Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Thiago Henry de Siqueira Oazen (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 28/04/2008

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 00/00/1989 (19 anos)

Data de Falecimento: 28/04/2008

Sexo: Masculino Masculino
 

Thiago Henry de Siqueira Oazen, 19 anos, foi morto com um tiro no rosto ao tentar fugir, em sua moto, de três policiais que faziam ronda policial na Zona Oeste do Rio, em 28/04/2008.

Thiago Henry de Siqueira Oazen e mais seis amigos voltavam em cinco motos de um baile no Castelo das Pedras, em Jacarepaguá, no dia 28/04/2008 quando os três PMs, que estavam em uma viatura, passaram pelo grupo na estrada de Jacarepaguá. Próximo ao Bosque dos Esquilos, os policiais retornaram no sentido Freguesia com a sirene ligada, mandando os jovens parar. Assustado e sem habilitação - ele perdido a carteira provisória recentemente -, Thiago Henry de Siqueira Oazen acelerou sua moto, que havia ganho há duas semanas da mãe.

"Os policiais não abordaram ninguém e logo partiram atrás de Thiago Henry de Siqueira Oazen, fazendo vários disparos, que quase nos atingiram também. Minutos depois, em frente a uma igreja evangélica, na altura do número 19, encontramos só a moto de Thiago Henry de Siqueira Oazen caída, com marcas de sangue no tanque e no chão", explicou Mayara Carvalho, 19 anos, amiga de Thiago Henry de Siqueira Oazen.

Uma testemunha-chave do crime que está colaborando com as investigações contou, em depoimento na 28ª DP, que escutou um disparo e, logo em seguida, viu os policiais colocando Thiago Henry de Siqueira Oazen no porta-malas da viatura. "Não vi nenhuma arma com o rapaz (Thiago Henry de Siqueira Oazen) e nem sendo recolhida", garantiu a testemunha.

Segundo outras testemunhas, como Thiago Henry de Siqueira Oazen tinha 1,87 metro de altura, os policiais militares tiveram dificuldade para colocá-lo no porta-malas da viatura, equipada com cilindro para GNV. "Eles chegaram a bater três vezes com a tampa sobre as pernas do jovem e tiveram que forçá-las para caberem no carro", contou J., 35 anos.

Transtornado, Sérgio Oazen lamentou a morte do filho Thiago Henry de Siqueira Oazen, lembrando que ele odiava armas, não fumava, não bebia, estava no terceiro período de Direito e fazendo curso preparatório para ingressar no Corpo de Bombeiros. "PMs despreparados e covardes deram um tiro na cara do meu filho, sem ao menos identificá-lo, e ainda tentam incriminá-lo", desabafou Sérgio.

"Meu filho tinha olhos verdes, lindos, e não poderei nem me despedir dele olhando no seu rosto, pois ficou desfigurado".
Amparada por parentes, a mãe de Thiago Henry de Siqueira Oazeno, Andrea, passou mal e não pôde dar declarações. "Estamos arrasados. Thiago era tão pacato que seu hobby era colecionar aquários. Flamenguista, também adorava mergulhar, praticar exercícios em academias, jiu-jítsu e surfar com o pai", ressaltou Sérgio Oazen, avô do estudante.

As armas dos PMs - um fuzil 5.56 e duas pistolas calibre 40 mm - foram recolhidas para perícia, assim como uma cápsula de pistola 40 mm apreendida no local onde o estudante foi morto. O delegado pediu ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli um exame que possa identificar se havia ou não resíduo de pólvora nas mãos de Thiago Henry de Siqueira Oazen e impressões digitais no revólver. Também solicitou imagens de câmeras locais.

Thiago Henry de Siqueira Oazen é mais uma vítima do despreparo da polícia militar e mais um caso de impunidade.

Thiago Henry de Siqueira Oazen, 19 anos, foi morto com um tiro no rosto ao tentar fugir, em sua moto, de três policiais que faziam ronda policial na Zona Oeste do Rio, em 28/04/2008.

Thiago Henry de Siqueira Oazen é mais uma vítima do despreparo da polícia militar e mais um caso de impunidade.


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