Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Pedro Henrique Marques Rodrigues (Tortura)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 12/06/2008

Localização: Ribeirão Preto (SP)

Data de Nascimento: 13/02/2003 (5 anos)

Data de Falecimento: 12/06/2008

Sexo: Masculino Masculino
 

Pedro Henrique Marques Rodrigues (Pedrinho), 5 anos, morreu em 12/06/2008, vítima de torturas e agressões por parte da mãe e do padrasto. Ambos alegaram que a criança veio a falecer pela ingestão acidental de produtos químicos. Porém, o primeiro exame após a exumação, não foi detectado sinais de ingestão de produtos químicos, como alegaram os mesmos.

A delegada, Dra. Maria Beatriz, chegou a pedir a prisão do casal, mas a Juíza, Drª Isabel Cristina Alonso, não acatou o pedido por falta de evidências.

Por isso, foi solicitada a exumação pela polícia diante da suspeita de agressão ao menor. A Perícia constatou que o menino tinha duas fraturas no pulso direito e marcas no corpo que poderiam ter sido causadas por pancadas, ou tombos. Bem como o laudo indica que Pedro Henrique Marques Rodrigues (Pedrinho) morreu por embolia gordurosa, ou seja, fraturas de ossoslongos, como, por exemplo, nas fraturas de fêmur e tíbia ou da bacia, e nas artroplastias do joelho e quadril.

Apesar das denúncias feitas por vizinhos ao Conselho Tutelar de Ribeirão Preto e a Polícia Militar da cidade, mas nada disso o livrou da violência doméstica e sua morte. Pedro Henrique Marques Rodrigues (Pedrinho) foi espancado por vários dias, teve duas costelas fraturadas, 65 hematomas pelo corpo, escoriações pelo rosto e a córnea deslocada e morreu em agonia - edema cerebral.

E os agressores, frios e cruéis (mãe e padrasto), ainda tentaram culpá-lo por sua própria morte. Defenderam-se acusando o menino de suicida, pois alegavam que ele havia ingerido um produto químico.

Sentença do caso Pedrinho causa revolta em vizinhos e conhecidos

Promotoria e defesa vão recorrer da decisão; casal irá cumprir a pena no semi-aberto

O casal Juliano Gunello e Kátia Marques foi condenado em 12/04/2010, 1 ano e 10 meses depois do ocorrido, em primeira instância a sete anos de prisão em regime semi-aberto pelo crime de maus tratos no caso da morte do menino Pedro Henrique Marques Rodrigues, o Pedrinho.

A sentença foi dada pelo juiz Silvio Ribeiro de Souza Neto, da segunda Vara Criminal de Ribeirão Preto. A decisão foi baseada no laudo da equipe de nove peritos da USP que apontou fraturas em duas costelas e no pulso do garoto, o que teria desencadeado o quadro de embolia pulmonar gordurosa o levando a morte.

A sentença não agradou a Promotoria que também vai recorrer da decisão. Segundo o promotor de Justiça, José Roberto Marques, os acusados deveriam ter sido condenados pelo crime de tortura seguida de morte, o que resultaria em pelo menos nove anos de prisão em regime fechado.

O caso agora segue para o Tribunal de Justiça de São Paulo que pode confirmar a prisão do casal. Se o TJ decidir pela não confirmação, o processo deve seguir para instâncias superiores.

Em 14/04/2010 o Promotor José Roberto Marques entrou com recurso e no dia 10/05/2010 o MP apresentou suas razões de apelação.

Caso Pedro Henrique está na mão do TJ

Promotoria e defesa encerraram argumentação; decisão será analisada em SP
 
A Justiça de Ribeirão Preto já recebeu todos os recursos do Ministério Público Estadual (MPE) e da defesa de Juliano Aparecido Gunello e Kátia Marques, padrasto e mãe de Pedro Henrique Marques Rodrigues, 5 anos, morto em 2008. Nos próximos dias, toda a documentação será enviada ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que vai decidir sobre a condenação do casal.
 
Em abril, Gunello e Kátia foram condenados pela 2ª Vara Criminal por maus tratos, que culminou na morte da criança —o laudo médico apontou embolia pulmonar causada pela fratura do pulso esquerdo. O juiz Sylvio Ribeiro de Souza Neto ainda determinou a pena de sete anos de prisão, em regime inicial semiaberto, a cada um.
 
O advogado do casal, Luís Carlos Bento, recorreu da decisão e disse que os fatos apresentados pelo promotor José Roberto Marques não são verdadeiros. Ele ainda pediu para que seja apresentado o exame de raio-x feito no menino no dia em que ele morreu.
 
“Não é preciso apresentar raio-x porque já foi feito um exame detalhado pelo Instituto Médico Legal, é totalmente desnecessário”, afirmou o promotor, que pede para que o casal responda por tortura, uma vez que foram encontradas marcas de agressão por todo o corpo do menino.
 
