Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Thays Coppola Rupp (Assassinato)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 05/11/2002

Localização: Paraty (RJ)

Data de Nascimento: 22/05/1983 (19 anos)

Data de Falecimento: 05/11/2002

Sexo: Feminino Feminino
 

Thays Coppola Rupp, 19 anos, artista plástica, estava grávida de dois meses quando desapareceu em Paraty, Rio de Janeiro, em 05/11/2002, após um passeio com o namorado, Visuambhara Dasa Gutierrez Vargas, principal e único suspeito do assassinato.

Desde então, sua mãe, Maria José Coppola, iniciou as buscas por conta própria sendo ameaçada diversas vezes por desconhecidos. Chegou até a informação de que viram sua filha sendo enterrada e dando-lhe as coordenada da cova. Mas não resultando em nada.

Os restos mortais de Thays Coppola e um saco com sua blusa e roupas íntimas as quais foram reconhecidos pela mãe, Maria José Coppola, foram encontrados, em 08/04/2004, em um mangue, por um pescador, próximo ao Camping da família do namorado.

Thays Coppola foi enterrada em Campinas SP em 18/04/2004 ao lado de seu pai.

Em 29/10/09 o único suspeito de tê-la matado, Visuambhara Dasa Gutierrez Vargas, conhecido por Nimai, foi pronunciado por crime Hediondo e foi  à júri em Parati, Rio de Janeiro, no dia 01/12/2010.

Após um julgamento que durou mais de dez horas, Nimai foi condenado, por unanimidade, a 15 anos de prisão. Além do homicídio, Gutierrez também pegou um ano e meio por ocultação de cadáver. Ainda cabe recurso.

O acusado já cumpria pena em um presídio no Rio de Janeiro, por ter sido apontado como acusado de matar a namorada.



Em 29/10/09 o único suspeito de ter matado, Thays Coppola Rupp,  Visuambhara Dasa Gutierrez Vargas, conhecido por Nimai, foi pronunciado por crime Hediondo e foi  à júri em Parati, Rio de Janeiro, no dia 01/12/2010. Julgado e condenado há 16 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado.



Não será publicado.




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Rodrigo em 02/04/2014 11:44
Boa tarde: Meu nome é Rodrigo e escrevo da capital gaúcha. Encontrei seu site após procurar por esse crime macabro... Confesso que nunca tinha ouvido falar! Alias CRIMES em nossos país/aumentam cada vez mais. E com tais LEIS BRANDAS_aumentam tais ainda mais. Uma tristeza mesmo, pois a jovem era talentosa/inteligente: tinha um futuro promissor_e percebo que há CONTRADIÇÕES (sem falar que um jogava para o outro a culpa). Isso que envolve religião é até sério... Além de DIFERENÇAS CULTURAIS. Recordo que minha mãe tinha receio de relacionamentos que minha irmã teve (a probabilidade de se encontrar alguém que não presta é enorme!). A 1a faleceu e a 2a está solteira... Pelo menos tais preocupações não existiriam mais! E ainda sobre esse crime: até me pergunto se o tal NATIVO seria o assassino, pois com as MODALIDADES haventes: poderia ser at´UM DOS PAIS (e o tal ACOBERTANDO). E que vivamos em paz. Valeu, Rodrigo. * Há uma coisa que gosto na tal religião que tem a ver com o caso... os INCENSOS (risos!).

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