Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Pedro Pinheiro Fabbri (Maus tratos)



 


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Data do Ocorrido: 09/03/2006

Localização: Rio de Janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 10/09/1998 (7 anos)

Data de Falecimento: 09/03/2006

Sexo: Masculino Masculino
 

Pedro Pinheiro Fabbri, nascido em 10/09/1998 ele foi espancado por sua babá e após alguns meses morreu com uma lesão no pâncreas.

A Babá Sílvia Santos, 38 anos, acusada de torturar o menino Pedro Fabbri, portador de deficiência física e mental, no depoimento negou todas as agressões - registradas em oito horas de gravação pelos pais da criança, em setembro de 2005. Pedro morreu em 09/03/2006, de falência múltipla dos órgãos.

Babá negou acusação, segundo o promotor Cláudio Varela, Sílvia fugiu das respostas sobre as imagens captadas pela câmera escondida, instalada no alto da estante da casa. A gravação mostra a babá batendo com a cabeça do menino no chão, sufocando-o com uma fralda na boca e forçando Pedro Fabbri a engolir o próprio vômito. "Ela negou o inegável e disse que não fez para machucar o menino", afirmou o promotor.

Para a mãe de Pedro Fabbri, Isabel Cristina Fabbri, os espancamentos contribuíram para agravar o quadro do filho, que nunca falou nem andou.

As agressões foram descobertas depois que os pais da criança, que sofria de deficiência física e mental, instalaram uma câmera de vídeo, em 31 de agosto de 2005. Pedro morreu sete meses depois, em decorrência de uma lesão no pâncreas.

Pedro Fabbri era portador de uma doença chamada displasia cortical não lisencefálica, a qual não permitia que falasse e andasse, logo, necessitando de cuidados especiais e atenção redobrada.

Isabel foi alertada por mães de colegas da escola de que a babá era violenta com a criança. Instalou a câmera e flagrou oito horas de agressões. Nas imagens, Sílvia aparece obrigando a criança a ingerir o próprio vômito, sufocando-a com um pano, dando tapas, puxões de cabelo e deixando a cabeça do menino pendente (ele não conseguia manter a cabeça erguida). O filme também mostra Sílvia derrubando Pedro Fabbri da cadeira de rodas.

Em 19/04/2008, a babá Sílvia dos Santos foi condenada a cinco anos e sete meses de prisão pela tortura do menino Pedro Fabbri, desde então encontrava-se foragida.  

Depois da decisão da juíza Érika Bastos de Oliveira, da 5ª Vara Criminal, o próprio Ministério Público recorreu, pedindo para que a babá tenha direito a novo julgamento por maus-tratos, crime que prevê pena menor. Enquanto isso, aguardar a nova audiência em liberdade. “Faço um apelo aos desembargadores do Tribunal de Justiça para que mantenham a condenação por tortura. Meu filho sofreu um ano nas mãos dessa mulher”, disse a advogada Isabel Christina Fabbri.

Sílvia negou as agressões em depoimento. “Não o maltratei. Quando ele se engasgou eu queria acudir ele e fiz isso. (...) Quando ele estava engasgado eu bati nas costas e chamei ele, mas não o espanquei”. As desculpas da babá e a alegação da defesa, de que a prova deveria ser desconsiderada, porque as imagens teriam sido obtidas de forma ilegal (sem o conhecimento da ré), não convenceram a juíza Érika Oliveira.

Assim como Cleyde Prado Maia Ribeiro que foi do luto à luta, Isabel Christina Fabbri, mãe de Pedro Fabbri, também transformou seu luto em luta.

“Essa sentença representa um alívio para mim. Depois de tanta luta, tudo o que eu quero é poder descansar, refazer minha vida e pensar em engravidar de novo”, comentou Isabel.

 

A babá Silvia dos Santos de 42 anos, condenada em 2008 por torturar  Pedro Fabbri, se mostrou fria e calculista durante a prisão, ocorrida no litoral do Paraná no dia 06/06/2012. O delegado Hilton Pinho Alonso, da 62ª DP (Imbariê), disse na sexta-feira (08/06) que Silvia - que estava foragida desde a condenação - não demonstrou nenhum tipo de sentimento quando foi detida.
 
" Ela é uma pessoa extremamente fria e calculista. Não teve nenhuma compaixão pelo menino e veio do Paraná, onde foi presa, até o Rio sem demonstrar nenhum tipo de arrependimento do que fez. Muito pelo contrário, ela nega o tempo todo e se faz de vitima da situação", contou. À imprensa, Silvia negou o crime.
 
De acordo com o delegado, a mulher foi encontrada na cidade de Matinhos, no litoral do Paraná, após informações de pessoas da comunidade onde ela morava em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e investigação da policia.
 

 

Pedro Pinheiro Fabbri, 7 anos, vítima de maus tratos, foi espancado por sua babá e  faleceu com uma lesão no pâncreas, em 09/03/2006.

As agressões foram descobertas depois que os pais da criança, que sofria de deficiência física e mental, instalaram uma câmera de vídeo, em 31 de agosto de 2005. Pedro morreu sete meses depois, em decorrência de uma lesão no pâncreas.

A Babá Sílvia Santos, 38 anos, acusada de torturar o menino Pedro Fabbri, portador de deficiência física e mental, no depoimento negou todas as agressões - registradas em oito horas de gravação pelos pais da criança, em setembro de 2005. Pedro morreu em 09/03/2006, de falência múltipla dos órgãos. 

Em 19/04/2008, a babá Sílvia dos Santos foi condenada a cinco anos e sete meses de prisão pela tortura do menino Pedro Fabbri, desde então encontrava-se foragida. 

 

A babá Silvia dos Santos de 42 anos, condenada em 2008 por torturar  Pedro Fabbri, se mostrou fria e calculista durante a prisão, ocorrida no litoral do Paraná no dia 06/06/2012. O delegado Hilton Pinho Alonso, da 62ª DP (Imbariê), disse na sexta-feira (08/06) que Silvia - que estava foragida desde a condenação - não demonstrou nenhum tipo de sentimento quando foi detida.
 
" Ela é uma pessoa extremamente fria e calculista. Não teve nenhuma compaixão pelo menino e veio do Paraná, onde foi presa, até o Rio sem demonstrar nenhum tipo de arrependimento do que fez. Muito pelo contrário, ela nega o tempo todo e se faz de vitima da situação", contou. À imprensa, Silvia negou o crime.
 
De acordo com o delegado, a mulher foi encontrada na cidade de Matinhos, no litoral do Paraná, após informações de pessoas da comunidade onde ela morava em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e investigação da policia.


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Milene em 25/01/2012 01:18
coitadinho desse menino! será que essa vagabunda não é pra saber quanto dói pra uma mãe ver seu filho ser maltratado, ainda mais ele que era uma criança especial.não entendo de leis e penas, mais ela deveria pegar até uma pena bem mais longa. uma verdadeira falta de coração. e que essa mãe tenha realmente realizado o seu grande sonho de ser mãe novamente de voltar a ver um sentido na vida novamente ..... é o que eu desejo do fundo do meu coração....

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