Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Pedro Branco Couto Rodrigues (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 18/11/2009

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/2007 (2 anos)

Data de Falecimento: 18/11/2009

Sexo: Masculino Masculino
 

Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos e 9 meses, no dia 18/11/2009 foi arremessado, pelo pai, do 18º andar de um prédio em São Paulo, vindo a falecer na hora.

Supostamente inconformado com o fim do casamento, Cássio Rodrigues, de 30 anos, consultor de vendas, atirou o filho Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos, do 18º andar de um prédio na capital paulista e depois se jogou. Ambos morreram. Cássio Rodrigues teria chegado ao apartamento onde a criança morava com a mãe, na Rua Correio Lemos, Chácara Inglesa, Zona Sul, pouco depois das 10h de ontem. Pedro Branco Couto Rodrigues estava na companhia da babá Neidiane de Souza, 17.

No apartamento da família, que fica no quinto andar do bloco A do condomínio, Cássio disse à jovem que levaria o menino para tomar um banho de sol no solarium do edifício. Ao sair, ele teria batido a porta, atitude que causou estranhamento a Neidiane. Segundo hipótese dos investigadores que cuidam do caso, ao chegar ao terraço, ele cometeu o crime e se matou. Pai e filho caíram no jardim do prédio.

Mãe da criança, a médica Kátia Regina Dias Couto foi quem contou à polícia que o ex-marido não aceitava a separação, ocorrida há oito meses. Na terça-feira, ela teria recebido um bilhete de Cássio no qual ele declarava seu amor e desejava um bom plantão — ela trabalha em um hospital. Ontem, antes de ir ao prédio na Zona Sul de São Paulo, o consultor havia telefonado para a mãe, Regina Imaculada de Souza, 50 anos, por volta de 8h30, com tom de despedida, pedindo desculpas “por algo que eventualmente tivesse feito e causado sofrimento a ela”, segundo o boletim de ocorrência do caso. Momentos depois, ligou para o chefe, Arthur de Ávila Rezende, também chorando e pedindo que ele agradecesse ao dono do escritório por tudo que tinha feito por ele.

Após receber a ligação, o chefe e o colega de trabalho Ronaldo Aparecido Bazan foram à casa dos pais de Cássio, localizada no município de São Caetano do Sul, onde o consultor morava desde a separação. Ao não encontrá-lo, o grupo, incluindo a mãe dele, foi ao prédio onde a criança morava com a mãe. No edifício, a babá Neidiane de Souza disse que Cássio havia sumido com o menino. Eles então começaram a procurar pai e filho pelo condomínio. Segundo os autos da ocorrência, Ronaldo Bazan ouviu um estrondo vindo do jardim. Era a criança. O colega ainda viu Cássio em queda livre, em seguida.

Em perícia no apartamento de Kátia Regina, policiais encontraram um envelope de veneno de rato e dois copos com água. Ainda não se sabe se a substância foi ingerida. Um agente afirmou que um dos copos encontrados ao lado do veneno tinha tamanho menor e, nele, havia um canudo. A babá que cuidava do menino disse à polícia que o veneno não era do apartamento. O material foi encaminhado para perícia.

Regina de Souza disse aos investigadores do 16º Distrito Policial paulistano que o filho estava insatisfeito com a separação e que “os amores da vida dele eram a mulher e o filho”.

Pedrinho é mais uma vítima da violência familiar que assola os lares brasileiros.

Missa de 2 anos pela passagem do pequeno Pedrinho.

Convite feito por Kátia Regina Dias Couto, mãe do pequeno Pedro Branco Couto Rodrigues

18/11/2011 às 19:30 h, na Igreja Santa Teresinha - Praça Domingos Correia da Cruz - 140 - Santa Terezinha São Paulo - SP

Por Sandra Domingues, com informações do O Globo, R7 e Estadão

Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos e 9 meses, no dia 18/11/2009 foi arremessado, pelo pai, do 18º andar de um prédio em São Paulo, vindo a falecer na hora.

Supostamente inconformado com o fim do casamento, Cássio Rodrigues, de 30 anos, consultor de vendas, atirou o filho Pedro Branco Couto Rodrigues, de 2 anos, do 18º andar de um prédio na capital paulista e depois se jogou. Ambos morreram. 

Pedrinho é mais uma vítima da violência familiar que assola os lares brasileiros.



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Philippe Henrique Da Rocha em 16/09/2011 14:57
Assisti a homenagem a ele no suporpop , fiquei muito emocionado , descanse em paz pedrinho o Brasil te ama!!! Philippe!!!


Sandra Domingues em 05/12/2010 22:51
Regina, que Deus conforte o seu coração e lhe dê forças para superar essa dolorosa perda. Na missa de 1 ano do Pedrinho a Kátia pediu orações por Pedrinho e por Cássio e em seu coração de mãe também sofrido não restam mágoas...só saudades. Que o Pedrinho e Cássio possam descansar em paz e que Deus continue dando forças a senhora e à Kátia. Fique com Deus


Regina em 05/12/2010 01:12
Sou mãe do Cássio, um rapaz que amava seu filho e sua mulher. Implorou por uma chance, que todos temos direito. Ele sofreu muito com a separação e a chance que não lhe foi dada, tornou-se em tristeza, mas muito triste mesmo até cair em depressão. Infelizmente esta tragédia aconteceu, e eu perdi meu filho e meu único neto. Assisti à tudo, e isso pode passar 100 anos que a cena nunca sairá da minha cabeça. Estou em tratamento médico, psicológico e psiquiátrico, tomando dosagens altas e fortes de remédios, mas tudo parece ter acontecido ontem. Estou afastada do trabalho até hj e por mais dois meses. Quando os médicos psiquiatra e do trabalho, avaliaram novamente meu estado para ver se volto ou não ao trabalho. Meus amores Cássio e Pedro, amores da minha vida, dois pedaços do meu coração foram arrancados. Que nos ajude à todos.

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