Agora, segundo ele, o veredito depende do andamento da Justiça Paulista. “Caso o tribunal confirme a prisão, eles já têm que começar a cumprir a pena, mesmo recorrendo no Superior Tribunal de Justiça. Só não irão presos se conseguirem um habeas corpus”, explicou o promotor. Procurado por telefone, o advogado de defesa não foi encontrado e não retornou as ligações. Segundo a reportagem apurou, Gunello e Kátia continuam morando em Ribeirão. 
 
Promotoria e defesa pedem mudança na pena "Caso Pedrinho"
 
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo recebeu nesta quarta-feira (24/11/2010) os recursos da promotoria e da defesa para a mudança na pena dos réus Juliano Gunelo e Kátia Marques, acusados da morte do menino Pedro Henrique Marques Rodrigues, em junho de 2008, em Ribeirão Preto. O crime ficou conhecido como “Caso Pedrinho”.
 
Em abril deste ano, o casal foi condenado a sete anos de prisão em regime semi-aberto, por maus tratos. Kátia era mãe do garoto e Juliano o padrasto. Eles estão em liberdade porque a defesa recorreu da condenação.
 
O promotor José Roberto Marques pede a mudança do crime. Se forem condenados por tortura, os acusados terão pena de dois anos, em regime fechado. A defesa pede a absolvição.
 
Pedrinho, que em 2008 tinha cinco anos, teve uma insuficiência respiratória. Na época, o casal alegou que o menino ingeriu acidentalmente um produto químico. O laudo oficial, porém, não apontou sinal de substância tóxica.
 
Exames feitos pela perícia apontaram fraturas em duas costelas e no pulso do garoto, que desencadearam um processo de embolia pulmonar gordurosa. Os peritos classificaram o conjunto de agressões como “síndrome da criança espancada”.
 
Procuradoria Geral de Justiça acata recurso do promotor José Roberto Marques e a decisão agora é do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP)

A mãe e o padrasto do menino Pedro Henrique Marques Rodrigues, morto há três anos em Ribeirão Preto, poderão responder por tortura seguida de morte. A Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo acatou um recurso do Ministério Público, que muda a condenação do casal, que hoje é de maus tratos.

O crime ficou conhecido nacionalmente como o “Caso Pedrinho.”

Juliano Aparecido Gunello e Kátia Marques foram condenados no ano passado a sete anos de prisão, em regime inicial semi-aberto. O promotor José Roberto Marques recorreu da decisão, assim como o advogado do casal, Luís Carlos Bento, que pediu a absolvição.
Procurado, o advogado não foi encontrado.

O recurso da defesa não foi aceito. Agora, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) irá decidir sobre a nova condenação.

- “Também pedi para que eles respondessem em regime inicial fechado”, - afirmou o promotor. Ainda não há data para o julgamento do recurso.
 
O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou, na manha de 6 de dezembro de 2012, o casal Juliano Gunello e Katia Marques a 10 anos e 9 anos de prisão em regime fechado, respectivamente, acusados da morte de Pedro Henrique Marques Rodrigues, o Pedrinho.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Blog do Pedrinho, Jornal A Cidade, Revista zaP

 

Pedro Henrique Marques Rodrigues (Pedrinho), 5 anos, morreu em 12/06/2008, vítima de torturas e agressões por parte da mãe e do padrasto. Ambos alegaram que a criança veio a falecer pela ingestão acidental de produtos químicos. Porém, o primeiro exame após a exumação, não foi detectado sinais de ingestão de produtos químicos, como alegaram os mesmos.

A delegada, Dra. Maria Beatriz, chegou a pedir a prisão do casal, mas a Juíza, Drª Isabel Cristina Alonso, não acatou o pedido por falta de evidências.

Promotoria e defesa pedem mudança na pena "Caso Pedrinho"

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo recebeu nesta quarta-feira (24/11/2010) os recursos da promotoria e da defesa para a mudança na pena dos réus Juliano Gunelo e Kátia Marques, acusados da morte do menino Pedro Henrique Marques Rodrigues, em junho de 2008, em Ribeirão Preto. O crime ficou conhecido como “Caso Pedrinho”.
 
Em abril de 2010, o casal foi condenado a sete anos de prisão em regime semi-aberto, por maus tratos. Kátia era mãe do garoto e Juliano o padrasto. Eles estão em liberdade porque a defesa recorreu da condenação.
 
O promotor José Roberto Marques pede a mudança do crime. Se forem condenados por tortura, os acusados terão pena de dois anos, em regime fechado. A defesa pede a absolvição.
 
Pedrinho, que em 2008 tinha cinco anos, teve uma insuficiência respiratória. Na época, o casal alegou que o menino ingeriu acidentalmente um produto químico. O laudo oficial, porém, não apontou sinal de substância tóxica.
 
Exames feitos pela perícia apontaram fraturas em duas costelas e no pulso do garoto, que desencadearam um processo de embolia pulmonar gordurosa.
Os peritos classificaram o conjunto de agressões como “síndrome da criança espancada”.
 
