Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos e 9 meses, no dia 18/11/2009 foi arremeçado, pelo pai, do 18º andar de um prédio em São Paulo, vindo a falecer na hora.
Supostamente inconformado com o fim do casamento, Cássio Rodrigues, de 30 anos, consultor de vendas, atirou o filho Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos, do 18º andar de um prédio na capital paulista e depois se jogou. Ambos morreram. Cássio Rodrigues teria chegado ao apartamento onde a criança morava com a mãe, na Rua Correio Lemos, Chácara Inglesa, Zona Sul, pouco depois das 10h de ontem. Pedro Branco Couto Rodrigues estava na companhia da babá Neidiane de Souza, 17.
No apartamento da família, que fica no quinto andar do bloco A do condomínio, Cássio disse à jovem que levaria o menino para tomar um banho de sol no solarium do edifício. Ao sair, ele teria batido a porta, atitude que causou estranhamento a Neidiane. Segundo hipótese dos investigadores que cuidam do caso, ao chegar ao terraço, ele cometeu o crime e se matou. Pai e filho caíram no jardim do prédio.
Mãe da criança, a médica Kátia Regina Dias Couto foi quem contou à polícia que o ex-marido não aceitava a separação, ocorrida há oito meses. Na terça-feira, ela teria recebido um bilhete de Cássio no qual ele declarava seu amor e desejava um bom plantão — ela trabalha em um hospital. Ontem, antes de ir ao prédio na Zona Sul de São Paulo, o consultor havia telefonado para a mãe, Regina Imaculada de Souza, 50 anos, por volta de 8h30, com tom de despedida, pedindo desculpas “por algo que eventualmente tivesse feito e causado sofrimento a ela”, segundo o boletim de ocorrência do caso. Momentos depois, ligou para o chefe, Arthur de Ávila Rezende, também chorando e pedindo que ele agradecesse ao dono do escritório por tudo que tinha feito por ele.
Após receber a ligação, o chefe e o colega de trabalho Ronaldo Aparecido Bazan foram à casa dos pais de Cássio, localizada no município de São Caetano do Sul, onde o consultor morava desde a separação. Ao não encontrá-lo, o grupo, incluindo a mãe dele, foi ao prédio onde a criança morava com a mãe. No edifício, a babá Neidiane de Souza disse que Cássio havia sumido com o menino. Eles então começaram a procurar pai e filho pelo condomínio. Segundo os autos da ocorrência, Ronaldo Bazan ouviu um estrondo vindo do jardim. Era a criança. O colega ainda viu Cássio em queda livre, em seguida.
Em perícia no apartamento de Kátia Regina, policiais encontraram um envelope de veneno de rato e dois copos com água. Ainda não se sabe se a substância foi ingerida. Um agente afirmou que um dos copos encontrados ao lado do veneno tinha tamanho menor e, nele, havia um canudo. A babá que cuidava do menino disse à polícia que o veneno não era do apartamento. O material foi encaminhado para perícia.
Regina de Souza disse aos investigadores do 16º Distrito Policial paulistano que o filho estava insatisfeito com a separação e que “os amores da vida dele eram a mulher e o filho”.
Pedrinho é mais uma vítima da violência familiar que assola os lares brasileiros.
Missa de 2 anos pela passagem do pequeno Pedrinho.
Convite feito por Kátia Regina Dias Couto, mãe do pequeno Pedro Branco Couto Rodrigues
18/11/2011 às 19:30 h, na Igreja Santa Teresinha - Praça Domingos Correia da Cruz - 140 - Santa Terezinha São Paulo - SP





Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos e 9 meses, no dia 18/11/2009 foi arremeçado, pelo pai, do 18º andar de um prédio em São Paulo, vindo a falecer na hora.
Supostamente inconformado com o fim do casamento, Cássio Rodrigues, de 30 anos, consultor de vendas, atirou o filho Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos, do 18º andar de um prédio na capital paulista e depois se jogou. Ambos morreram.
Pedrinho é mais uma vítima da violência familiar que assola os lares brasileiros.