Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Hélio Barreira Ribeiro (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 19/05/2010

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Falecimento: 19/05/2010

Sexo: Masculino Masculino
 

Hélio Barreira Ribeiro, 47 anos, foi assassinado pelo cabo do Bope Leonardo Albarello ao confundir uma furadeira com uma arma no morro do Andaraí, Rio de Janeiro-RJ, em 19/05/2010.

O corpo do morador Hélio Barreira Ribeiro, morto por um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope), será enterrado às 17h desta quinta-feira (20), no Cemitério do Caju, no Caju, na Zona Portuária do Rio. As informações são da Santa Casa de Misericódia.

A família de Hélio Barreira Ribeiro esteve pela manhã no Instituto Médico Legal (IML) para tratar da liberação do corpo. Os parentes, ainda muito abalados, no quiseram falar com a imprensa.

O cabo Leonardo Albarello, do Bope, que matou por engano Hélio Barreira Ribeiro ao confundir a furadeira que o morador usava em casa com uma arma, vai responder pelo crime em liberdade, segundo a delegada Leila Goulart, da 20ª DP (Vila Isabel), porque o policial se apresentou espontaneamente. Ele deve ser indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar.

“O Código de Processo Penal garante isso quando a pessoa se apresenta espontaneamente e não se lavra flagrante”, explicou a delegada.

O morador foi morto na manhã de quarta-feira (19/05/2010) durante uma operação do Bope. Os policiais estavam à procura de traficantes do Morro do Borel, na Tijuca, na Zona Norte, que estariam escondidos no Morro do Andaraí, também na Zona Norte, perto da vila onde morava Hélio Barreira Ribeiro.

Ele estava no terraço usando uma furadeira. A mulher dele também estava no local. Segundo testemunhas, o policial do Bope atirou. Hélio Barreira Ribeiro foi atingido e morreu. Testemunhas disseram que o disparo foi feito de uma distância de 40 metros.

Segundo a família, a polícia atirou sem falar nada. Já a PM deu outra versão. Seguno capitão Ivan Blaz, do Bope, foi dado um grito de alerta para o morador, que fez um movimento brusco e o policial fez o disparo

No fim da tarde de quarta-feira (19/05/2010),o comandante do Bope, tenente-coronel Paulo Henrique de Moraes, disse que o policial era preparado para enfrentar situações de risco. E justificou a ação do policial.

“A partir do momento em que tem um disparo num civil, isso é um erro. Só que naquele momento no entendimento do policial, na avaliação dele, ele estava agindo corretamente. O erro foi verificado depois”, diz o comandante.

O juiz Murilo André Kieling Cardona Pereira, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, absolveu o policial militar do Bope (Batalhão de Operações Especiais) que, após confundir uma furadeira com uma arma, matou Hélio Barreira Ribeiro, morador do morro do Andaraí, na zona norte da capital, em maio de 2010.

O magistrado acolheu o pedido de absolvição feito pelo próprio Ministério Público Estadual em suas alegações finais. A sentença foi publicada na quinta-feira (12/01/2012).

Segundo consta nos autos, no momento da operação policial, Hélio estava no terraço de sua casa, executando serviço de fixação de uma lona na fachada do terraço com o emprego de uma furadeira manual, quando foi avistado pelo policial militar, que se encontrava a uma distância de aproximadamente 30 metros do local. E ao confundir o objeto com uma arma de fogo, o PM atirou contra o morador, acarretando a sua morte.
 
De acordo com o magistrado, o erro cometido pelo policial não decorreu de uma circunstância isolada, sendo motivado por um expressivo conjunto: o ínfimo espaço de tempo para reflexões; a pressão de uma operação policial, sob o dever específico de proteger seus companheiros; a razoável distância para o alvo e a forma da ferramenta empunhada ser similar a de uma arma de fogo.
 
“Na retrospectiva histórica do fato, qualquer policial teria a mesma ação que o agente, nas mesmas circunstâncias em que este se encontrava. Em síntese, é isento de pena quem, por erro plenamente justificado, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima e não atípica, como sustenta a teoria dos elementos negativos do tipo”, afirmou o juiz.

Na foto, os filhos Felipe (e), Gabriel (d) e a viúva Regina Ribeiro (com a mão no rosto)

O cabo Leonardo Albarello, do Bope, que matou por engano Hélio Barreira Ribeiro ao confundir a furadeira que o morador usava em casa com uma arma, vai responder pelo crime em liberdade, segundo a delegada Leila Goulart, da 20ª DP (Vila Isabel), porque o policial se apresentou espontaneamente. Ele deve ser indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar.

O juiz Murilo André Kieling Cardona Pereira, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, absolveu o policial militar do Bope (Batalhão de Operações Especiais) que, após confundir uma furadeira com uma arma, matou Hélio Barreira Ribeiro, morador do morro do Andaraí, na zona norte da capital, em maio de 2010.

O magistrado acolheu o pedido de absolvição feito pelo próprio Ministério Público Estadual em suas alegações finais. A sentença foi publicada na quinta-feira (12/01/2012).

Segundo consta nos autos, no momento da operação policial, Hélio estava no terraço de sua casa, executando serviço de fixação de uma lona na fachada do terraço com o emprego de uma furadeira manual, quando foi avistado pelo policial militar, que se encontrava a uma distância de aproximadamente 30 metros do local. E ao confundir o objeto com uma arma de fogo, o PM atirou contra o morador, acarretando a sua morte.
 
De acordo com o magistrado, o erro cometido pelo policial não decorreu de uma circunstância isolada, sendo motivado por um expressivo conjunto: o ínfimo espaço de tempo para reflexões; a pressão de uma operação policial, sob o dever específico de proteger seus companheiros; a razoável distância para o alvo e a forma da ferramenta empunhada ser similar a de uma arma de fogo.
 
“Na retrospectiva histórica do fato, qualquer policial teria a mesma ação que o agente, nas mesmas circunstâncias em que este se encontrava. Em síntese, é isento de pena quem, por erro plenamente justificado, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima e não atípica, como sustenta a teoria dos elementos negativos do tipo”, afirmou o juiz.


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