Ana Claudia Caron, 18 anos, estudante de Educação Física, foi pega por 2 homens em frente de uma academia às 19h, um horário de muito movimento, em uma rua do centro de Curitiba-PR, em 21/08/2007.
Segundo relato, Ana Claudia Caron foi abordada por dois homens armados quando estacionava o carro, próximo de uma academia, na Rua Paula Gomes, no Centro de Curitiba, em 21/08/2007. Os dois adolescentes ainda andaram entre 4 e 5 horas de carro pela cidade antes de levar a estudante para um matagal na região metropolitana, onde Ana Cláudia foi violentada, levou um tiro na boca e teve o corpo queimado.
Em 30/01/2009 a Justiça absolveu o único adulto indiciado como autor do homicídio da universitária Ana Claudia Caron, Weryckson Ricardo Pontes, na época do crime com 19 anos, chegou a ficar 14 meses preso. Nesse meio tempo, sua mulher teve um filho, que só veio a conhecer quando a criança completou dez meses.
Pontes e Ângela Ferraz da Silva, que tinha 22 anos na época do crime, foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, todos acusados de envolvimento na morte de Ana Claudia Caron. A prisão de Pontes foi realizada depois de um dos menores, que tinha 17 anos na época, apontá-lo como o mandante do crime. Esse menor completou 18 anos um dia depois de ser apreendido, o que gerou diversos debates com relação a diminuição da maioridade penal. O outro adolescente tinha 15 anos.
O Estatuto da Criança e do Adolescente exige que a Justiça dê prioridade total aos julgamentos de adolescentes. A Justiça impôs aos dois adolescentes apontados como os autores do crime três anos de reclusão em uma unidade socioeducativa. A defesa do menor que virou maior um dia depois de ser preso não apelou. O advogado do outro adolescente, Luiz Cláudio Falarz , apelou, mas não teve seu pedido julgado até hoje, mais de um ano depois. O processo dos adultos correu em separado.
A família de Pontes não tinha recursos para contratar um advogado. A Justiça apontou Ilka Almeida Passos como defensora dativa do réu. Uma acareação foi marcada em outubro do ano passado entre Pontes e o já adulto e réu confesso autor do crime, que mudou a versão. Admitiu que apontou Pontes como mandante do crime em razão de uma briga que eles tiveram um dia depois do assassinato, época em que a polícia já realizava as buscas. Além da acusação do agora adulto, não havia nenhum indício de que Pontes estaria envolvido no caso Ana Cláudia Caron.
Em 18/03/2010 a Justiça decidiu, manter presos os dois adolescentes condenados pelo assassinato da estudante Ana Cláudia Caron. Eles cumprem três anos de internação por latrocínio, estupro, atentado ao pudor e ocultação de cadáver.
Inocentado da acusação de ter matado a universitária Ana Cláudia Caron, 18 anos, em agosto de 2007, Weryckson Ricardo Pontes, 21anos, voltou a ser preso em 11/04/2009. Ele e Michel Afonso Machado, 27 anos, são acusados de participar de uma quadrilha de traficantes apontada pela polícia como responsável por três homicídios, entre eles, o assassinato do dono de uma videolocadora, Lucas Ângelo Menolli, 24.



O pai de Ana Cláudia assistiu à entrevista coletiva no 1º Distrito Policial de Curitiba
Em 30/01/2009 a Justiça absolveu o único adulto indiciado como autor do homicídio da universitária Ana Claudia Caron, Weryckson Ricardo Pontes, na época do crime com 19 anos, chegou a ficar 14 meses preso. Nesse meio tempo, sua mulher teve um filho, que só veio a conhecer quando a criança completou dez meses.
Pontes e Ângela Ferraz da Silva, que tinha 22 anos na época do crime, foram presos e dois adolescentes foram apreendidos, todos acusados de envolvimento na morte de Ana Claudia Caron. A prisão de Pontes foi realizada depois de um dos menores, que tinha 17 anos na época, apontá-lo como o mandante do crime. Esse menor completou 18 anos um dia depois de ser apreendido, o que gerou diversos debates com relação a diminuição da maioridade penal. O outro adolescente tinha 15 anos.
O Estatuto da Criança e do Adolescente exige que a Justiça dê prioridade total aos julgamentos de adolescentes. A Justiça impôs aos dois adolescentes apontados como os autores do crime três anos de reclusão em uma unidade socioeducativa. A defesa do menor que virou maior um dia depois de ser preso não apelou. O advogado do outro adolescente, Luiz Cláudio Falarz , apelou, mas não teve seu pedido julgado até hoje, mais de um ano depois. O processo dos adultos correu em separado.
A família de Pontes não tinha recursos para contratar um advogado. A Justiça apontou Ilka Almeida Passos como defensora dativa do réu. Uma acareação foi marcada em outubro do ano passado entre Pontes e o já adulto e réu confesso autor do crime, que mudou a versão. Admitiu que apontou Pontes como mandante do crime em razão de uma briga que eles tiveram um dia depois do assassinato, época em que a polícia já realizava as buscas. Além da acusação do agora adulto, não havia nenhum indício de que Pontes estaria envolvido no caso Ana Cláudia Caron.
Em 18/03/2010 a Justiça decidiu, manter presos os dois adolescentes condenados pelo assassinato da estudante Ana Cláudia Caron. Eles cumprem três anos de internação por latrocínio, estupro, atentado ao pudor e ocultação de cadáver.
Inocentado da acusação de ter matado a universitária Ana Cláudia Caron, 18 anos, em agosto de 2007, Weryckson Ricardo Pontes, 21anos, voltou a ser preso em 11/04/2009. Ele e Michel Afonso Machado, 27 anos, são acusados de participar de uma quadrilha de traficantes apontada pela polícia como responsável por três homicídios, entre eles, o assassinato do dono de uma videolocadora, Lucas Ângelo Menolli, 24.