Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Liana Friedenbach (Estupro)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 05/11/2003

Localização: Embu-Guaçu (SP)

Data de Nascimento: 06/05/1987 (16 anos)

Data de Falecimento: 05/11/2003

Sexo: Feminino Feminino
 

O  caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé foi um crime ocorrido em Embu-Guaçu, interior de São Paulo, em novembro de 2003, e que causou profunda indignação na sociedade brasileira, e reacendeu o debate a respeito da maioridade penal no Brasil.

No início de novembro daquele ano, Liana e Felipe Caffé eram namorados e decidiram passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, numa área que não conheciam, e sem o conhecimento dos pais. Eles saíram de casa em 31 de outubro de 2003 rumo a um sítio abandonado em Embu-Guaçu, a cerca de 40 quilômetros da capital. Mas Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas. A família de Felipeacreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas.

"Champinha" e "Pernambuco" seguiam para pescar na região quando viram o casal e tiveram então a idéia de roubar os estudantes. Com a ajuda de comparsas, mantiveram o casal em cárcere privado. De acordo com o laudo pericial e depoimento do menor, Pernambuco matou Felipe Caffé com um tiro na nuca e, na madrugada do dia 5 de novembro, Champinha levou Liana até um matagal, onde tentou degolá-la e golpeou a cabeça da estudante com uma peixeira.

Os corpos foram encontrados no dia 10 de novembro. "Champinha" e seus comparsas – "Pernambuco", Antônio Caetano, Antônio Matias e Agnaldo Pires – foram presos dias depois. "Champinha", por ser menor de idade, foi encaminhado para uma unidade da Febem, em São Paulo. Ao final das investigações, a polícia concluiu que "Pernambuco" não teve participação no crime. Champinha não foi preso porque era um menor de idade, fato este que foi responsável por reacender os debates sobre a maioridade penal no Brasil.

"Champinha" foi internado na Febem e lá permaneceu até meados 12/2006, pois, ao completar 21 anos, não poderia permanecer em local de internação de menores, segundo a lei brasileira. Enquanto esteve internado, "Champinha" transitou constantemente entre diversas unidades da Febem. Com a integridade física ameaçada por outros internos, o rodízio teve o propósito de preservar a vida do menor. Sua última internação foi na unidade Raposo Tavares.

Um laudo elaborado por psiquiatras da Febem chegou a afirmar que seu comportamento era exemplar. Os peritos disseram que ele era um dos melhores alunos nas aulas de artesanato; apresentava avanços nas aulas de matemática e, sendo rapaz educado, nunca se meteu em confusões. Concluíram que apresentava apenas um retardamento mental moderado e que foi coagido a cometer os assassinatos.

Condenado a 110 anos e 18 dias de prisão em regime fechado, Paulo César da Silva Marques, 36, conhecido como Pernambuco, decidiu não recorrer da sentença; foi considerado culpado pelo assassinato e seqüestro do casal de namorados.

O juiz da Vara da Infância e da Juventude não aceitou o laudo da Febem e determinou que outro fosse feito por psiquiatras forenses do Instituto Médico Legal. Este laudo chegou a uma conclusão bem diferenciada do primeiro.

De acordo com os especialistas do IML, "Champinha" revelava uma personalidade de grande periculosidade agindo por impulso sendo portanto incapaz de conviver em sociedade. Quando este laudo foi publicado, os psiquiatras da Febem justificaram o laudo anterior, alegando que ignoravam crimes cometidos por "Champinha" anteriormente ao assassinato de Liana Friedenbach e Felipe Caffé, e o fato de ter sido provada inocência de "Pernambuco", antes apontado como a pessoa que havia coagido o menor a praticar os crimes. Ao acatar as conclusões do laudo do IML, o juiz ordenou a internação de "Champinha", por tempo indeterminado, na clínica psiquiátrica do Hospital de Tratamento e Custódia, na cidade de São Paulo.

No dia 02/05/2007, "Champinha" foge da unidade Tietê da Fundação CASA (ex-Febem), na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo. A fuga ocorreu por volta das 18h, "Champinha" escapando com pelo menos um comparsa. Ambos escalaram o muro de sete metros de altura utlizando-se de uma escada. Ele foi recapturado 11 horas depois , sendo novamente internado numa unidade para doentes mentais infratores.

No dia 16/12/ 2007, uma emissora de TV filmou Champinha numa casa confortável, decorada em alto padrão, com sofá, TV de 29 polegadas e se alimentando com 5 refeições diárias feitas por nutricionistas. O vídeo gerou grande revolta e críticas ao governo. O então governador José Serra defendeu a situação de Champinha dizendo que ele estaria melhor ali do que nas ruas cometendo delitos. O secretário da Justiça de SP também repudiou a imprensa, dizendo que queriam linchar moralmente o Estado.

Foi informado que Champinha custa R$ 12.000,00 (doze mil reais) ao Estado estando hospedado no local.

Por Sandra Domingues, com informações do Wikipédia e R7


Homenagem do Grupo Justiça é o que se Busca aos 10 anos da morte dos jovens  Liana Friedenbach e Felipe Caffé.

