Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Amanda Rossi (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 29/10/2007

Localização: Londrina (PR)

Data de Nascimento: 00/00/1987 (20 anos)

Data de Falecimento: 29/10/2007

Sexo: Feminino Feminino
 

Amanda Rossi, 22 anos, foi morta durante um festival de música e dança no campus da faculdade Unopar, em Londrina-PR, em 29/10/2007. O corpo da jovem só foi encontrado dois dias depois, por um funcionário da universidade, na sala de máquinas da piscina. Ela foi agredida no rosto e esganada.

Amanda Rossi cursava Educação Física e iria se formar no início do mês de dezembro - 2007. Amigas contam que ela era uma pessoa muito amável e meiga.

A Polícia Civil de Londrina prendeu os assassinos da estudante universitária Amanda Rossi; Alan Aparecido Henrique, 29 anos, Dayane de Azevedo, 27 anos, e Luiz Vieira da Rocha, 35 anos, teriam participado diretamente da morte da estudante. A Polícia Civil finalizou o inquérito e o Ministério Público do Paraná já ofereceu denúncia contra os acusados. Para desvendar o caso, a polícia fez dezenas de diligências e ouviu mais de cem pessoas. O inquérito policial conta com mais de 3 mil páginas.

Em 19/07/2010 foi divulgado pela imprensa que Advogados de defesa vão tentar impedir júri popular no caso Amanda Rossi
Defensores irão recorrer no Tribunal de Justiça. Eles alegam falhas na investigação policial e a falta de provas que coloquem os suspeitos na cena do crime.

Os advogados de defesa de Alan Henrique e Luiz Vieira da Rocha, suspeitos de assassinar a estudante Amanda Rossi, irão recorrer da decisão da Justiça  que determina a realização de um júri popular.

O recurso será encaminhado ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ). Os defensores alegam falhas na investigação policial e falta de provas que coloquem os acusados na cena do crime. O julgamento deve ser realizado somente em 2011.

A juíza Elizabeth Kather, da 1ª Vara Criminal, que classificou o crime como triplamente qualificado, por motivo torpe (mediante promessa de recompensa), cruel (mediante esganadura) e dissimulado (sem chances de defesa da vítima). A pena máxima pode chegar a 30 anos.

Dayane de Azevedo, que é ré confessa, também irá a júri popular. O depoimento dela é a prova mais contundente utilizada pela acusação contra Rocha e Henrique. A moça apontou os dois como executores do assassinato da estudante. A reportagem não conseguiu falar com o advogado que defende Dayane.

Para o defensor de Alan Henrique, citado como o executor direto do homicídio, Laércio dos Santos Luz, a decisão já era esperada.

O advogado diz que as prisões, que ocorreram no final de 2008, foram “precipitadas” e tanto a polícia quanto o Ministério Público não quiseram voltar atrás desta decisão. Luz ressaltou que, com esta medida, as “autoridades jogaram para o júri a decisão”. “Com certeza absoluta meu cliente será absolvido no Tribunal. Não há nenhum elemento para condená-lo”, argumentou.

Luz destacou que as investigações ficaram “pela metade”, pois, em depoimento, Dayane revelou o nome de uma professora como a mandante do crime. “Contudo, nada foi feito contra ela. Já o meu cliente está preso injustamente”, disse. Ele ainda acrescentou que Henrique não apareceu em nenhuma das imagens das câmeras de segurança da universidade gravadas no dia do crime. “As imagens mostram a Amanda na quadra, mas não mostram o Alan. Como ele pode ter matado a estudante se ele não estava lá?”, questiona.

O novo defensor de Luiz Vieira da Rocha, que teria dado cobertura a Henrique, Jeferson da Cruz Costa, afirmou que há vários elementos a serem explorados pela defenda, mas “que ainda não podem ser revelados”. Porém, ele afirmou que não há provas materiais que o coloquem na cena do crime.

