Giorgio Renan Ernlund Metynoski, 10 anos, em 27/05/02, cursava a 5ª série quando tiro de espingarda 16 mm a queima roupa que causou sua morte instantânea. Seu assassino: um adolescente, 14 anos, com distúrbios psicológicos graves que estava sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar por causar vários problemas graves em escolas anteriores.
Foi colocado junto às crianças em sua escola sem que os pais das mesmas fossem alertados sob a periculosidade do adolescente com distúrbios psicológicos graves. Embora o menor tivesse tido problemas graves na escola anterior e, inclusive, um mês antes de matar o Giorgio Renan, o Conselho Tutelar se recusou a tirá-lo da escola. E apesar de todas as evidencias, o menor foi apenas “condenado a se tratar do trauma de ter matado o Giorgio Renan”.
Assim como Cleyde Prado Maia Ribeiro que foi do luto à luta, Elizabeth Metynoski, mãe de Giorgio Renan, também transformou seu luto em luta.
Elizabeth Metynoski, mãe da vítima, fundou o movimento “Giorgio Renan por Justiça" e por mudanças no código penal, apoiando várias ONGs que lutam pelos mesmos objetivos.





Giorgio Renan, 10 anos, foi assassinado, por um menor com distúrbios psicológicos, com um tiro de espingarda 16 mm, causando sua morte instantânea, em 27/05/2002.
Elizabeth Metynoski, mãe da vítima, fundou o movimento “Giorgio Renan por Justiça" e por mudanças no código penal, apoiando várias ONGs que lutam pelos mesmos objetivos.