O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou, na manha de 6 de dezembro de 2012, o casal Juliano Gunello e Katia Marques a 10 anos e 9 anos de prisão em regime fechado, respectivamente, acusados da morte de Pedro Henrique Marques Rodrigues, o Pedrinho.
 
Os desembargadores aceitaram o apelo do Ministério Público e mudaram a tipificação do crime de maus tratos para tortura.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Blog do Pedrinho, Jornal A Cidade, Revista zaP


Não será publicado.




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Roseli Cardoso em 21/04/2013 19:47
prisao perpetua É O QUE eles merecem


Rosa em 11/05/2011 08:27
não consigo, entender a omissão dos vizinhos do pai que com certeza viu essa criança cheia de marcas ele tinha que dá porradas nesse padrasto monstro que emcriança indefesa e nessa mãe indigna .


Suerly em 15/04/2011 23:25
Realmente esse Brasil precisa urgentemente de leis mais severas, inclusive PENA DE MORTE. É revoltante pena de 2 anos. Não vão ficar nem 6 meses...que justiça é essa? Suerly


Sandra Domingues em 11/02/2011 17:09
Dia 13/02/2011 Pedro Henrique faria 8 aninhos Pedrinho já estaria na segunda série, saberia ler e escrever e com certeza no dia das mães e dos pais faria cartinhas de amor aos seus papais...quem sabe até o padrasto teria uma cartinha do Pedrinho também, afinal criança, inocente e indefesa, não tem maldade no coração e perdoa fácil os seus agressores. Mas os seus algozes, aqueles que teriam por obrigação, se não amá-lo, ao menos protegê-lo lhe tiraram esse direito...o direito de ir para à escola, correr, brincar, nadar, jogar bola, empinar pipa, tomar sorvete, rir, se divertir...o direito à VIDA! Mesmo assim, 2 anos e 8 meses depois o caso continua IMPUNE e os responsáveis pela morte de Pedrinho (mãe e padrasto) continuam livres, levando suas vidas normalmente, como se nada tivesse acontecido e pior, como se Pedrinho NUNCA tivesse existido. Para o Judiciário não é muito diferente...o Pedrinho também nunca existiu...pois banalizaram a vida do menino...reduziram a pó a vida de uma criança inocente de apenas 5 anos que morreu VÍTIMA DE TORTURA e aplicaram a pena de Maus Tratos ao casal...uma pena de 7 anos em regime semi-aberto...mas ainda assim acharam muito e deixaram que recorressem em liberdade e continuam em liberdade, livres, leves e soltos...e não tem uma só voz sequer para clamar por JUSTIÇA para esse pequeno ANJO que foi covardemente assassinado. Mas eu não te esqueci pequeno anjo, eu te amo sem nunca tê-lo conhecido e demore o tempo que for, passe o tempo que passar, não deixarei de pedir Justiça para você Pedrinho. Feliz Aniversário pequeno ANJO...que o seu caminho seja repleto de luz e agora você é livre para brincar, correr, sorrir, sabendo que está protegido nos braços do verdadeiro PAI e que ninguém mais lhe fará mal.


Sandra Domingues em 05/12/2010 19:26
2 anos em regime fechado...esse é o preço por terem CEIFADO a vida em um ANJO INOCENTE de apenas 5 anos de idade...gerado no do ventre de um dos seus algozes. Pedrinho, nada trará a sua vida de volta e ainda que a JUSTIÇA não seja JUSTA uma coisa é certa...nenhum dos dois nunca mais terão paz de espírito e até o último dia de suas vidas irão lembrar do seu rostinho pequeno e indefeso agonizando, a beira da morte, depois de ter sido covardemente espancado. Seu rosto de anjo e sua voz soará em suas consciências como culpa pelo resto de suas vidas! Descanse em paz pequeno anjo...que seu caminho seja repleto de luz e que possa esquecer todo medo, pavor e sofrimento que antecederam a sua morte. Agora você está protegido e ninguém mais lhe fará mal. Desacreditada da JUSTIÇA desse país, que garante na Constituição o direito à vida e PROIBE a pena de morte...pois os assassinos podem sim dar a sentença de morte e certos de que ainda terão os Direitos Humanos, Advogados de Defesa e as Leis Obsoletas e Arcaicas de uma Constituição ultrapassada a seu favor!


Sandra Domingues em 02/10/2010 00:16
Pequeno anjo, nunca lhe esquecerei e não deixarei de lutar por justiça. 2 anos e 3 meses se passaram e apesar dos culpados pela morte do Pedrinho terem sido julgados e condenados, a uma farsa de condenação...regime semi-aberto...sendo que o Pedrinho não teve direito a uma semi-vida....para ele foi dado a Pena de Morte, e ainda assim mesmo diante da sentença proferida há 4 meses os culpados continuam livres, vivendo suas vidas normalmente, como se Pedrinho nunca tivesse existido. Por Pedrinho - Queremos Justiça !

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