Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Aryane Thaís Carneiro de Azevedo (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 15/04/2010

Localização: João Pessoa (PB)

Data de Nascimento: 30/08/1988 (21 anos)

Data de Falecimento: 15/04/2010

Sexo: Feminino Feminino
 

A estudante Aryane Thaís Carneiro de Azevedo, 21 anos, estava grávida quando foi estrangulada e o seu corpo deixado num matagal em João Pessoa-PB, no dia 15/04/2010.

Em 17/04/2010, dois dias depois de o corpo de Aryane de Azevedo ser encontrado às margens da BR-230, familiares e a defesa do principal suspeito pelo crime apresentam versões distintas para o assassinato. De um lado, os parentes acreditam que Luiz Paes de Araújo Neto, o estudante de Direito da Unipê, estrangulou Aryane de Azevedo. O motivo seria a revelação de um teste positivo de gravidez achado em poder de Aryane de Azevedo. O exame provaria que o universitário seria pai do bebê esperado por Aryane de Azevedo. Na outra ponta do caso, a defesa do acusado rechaça a história. Admite que ele esteve com a menina no dia do crime. Mas atribui a um terceiro elemento o homicídio.

Em meio à comoção causada pela morte de Aryane de Azevedo, resta à polícia juntar os fragmentos do caso para reconstituir os últimos momentos em vida da jovem e descobrir o assassino. A missão caberá à delegada Ilmara Bezerra, designada pela Secretaria de Segurança Pública para apurar as circunstâncias do assassinato. Por enquanto, sobram informações desencontradas.

Amigas de Aryane de Azevedo contaram à reportagem que ela havia marcado encontro com Luiz Paes Neto para comunicar o resultado do exame de gravidez a paternidade dele. O irmão da vitíma disse que Aryane de Azevedo saiu de casa por volta das 20h da quarta-feira para encontrar Luiz Neto e falar sobre o bebê. "Eu jantei com ela e saí de casa por volta das 19h para assistir aula com minha namorada. Aryane de Azevedo ficou no computador. Quando voltamos, ela não estava mais em casa", contou Thiago Carneiro. A partir daí, os familiares não arriscam palpite. Mas acreditam que o universitário tenha matado Aryane de Azevedo ao ser informado.

A história é admitida em parte pelo advogado contratado pela família de Luiz para defendê-lo. Na versão apresentada por Aluísio Lucena, os dois tinham marcado um encontro em que a menina pediu ajuda para abortar. O estudante apanhou Aryane de Azevedo em frente à lanchonete Mundial Lanches, no Jaguaribe, bairro onde ambos residiam. Mas, no relato feito pelo advogado, a conversa entre eles durou pouco mais de três minutos. "Ela entrou no carro e perguntou: 'e aí? Vai fazer o quê?'".

Segundo Aluísio, Luiz teria dito que Aryane de Azevedo não deveria abortar e que, se o filho fosse dele, assumiria a paternidade. Luiz, de acordo com o advogado, teria sugerido à garota fazer um teste de DNA porque não tinha certeza de que o bebê era dele e acreditava que ela tinha um outro namorado. Aluísio acrescentou que Aryane de Azevedo desceu do veículo e entrou em outro carro. "Os dois discutiram durante o trajeto entre a lanchonete e o Centro Administrativo Municipal, por menos de três minutos. Depois, ela desceu do carro já falando ao celular e entrou no carro desse outro rapaz, que estava num celta preto e de boné", disse. Neto teria ido para casa assistir ao um jogo na televisão, ele garantiu.

Aryane Thaís Carneiro de Azevedo é mais uma vítima da violência cometida contra mulheres no Brasil e não queremos que seja mais um caso de impunidade.

Em 29/06/2010 foi veiculada a informação de que o promotor denunciou Luíz Paes Neto pela morte de Aryane Thaís Carneiro de Azevedo.

O advogado Genival Veloso, da defesa do estudante de Direito Luis Paes Neto acusado assassinar a estudante Aryane de Azevedo, em abril deste ano, afirmou que vai solicitar a realização de um novo exame de paternidade para comprovar se o filho que Aryane de Azevedo estava esperando era mesmo de Luis Neto. No primeiro exame, realizado antes da conclusão do inquérito, o resultado apontou o estudante como pai.

A denúncia contra o estudante foi acatada pelo juiz Marcos Willian do 1º Tribunal do Júri da Capital. Ele determinou que o acusado tem dez dias para apresentar a defesa escrita.

