Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Michellyne Rocha Araújo (Estupro)



 


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Data do Ocorrido: 13/07/2007

Localização: Aparecida de Goiânia (GO)

Data de Nascimento: 21/05/1980 (27 anos)

Data de Falecimento: 13/07/2007

Sexo: Feminino Feminino
 

Michellyne Rocha Araújo, 27 anos, bancária, foi violentada, assassinada e teve o corpo carbonizado dentro do seu próprio automóvel , no Jardim dos Ipês, em um lote baldio, Aparecida de Goiânia-GO, em 13/07/2007.

O mandante do crime é o ex-marido de Michellyne Rocha Araújo, o representante comercial Arlindo dos Santos Fernandes. O executor do crime, Erasmo Nascimento de Sousa, 18 anos, disse que foi contratado por Alessandro Wesley e que recebeu R$ 1 mil para matar Michellyne Rocha Araújo. Alessandro continua foragido.

Erasmo confessou o crime e disse ter sido contratado a mando de Arlindo Santos Fernandes, ex-marido da bancária Michellyne Rocha Araújo, que também está detido. O crime, segundo o acusado, foi cometido com a ajuda de Alessandro Wesley Rodrigues dos Santos, 30, que está foragido da polícia. Segundo relatou, eles raptaram a bancária, abusaram dela sexualmente, a asfixiaram e, em seguida, atearam fogo ao carro e ao corpo.

Michellyne Rocha Araújo morreu por que buscou sua independência financeira e de espírito. Como qualquer outra pessoa, casou-se e viveu quatro anos com o representante comercial Arlindo Santos Fernandes, 40 anos. O casamento não deu certo, pois Arlindo era muito ciumento e supostamente agressivo, e ela decidiu pela separação. Aparentemente, Arlindo jamais aceitou uma separação consensual, por isso Michellyne Rocha Araújo optou pela separação litigiosa, o que o teria irritado ainda mais.

Separada, retornou para a casa dos pais. Quando voltava para casa, uma noite, Michellyne Rocha Araújo foi rendida por Erasmo e Alessandro sem nenhuma chance de defesa. Era a vingança de Arlindo contra sua tentativa de constituir uma vida livre de sua tutela. Amigos e colegas de trabalho de Michellyne Rocha Araújo relatam que ela era, como os jovens costumam dizer, “uma pessoa do bem”. Talvez seja isto que Arlindo não tolerasse em Michellyne Rocha Araújo — sua beleza, extroversão e bondade natural.

Em razão de um pedido de vista formulado pela desembargadora Nelma Branco Ferreira Perilo, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), foi suspenso  na tarde dessa terça-feira (13/04/2010) o  julgamento dos recursos interpostos pela defesa do gestor esportivo Arlindo dos Santos Fernandes e Alessandro Wesley Rodrigues dos Santos condenados no ano passado pelo Tribunal do Júri de Aparecida de Goiânia pela morte da bancária Michellyne Rocha Araújo Fernandes, ocorrida em 2007. Ex-marido da vítima, Arlindo foi condenado a 19 anos e 9 meses e Alessandro, a 22 anos e 2 meses, os dois em regime fechado. Arlindo, que era ex-marido da vítima, foi condenado por homicídio duplamente qualificado, uma vez que o crime foi realizado por encomenda e por meio de emboscada. Já Alessandro, por homicídio triplamente qualificado, por ter cometido o assassinato por encomenda, por meio de emboscada, com uso de meio cruel. Sua pena também foi acrescida pelo fato de ter destruído o cadáver da vítima e cometido furto na ocasião.

Em seu voto, Ney Teles, que foi designado relator, entendeu que a decisão do júri transcorreu dentro da normalidade e que, por esse motivo, não há que se falar em nulidade ou dificuldade com relação aos quesitos apresentados aos jurados. Com relação às apelações interpostas pela mãe da vítima Maria Selma Rocha Araújo e pelo Ministério Público, o desembargador acolheu parcialmente os recursos e aumentou em dois anos a pena de Arlindo, que passará a cumprir 21 anos de prisão, caso o colegiado decida acompanhar seu voto. A retomada do julgamento pela 2ª Câmara Criminal está prevista para a próxima terça-feira (20), quando os desembargadores decidirão definitivamente a questão.
 
Primeiro a falar, o advogado de Maria Selma, Roberto Serra da Silva Maia, ressaltou a gravidade do crime de homicídio que atinge o bem maior do ser humano: a vida. Ao pedir o aumento das penas, ele lembrou que o latrocínio não pode ser considerado de maior gravidade que o homicídio, pois ambos foram condenados por homicídio duplamente e triplamente qualificado. “Arlindo, por exemplo, nunca teve uma boa conduta em seus relacionamentos anteriores. Inclusive atentou contra a vida da sua ex-mulher, que chegou a denunciá-lo”, afirmou. Já o advogado de Alessandro, José Niero, argumentou que os quesitos foram confusos e “indutivos” e levaram os jurados a uma condenação pela “falta de compreensão”. Também alegou que Alessandro teve a menor participação no crime e que só foi contratado para ser o motorista de Erasmo Nascimento de Souza, também condenado pelo assassinato da bancária, não tendo qualquer conhecimento das suas “verdadeiras intenções”. “Alessandro tem síndrome do pânico e saiu correndo do lcoal quando a bancária foi asfixiada. Tudo mudou no caminho e ele não imaginava que Arlindo e Erasmo iam matá-la”, enfatizou.
 
Por último, o advogado de Arlindo, Carlos Alberto Teixeira de Arraes Mene, defendeu que a falta de fundamentação na dosagem da pena e disse que houve omissão na sentença, citando o artigo 59 do Código Penal. “O magistrado analisou as circunstâncias judiciais, mas não explicou o real motivo para a fixação da pena”, observou.

Michellyne Rocha Araújo, 27 anos, bancária, foi violentada, assassinada e teve o corpo carbonizado dentro do seu próprio automóvel , no Jardim dos Ipês, em um lote baldio, Aparecida de Goiânia-GO, em 13/07/2007.

O mandante do crime é o ex-marido de Michellyne Rocha Araújo, o representante comercial Arlindo dos Santos Fernandes. O executor do crime, Erasmo Nascimento de Sousa, 18 anos, disse que foi contratado por Alessandro Wesley e que recebeu R$ 1 mil para matar Michellyne Rocha Araújo. Alessandro continua foragido.

Erasmo confessou o crime e disse ter sido contratado a mando de Arlindo Santos Fernandes, ex-marido da bancária Michellyne Rocha Araújo, que também está detido. O crime, segundo o acusado, foi cometido com a ajuda de Alessandro Wesley Rodrigues dos Santos, 30, que está foragido da polícia. Segundo relatou, eles raptaram a bancária, abusaram dela sexualmente, a asfixiaram e, em seguida, atearam fogo ao carro e ao corpo.



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Shirley em 04/01/2013 11:45
este cara tem que apodrecer na cadeia!! devia ter pena de morte no brasil, ou entao estes assassinos serem condenados a prisao perpétua!


Ceará em 19/10/2010 09:58
MONSTRO ARLINDO!!! APODREÇA NA CADEIA !

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