Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Ubiratan Guimarães (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 09/09/2006

Localização: São Paulo (SP)

Data de Nascimento: 00/00/1943 (63 anos)

Data de Falecimento: 09/09/2006

Sexo: Masculino Masculino
 

Ubiratan Guimarães, 63 anos, era coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde atuou por mais de três décadas. Foi deputado estadual pelo PTB de São Paulo Ubiratan Guimarães que coordenou a invasão do presídio do Carandiru em 1992, com o saldo de 111 presos assassinados, foi encontrado morto com um tiro no abdômen em seu apartamento  no bairro paulistano dos Jardins, em 09/09/2006.

Devido ao massacre do Carandiru, Ubiratan Guimarães chegou a ser condenado a 632 anos de prisão pela morte de presos no pavilhão 9, mas em fevereiro/2005 o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou recurso e o absolveu. A decisão gerou protestos de órgãos nacionais e internacionais de defesa dos direitos humanos.

O argumento de que o coronel Ubiratan Guimarães agiu no "estrito cumprimento do dever" ao dar a ordem para que os policiais militares invadissem o pavilhão 9 do Carandiru foi aceito pelos desembargadores do Órgão Especial do TJ-SP.

Ubiratan Guimarães passou por todos os postos da hierarquia militar, sempre preferindo as unidades de policiamento nas ruas: Comandante do 1º Batalhão de Choque (Rota), do Regimento de Cavalaria 9 de Julho e do Policiamento Metropolitano.

Segundo porteiros do edifício, Carla Cepollina, ex-namorada de Ubiratan Guimarães, foi a última pessoa a ser vista saindo do apartamento do coronel, por volta das 21h de sábado, em 09/09/2006. Segundo a polícia, a discussão, entre Carla e Ubiratan Guimarães teria ocorrido no sábado, no apartamento dele, onde os dois estavam juntos.

Em 10/06/2010 o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu levar a júri popular a advogada Carla Cepollina, acusada do homicídio do coronel Ubiratan Guimarães, em setembro de 2006. A votação, foi unânime. Três desembargadores analisaram o recurso do Ministério Público e do advogado da família do coronel, Vicente Cascione, no qual questionavam uma decisão do TJ de 2008, que declarava a ex-namorada de Ubiratan Guimarães impronunciável por falta de provas.

A advogada Carla Cepollina, de 47 anos, foi absolvida na noite de 07 de novembro de 2012 da acusação de ter assassinado o coronel Ubiratan Guimarães em 2006. O júri, realizado no Fórum da Barra Funda, em São Paulo, entendeu que as provas apresentadas pelo Ministério Público contra ela foram insuficientes.

Por Sandra Domingues com informações do Terra

Ubiratan Guimarães, 63 anos, era coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde atuou por mais de três décadas. Foi deputado estadual pelo PTB de São Paulo, coordenou a invasão do presídio do Carandiru em 1992, com o saldo de 111 presos assassinados, e foi encontrado morto, com um tiro no abdômen, em seu apartamento no bairro paulistano dos Jardins, em 09/09/2006.

Segundo porteiros do edifício, Carla Cepollina, ex-namorada de Ubiratan Guimarães, foi a última pessoa a ser vista saindo do apartamento do coronel, por volta das 21h de sábado, (09/09). Segundo a polícia, a discussão, entre Carla e Ubiratan Guimarães teria ocorrido no sábado, no apartamento dele, onde os dois estavam juntos.
 
Em 10/06/2010 o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu levar a júri popular a advogada Carla Cepollina, acusada pelo homicídio do coronel Ubiratan Guimarães. A votação, foi unânime. Três desembargadores analisaram o recurso do Ministério Público e do advogado da família do coronel, Vicente Cascione, no qual questionavam uma decisão do TJ de 2008, que declarava a ex-namorada de Ubiratan Guimarães impronunciável por falta de provas.
 
A advogada Carla Cepollina, de 47 anos, foi absolvida na noite de 07 de novembro de 2012 da acusação de ter assassinado o coronel Ubiratan Guimarães em 2006. O júri, realizado no Fórum da Barra Funda, em São Paulo, entendeu que as provas apresentadas pelo Ministério Público contra ela foram insuficientes.
 


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Marcelo em 23/10/2016 15:03
Parece-me que durante a vida, o coronel Ubiratan teve relações sexuais com mais de uma mulher. Relações sexuais são muito gostosas, mas não são boas. Cocaína é muito gostoso, dá mais prazer que relações sexuais inicialmente, mas não é boa. Óleo de fígado de bacalhau não é gostoso, mas é bom. Não confundam gostoso com bom. A juventude faz essa confusão. A Ciência do futuro investigará o mundo espiritual e comprovará o Karmasaya, que é uma marca astral adquirida com relações sexuais. Quando um casal tem relações sexuais, os parceiros ficam ligados carmicamente, um ganha karma do outro. Karma é uma dívida para com Deus e que será cobrada através de castigos. Ser virgem é uma grande virtude; ser garanhão ou garanhona é um grande pecado. Por enquanto, a Ciência está muito atrasada e investiga apenas o mundo material. O mundo espiritual não será mais crença, será comprovação científica. O mundo espiritual também faz parte da Natureza e será investigado pela Ciência. A Ciência atual diz que o mundo espiritual não faz parte dela e sim das religiões. No futuro, será possível saber onde está a alma do coronel Ubiratan.


Marcelo em 22/10/2016 13:14
A polícia do futuro descobrirá quem foi Jack, o estripador. Também saberá quem assassinou Kennedy, o motivo e o mandante. Os historiadores comprovarão a existência de Jesus e todos os milagres inacreditáveis. Haverá a comprovação inquestionável de quem realmente matou o coronel Ubiratan e não haverá possibilidade de defesa.


Marcelo em 16/10/2016 17:05
Em algum futuro, a Ciência estará avançadíssima. A Natureza possui arquivos de todos os acontecimentos do mundo. Nesse futuro, existirão antenas especiais que captarão o passado do mundo. Esse crime, e outros que não foram solucionados, serão desvendados. Se alguém disser que viu um disco voador, será comprovado se disse a verdade. A polícia do futuro resolverá 100% de todos os crimes, inclusive estupro e pedofilia. Não haverá crime perfeito. Atualmente, existem criminosos que se acham mais espertos que a polícia, mas a polícia usa a Ciência e a investigação. Será impossível ser mais esperto que a polícia, como o assassino do zodíaco.

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