Ele esclareceu que o prazo para realização da primeira audiência de instrução vai depender da quantidade de testemunhas que forem requisitadas e das diligências que forem solicitadas para esclarecer detalhes sobre o caso. No entanto, o juiz afirmou que a previsão é que essa primeira audiência ocorra entre julho e agosto.

De acordo com a denúncia, além da existência de contradições e inverdades no depoimento do réu, foram encontrados, no interior do seu carro, fragmentos de pêlos arrancados da vítima e vegetação semelhante à do local em que o corpo foi encontrado, o que ficou configurado como “indícios suficientes de autoria e materialidade”.

Mãe de Aryane se une à família de Mércia Nakashima contra violência

Hipernestre Carneiro, mãe da estudante Aryane Thaís, assassinada há quatro meses em João Pessoa, participa neste fim de semana de uma série de eventos em São Paulo em memória de mulheres que foram vítimas de violência. Os organizadores das manifestação são os parentes da advogada Mércia Nakashima, encontrada morta há três meses.
 
A convite deles, a paraibana aderiu ao movimento. Com ela também protestam os familiares de Gabriela Prado, jovem assassinada em 2003 em meio a um tiroteio, quando saía de um metrô no Rio de Janeiro.
 
A principal manifestação aconteceu em 20/08/2010 na Praça da Sé, em frente ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Na ocasião, pacificamente os participantes formaram um círculo e levantaram cartazes com pedidos de justiça. Também foram colhidas assinaturas para o projeto de reforma do Código Penal Brasileiro, que prevê, entre outras coisas, a redução da maioridade penal e o fim das brechas para que acusados aguardem o processo em liberdade.
 
Tanto no caso de Mércia Nakashima, quanto no de Aryane Thaís, os acusados de cometerem os assassinatos aguardam julgamento em liberdade.
 
Na Paraíba, no dia 16/08/2010, familiares e amigos de Aryane participaram de um movimento junto com o Centro 8 de Março, em protesto contra a violência que atinge a população femina. Neste ano, 42 mulheres tiveram morte violenta somente em João Pessoa.
 
A mãe de Aryane continou em São Paulo para participar de missa dos três meses da morte de Mércia Nakashima e caminhada em 21/08/2010.
 
Julgamento do acusado de matar Aryane
 
Está prevista para o dia 10 de setembro a primeira audiência no Tribunal do Júri sobre a morte de Aryane. A expectativa é de que o estudante Luís Paes Neto preste depoimento. Ele, de quem a jovem estaria grávida, segundo exame de DNA, foi denunciado pelo Ministério Público como único acusado pela morte.
 
A irmã de Aryane, Talita Carneiro, é uma das testemunhas programadas para depor neste dia. Ela informou ao Paraíba1 que, embora grávida, com previsão de parto entre os dias 10 e 12 de setembro, fará questão de comparecer ao tribunal para contribuir com o julgamento.
 
Em 10/09/2010 foi realizada a 1ª audiência
 
Antes de ouvir as 29 testemunhas do crime que ficou conhecido como caso Aryane, o juiz Marcos William leu na íntegra a denúncia do Ministério Público da Paraíba contra o estudante de Direito Luís Paes Neto, de 23 anos, acusado de matar a estudante Aryane Thaís, de 21 anos.
 
De acordo com o promotor Alexandre Varandas, Luís Paes premeditou o crime e matou a estudante asfixiada por estrangulamento. A audiência de instrução e julgamento acontece, nesta sexta-feira (10/09/2010), no Fórum Criminal na avenida João Machado, na Capital.
 
Foi suspensa a audiência de instrução e julgamento do processo em que o estudante Luís Paes de Araújo Neto é acusado pelo assassinato de Aryane Thays Carneiro de Azevedo, ocorrido no dia 15 de abril deste ano. A continuação ficou marcada para o dia 24 de setembro, a partir das 9h, no mesmo local, o 2º Tribunal do Júri.
 
Ao todo, serão ouvidas 29 pessoas entre testemunhas da acusação, da defesa e declarantes. O réu será ouvido ao final. Após a instrução, o juiz titular do 1º Tribunal do Júri da comarca da Capital, Marcos William de Oliveira, terá condições técnicas e jurídicas para pronunciar, ou não, o acusado. Caso ele seja pronunciado, será julgado pelo Tribunal do Júri. 
 
O juiz ouviu a testemunha Edneide de Souza Silva e os declarantes Jerberson Ramos Carneiro de Lima (primo da vítima), Juliana Macedo Severo de Lucena e Larissa Roberta Jardim Teixeira, ambas amigas de Aryane
 
De manhã, a audiência de instrução teve início, quando foi ouvida a declarante Ariadne Thalita Carneiro, irmã de Aryane. Em suas declarações, Ariadne afirmou que não conhecia o acusado nem sabia do relacionamento que a irmã tinha com o réu. Ela também afirmou que a família não tinha conhecimento da gravidez e que ninguém teria motivos para matar sua irmã. 
 
