da tarde para arrumar o quarto e sentiu um cheiro estranho vindo do quarto. Ela abriu a porta e se deparou com os dois corpos. O professor, segundo a polícia, ainda segurava a suposta arma do crime, uma pistola Glock.
Segundo o delegado titular do 16º DP (Vila Clementino), Virgílio Guerreiro Neto, o assassinato deve ter ocorrido na própria sexta-feira, dia 17/04/09 ou no sábado, já que os dois ainda vestiam as mesmas roupas que estavam no dia em que o garoto foi entregue ao pai.

Abalada a mãe de Luis Renato disse à polícia que a relação deles não era amistosa. O pai já teria dito que viajaria e sumiria com o filho, mas nunca mencionou agressão. Segundo a mãe e a faxineira, ele tratava bem o filho e não era agressivo.

Para a polícia, uma carta deixada por ele é a prova de que Ribeiro planejou assassinar o filho Luis Renato e se matar em seguida. Segundo a polícia, ele tomou a atitude, conforme escrito no bilhete, para “corrigir o erro, abreviando-lhe [ao filho] o sofrimento”.

 "Foi um ato de desespero para ficar com o filho". É assim que Jorge Ventura Ribeiro Filho avalia a atitude do filho. Em um bilhete encontrado em seu computador, ele escreveu que cometeu o crime por amor.
Para o pai do advogado, a carta expressa o quanto o garoto representava para Renato. No trecho final , ele escreveu: "Agora teremos liberdade e paz e eu poderei cuidar do meu filho".

- Algumas pessoas espíritas falam que, quando as pessoas morrem, se encontram em outro canto. Não sei dizer se existe ou não. Mas ele achou que, morto, ficaria junto com o filho - disse Ribeiro Filho, chorando.

Segundo o pai do advogado, "o filho era tudo na vida dele", a ponto de Ribeiro acreditar que era irreversível a decisão judicial que determinou que a guarda do menino deveria ficar com a mãe, a também advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos. ele já havia entrado com recurso contra a decisão.

- O que ele fez é lamentável. Eu imagino que tenha feito isso num momento de insensatez. Foi um ato de desespero para ficar com o filho. Uma loucura que deixou o Brasil inteiro perplexo.

O pai não acredita que o advogado tenha premeditado o crime, mas admite que não sabia que o filho havia comprado uma arma.

- Os amigos, que viram meu filho dias antes, falaram que ele estava normal, tranquilo. Nunca imaginava que ele poderia fazer isso, nem sabia que ele tinha arma. Decisões judiciais são demoradas, é uma história confusa, que não tem fim nunca. Ele achou melhor terminar tudo - disse o pai. "

O advogado e professor da Universidade de São Paulo, Renato Ventura Ribeiro, 39 anos, e o menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de apenas 5 anos  foram achados pela empregada na cama de casal do advogado no dia 24/04/2009. Cada uma das vítimas tinha um tiro na cabeça. Ribeiro não morava com a mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, 37 anos. Ela e o pai do garoto travavam um disputada judicial pela guarda do filho, fruto de um namoro de seis meses.

O pai, Renato Ventura Ribeiro matou  o garoto Luis Renato Menina Ventura Ribeiro e depois se suicidado. Há dez dias, Ribeiro havia perdido o pedido de revisão da guarda do filho, que mora com a mãe.



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