Promotoria acredita na condenação

A promotora criminal Suzana Lacerda afirmou que as provas contra os três suspeitos são consistentes e a condenação deles é possível. Ao ser questionada sobre a falta de uma prova material que ligue os suspeitos ao crime, ela citou como exemplo o caso do goleiro Bruno. “Este caso [o da Amanda] é um crime que ninguém viu. Então não vamos ter uma cidade de testemunhas. A partir do depoimento da Dayane foi montado um quebra-cabeça com todas as dificuldades de investigação”, afirmou.

Suspeitos devem continuar presos

Na sentença, a juíza Elizabeth Kather declarou que Dayane Azevedo, Luiz da Rocha e Alan Henrique devem continuar presos até a realização do julgamento. Segundo ela, “os réus são pessoas perigosas, haja vista a gravidade do delito, em tese, cometido pelos mesmos, sendo que foram protagonistas de um crime de gravidade indiscutível, mostrando-se nocivos ao meio social. (...) É oportuno esclarecer que os réus em liberdade representam verdadeiro descrédito à Justiça, assim como, geram comoção e insegurança na população.”

Em 01/08/2010 o acusado fala pela primeira vez com imprensa e afirma: “Eu não matei essa menina”

Há 19 meses, a vida de Alan Aparecido Henrique, 30 anos, mudou completamente de rumo. Uma convocação para prestar depoimento se transformou em acusação de autoria de um dos crimes que mais chocou Londrina nos últimos anos: o assassinato da estudante Amanda Rossi, então com 22 anos, encontrada morta dentro da casa de máquinas da Universidade Norte do Paraná (Unopar) em 29 de outubro de 2007.

Em entrevista exclusiva ao JL, Henrique se diz inocente e afirma que até agora não sabe o motivo de estar preso. Alega não ter “nenhum vínculo com o crime” e que nunca esteve na universidade. Além dele, estão presos desde dezembro de 2008, Luiz Vieira da Rocha, 35 anos, e Dayane de Azevedo, 25 (ré confessa).
 
O embasamento das prisões foi o depoimento de Dayane que, primeiro, confessou ter participado do assassinato e, depois, mudou a versão, dizendo que apenas viu Henrique estrangular a estudante. No novo depoimento, ela apontou os dois rapazes como os executores. Esse é o argumento mais contundente utilizado pela acusação contra Rocha e Henrique. Durante todo o processo investigativo, a polícia não encontrou nenhuma prova material que ligasse os dois ao assassinato.
 
Segundo filho do primeiro casamento do pai, Alan Henrique se descreve como um rapaz “trabalhador” e que nunca teve problemas com a Justiça. Ele conta que depois da separação dos pais, quando tinha 13 anos, foi morar com uma tia, em Cambé. Dos 13 aos 18 anos, trabalhou em uma propriedade rural. Ao voltar para Londrina, trabalhou como mototaxista, foi funcionário terceirizado dos Correios e voltou a trabalhar com mototáxi.
 
Na primeira vez em que conversa com a imprensa desde a prisão, Henrique usa sempre “essa menina” ao se referir a Amanda Rossi. Questiona o modo como a polícia o prendeu, afirma não ter nenhum envolvimento com Dayane e diz não entender o motivo de estar preso. No dia 14 de julho, a juíza Elizabeth Kather determinou que os três suspeitos da morte da estudante vão a júri popular.
 
O tribunal do júri condenou Alan Aparecido Henrique e Dayane de Azevedo por homicídio triplamente qualificado, em julgamento que começou às 8h45 de sexta-feira (30/09/2011) e terminou às 6h30 de sábado (01/10/2011). Eles são acusados de matarem a estudante universitária Amanda Rossi, em 27 de outubro de 2007, na casa de máquinas da piscina do campus da Unopar, região sul de Londrina.
 
Luiz Vieira Rocha, um terceiro acusado de envolvimento no crime, ingressou com recurso e não foi julgado.
 
De acordo com a sentença da juíza Elizabeth Kather, Dayane de Azevedo foi condenada a 23 anos de prisão em regime fechado e Alan Aparecido Henrique, a 21 anos.
 