A segunda a ser ouvida, por volta das 11h, foi Ranielli Vasconcelos, a primeira delegada do caso. Ela esteve no local onde o corpo foi encontrado e ouviu o estudante Luís Neto pela primeira vez. Ela era plantonista no dia do crime e deu detalhes de como a jovem foi encontrada e do que foi dito no depoimento do réu. Segundo ela, o acusado se apresentou espontaneamente acompanhado do seu advogado e durante todo o interrogatório estave tranquilo.
 
A sessão recomeçou com o depoimento do primo de Aryane, Jerberson Ramos, seguido do de Edneide de Souza Silva. De acordo com a testemunha, Aryane costumava frequentar o seu estabelecimento comercial situado no bairro de Jaguaribe, e permanecia por lá, muitas vezes até tarde da noite. A testemunha disse, ainda, que não conhecia Luíz Paes Neto e que tomou conhecimento da gravidez de Aryane pela própria.
 
Na sequência, depôs Juliana Macedo Severo de Lucena. A estudante e amiga da vítima disse que conversou com Aryane, em bate-papo da Internet, no dia em que ela teria sido assassinada. A depoente falou, também, que sabia da gravidez da amiga, pois tinha pago o exame de laboratório que a confirmou, e que incentivou Aryane a não praticar aborto.
 
Larissa Teixeira foi a terceira e última a ser ouvida, nesta tarde. Ela era amiga de infância de Aryane e também conhecida do acusado, Luíz Paes Neto. A declarante manteve os depoimentos que deu na fase de inquérito e disse que foi a última pessoa com quem a vítima esteve, antes de ir se encontrar com o acusado. Na ocasião, ela afirmou que Aryane teria recebido um telefonema de Luíz Paes de Araújo Neto, com número de telefone oculto, e que dali teria saí do para se encontrar com ele.
 
A audiência de instrução e julgamento teve início, nesta manhã, quando foi ouvida a declarante Ariadne Thalita Carneiro, irmã de Aryane. Em suas declarações, Ariadne afirmou que não conhecia o acusado e também não sabia do relacionamento que Aryane mantinha com o réu. Ela também afirmou que a família não tinha conhecimento da gravidez da vítima e ninguém teria motivos para matar sua irmã, a não ser o próprio Luíz Neto, por conta da gravidez indesejada.
 
A segunda a ser ouvida, por volta das 11h, foi Ranielli Vasconcelos, a primeira delegada do caso. Ela esteve no local onde o corpo foi encontrado e ouviu o estudante Luíz Neto pela primeira vez. Ranielli era a delegada plantonista no dia do crime e deu detalhes de como a jovem foi encontrada e do que foi dito no depoimento do réu. Segunda ela, o acusado se apresentou, espontaneamente, à delegacia, acompanhado do seu advogado e durante todo o interrogatório estava tranquilo. Ela contou, ainda, que, após o seu plantão, o caso foi repassado para a colega Iumara Gomes.
 
A continuação da audiência ficou marcada para o dia 24 de setembro, a partir das 9h, no mesmo local. Ao todo, serão ouvidas 29 pessoas entre testemunhas da acusação, da defesa e declarantes. O réu será ouvido ao final. Após a instrução, o magistrado terá condições técnicas e jurídicas para pronunciar, ou não, Luís Paes Neto. Caso ele seja pronunciado, será julgado pelo Tribunal do Júri.
 
Defesa de Luis Paes Neto falta à audiência do caso
 
A audiência de instrução e julgamento do caso Aryane Thaís que estava prevista para acontecer nesta sexta-feira, dia 29, foi desmarcada e adiada para o próximo dia 19 de novembro. A suspensão da audiência se deu pela impossibilidade dos advogados do suspeito de ter cometido o crime, Luís Paes de Araújo Neto, comparecerem ao 1º Tribunal do Juri da Capital.
 
Após o adiamento, não foi marcada nova data para a realização da audiência. O crime aconteceu no mês de abriu deste ano.
 
De abril até hoje já se passaram mais de seis meses e a expectativa é que Luís Paes Neto revele ainda pela primeira vez a sua versão sobre os fatos ocorridos na noite de 14 de abril, quando Aryane Thaís foi vista pela última vez na companhia dele. O estudante de Direito deverá esclarecer alguns pontos que permaneceram obscuros durante as investigações sobre a morte de Aryane, como o tipo de relacionamento que mantinha com a jovem, o conteúdo dos últimos telefonemas registrados no celular da vítima e a reação que teve quando descobriu que seria pai da criança que ela estava esperando.
 