O  caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé foi um crime ocorrido em Embu-Guaçu, interior de São Paulo, em novembro de 2003, e que causou profunda indignação na sociedade brasileira, e reacendeu o debate a respeito da maioridade penal no Brasil.

No início de novembro daquele ano, Liana e Felipe Caffé eram namorados e decidiram passar um final de semana acampando na floresta numa área isolada de Embu-Guaçu, numa área que não conheciam, e sem o conhecimento dos pais. Eles saíram de casa em 31 de outubro de 2003 rumo a um sítio abandonado em Embu-Guaçu, a cerca de 40 quilômetros da capital. Mas Liana disse que iria para Ilhabela, no litoral paulista, com um grupo de amigas. A família de Felipe acreditava que o rapaz estava acampando na companhia de colegas.

"Champinha" e "Pernambuco" seguiam para pescar na região quando viram o casal e tiveram então a idéia de roubar os estudantes. Com a ajuda de comparsas, mantiveram o casal em cárcere privado. De acordo com o laudo pericial e depoimento do menor, Champinha matou Felipe com um tiro na nuca e, na madrugada do dia 5 de novembro, levou Liana Friedenbach até um matagal, onde tentou degolá-la e golpeou a cabeça da estudante com uma peixeira.

Os corpos das vítimas só foram encontrados pela polícia no dia 10 de novembro. Champinha, Antônio Caetano, Antonio Matias, Aguinaldo Pires e Pernambuco foram presos quatro dias depois. Menor de idade, Champinha foi internado em uma unidade da Febem (atual Fundação Casa), em São Paulo.

Em julho de 2006, três envolvidos no crime foram condenados por júri popular. Aguinaldo Pires foi sentenciado a 47 anos e três meses de reclusão por estupro. Antônio Caetano da Silva pegou 124 anos de prisão por vários estupros e Antonio Matias foi sentenciado a seis anos de reclusão e um ano, nove meses e 15 dias de detenção por crime de cárcere privado, favorecimento pessoal, ajuda à fuga dos outros acusados e ocultação da arma do crime.
 
Champinha admitiu ter participado do crime e já cumpriu a pena prevista em lei, mas continua sob guarda da justiça. Em maio de 2007, ele chegou a fugir da instituição, pulando um muro de seis metros de altura. Foi recapturado onze horas depois. Atualmente, ele é mantido em um hospital psiquiátrico em São Paulo, a pedido do Ministério Público, com base em laudos médicos que constataram que ele sofre de problemas mentais e não pode voltar a viver em sociedade. Em 2008, o pai de Liana, Ari Friedenbach, criticou o tratamento psiquiátrico de Champinha. Segundo ele, o rapaz estaria em "uma unidade cinco estrelas" e sem o devido acompanhamento.
 
Último a ser julgado, em novembro de 2007, Paulo César da Silva Marques, o Pernambuco, negou que tenha atirado em Felipe e que tenha estuprado Liana. Segundo a defesa do acusado, ele só teria confessado a autoria do tiro em Felipe e o estupro de Liana sob pressão da polícia. Em júri popular, ele foi condenado a 110 anos e 18 dias de prisão em regime fechado, por homicídio qualificado, sequestro, estupro e cárcere privado.
 
Por Sandra Domingues, com informações do Wikipédia e IG


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Marcos Roberto em 29/04/2013 19:52
A unica pena justa a ser aplicada a um criminoso e a da reciprocidade, ou seja que seja feito com ele o mesmo que ele fez com a vítima, assim os criminosos pensariam duas vezes antes de cometer atrocidades com os outros.


Ualber em 29/04/2013 19:50
acho que o pai da garota deveria pagar pra matar todos os envolvidos principalmente o champinha, eu mataria ele de graça se tivesse oportunidade e morasse perto desse champinha, bandido bom é bandido morto, o brasil virou um paraiso pra gente ruim, temos que fazer justiça com as proprias maos


Marcos Roberto em 29/04/2013 19:48
No país em que vivemos em que os criminosos recebem apoio e proteção por parte dos Deputados Federais, Senadores, CNJ, OAB, Comissão Dos direitos Humanos, Ministros em geral, inclusive Ministros do Supremo Tribunal e ate mesmo de nossa Presidente estes tipos de crimes se tronarão cada vez mais comuns e a população acaba sendo cada vez mais vitimada já que nenhum destes sitados acima se preocupam com o povo brasileiro e o grito dos que clamam por justiça ainda e muito inaudível só poderemos esperar por piora. Uma pergunta eu deixo no ar, por que será que nunca ouvimos falar que parentes próximos destes já citados acima nunca são vítimas destes criminosos? Uma vez um advogado me disse aquele que eu chamava de criminoso para ele e o melhor cliente pois pagaria muito bem pelos serviços contratados e ainda dava proteção para sua família. Hoje creio que não são só os advogados criminalistas que se sentem assim.


Beto em 29/04/2013 14:21
Neste caso só a morte para estes covardes animais.....imagino o que esta menina não passou nas mãos destes covardes. eu caparia todos eles e faria comer os sacos podres deles essa seria attitude que eu teria. Seria o fantasma na vida deles. Este tipo de gente nem deveria estar na cadeia e sim morto. Destesto gente covarde. Mas uma coisa eu digo "A justiça é cega mas enxerga no escuro".

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