Para o júri, Dayane atraiu Amanda para a casa de máquinas e a agrediu com um objeto perfurante. Em seguida, a estudante foi sufocada até a morte por Alan Henrique.
 
O júri popular de dois dos três acusados de matar a estudante universitária Amanda Rossi avançou a madrugada. A sessão, presidida pela juíza Elisabeth Kather, foi aberta ao público e acompanhada por cerca de 300 pessoas - em média - durante o dia todo.
 
Por volta de 21h30, a juíza perguntou aos jurados se eles preferiam que os trabalhos fossem suspensos e retomados às 6h. Eles decidiram continuar.
 
Durante o julgamento, foi exibido um vídeo com depoimento à juíza de uma professora apontada durante o processo como suposta mandante. Ela mostrava-se tranquila e negou qualquer envolvimento com o caso (há outro inquérito policial sobre este desdobramento).
 
Alan Aparecido Henrique voltou a negar qualquer participação no assassinato da estudante Amanda Rossi e afirmou que não esteve na Unopar na noite do crime. Ele foi defendido pelo advogado Laércio Luz.
 
A maior surpresa foi o depoimento de ré confessa Dayane de Azevedo. Ela negou as versões anteriores e alegou que sua confissão foi obtida sob tortura. "Nunca nem entrei naquela faculdade", disse Dayane. Em outro depoimento em vídeo, exibido no Fórum, ela dá a versão que serviu de base para a polícia anunciar o desvendamento do crime.
 
Dayane demonstrou nervosismo em alguns momentos, interrompendo depoimentos de outras pessoas e teve de deixar o tribunal em duas ocasiões, por determinação da juíza.
 
O advogado de Dayane, Silvio Arcuri, tentou desqualificar as provas: "Não há nenhuma prova direta de autoria deste crime bárbaro por parte dos acusados. Não foram vistos no local do crime, não foram vistos pelos amigos, não tinham relacionamento com a vítima, e foram utilizados como bodes expiatórios dos poderosos que não estão aqui hoje".
 
A promotora Suzana Feitosa iniciou a fala de acusação às 21h35. "Amanda Rossi foi chamada para a morte pela ré Dayane. E lá na casa de máquinas foi morta pelo réu Alan", disse ela logo no início.
 
Em seguida os advogados de defesa apresentaram seus argumentos.
 
A estudante de Educação Física Amanda Rossi, de 22 anos, foi encontrada morta na casa de máquinas da piscina da Unopar, no campus do Jardim Piza, na região sul de Londrina. Ela havia desaparecido dois dias antes, quando participou de um evento de dança na universidade.
 
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Londrina apontou morte por asfixia. Amanda tinha marcas de ferimento no rosto e deve ter sido agredida com algum objeto pontiagudo antes de ser esganada pelo assassino.
 

Allan Aparecido Henrique apontado como o executor da jovem Amanda Rossi

Amanda Rossi, 22 anos, foi morta durante um festival de música e dança no campus da faculdade Unopar, em Londrina-PR, em 29/10/2007. O corpo da jovem só foi encontrado dois dias depois, por um funcionário da universidade, na sala de máquinas da piscina. Ela foi agredida no rosto e esganada.

No dia 14 de julho, a juíza Elizabeth Kather determinou que os três suspeitos da morte da estudante vão a júri popular.
 
O tribunal do júri condenou Alan Aparecido Henrique e Dayane de Azevedo por homicídio triplamente qualificado, em julgamento que começou às 8h45 de sexta-feira (30/09/2011) e terminou às 6h30 de sábado (01/10/2011). Eles são acusados de matarem a estudante universitária Amanda Rossi, em 27 de outubro de 2007, na casa de máquinas da piscina do campus da Unopar, região sul de Londrina.
 
Luiz Vieira Rocha, um terceiro acusado de envolvimento no crime, ingressou com recurso e não foi julgado.
 
De acordo com a sentença da juíza Elizabeth Kather, Dayane de Azevedo foi condenada a 23 anos de prisão em regime fechado e Alan Aparecido Henrique, a 21 anos.


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