Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Monique Oliveira Santos (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 26/11/2006

Localização: Anápolis (GO)

Data de Nascimento: 03/04/1986 (31 anos)

Sexo: Feminino Feminino
 

Monique Oliveira Santos, na época com 20 anos, cursava o 3° período de Direito, foi atingida pelo condutor Patrick Barbosa da Silva, hoje com 21 anos, que dirigia o Monza do seu pai. De acordo com testemunhas, a vítima estava ao lado do carro do guincho, pois tinha acabado de ter problemas no seu carro e solicitado o serviço, quando o condutor veio em sua direção para "tirar um fino". Ela foi atingida e imediatamente o acusado fugiu do local, sem prestar socorro, e abandonou no veículo.

Monique teve traumatismo craniano e por várias vezes durante sua internação no Hospital de Urgências, os médicos acreditaram que ela teria morte cerebral, no entanto a jovem sobreviveu, embora não consiga falar e nem andar. "Ela melhorou os estímulos e entende o que falamos. Às vezes responde por gestos lentos. É um verdadeiro milagre", se emociona o pai ao relatar o progresso da filha.

O desafio da família agora é fazer justiça, pois o acusado nega envolvimento no crime. E somado a isso, o Detran liberou indevidamente o veiculo Monza, um dia depois do acidente, antes de se fazer a averiguação do seu estado. O pai do acusado vendeu o veiculo poucos dias depois, como relata o pai de Monique Oliveira dos Santos.

Para fazer a reportagem, o Jornal do Estado teve acesso ao Processo Criminal, que está na 3ª Vara, que tem como número de Protocolo 05/12/2007, sendo a promotora responsável pelo caso, Maysa Morgana Torres, e título da infração: "Crime de Trânsito/praticar lesão corporal culposa". Ainda no processo conta o nome do acusado, Patrick Barbosa da Silva, residente na Vila Sul, e com data de nascimento 30/01/1987.

É importante ressaltar que o motorista do guincho, Rosimar Rodrigues de Carvalho, também foi atingido pelo carro. Ele também esteve internado, apresentou fraturas e teve que se afastar do trabalho em decorrência do acidente. O inquérito policial foi feito pela delegada Pilar Maria Vilalba.

Em 04/2010, passados um ano e cinco meses do atropelamento Patrick Barbosa da Silva compareceu no Fórum de Anápolis, na presença do seu advogado, Fabiano Henrique Amaral Cavalcante. Ele prestou depoimento e declarou, segundo cópia apresentada pela família ao Jornal do Estado, que fugiu do local do crime, pois temia a reação dos parentes de Monique.

Ele afirmou nunca ter sido preso, nem praticado qualquer tipo de crime e que os depoimentos das testemunhas são "verdadeiros em parte". Ela confirmou que estava no local na hora do crime, informou que não conhecia Monique, relatou que estava na casa da namorada e quando foi embora ao se desviar de um buraco atingiu Monique. No depoimento Patrick Silva destaca que não havia sinalização, que a pista estava escura e que não viu ninguém.

Além da longa espera por justiça, a mãe de Monique, Jandira Soares de Oliveira Santos, ainda lamenta conviver com alguns funcionários de órgãos públicos relapsos. Ela mostra os documentos que comprovam a liberação do carro, o monza placa KDI 0780, que deveria ter ficado retido no pátio do Detran, enquanto as investigações fossem concluídas. O veículo foi retirado, o atropelamento descaracterizado e posteriormente o carro foi vendido. Isso certamente dificulta a punição do acusado.

Vejam a foto de Monique antes e depois do acidente. Monique Oliveira dos Santos é mais uma vítima da irresponsabilidade no trânsito e mais um caso de impunidade no Brasil.

Em 04/2010, passados um ano e cinco meses do atropelamento Patrick Barbosa da Silva compareceu no Fórum de Anápolis, na presença do seu advogado, Fabiano Henrique Amaral Cavalcante. Ele prestou depoimento e declarou, segundo cópia apresentada pela família ao Jornal do Estado, que fugiu do local do crime, pois temia a reação dos parentes de Monique.

Ele afirmou nunca ter sido preso, nem praticado qualquer tipo de crime e que os depoimentos das testemunhas são "verdadeiros em parte". Ela confirmou que estava no local na hora do crime, informou que não conhecia Monique, relatou que estava na casa da namorada e quando foi embora ao se desviar de um buraco atingiu Monique. No depoimento Patrick Silva destaca que não havia sinalização, que a pista estava escura e que não viu ninguém.

Além da longa espera por justiça, a mãe de Monique, Jandira Soares de Oliveira Santos, ainda lamenta conviver com alguns funcionários de órgãos públicos relapsos. Ela mostra os documentos que comprovam a liberação do carro, o monza placa KDI 0780, que deveria ter ficado retido no pátio do Detran, enquanto as investigações fossem concluídas. O veículo foi retirado, o atropelamento descaracterizado e posteriormente o carro foi vendido. Isso certamente dificulta a punição do acusado.



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