Antes do depoimento de Luís Neto, o juiz Marcos William deverá ouvir oito testemunhas de defesa, quatro declarantes e três peritos que foram citados no processo e na denúncia produzida pelo Ministério Público. Só após ouvir todas as pessoas arroladas no caso e o réu, o titular do 1º Tribunal do Júri deverá tomar a decisão e anunciar se Luís Neto será julgado ou não por um júri popular.
 
A audiência de instrução e julgamento do caso Aryane, marcada para acontecer na manhã desta sexta-feira, foi adiada para novembro pela juíza Ana Flávia de Carvalho, do 1º Tribunal do Júri da Capital. O motivo do adiamento do adiamento é que os advogados de Luis Paes Neto, acusado de cometer o crime, não puderam comparecer ao Fórum Criminal.
 
O advogado Aluísio Lucena apresentou um atestado médico e Genival Veloso alegou que não poderia comparecer por motivo de viajem. Por causa da ausência dos advogados, a juíza decidiu remarcar a sessão para o dia 19 de novembro, às 9 horas. As testemunhas e o estudante Luis Neto compareceram à sessão.
 
Depois das audiências de instrução e julgamento, o juiz vai decidir se Luís Paes Neto vai ser julgado ou não pela morte da estudante Aryane Thais
 
Acusado de matar Aryane Thais vai à Júri Popular
 
O juiz Marcos William decidiu na tarde de 17/05/2011, que o estudante Luiz Paes Neto, acusado pela morte de Aryane Thays vai a júri popular. A decisão saiu durante audiência no 1º Tribunal do Júri, em João Pessoa.
 
Genival Veloso, que faz a defesa de Luiz Paes recorreu da decisão do magistrado. A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve o julgamento do acusado de matar a estudante Aryane Thais Carneiro de Azevedo. Em sessão na quinta-feira (26/01/2012) foi rejeitado um Recurso em Sentido Estrito da defesa do estudante Luiz Paes de Araújo Neto que tentava evitar o júri popular. 

O Conselho de Sentença do 1º Tribunal de Júri de João Pessoa decidiu na madrugada de 20/09/2013, pela condenação de Luiz Paes de Araújo Neto a 17 anos e seis meses em regime fechado. Da decisão cabe recurso e Paes pode aguardar em liberdade. Por ser réu primário, ele só será preso quando se esgotarem todas as chances de recurso.
 
O julgamento começou às 14h30 da quinta-feira (19), com um plenário lotado. A sentença saiu depois de 12 horas. 
 
Por Sandra Domingues, com informações do Paraíba 1 e O Globo

Enquanto a família de Aryane Thays comemorava o Júri popular com lágrimas, o acusado, Luis Paes de Araújo Neto, deixava o plenário sorrindo.

A estudante Aryane Thaís Carneiro de Azevedo, 21 anos, estava grávida quando foi estrangulada e o seu corpo deixado num matagal em João Pessoa-PB, no dia 15/04/2010.

Em 17/04/2010, dois dias depois de o corpo de Aryane de Azevedo ser encontrado às margens da BR-230, familiares e a defesa do principal suspeito pelo crime apresentam versões distintas para o assassinato. De um lado, os parentes acreditam que Luiz Paes de Araújo Neto, o estudante de Direito da Unipê, estrangulou Aryane de Azevedo. O motivo seria a revelação de um teste positivo de gravidez achado em poder de Aryane de Azevedo. O exame provaria que o universitário seria pai do bebê esperado por Aryane de Azevedo. Na outra ponta do caso, a defesa do acusado rechaça a história. Admite que ele esteve com a menina no dia do crime. Mas atribui a um terceiro elemento o homicídio.

O juiz Marcos William decidiu na tarde de 17/05/2011, que o estudante Luiz Paes Neto, acusado pela morte de Aryane Thays vai a júri popular. A decisão saiu durante audiência no 1º Tribunal do Júri, em João Pessoa.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve o julgamento do acusado de matar a estudante Aryane Thais Carneiro de Azevedo. Em sessão na quinta-feira (26/01/2012) foi rejeitado um Recurso em Sentido Estrito da defesa do estudante Luiz Paes de Araújo Neto que tentava evitar o júri popular.
 
