Data do Ocorrido: 22/03/2009
Localização: São Paulo (SP)
Data de Nascimento: 00/00/1991 (18 anos)
Data de Falecimento: 22/03/2009
Sexo: Feminino
Ana Cláudia Silva e Melo, 18 anos, foi morta com 14 facadas. Acusado do crime, o ex-marido de Ana Cláudia Silva e Melo, Janken Ferraz Evangelista, 26 anos, foi preso na Bahia e confessou o homicídio, mas disse que tentava se defender durante uma briga com a ex-mulher.
O crime aconteceu em 22/03/2009, na casa da vítima em São Paulo. Evangelista diz que eles brigaram por causa de uma mensagem que Ana Cláudia Melo e Silva teria recebido no celular. Durante a discussão, segundo ele, a vítima teria pego uma faca. Ele conta que conseguiu tomar o objeto e esfaqueou Ana Cláudia Silva e Melo
Em seguida, o agressor fugiu com o filho de 1 ano e 8 meses. O menino foi encontrado com a avó paterna na Bahia e levado para o Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas. A justiça determinou que ele ficasse com a avó paterna.
A Justiça decretou a prisão de Evangelista, denunciado pelo Ministério Público por três crimes: homicídio doloso (com intenção) qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima), subtração de menor e furto (ele teria levado R$ 500 da casa da ex-mulher, Ana Cláudia Silva e Melo).
Testemunhas afirmaram à polícia que Evangelista foi visto deixando o prédio onde morava Ana Cláudia Silva e Melo, por volta das 20h do dia 22/03/2009, com o filho do casal, sendo que uma ordem judicial o proibia de sair do local sozinho com a criança. As câmeras do prédio gravaram o momento em que ele deixou o local com o menino.
Após denuncias, a Policia Civil prendeu o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, na cidade de Teixeira de Freitas, extremo-sul da Bahia. Evangelista é o principal suspeito de ter assassinado a ex-eposa e fugir com o filho, que foi encontrado na companhia da avó paterna.
O acusado será apresentado à Secretaria de Segurança Pública do estado da Bahia, em Salvador, ainda essa semana.
O Ministério Público decidiu que, por enquanto, o filho de Janken Ferraz Evangelista e Ana Cláudia Silva e Melo vai ficar com a avó paterna, na Bahia. O menino Gabriel, de um ano e oito meses, estava sob a guarda do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas, na Bahia, onde Evangelista foi preso , acusado de matar Ana Cláudia. A mãe dele mora na cidade. A decisão do Ministério Público foi tomada porque o menino chorou muito à noite e perguntou pelo pai e pela avó. Mas, ela não é definitiva. A Justiça ainda vai decidir quem ficará com Gabriel, já que a mãe de criação de Ana Cláudia também luta pelo direito de criar o menino.
Na quarta-feira, a criança foi localizada na casa da avó paterna, Dermivalda Ferraz da Silva. O pai, Janken Ferraz Evangelista, 29 anos, foi preso e confessou ter matado a ex-mulher, Ana Cláudia Silva e Melo, de 18 anos. A princípio, a polícia havia deixado Gabriel com a avó paterna.
- Ela não cometeu crime nenhum. De acordo com a constituição, parentes de 1 grau não podem ser responsabilizados criminalmente por ajudar alguém a fugir da polícia - disse o delegado Neles de Araújo Júnior.
Mas ainda na quarta-feira, a família de Ana Cláudia pediu a guarda de Gabriel na Vara da Família do Jabaquara, na zona sul da capital paulista. O pedido foi feito em nome de Ana Lúcia Viveiros, de 51 anos, mãe adotiva de Ana Cláudia, e os familiares da jovem aguardavam a concessão de uma liminar para viajar para a Bahia, com o objetivo de trazer a criança de volta para São Paulo.
- Assim que conseguirmos essa liminar, pegamos o avião para buscar o Gabriel - afirmou o empresário João Lourenço da Silva, tio de Ana Cláudia.
Além dele e de Ana Lúcia, Odair Bezerra da Silva, irmão de Ana Cláudia, e José Beraldo, advogado da família, vão até a Bahia.
- Estamos confiantes. Quando Gabriel retornar, ficará a maior parte do tempo com Ana Lúcia, mas também poderá ficar conosco, já que a Ana Cláudia morava comigo - disse Silva.
Segundo o empresário, a descoberta do paradeiro do foragido não surpreendeu a família da garota assassinada.
- Tínhamos quase certeza de que Janken buscaria abrigo com a família dele, na Bahia, pois ele sempre demonstrou ser dependente da mãe - afirmou o tio da vítima.
Advogados ouvidos pelo jornal Diário de S.Paulo afirmam que a família de Ana Cláudia tem mais chances de ficar com a guarda de Gabriel.
- O juiz dificilmente vai premiar o pai, que matou a mãe da criança, dando à família dele a guarda do filho. Podemos dizer que seria como dar preferência ao lado criminoso. Mas os avós maternos têm que fazer o pedido à Justiça - disse Álvaro Villaça Azevedo, professor de direito civil da USP.
Nelson Sussumo, especialista em direito da família, também considera que a família da mãe leva vantagem na disputa pelo garoto. "Mas os avós paternos também podem pleitear a guarda do menino."
O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, acusado de matar a facadas sua ex-esposa, Ana Cláudia Melo da Silva, foi condenado a 22 anos de prisão. O julgamento terminou às 19h50 ddo dia 07 de dezembro de 2011, depois de quase 30 horas divididas em três dias.
O Conselho de Sentença negou a absolvição de Evangelista e a alegação da defesa de que o réu teria agiu com “excesso culposo” após ter sido provocado pela vítima. Os jurados consideraram que o ex-jogador cometeu um homicídio triplamente qualificado - por motivo torpe, já que pretendia ter a guarda do filho; meio cruel, por ter dado inúmeras facadas na ex-mulher e não ter dado à vítima possibilidade de defesa.
A Justiça decretou a prisão de Evangelista, denunciado pelo Ministério Público por três crimes: homicídio doloso (com intenção) qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima), subtração de menor e furto (ele teria levado R$ 500 da casa da ex-mulher, Ana Cláudia Silva e Melo).
Após denuncias, a Policia Civil prendeu o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, na cidade de Teixeira de Freitas, extremo-sul da Bahia. Evangelista é o principal suspeito de ter assassinado a ex-eposa e fugir com o filho, que foi encontrado na companhia da avó paterna.
O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, acusado de matar a facadas sua ex-esposa, Ana Cláudia Melo da Silva, foi condenado a 22 anos de prisão. O julgamento terminou às 19h50 ddo dia 07 de dezembro de 2011, depois de quase 30 horas divididas em três dias.
O Conselho de Sentença negou a absolvição de Evangelista e a alegação da defesa de que o réu teria agiu com “excesso culposo” após ter sido provocado pela vítima. Os jurados consideraram que o ex-jogador cometeu um homicídio triplamente qualificado - por motivo torpe, já que pretendia ter a guarda do filho; meio cruel, por ter dado inúmeras facadas na ex-mulher e não ter dado à vítima possibilidade de defesa.