Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Caio Bianchini (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 19/07/2009

Localização: Araras (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1990 (19 anos)

Data de Falecimento: 19/07/2009

Sexo: Masculino Masculino
 

Caio Bianchini, 19 anos, e Igor Galeti Pinto,  16 anos, foram socorridos, mas não resistiram e morreram na Santa Casa da cidade. Os suspeitos e um casal que os acompanhava foram presos. Dois deles eram envolvidos com uma facção criminosa. O crime ocorreu na madrugada do dia 19/07/2009, em Araras, interior de São Paulo.

O incidente ocorreu na Rua Adolfo Fachini, no bairro Jardim Fátima. Por volta da 1h da manhã, as vítimas teriam parado o carro devido ao trânsito. No veículo que seguia atrás estavam quatro pessoas, que teriam se irritado com a parada. André Luiz Costa, 32 anos, e Priscila Bezerra Rodrigues, 19 anos, supostamente saíram do carro, começaram a discutir com os rapazes e a agredi-los. Em seguida, sacaram suas armas e atiraram.

O casal estava acompanhado de João Carlos Oliveira Lima e Maria Fernanda Mota, ambos de 20 anos. Os quatro fugiram em sentido à área rural, mas foram encontrados e presos pela Guarda Municipal.

André Luiz Costa, 32 anos, e Priscila Bezerra Rodrigues, 20 anos, desceram do carro de trás e começaram um discussão com os dois jovens. A primeira a atirar foi Priscila. Em seguida, Costa sacou a arma e também atirou. Os jovens, Caio Bianchini e Igor Galeti Pinto, foram socorridos, mas morreram poucos minutos depois.

Testemunhas afirmaram que após os disparos, o casal debochou das mortes. “Eles disseram; ‘mais um indivíduo que já vai’, na maior tranquilidade”, contou uma pessoa que não quis se identificar.

Os assassinos e mais um casal que estava com eles foram presos na zona rural de Araras. No veículo em que eles estavam, a polícia encontrou as armas usadas no crime e cocaína.

Os quatro foram autuados por homicídio qualificado, porte ilegal de arma, posse de entorpecente, formação de quadrilha e associação para o tráfico. Os homens foram levados para o Centro de Detenção Provisória de Piracicaba, um deles já tinha passagem pela polícia. As mulheres foram encaminhadas para a cadeia de Leme.

7 meses depois o Juiz decidiu levar os quatro acusados de matar os jovens Caio Bianchini e Igor Galeti Pinto à júri popular.

A chamada "sentença de pronúncia", proferida pelo juiz José Tadeu Lopes de Oliveira da 4a Vara da Comarca, saiu em fevereiro de 2010 e traz detalhes sobre o processo, movido pelo Ministério Público, representado no caso pelo promotor Vanderlei César Honorato. Depois de julgados eventuais recursos da defesa em relação à sentença, restará apenas o início dos preparativos para o julgamento, que no entanto, pode reservar surpresas – tanto em relação a datas quanto ao local onde ocorrerá.

É que num trecho da sentença, o juiz diz que André "Capeta" "não só confessou a prática delitiva como manifestou desejo de ser julgado pela sociedade, solicitando apenas que os jurados não sejam contaminados pelo impacto das circunstâncias, considerando a enorme repercussão social que o crime hediondo alcançou".

O texto indica que a defesa de André "Capeta" pode ter pedido o "desaforamento" do caso, para que o julgamento aconteça em outra cidade que não Araras.

Amigos e parentes tentam conter pai de vítima 

Foto: Cristiano Leite/Tribuna

Caio Bianchini, de 19 anos, e Igor Galeti Pinto, de 16 anos, foram socorridos, mas não resistiram e morreram na Santa Casa da cidade. Os suspeitos e um casal que os acompanhava foram presos. Dois deles eram envolvidos com uma facção criminosa. Em 19/07/2009, em Araras, interior de São Paulo.

A chamada "sentença de pronúncia", proferida pelo juiz José Tadeu Lopes de Oliveira da 4a Vara da Comarca, saiu em fevereiro de 2010 e traz detalhes sobre o processo, movido pelo Ministério Público, representado no caso pelo promotor Vanderlei César Honorato. Depois de julgados eventuais recursos da defesa em relação à sentença, restará apenas o início dos preparativos para o julgamento, que no entanto, pode reservar surpresas – tanto em relação a datas quanto ao local onde ocorrerá.
 
É que num trecho da sentença, o juiz diz que André "Capeta" "não só confessou a prática delitiva como manifestou desejo de ser julgado pela sociedade, solicitando apenas que os jurados não sejam contaminados pelo impacto das circunstâncias, considerando a enorme repercussão social que o crime hediondo alcançou".
 
O texto indica que a defesa de André "Capeta" pode ter pedido o "desaforamento" do caso, para que o julgamento aconteça em outra cidade que não Araras.


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