O Conselho de Sentença do 1º Tribunal de Júri de João Pessoa decidiu na madrugada de 20/09/2013, pela condenação de Luiz Paes de Araújo Neto a 17 anos e seis meses em regime fechado. Da decisão cabe recurso e Paes pode aguardar em liberdade. Por ser réu primário, ele só será preso quando se esgotarem todas as chances de recurso.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Paraíba 1 e O Globo


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Sonia Arcurio em 28/01/2012 16:32
DEUS NOS DEU A VIDA!! SO ELE PODERA TIRAR!!JUSTIÇAAAAAA.......... QUEREMOS UM MUNDO DE PAZZZZ


Caso Aryane Thais em 03/11/2011 00:28
Precisamos ser a voz daqueles que foram levados cedo demais. A Paraiba CLAMA POR JUSTIÇA.


Renata Barbosa em 09/09/2011 04:33
Desejo a família de Aryane Thaís que a justiça seja feita, sou de maceio al e tem vários casos parecidos aqui ultimo caso foi o de Giovanna ténorio é nada e feito a justiça desse pais e lenta de mais os culpados ficam soltos como nada tivesse acontecido. Ninguém tem o direito de tirar a vida do próximo a não ser Deus, mas na minha opinião só ia parar de si matar tanto ou diminuir tantos crimes se tivesse prisão perpetua pq morrer para que faz essa barbaridade e pouco merece é apodrecer na cadeia vendo a vida passar e pensando na crueldade que fez... Deus venha conforta vcs nessa hora difícil... Mãe, irmão parentes e amigos.


Keila Matos em 26/07/2011 11:12
Espero que a morte de minha prima não fique impune neste país que até hoje privilegia os marginais e agora os marginais resolveram estudar direito pois é mais fácil ser criminoso sabendo todas as brechas da lei. Creio que um dos requisitos para obter número da ordem dos advogados deveria ser antecedentes criminais, é inconcebível um advogado criminosos e pior ainda, os que são reus confessos.!!! DIREITOS HUMANOS PARA HUMANOS DIREITOS.


Erivaldo Filho em 12/04/2011 17:39
Desejo de todo coracao que a justica seja feita, e que esse nao seja mais 1 caso de crueldade, e corvadia impune que vemos todos os dias. Todos nos sentimos muito a sua falta Thaisinha. E iremos sempre lutar por justica.


Natália Moreira em 19/01/2011 22:19
A vida é frágil e viver É um lindo momento Quando se sabe amar Notar a poesia perdida No tempo rebuscar Num eterno acreditar Será que o sonho acabou? Será que o que somos se foi? Sei que a tempestade dará seu lugar a um dia de sol... Tenho certeza que vou te encontrar Não sei o dia e a hora Mas sei o lugar Sei que você está bem Mesmo assim Isso não me impede de chorar Os nossos momentos As nossas idéias Presente em todas as canções O que nós sentimos Os nossos desejos seguirão Em nossos corações Você foi tão cedo A vida é um mistério E ela não diz porque... Mas tua semente hoje está Presente e vai florescer...


Célia em 22/11/2010 22:26
Agente ta muito bem protegida da LEI,um Estudante de Direito tirando a vida de um ser que era do BEM,uma jovem que carregava no ventre um filho seu.O NEGO da PARAIBA NEGA a IMPUNIDADE. QUEREMOS JUSTIÇA


Sandra Domingues em 03/11/2010 01:38
Essas são as brechas da lei... E os advogados usam de todas as artimanhas para safarem os seus clientes. Se o Judiciário tomasse alguma medida enérgica contra esses profissionais que usam dessas artimanhas, não veríamos o Brasil mergulhar num mar de Impunidade. Revoltante


Tacyanna Almeida em 02/10/2010 18:04
Clamamos por justiça ate o fim!!!...nossa Thaisinha nao vai mais voltar, mas queremos que o assassino q1ue a tirou de nossa familia pague pela covardia! Thaisinha uma menina com a vida toda pela frente, 21 anos, linda...nao entendo o pq de tanta crueldade. e a familia de Aryane Thais pergunta todos os dias ...QUE DIREITO É ESSE SEU DE TIRAR A NOSSA PAZ???!!!


Sandra Domingues em 01/10/2010 22:14
Dói em mim a tristeza dessa mãezinha e revolta a todos nós a covardia que foi feita com essa linda jovem, que carregava no ventre um filho, justamente daquele que está sendo acusado de ter lhe tirado a vida. Que a Justiça seja feita e o culpado responda por esse crime cruel e desumano. Hiper querida, que Deus continue lhe dando forças para superar toda essa tragédia. A você todo meu carinho e respeito.

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