Geísa Firmo Gonçalves, 20 anos, professora, foi protagonista de uma história que todo o Brasil acompanhou. Ela era uma das reféns do sequestro do ônibus da linha 174 no Rio de Janeiro-RJ. Geísa Firmo Gonçalves acabou morta com quatro tiros.
O ônibus foi sequestrado por Sandro do Nascimento. Geísa Firmo Gonçalves passou mais de quatro horas sob a mira do sequestrador. Houve troca de tiros com a policia. A professora levou quatro tiros e morreu ao chegar ao hospital.
O sequestrador acabou morrendo asfixiado dentro da viatura policial quando era levado para a delegacia. Os três policiais acusados de matar o assaltante foram julgados e absolvidos.
Do diário de Geísa Firmo Gonçalves emerge a esperança. "Estou viajando para o Rio de Janeiro. Estou indo ao encontro da minha felicidade", escreveu em 21/05/1999. Ao embarcar em Fortaleza-CE, virou-se para a irmã e disse 11 palavras dramaticamente premonitórias. "Vou ficar famosa no Rio. Vocês vão me ver na TV." Era só um sonho. Seria um pesadelo. O último. Chegando ao Rio, Geísa Firmo Gonçalves foi morar na Rocinha. Ao contrário dos brasileiros que vêem as favelas apenas como cenário do desfile de tragédias do noticiário policial, ela se encantou. "Estou morando na Rocinha, mas muito feliz", confidenciou ao diário.





Geísa Firmo Gonçalves, 20 anos, professora, foi protagonista de uma história que todo o Brasil acompanhou. Ela era uma das reféns do sequestro do ônibus da linha 174 no Rio de Janeiro-RJ. Geísa Firmo Gonçalves acabou morta com quatro tiros.
O ônibus foi sequestrado por Sandro do Nascimento. Geísa Firmo Gonçalves passou mais de quatro horas sob a mira do sequestrador. Houve troca de tiros com a policia. A professora levou quatro tiros e morreu ao chegar ao hospital.
O sequestrador acabou morrendo asfixiado dentro da viatura policial quando era levado para a delegacia. Os três policiais acusados de matar o assaltante foram julgados e absolvidos.