Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Ana Claudia Caron (Estupro)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 21/08/2007

Localização: Curitiba (PR)

Data de Nascimento: 00/00/1989 (18 anos)

Data de Falecimento: 21/08/2007

Sexo: Feminino Feminino
 

Ana Claudia Caron,  18 anos, estudante de Educação Física, foi pega por 2 homens em frente de uma academia às 19h, um horário de muito movimento, em uma rua do centro de Curitiba-PR, em 21/08/2007.

Segundo relato, Ana Claudia Caron foi abordada por dois homens armados quando estacionava o carro, próximo de uma academia, na Rua Paula Gomes, no Centro de Curitiba, em 21/08/2007. Os dois adolescentes ainda andaram entre 4 e 5 horas de carro pela cidade antes de levar a estudante para um matagal na região metropolitana, onde Ana Cláudia foi violentada, levou um tiro na boca e teve o corpo queimado.

Em 30/01/2009 a Justiça absolveu o único adulto indiciado como autor do homicídio da universitária Ana Claudia Caron, Weryckson Ricardo Pontes, na época do crime com 19 anos, chegou a ficar 14 meses preso. Nesse meio tempo, sua mulher teve um filho, que só veio a conhecer quando a criança completou dez meses.

Pontes e Ângela Ferraz da Silva, que tinha 22 anos na época do crime, foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, todos acusados de envolvimento na morte de Ana Claudia Caron. A prisão de Pontes foi realizada depois de um dos menores, que tinha 17 anos na época, apontá-lo como o mandante do crime. Esse menor completou 18 anos um dia depois de ser apreendido, o que gerou diversos debates com relação a diminuição da maioridade penal. O outro adolescente tinha 15 anos.

O Estatuto da Criança e do Adolescente exige que a Justiça dê prioridade total aos julgamentos de adolescentes. A Justiça impôs aos dois adolescentes apontados como os autores do crime três anos de reclusão em uma unidade socioeducativa. A defesa do menor que virou maior um dia depois de ser preso não apelou. O advogado do outro adolescente, Luiz Cláudio Falarz , apelou, mas não teve seu pedido julgado até hoje, mais de um ano depois. O processo dos adultos correu em separado.

A família de Pontes não tinha recursos para contratar um advogado. A Justiça apontou Ilka Almeida Passos como defensora dativa do réu. Uma acareação foi marcada em outubro do ano passado entre Pontes e o já adulto e réu confesso autor do crime, que mudou a versão. Admitiu que apontou Pontes como mandante do crime em razão de uma briga que eles tiveram um dia depois do assassinato, época em que a polícia já realizava as buscas. Além da acusação do agora adulto, não havia nenhum indício de que Pontes estaria envolvido no caso Ana Cláudia Caron.

Em 18/03/2010 a Justiça decidiu, manter presos os dois adolescentes condenados pelo assassinato da estudante Ana Cláudia Caron. Eles cumprem três anos de internação por latrocínio, estupro, atentado ao pudor e ocultação de cadáver.

Inocentado da acusação de ter matado a universitária Ana Cláudia Caron, 18 anos, em agosto de 2007, Weryckson Ricardo Pontes, 21anos, voltou a ser preso em 11/04/2009. Ele e Michel Afonso Machado, 27 anos, são acusados de participar de uma quadrilha de traficantes apontada pela polícia como responsável por três homicídios, entre eles, o assassinato do dono de uma videolocadora, Lucas Ângelo Menolli, 24.

 O pai de Ana Cláudia assistiu à entrevista coletiva no 1º Distrito Policial de Curitiba


Em 30/01/2009 a Justiça absolveu o único adulto indiciado como autor do homicídio da universitária Ana Claudia Caron, Weryckson Ricardo Pontes, na época do crime com 19 anos, chegou a ficar 14 meses preso. Nesse meio tempo, sua mulher teve um filho, que só veio a conhecer quando a criança completou dez meses.

Pontes e Ângela Ferraz da Silva, que tinha 22 anos na época do crime, foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, todos acusados de envolvimento na morte de Ana Claudia Caron. A prisão de Pontes foi realizada depois de um dos menores, que tinha 17 anos na época, apontá-lo como o mandante do crime. Esse menor completou 18 anos um dia depois de ser apreendido, o que gerou diversos debates com relação a diminuição da maioridade penal. O outro adolescente tinha 15 anos.

O Estatuto da Criança e do Adolescente exige que a Justiça dê prioridade total aos julgamentos de adolescentes. A Justiça impôs aos dois adolescentes apontados como os autores do crime três anos de reclusão em uma unidade socioeducativa. A defesa do menor que virou maior um dia depois de ser preso não apelou. O advogado do outro adolescente, Luiz Cláudio Falarz , apelou, mas não teve seu pedido julgado até hoje, mais de um ano depois. O processo dos adultos correu em separado.

A família de Pontes não tinha recursos para contratar um advogado. A Justiça apontou Ilka Almeida Passos como defensora dativa do réu. Uma acareação foi marcada em outubro do ano passado entre Pontes e o já adulto e réu confesso autor do crime, que mudou a versão. Admitiu que apontou Pontes como mandante do crime em razão de uma briga que eles tiveram um dia depois do assassinato, época em que a polícia já realizava as buscas. Além da acusação do agora adulto, não havia nenhum indício de que Pontes estaria envolvido no caso Ana Cláudia Caron.

Em 18/03/2010 a Justiça decidiu, manter presos os dois adolescentes condenados pelo assassinato da estudante Ana Cláudia Caron. Eles cumprem três anos de internação por latrocínio, estupro, atentado ao pudor e ocultação de cadáver.

Inocentado da acusação de ter matado a universitária Ana Cláudia Caron, 18 anos, em agosto de 2007, Weryckson Ricardo Pontes, 21anos, voltou a ser preso em 11/04/2009. Ele e Michel Afonso Machado, 27 anos, são acusados de participar de uma quadrilha de traficantes apontada pela polícia como responsável por três homicídios, entre eles, o assassinato do dono de uma videolocadora, Lucas Ângelo Menolli, 24.



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Fledson Martins Rocha em 22/08/2013 13:34
Nem imagino o tamanho do sofrimento dessa família, meus sentimentos...


Bubba Zanetti em 18/04/2013 08:49
Infelizmente pra essa moça ter nascido no Brasil foi seu azar. Nesse país bananeiro, os crimonosos que praticam crimes barbaros e de outros tipos, se ao acaso forem presos(isso depende da boa vontade da policia), ficam uma curta temporada na cadeia......um codigo penal da decada de 40 chega ser um absurdo, por isso temos tanta gente praticando crimes assim....


Roseli Cardoso em 25/12/2012 19:40
Nao foram homem pra mata-la e qeima-la entao tem que ser julgados e condenados como adultos essa lei tem que mudar bem vindo ao pais das maravilhas BRASIL

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